História Só o tempo talvez possa curar (versão editada) - Capítulo 21


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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Ichigo Kurosaki, Rukia Kuchiki
Tags Bleach, Byakuya, Byaruki, Rukia
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Palavras 2.982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Incesto, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 21 - Confronto


“Pronto!” disse chegando feliz. Ichigo se aproximou da garota, olhando em seu rosto.

“Pronto nada” disse dando um peteleco de leve na cabeça da shinigami. Rukia já iria revidar o golpe, só que com força. “Desastrada, vai ter que usar um babador também?” disse sarcástico.

“Hum?” ficou confusa se esquecendo de devolver o golpe.

“Você ainda está suja de sorvete” a garota olhou confusa para as mãos, verificando se tinha sobrado algum vestígio do sorvete. ”aqui” Esticou a mão pousando-a sobre a face da pequena mulher, passando o polegar sobre o canto de sua boca. A garota corou, como podia ser tão atrapalhada?

“Você praticamente mergulhou no sorvete, parece que temos outra criança aqui” disse debochando da amiga enquanto retirava a mão do rosto da pequena, dando um leve empurrão com as pontas dos dedos sobre a testa da garota. Rukia franziu o cenho, enquanto uma veia pulsava em sua cabeça. Ichigo olhou satisfeito, adorava a irritar.

“Baka” disse irritada.

“Onde está Inoue?” perguntou vendo que a garota não estava junto a shinigami.

“Ela foi até a barraca de pipoca” falou. 

“Por que você não foi com ela?” perguntou.

“Não gosto de perder vocês de vista” disse olhando para a filha “Ultimamente tem aparecido muitos hollows por aqui, é perigoso" disse com preocupação.

“Não confia em mim? Eu sou capaz de proteger Hikari de simples hollows” falou emburrado.

“Claro que confio, mas é coisa de mãe. Talvez eu seja um pouco super protetora” admitiu.

Uma brisa leve acariciou seu rosto e um cheio familiar foi trazido com ela. Rukia se virou surpresa à procura do dono do perfume, mas não havia ninguém.

“Oe, aconteceu alguma coisa? Você ficou estranha do nada” perguntou preocupado.

“Nada” disse voltando a olhar o rapaz “eu só estava imaginado coisas” disse desanimada.

“Kurosaki! Kuchiki-san! Encontrei vocês!” disse o rapaz se aproximando dos amigos.

“Ishida! Que bom que você esta aqui, Ichigo disse que você não podia vir...” disse Rukia o fitando um pouco confusa.

“Você não ia fazer um trabalho agora?” perguntou Ichigo curioso.

“eu escapei apenas por alguns minutos, não vou ficar muito” disse se abaixando do lado do carrinho por alguns instantes. “só aproveitei para ver vocês um pouco e esse bebê urso” disse sorrindo para a criança. “sabe, tenho que garantir meu posto de tio quincy numero um”

“você é um dos dois únicos quincys que existem...” murmurou Ichigo.

“quieto Kurosaki!” disse arrumando os óculos enquanto observava Inoue se juntar a eles.

“Voltei! Oi Ishida-kun.” Disse sorrindo para o amigo.

“ola Inoue-san” lhe devolveu o sorriso.

 ”Vocês querem pipoca?” disse a jovem ruiva.

“Não, obrigado Inoue-san” disse o rapaz, Rukia e Ichigo apenas negaram com a cabeça. E a pequena shinigami se aproximou do carrinho destravando as rodas para sair.

“Oh... você já vai Kuchiki-san?” perguntou a ruiva triste.

“Acho que pra um primeiro passeio já está bom, desculpe Ishida... você chegou e eu já vou ir embora” disse sorrindo fracamente para os amigos.

Aquele cheiro... Sua imaginação estava lhe traindo. Era obvio que Byakuya não estava lá, mas só o fato de se lembrar dele já fazia seu coração doer. Porque tinha sentir tanto a falta dele? Olhou para os amigos antes de seguir seu caminho.

“esta tudo bem Kuchiki-san” disse sereno.

 “E também queria tentar descansar para treinar amanhã, faz meses que eu não uso sode no shirayuki” não era mentira, fazia tanto tempo que não se comunicava com sua zanpakutou.

Nessas ultimas semanas Rukia quase não dormia, claro que ter uma filha recém nascida que demandava de cuidados em curtos períodos era cansativo, deixando-a ocupada na maior parte do tempo. No entanto sua pequena era um bebê calmo e tinha um ciclo de sono tranqüilo, com exceção de quando sentia cólicas. Ela poderia dormir um pouco enquanto a menina dormia.

 O real motivo de Rukia não conseguir dormir era o medo, desde o pesadelo seu sono era leve e mais se parecia com cochilos. Quase sempre adormecia com a filha sobre si, e sua zanpakutou por perto. Alternando entre o sono e a vigília. E por essa mesma razão queria ficar forte, precisava proteger sua filha de tudo que lhe ameaçasse, e principalmente do clã Kuchiki.

“Tome cuidado com o treinamento, e leve Hikari para ficar com Yuzu enquanto isso, ela ta com saudades e vai adorar ficar com ela enquanto você treina” disse o garoto.

“certo, aproveitem esse tempo para relaxar. Inoue se prepare para a viagem. Até mais!” disse indo embora.

“tome cuidado no caminho para casa” disse o quincy.

“Kuchiki-san eu estarei de volta logo” disse Inoue acenado “Até mais”

“Até mais Rukia...” disse Ichigo.

**************************

Byakuya estava parado olhando para a casa a sua frente. Todo seu autocontrole foi usado para não correr em direção a Rukia quando a viu, porém segundos depois tudo que queria era desaparecer.

 Seu sangue fervia levemente ao se lembrar da cena, o garoto humano tocando-a. Não aguentou esperar para ver o que poderia vir depois. Afastou-se e ficou de longe a rastreando. Apenas imaginá-los juntos o fazia querer voltar imediatamente para soul society, saindo desse mundo o mais rápido possível. Sabia que podia ser apenas sua imaginação e eles sequer estarem juntos.

Mas de qualquer forma Byakuya sabia, Rukia tinha o direito de estar com o Kurosaki se quisesse e por mais que seu sangue fervesse e seu peito doesse, não podia fazer nada se eles realmente estivessem juntos.

No momento o Kuchiki só tinha que comunicá-la que os anciões não iriam interferir em mais nada. A mansão era sua casa e a soul society seu mundo, Rukia não pertencia a esse lugar.

Estava um pouco preocupado, por suas contas o bebê sequer devia ter nascido ainda, mas Rukia já tinha tido a criança e parecia recuperada.

Atravessou a rua andando até a casa onde viu a pequena entrando, já fazia quase uma hora que ela tinha entrado ali. Byakuya ficou mortificado olhando para a casa, era doloroso saber que a mulher que amava talvez estivesse com outro, mas sabia que Rukia nunca foi sua. E talvez nunca fosse.

Olhou mais uma vez para a porta, se perguntando se deveria voltar outra hora quando estivesse mais calmo.

 Suprimiu um suspiro e se virou para ir embora, quando escutou um barulho. Virou-se para olhar a casa mais uma vez, era o som de um choro de bebê. Virou-se de costas de novo deixando um suspiro de desgosto escapar.

*********************

“Oh que pena que a Kuchiki-san foi embora, olha todos esses balões... aquele ali de coelho! Ela iria adorar vir ao parque de diversões. Tínhamos que trazê-la aqui um dia desses, de preferência à noite. Sempre tem queima de fogos de artifício, ela iria adorar” disse Inoue empolgada e Ishida olhou para a imensa roda gigante.

“realmente, parece algo que ela iria gostar.” Disse o quincy fitando o relógio.

“Ela esta cansada, não faz muito tempo desde que Hikari nasceu, Rukia precisa descansar o máximo possível” disse Ichigo.

“Ah, ela não tem dormido muito ultimamente. Esses dias eu a vi cochilando no sofá enquanto amamentava. A neném acorda durante a noite também. A Kuchiki-san parece ter um sono leve, parece preocupada” Ficou pensativa.

“Ela deve estar com medo do clã ainda, com o tempo isso deve diminuir...” disse desgostoso. “aquela família mesmo que longe ainda a perturba”

“é realmente complicado...” disse Ishida serio.

“Queria ajudá-la com a Kari-chan ao menos, mas estava muito ocupada ultimamente e eu tenho medo de fazer algo errado, ela é tão pequena ainda...” a ruiva olhou para o ombro de Ichigo ”Kurosaki-kun, essa não é a toalhinha da Hikari?” perguntou apontando para a toalha cheia de coelhos estampados.

“Não acredito que estava andando com essa coisa cheia de chappys no ombro” disse irritado “vou levar isso pra ela, até mais” disse se afastando. E Inoue e Ishida se olharam.

“Ele não poderia dar pra você levar?” perguntou divertido e ambos riram.  

**********************

“Oh, foi só um banho meu amor, já passou” disse serena, terminando de vesti-la a pegando no colo.

 A campainha tocou e Rukia balançou a cabeça rindo. “Aposto que o baka do Ichigo veio aqui só pra trazer o seu lencinho chappy. Ou será que ele adivinhou que a mamãe fez cookies de chocolate?” Disse a enchendo de beijos nas bochechas, pois não resistia, sua filha era milhões de vezes mais fofa que chappy.

”Francamente, só eu trancando a porta pra ele tocar a campainha” disse ainda rindo descendo a escada para atender.

“Já vou” disse enquanto colocava a criança no carrinho perto do sofá. Destrancou a porta abrindo-a ainda com um sorriso no rosto. Porém seu sorriso morreu dando lugar à surpresa.

Não era Ichigo. Do outro lado da porta estava a figura tão conhecida. Os longos cabelos negros e olhos cinzentos frios como gelo, sem nenhuma emoção estampada em sua face.

“nii, Bya... kuya” disse atordoada. Ela não tinha imaginado, Byakuya tinha estado no bosque... E agora estava a sua frente. Seu coração irracional queria pular em alegria por vê-lo, mas sua mente começou a se questionar. E o medo começou se estampar em sua face.

Byakuya permaneceu a olhando, Rukia parecia estar mais bela que antes, notou que seu cabelo estava um pouco maior, porem sentiu que ela parecia um tanto frágil.

 Sentiu tanta saudade de olhar para esses intensos olhos violetas.  Queria tanto poder abraçá-la, dizer que a amava e pedir para voltar consigo para casa... Sentiu a amargura da saudade em seu peito. Viu a garota dar um passo atrás, percebendo que Rukia estava ficando com medo de sua presença tratou de tranqüilizá-la.

“Eu só vim conversar” disse com sua voz profunda e calma, vendo a menina se acalmar. Em seguida olhou para dentro de casa, avistando o mesmo objeto que Rukia veio empurrando. “Dou minha palavra” finalizou.

A shinigami saiu do transe, abrindo caminho para o homem passar. Se Byakuya tinha dado sua palavra ela não duvidaria. Temia o clã, mas confiava em nele, porem ainda estava nervosa em estar na sua presença. Eram muitos sentimentos pulsando dentro de si.

“Entre” disse. Byakuya deu alguns passos e esperou a mulher fechar a porta. Rukia passou por ele apontando o sofá para que se sentasse. O homem apenas se aproximou.

A shinigami se virou para olhá-lo, vendo o Kuchiki parado ao lado do carrinho, sua expressão tinha suavizado enquanto ele via aquela criança pela primeira vez.

“Eu...” tentou falar, mas as palavras não se formavam. Byakuya voltou a olhá-la.

“Eu te procurei todos os dias desde que você foi embora” disse em seu tom calmo. “você não sabe o quão preocupado eu fiquei... e você estava nessa cidade todo esse tempo” disse fechando os olhos “eu fui estúpido por não manter uma vigia sob seus amigos humanos...”

“Co-como você me achou aqui?” perguntou ainda nervosa, seu olhar era o mesmo de sempre. Ilegível, não conseguia ver se ele estava com raiva ou não. Seus olhos cinzentos quase nunca expressavam emoções, foram poucas as vezes que viu sentimentos refletidos nesses orbes.

“Foi por acaso” disse fechando os olhos ainda mantendo sua postura calma, esse era o único jeito de que teria certeza que não iria se deixar dominar por suas malditas emoções, ele não queria assustara-la outra vez.

“estou em missão, te vi passeando com o bebê” olhou mais uma vez para o bebê em busca de alguma informação.

 Muito neutro, pensou ao ver as vestes da criança. O body manga longa era branco, a touca e a jardineira de lã eram cinza claras com um coelho branco estampado na frente, e com isso ele só podia concluir que Rukia realmente gostava muito de coelhos. O único item não neutro era a chupeta rosa, Uma menina? Talvez, mas isso não dizia muita coisa, cores eram apenas cores afinal.

 “É uma menina?” perguntou fitando rapidamente Rukia de soslaio, vendo a confirmar com um aceno de cabeça “Ela é linda, queria ter estado quando ela nasceu” disse com amargura.

 “Eu também...” sussurrou baixo, mas ele foi capaz de ouvir. ”mas você sabe que não era possível, eu não tiver opção. O clã...” disse triste.

“eu não permitiria que tomassem essa criança de você. Eu estava negociando com eles Rukia, e se não houvesse acordo ate o nascimento do bebê eu quebraria as regras impostas sobre você. Eu pedi que confiasse em mim” disse franzindo o cenho um tanto descontente. E o Rukia o fitou.

O Kuchiki nunca tinha lhe dito sobre seus planos ao menos, como poderia confiar apenas em uma promessa e aguardar a espera de algo que sequer lhe foi explicado. Fora o fato de que tudo era realmente era confuso e doloroso para ela, e Rukia podia ver o quão descontente ele estava com a situação nos últimos meses. No final ela só tinha feito o que achava certo. 

“não era como se eu tivesse alguma garantia disso... nem mesmo agora” disse um pouco mais rígida que o normal. “nii-sama eu apenas fiz o que achava certo, e sinceramente ainda creio que o melhor para todos é que eu a crie apenas como minha” deu ênfase ao dizer nii-sama.

“melhor? Melhor para quem Rukia? Por que para você eu tenho certeza que não seria...” falou com sua voz profunda “Eu enfrentei os anciões, não existe nenhuma ordem sobre você ou ate mesmo sobre mim e acredite, eu jamais permitirei que eles façam algo parecido novamente. E, por favor, não me chame assim” disse com o olhar vago. E Rukia o fitou um tanto surpresa, então ele tinha cancelado ate mesmo o casamento?

”eu sei que falhei por não ter tomado essa atitude antes. Se você teve que fugir, o único culpado fui eu” Rukia o olhou surpresa “Volte para casa, eu gostaria de fazer parte da vida da nossa filha. Apesar de saber que não tenho esse direito, mas é minha responsabilidade também. Você não deve fazer isso sozinha”

Rukia apenas o fitava com certa confusão. Byakuya fechou os olhos franzindo o cenho levemente.

”Esse não é o seu lugar, não é o lugar para ela crescer” deu um suspiro inaudível, voltando a olhar diretamente para Rukia “Eu sei que te machuquei, e foi mais de uma vez” disse fechando o punho.

Tinha quase certeza que tinha se forçado sobre ela aquele dia. Nesse momento sua armadura estava começando a desmoronar mais uma vez. Porque Rukia tinha esse poder sobre si.

Rukia pode perceber o sentimento de culpa começando a escapar em sua voz.

“Eu sinto muito se me forcei sobre você novamente” disse fechando os olhos. Ao ouvi-lo a mulher falou rápido, sem pensar muito nas palavras.

“Você não me forçou, eu quis me entregar a você aquela dia” se assustou com suas próprias palavras e horrorizada levou as mãos à boca como se censurasse. Byakuya alargou os olhos em surpresa a olhando. Antes que alguém dissesse uma palavra, um som veio da cozinha quebrando o clima tenso.

“É-é o alarme do forno” disse nervosa e vermelha como um pimentão “j-já volto!” disse saindo para a cozinha, se dando tapas mentais. O que ele iria pensar dela? Que era uma pervertida! Agora ela estava se dando socos mentalmente ‘Você é uma estúpida Rukia! Estúpida’

Byakuya digeriu as palavras de Rukia por um instante, não a tinha forçado... Será que ainda tinha uma chance? Uma chance de que ela correspondesse minimamente seus sentimentos?

Voltou a observar a criança se esquecendo momentaneamente do conflito que agora tomava seu coração.

 E ainda que tivesse preferido que o bebê se parecesse com Rukia, a pequena tinha seus olhos cinzentos e de certa forma se parecia consigo. Era um pedacinho seu, e era quase certo que qualquer um que a olhasse saberia que era uma Kuchiki.

Sentiu um pouco de ódio ao se lembrar do ultimo encontro com os anciões e se perguntou como alguém poderia duvidar de um ser tão puro como Rukia?

Era um crime questionarem sobre a paternidade daquela criança devido à maneira tão cruel que tudo ocorreu. Byakuya ainda não sabia como tinha se controlado para não matar o homem insolente. Kazumi iria engolir suas palavras asquerosas assim que visse a sua pequena herdeira.

Para si ainda era impressionante que de um acontecimento tão terrível poderia surgir algo tão puro e inocente, era surreal imaginar. E diferente do que temia ver aquela criança não o lembrou de seus pecados.  Apenas deixou seu coração leve e inundado por um sentimento tão puro quanto aquele bebê.

E sem que notasse os cantos de seus lábios se inclinaram levemente em um sorriso carinhoso enquanto fitava aquela criança, mas essa rara demonstração não durou muito.  

Sentiu um reiatsu se aproximando e o desagrado cresceu em seu rosto.

A porta foi aberta sem aviso prévio, Byakuya permaneceu de costas.

“Oe, Rukia você esqueceu...” parou quando viu o homem de frente para Hikari. Estreitou os olhos no mesmo instante. Em sua mente só se passou uma coisa, Byakuya estava ali para levar a criança embora.

“Maldito! O que você está fazendo aqui?!” Byakuya sentiu Ichigo se aproximando, mas não moveu um músculo. Apenas fechou os olhos, tentando manter a calma. O rapaz cerrou o punho e o acertou com toda força possível na face.

O impacto veio duro, mas era como se o garoto tivesse atingido uma parede. Ele ficou imóvel não se mexeu um centímetro. Ichigo o agarrou pelo colarinho e o pressionou contra a parede. Byakuya virou o rosto de lado se recusando a olhar para o homem a sua frente, seu rival. Tentando reunir todo seu autocontrole, para não usar seu bankai sem restrição em cima do humano.

“Desgraçado, eu vou matar você antes que a leve” disse fechando o punho, partindo para cima do taichou mais uma vez. Em um movimento rápido Byakuya parou a mão do rapaz centímetros antes de acertar seu rosto novamente. Ao inferno com autocontrole.



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