História So Run - Capítulo 4


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Shouto Todoroki
Tags Bad, Bakudeku, Bnha, Deku Se Ferrando, Dp Hu3hu3, Lemon, Me Helpem, Mistério, Suspense, Terror, Three Some, Todobaku, Todobakudeku, Tododeku, Umas Mortes Aí
Visualizações 260
Palavras 2.027
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi bu
demorei um pouquinho né? MAS ESTOY AQUI HU3HU3HU3HU3

BEIJO, A
ACHO QUE ALGUÉM SUMIU e.e

Capítulo 4 - The guy with a smile


-----19 de março de 2016.

---- 23:48.

--- Base Militar - Rússia - Próximo da Propriedade Rural Abaga.

-Todoroki-kun? - Midoriya chamou, preocupado. - Todoroki-kun?

-Sai dessa merda, Deku - Bakugou reclamou impaciente, empurrando o esverdeado para o lado e puxando o comunicador para si - AÍ, BANDEIRA DO CANADÁ DO CARALHO, RESPONDE PORRA!

-... ajudou muito - Izuku disse em ironia.

-Tch - Aizawa fez um barulho com a boca, aparentemente preocupado também com a falta de resposta de Todoroki. - Kaminari, está tendo interferência no sinal?

O loiro não respondeu, digitando algo no PC em seu colo e Midoriya teve a impressão que as coisas não estavam indo conforme o planejado.

-Eu não sei dizer exatamente o que está acontecendo...

-O que a gente quer saber é se a merda do sinal tá chegando na Bandeira do Canadá - Bakugou retrucou, impaciente.

-Não, e nem o dele para a gente.

-Então é a desgraça de uma interferência, porra!

-O que fazemos então? - Momo perguntou, também mexendo em seu PC onde verificava todas as câmeras de dentro da base - Creio que hackearam nosso sistema.

-E Todoroki-kun está sozinho lá...

-Entramos lá dentro?

-Não. Ainda não. - Aizawa disse, pensativo - Se hackearam o sistema, eles querem abrir os sistemas de água e ar?

-Faria sentido, assim a droga ou seja lá o que é entraria e mataria todo mundo - Izuku respondeu, olhando preocupado para o chão. Abaixo dele estava Todoroki, sozinho.

Por que ele?

-Kaminari, não deixe isso acontecer - O loiro concordou positivamente, se concentrando em seu computador, digitando de forma rápida - Mesmo se os sistemas abrirem, iremos captar o ar e a água, assim descobrindo a droga. Ainda temos vantagem.

-Mas a droga vem mesmo de fora? - Bakugou perguntou, encarando os equipamentos de alta tecnologia fincados no chão coberto de neve com o objetivo  de identificar a arma. - Não seria mais fácil injetar lá dentro?

-Está sugerindo que tem gente infiltrada? - Kirishima questionou também, pensando - Faz sentido.

-Mas essas pessoas não morreriam? Tipo, elas podem colocar na água e tudo ótimo, ficariam vivas, mas no ar é bem mais complicado de identificar, só que assim elas...

-Caralho Deku, já ouviu "terrorismo" alguma vez na sua vida?

-Claro, mas...

-É praticamente isso, porra.

Qual a necessidade de falar palavrão em toda frase...?

-Ô gente - Kaminari chamou a atenção do grupo, que se virou para ele para ouvir suas palavras de modo atento - Seguinte, fodeu.


----


Todoroki andava, os olhos heterocromáticos fixados nas câmeras o seguindo. Talvez fosse Momo o vigiando, mas ainda sim era suspeito demais.

O sistema foi hackeado? Por dentro ou por fora?

Se a pessoa causadora disso estiver aqui eu posso fazer algo.. ou não. Irá me ver chegando então estou em desvantagem: sinal está com interferência, sem informações, sem ninguém e estou vulnerável a ataques. Definitivamente era o pior cenário que podíamos esperar.

Virou um corredor. Caso alguém esteja controlando tudo de lá, Todoroki cairia justo no meio da armadilha e não sairia ileso.

Na realidade Shouto só estava ali dentro para que o ataque realmente ocorresse, uma garantia, ninguém esperava que as pessoas por trás disso conseguiriam burlar o sistema, um imprevisto que ferrara tudo.

E mesmo que não quisesse pensar nisso, se questionava se morreria.

Virou novamente ao corredor da esquerda, parando de andar na hora.

Tinha um corpo ali.



----- 20 de março de 2016.

---- 00:13.

--- Base Militar - Rússia - Próximo da Propriedade Rural Abaga.

-TODOROKI-KUN!

-Cala a boca, Deku! Se tiver alguém aqui vai escutar a gente e daí 'tamo fodido, porra. Aliás, por que essa merda de cachorro veio junto com a gente? - Bakugou apontou para o Golden Retriever enorme seguindo fielmente o mais baixo.

-All Might não é merda...

Embora Midoriya gostasse de que Katsuki estava tirando um pouco do clima pesado, não podia deixá-lo continuar se comportando daquele jeito naquela siuação.

-E Bakugou-kun, agora não é o momento...

-Cala a boca.

Porém não foi um "Cala a boca" irritado que Bakugou normalmente gritava, tanto que foi dito em voz baixa para a surpresa de Izuku. O loiro barrou o esverdeado, não o deixando dar mais um passo.

-Bakugou-kun..? - murmurou.

Então All Might começou a rosnar.

-A-All Might, fica quieto - sussurrou para o cachorro, se abaixando e acariciando seus pelos loiros.

O silêncio era perturbador, como se algo ou alguém fosse surgir de algum lugar inesperado. O único som que podia ser escutado era o da mão de Midoriya acariciando All Might e um baixo rosno vindo do animal.

-Fica aí - Katsuki murmurou em estado de alerta, andando sem fazer barulho até o final do corredor que dobrava para esquerda.

Izuku nada disse, observando as costas do loiro cautelosamente. Não tinha conseguido identificar o que deixara Bakugou e All Might em estado de alerta, mas para ter aguçado tanto seu cachorro deveria ser alguém.

E alguém com uma aura bem ruim, já que All Might era o cachorro mais burro e amoroso existente na face da Terra.

Depois de mais alguns minutos tentando conseguir o controle do sistema, todos já estavam apreensivos e preocupados com Todoroki e como resultado de toda essa inquietação Aizawa despachou Midoriya e Bakugou dentro. Não querendo sair de perto do dono, All Might foi junto.

Katsuki tinha virado no corredor à esquerda e estava demorando demais para o gosto de Izuku, que deu um tapinha leve no cachorro para que seguissem o mais alto.

Quando fez o mesmo caminho que o loiro, ele o encontrou.

Mas não foi como imaginava.

Bakugou estava ajoelhado no chão na frente de alguma coisa. Antes que fizesse algo, All Might já tinha corrido para perto dele e rosnava baixo. Midoriya hesitou antes de se aproximar: sentia que tinha alguma coisa ruim diante do loiro e de seu cachorro, algo que deveria ser evitado ao máximo possível.

-Bakugou-kun...? - chamou baixinho.

-Isso não é bom - Katsuki respondeu no mesmo tom de voz, mais para si mesmo do que para Izuku.

Sangue.

Carne.

Sem olhos ou cabelos.

Era como a pessoa do arquivo. Sem rosto.

Uma súbida vontade de vomitar passou pelo seu corpo. Era mil vezes pior ver pessoalmente do que em uma foto, Midoriya tinha certeza de que aquela imagem ficaria em sua mente por séculos o assombrando em cada segundo.

-O-O que a gente faz? - embora fosse militar e estivesse acostumado com mortes, ver uma pessoa sem rosto era perturbador.

Não, mais perturbador que aquilo era o vazio. Nada de som, nada de cheiro, nada, um vazio, aumentando as expectativas de que algo aparecesse.

-Alguém teve que trazer isso aqui. - Bakugou respondeu, sua voz tensa.

O loiro não precisou dizer mais nada que Izuku já tinha entendido o recado. Alguém tivera que levar aquele corpo sem rosto para lá assim como levou o outro, ou seja...

Alguém estava ali dentro com eles.

-A gente tem que achar logo o Bandeira do Canadá - disse, se levantando. Midoriya podia ver o quão seus ombros estavam tensos.

Ele concordou, fazendo carinho no pelo de All Might num sinal para andarem. Evitou olhar para o corpo no chão, mas imagens de sangue e de uma cabeça sem rosto já tinham sido gravadas de forma permanente em sua mente.

Continuaram seguindo o corredor em silêncio, cada um perdido em seus próprios pensamentos e o som de passos ecoando pelo local vazio.

-Não era para ter gente aqui dentro com Todoroki-kun? - Midoriya perguntou, a ausência de pessoas o incomodando.

-Era, caralho. - pelo palavrão no final da frase, o esverdeado soube que Bakugou estava mais incomodado do que ele. -...Neve?

Izuku franziu a testa, não entendendo a pergunta aleatória. Levantou o rosto então, abrindo a boca surpreso pela visão que teve.

Havia um buraco enorme no teto por onde caía uma neve espessa e branca do céu negro da madrugada.

-Isso não estava aqui hoje de tarde... - o menor comentou baixinho como se alguém conseguisse ouvir os dois.

-Tch - Katsuki fez um som irritado com a boca, ignorando o buraco no teto e a neve que caía, continuando a andar seguido por Midoriya e seu cachorro.

-D-Devemos procurar na Sala de Controle...?

-É justamente pra lá que a gente 'tá indo, espertão - o loiro respondeu, enfiando as mãos no bolso - O meio-a-meio deve ter ido verificar se alguém estava lá controlando o sistema ou deve ter tentando pegar um sinal.

Alguns minutos depois no mais puro silêncio e apreensão os dois conseguiram chegar na tal sala.

All Might começou a rosnar novamente, fazendo Midoriya e Bakugou recuarem um pouco, apreensivos.

-All Might... - Izuku murmurou em alerta para fazer o cachorro parar.

Bakugou então tomou coragem e avançou contra a porta, abrindo-a lentamente, os olhos e os braços tremendo com a expectativa.

De início não viu nada estranho, havia alguém sentado na cadeira e imaginou que fosse Todoroki.

Cautelosamente se aproximou, sacando uma arma que trazia em seu colete, já com o dedo no gatilho e pronto para atirar. De forma lenta virou a cadeira para que pudesse ver quem era e bem...

Não era Todoroki.

Bakugou não sabia se ficava feliz que aquele não fosse o meio-a-meio ou se vomitava diante do sorriso no homem já morto.

Não era um sorriso comum, era do mesmo estilo do Coringa, o vilão do Batman; havia cortes profundos das pontas dos lábios até as bochechas, simulando um sorriso.

A diferença deste com o do Coringa era que o do vilão louco de cabelo verde era coberto por maquiagem vermelha e já estava cicatrizado.

Este estava em carne viva, o sangue pingando das pontas e caindo no chão.

E o pior...

Todoroki não estava lá.


---- ?? de ?? de 201?

--- ????

Izuku já conseguia se sentar, embora seus quadris doessem como o inferno. Agora podia ver seu quarto bem melhor: havia uma pequena janela na parede à esquerda, à direita existia inúmeros armários e remédios junto com equipamentos médicos e na sua frente a porta de saída.

Nenhum sinal de Shoucchan, Kacchan ou All Might.

Sua cabeça começou a doer, mas não tanto quanto da outra vez.

O que aconteceu? Por algum motivo Midoriya não se lembrava de tudo, as memórias surgiam em sua mente de forma lenta. Aquela mulher, Uraraka, conhecia os dois...

Talvez estejam aqui também, mas em coma? Perguntaria quando ela aparecesse.

Só que tinha uma coisa que Izuku tinha certeza de que faria.

Quando seu corpo se recuperasse o suficiente, iria fugir dali.

-Midoriya-kun? - virou o rosto com muita dificuldade para ver aquela mulher, Uraraka parada na batente da porta. - V-Você está bem?

Ela parecia assustada. Não, era muito pouco para definir o que realmente sentia, aquilo era... terror completo. Tentava esconder suas mãos trêmulas no bolso do jaleco, mas seus braços denunciavam a tremedeira, seus lábios também estavam na mesma situação.

-U-Uraraka... san? - chamou, a voz rouca.

-Não fale! - não foi um "conselho médico". Estava mais para uma súplica desesperada, confundindo a cabeça de Midoriya.

Uraraka então olhou para o corredor para ver se alguém vinha e respirou fundo, correndo para perto de Izuku na cama. Ele franziu a testa, não entendendo seu comportamento estranho mas ficando apreensivo.

Ela foi para os armários na parede, pegando um saco de soro e algumas injeções. Trocou o soro e aplicou os remédios no braço de Midoriya pela seringa, sem dizer nenhuma palavra durante o processo.

-Uraraka-san..? - chamou novamente quando viu a mulher de cabelos marrons chegar mais perto e sussurrar em seu ouvido:

-Eles vão matar você.

E sem olhar para Izuku, colocou os aparelhos no armário e saiu correndo.

Seus olhos começaram a pesar pelo fato de ter tomando remédios antes, os sintomas do efeito rapidamente começando a aparecer.

Me matar?

Mas eles não querem as informações...? Por que vão me matar?

E Shoucchan? Kacchan? Minha mãe? All Might...?

Não tinha muito tempo, então. Precisava se recuperar rápido e com esse pensamento em mente deixou-se levar pelo sono turbulento que o esperava ansiosamente.

Mal sabia que enquanto dormia, a porta de seu quarto lentamente se abria.


Notas Finais


TODOROKI SUMIU AAAAAAAAAAA
VÃO MATAR O DEKU AAAAAAAA
E CADÊ O BAKUGOU? AAAAAAAA
E O ALL MIGHT?
cansei de digitar AAA
Enfim! Que fim levou o Todoroki? Tan tan taaaaaaaaaan
Por que vão matar Midoriya?
Sexta, no Globo Repórter!


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