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História Só se fizer o meu favor primeiro - Capítulo 2


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Notas do Autor


hello my love's

então, desculpa o horário para atualizar, mas hoje fiz bastante coisa e acabei não conseguindo atualizar mais cedo.

hoje é o aniversário do mark, na coréia já é dia dois, então tinha que atualizar esse xuxu em homenagem ao amor da minha vida.

espero que gostem, boa leitura ❤️

Capítulo 2 - I - Você quer me ajudar?



O dia havia amanhecido belo, menos eu.


Hoje foi o dia que eu estava de mau humor, e nada mudaria isso, meus pais até perguntaram o que tinha acontecido, só falei que não era nada.

Eles nem sonham que eu, a filhinha deles, está a ponto de reprovar. Meu irmão, foi para uma das melhores faculdades do país, aí chega em mim só decepção.

Enquanto trocava os livros da minha mochila, pelo os que estavam no armário, lembrei de ontem e fiquei mais estressada ainda. Durante o dia inteiro, evitei falar com qualquer pessoa, até minhas amigas se bem que elas me viram e pegaram outro caminho no corredor.

Fiquei sabendo por um bilhete, no meu armário, que Mark estava atrás de mim. Engraçado, não é? Espero que ele fique bem longe de minha pessoa, não estou afim de discutir.

— Aquele idiota. – Bati com força a porta do armário, fazendo um barulho bem alto, e com a mochila em um dos meus ombros saí dali.

Ele nega me ajudar, e agora está me procurando. Isso é coisa de louco, estou falando. Parando para pensar, o que custava ele me ajudar? Não é como se ele fosse morrer, por causa isso.

"Vai custar o meu tempo, não vou desperdiçá-lo com você."

E é assim, que você cria desejos, de matar alguém. Se eu ver, Mark, na minha frente, ele vai ver o que é temer a morte.

Falta um tempinho, para começar a minha próxima aula, então fiquei nas arquibancadas, que eram usadas para jogos, olhando o campo, que estava pacífico. 

Olhei para os lados, vendo que não tinha ninguém por perto, e peguei uma bola que estava no chão. Pretendo por em prática, a ideia que eu tive. 

Me alonguei um pouco, e segurei a bola firme nas minhas mãos, e me coloquei na posição que era necessária, para fazer um arremesso bom.

Com a atenção no gol, estreitei um pouco meus olhos, e lancei a bola com toda a força que eu tinha pelo aro. Vendo que passou por ele, e fiz um belo gol, sorri satisfeita correndo até lá para pegar a bola.

— Parece que você é boa nisso. – Ouvi uma voz, vinda das arquibancadas, e a pessoa estava próxima a minha mochila.

Eu revirei meus olhos, por conhecer de quem era aquela voz, e peguei a bola ignorando ele. Fiquei novamente na posição, e lancei a bola, acertando o gol, igual da última vez.

Estava preparada para ir pegar a bola novamente, e senti alguém segurar o meu pulso. Encarei a pessoa, com tédio.

— Eu estava falando com você. – Mark falou, soltando meu pulso – Quando alguém fala com você, ao menos, olhe a pessoa.

Eu abri um sorriso, começando a cair na gargalhada, ele me encarava confuso.

— Fala, não estou tampando a sua boca para que não faça isso. – Usei a mesma frase, que ele havia falado comigo antes, fazendo o garoto coçar a nuca e desviar o olhar por um momento.

Mark olhava o chão, com suas mãos nos bolsos da calça, parecendo pensar em algo. Cansada de ficar ali, comecei a andar para pegar a bola, mas ele pediu para eu esperar e correu até mim. 

Ele respirou fundo, passando a me encarar. E eu esperava, o que ele queria tanto me dizer. Parecia, Mark teve uma péssima ideia e provavelmente se arrependeria disso, ri desse meu pensamento.

— Se você jogar, uma partida com o time de e ganhar… – Mark mordeu o lábio inferior, e eu não estava entendo aonde que isso iria parar  – Eu te ajudo, a recuperar as suas notas.

Franzi meu cenho, olhando para ele confusa, não entendendo o porquê disso agora. Cruzei meus braços, tendo meu peso mais para o lado direito.

— Porque de repente, você quer me ajudar?  – Eu vi Mark, não saber ao certo o que falar, e pensar um pouco.

— Não é te ajudar… E sim, tirar uma conclusão a respeito de algo. – Eu riu fraco, revirando meus olhos, achando ele o maior idiota possível  – Aceita ou não?

Que conclusão, ele queria tirar, que era necessário eu jogar uma partida com o time de futebol da escola?

Pensando, se eu devia ou não. Lembrei que, teria que parar um tempo de treinar, por conta de notas estúpidas, e as recuperar, senão reprovava. 

Essa proposta, me ajudaria muito, espanhol e inglês, eram duas matérias que nunca me dei bem, conseguia sair melhor até em física e química. Tendo Mark para me ajudar, conseguiria passar com certeza.

— Se eu aceitar e ganhar, você me ensina. Mas se caso, eu perder? 

— Se você perder. Não irei te ajudar, e vou estar certo na minha conclusão. 

O diálogo, todo tinha uma tensão no ar, e tínhamos nossos olhos, fixos um no outro. Parecia que éramos, duas feras, prestes a se atacar.

Imaginei toda a situação, pensando nos prós e nos contras, se eu vencer teria a ajuda que tanto preciso. Se eu perder, continuo na mesma, sem ninguém para me ajudar e prestes a reprovar.

— Certo, eu aceito. – Ele pareceu surpreso por uns segundos – Vou jogar uma partida, e vencer. – Tirei uma risada sarcástica de Mark, e arquei minhas sobrancelhas, como se perguntasse qual o motivo da graça.

— Veremos, se vai mesmo. 


Na última aula, era para fazer um trabalho de história em trio, as minhas amigas se sentaram comigo. O clima estava melhor, no caso, eu estava melhor e não na defensiva.

Falta duas perguntas para terminar, e era só entregar para o professor. Eu fazia mais que as duas, já que eram péssimas em história, eu também, porém era um pouco melhor que elas.

— Como você está?  – Hilary perguntou, a encarei não entendendo a pergunta  – Sobre sair das líderes de torcida, um tempo.

Eu mexi a cabeça, assentindo fraco, agora entendendo. Soltei um suspiro, mexendo a caneta entre meus dedos.

— Não sei, sendo sincera. Acho que um pouco irritada, mas chateada também. – Reclinei na cadeira, olhando um ponto fixo na sala.

— O que vai fazer, em relação as suas notas? – Nabi, quem perguntou, parecendo preocupada.

— Acho que consegui um ajuda, mas caso não tenha. Vou me virar, sempre consigo um jeito. – Dei um sorriso, tentando convencer elas.

Retornamos a atividade, respondendo as duas que faltavam, e finalizando. Eu coloquei nossos nomes, e fui entregar ao professor, que ficou surpreso por eu entregar um trabalho, depois de tanto tempo.

Dei um leve sorriso, para não falar nada e ser rude, vai que ele tira nota que eu não tenho. Voltei para minha cadeira, e comecei a guardar as coisas na mochila, logo o sinal ia tocar.

— Mad. – Nabi me chamou, e a olhei – Se você quiser, podemos estudar juntas. Assim as suas notas, podem melhorar.

— É uma boa, as notas de vocês foram melhores que as minhas. – Concordei, achando realmente boa a ideia dela.

— Não acho uma boa. – Hilary falou, e com o cenho franzido, olhei para ela não entendendo o que queria dizer – Você está com mais dificuldade do que a gente, estudar com você seria nos atrasar. Sem querer te ofender.

Eu engoli em seco, não sabendo o que responder a ela, o sinal bateu e Hilary se levantou indo até a porta para sair. Nabi, me olhou antes de se levantar da sua cadeira, e ir também.

No momento, eu não entendia mais nada, e sinceramente, se um caminhão passar por cima de mim eu agradeço.




Notas Finais


aiai, esses doisKKKKKK

mark um chato, meu deus, haja paciência.

o que acharam?

lista de leitura, com as histórias das melhores escritoras: https://www.spiritfanfiction.com/listas/so-as-melhores-6193342

grupo: https://chat.whatsapp.com/EoRLoeK4qTjHX41eyz5naa

2 beijos bye bye ❤️


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