História Só Um Pouco Cruel - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Jimin, Minyoongi, Parkjimin, Sugamin, Yoongi, Yoonmin
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Palavras 754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Saga, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde, amoritos!!!
Tenham uma boa leitura!
Desculpem qualquer erro. ^^

Capítulo 2 - Chapter II


O tempo se arrastou por minutos, horas, Jimin não poderia dizer. Sua mente cansada mantinha evocando um cenário horrível após o outro, enquanto esperava para chegar ao seu destino, onde quer que fosse. O motorista tinha dito a ele para calar a boca quando Jimin tentou interrogá-lo, então foi deixado sozinho com seus pensamentos.

 

Quando um adolescente, Jimin pensou que tinha sua vida toda planejado. Ele ia se apaixonar por um cara legal, incrivelmente atraente com a idade de vinte anos que iria adorá-lo de volta, ele estaria em um relacionamento estável comprometido, com ele por alguns anos antes de se casar com ele, eles obteriam lotes de crianças, e viveriam seus felizes para sempre. Pensando nisso o fez sorrir agora. Ele já vinte e três anos, e o homem dos seus sonhos não se materializou, e agora ele poderia não viver para ver o dia seguinte.

 

Sim, a vida era engraçada assim. 

 

Parecia que em algum momento ele cochilou, porque a próxima coisa que Jimin sabia, ele foi surpreendido sendo acordado quando dois pares de mãos o arrastaram para fora do carro. O cano de uma arma foi pressionada em sua parte inferior das costas.

 

— Ande, — alguém ordenou.

 

Sonso e desorientado do sono, Jimin fez o que lhe foi dito, piscando para o seu entorno. Pareciam estar no meio do nada. Ainda estava escuro, mas conseguia distinguir as madeiras aparecendo algumas centenas de metros de distância. As madeiras cercaram a casa que ele estava sendo meio arrastado, meio empurrado. A neve estava muito profunda, quase até os joelhos, pesada e molhada, e Jimin lutou para mover seus pés.

 

— Mais rápido, blyad, — disse o mesmo bandido, empurrando-o. 

 

Jimin segurou a resposta afiada na ponta da língua e tentou andar mais rápido. Resistir era inútil neste momento. Irritando seus captores foi simplesmente idiota. Havia oito deles, e todos eles pareciam armados. Tinha que cooperar por enquanto.

 

Por fim, eles chegaram à casa e ele foi empurrado para dentro. Jimin caiu para suas mãos e joelhos, ofegante. Os bandidos riram, trocando algumas piadas à suas custa. 

 

Ignorando-os estoicamente, Jimin ficou de pé e olhou em volta. O salão não era nada do que esperava. Foi com muito bom gosto e elegantemente decorado, praticamente gritando dinheiro. 

 

O som da abertura da porta chamou a atenção de Jimin. Um homem alto e musculoso com características eslavas e cabelo loiro saiu do quarto. Os bandidos imediatamente ficaram em atenção, deixando cair seus olhares maliciosos e zombarias. O loiro trocou algumas palavras com um dos bandidos, rápido demais para Jimin compreendê-los. O bandido abordou o loiro como Suk.

 

Por fim, Suk voltou seu olhar para Jimin. Jimin encontrou seus olhos, recusando-se a mostrar medo. Uma das poucas aulas que seu pai tinha perfurado nele era que nunca se deveria demonstrar medo em face da adversidade. 

 

— O que você quer? — Jimin disse calmamente. — Por que me sequestrou? 

 

Suk o olhou. — Eu não tenho que explicar nada para você, Inglês, — disse, com seu sotaque muito pesado. Seus olhos pousaram na boca de Jimin por muito tempo antes que ele olhou para o bandido que ele estava falando e deu-lhe uma ordem curta em russo.

 

Se Jimin entendeu, ele estava a ser bloqueado no andar de cima no quarto cinza e estava a ser alimentado uma vez por dia até novas ordens.

 

O estômago de Jimin caiu ao ouvir isso. Ele esperava que ele iria ter, pelo menos, uma explicação.

 

— Por favor, poderia me dizer alguma coisa? — Jimin tentou novamente. — Por que estou aqui? Você quer dinheiro?

 

Os olhos de Suk posaram de novo à sua boca, fazendo com que o sangue de Jimin ficasse frio.

 

Por fim, o loiro sacudiu a cabeça. — Tenho ordens de não falar com você, — disse e olhou para seus homens. — Zaprite malchishku vkomnate seroi. 

 

Dois bandidos pegaram Jimin e meio que o empurrou, meio o arrastou para cima. Jimin não lutou contra eles e ele não tentou falar com Vlad novamente. O russo não foi o único a dar ordens. Ele não era a pessoa por trás do sequestro de Jimin. Vlad pode parecer poderoso, mas ele era um mero peão. Ele não era o que Jimin deveria negociar.

 

Se Park Rob havia ensinado seu único filho alguma coisa, foi que em qualquer situação desfavorável, havia sempre espaço para negociações. Qualquer situação poderia ser girada para a sua vantagem, ou pelo menos poderiam ser osciladas um pouco em seu favor. Mas não se negociava com os peões. Se negociava com o rei. 

 

Jimin estava ansioso para conhecê-lo.


Notas Finais


Traduções:
blyad - puta.
Zaprite malchishku vkomnate seroi - encerrem o garoto no quarto cinza.


Espero que tenham gostado.
Obrigada pelo bom início que tivemos com Cruel. ^^
Nos lemos logo!
<3


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