História Só uma criança - Capítulo 24


Escrita por:

Postado
Categorias Arlequina (Harley Quinn), Batman, Esquadrão Suicida, Gotham, Mulher Maravilha (Wonder Woman), The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Bruce Wayne (Batman), Diana Prince (Mulher Maravilha)
Tags Adotada Pelo Batman, Arlequina, Batman, Batman Pai, Filha Da Arlequina, Filha Do Coringa, Mulher Maravilha
Visualizações 58
Palavras 1.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 24 - Capítulo 19


Fanfic / Fanfiction Só uma criança - Capítulo 24 - Capítulo 19

PoV Emilie

Estava fazendo uma ponte de legos quando uma das enfermeiras me chama por que eu tinha falar com um policial ou algo do gênero.

A segui até uma sala que dentro havia três policias, 2 em pé e um sentado na frente de uma mesa. Então eu me sento do outro lado da mesa e a enfermeira vai embora, me deixando sozinha com os policiais.

Desde o zoológico eu não fico muito confortável ao redor de guardas ou policias, mas pelo menos parece que o sentimento é mutuo, já que os dois que estavam em pé não conseguiam tirar as mãos das armas presas no cinto, como se estivessem prontos para me matar, como se eu, uma criança de 11 anos, fosse algum tipo de grande ameaça a vida deles, resumindo, eles tem tanto medo de mim como eu tenho deles e isso é muito divertido.

- Olá senhorita Wayne, estamos aqui em nome da policia de Gotham e gostaríamos que você respondesse algumas de nossas perguntas.

- Ta – Não é como se eu tivesse muita escolha.

- Devido ao protocolo vamos ter que colocar um aparelho de detecção de mentiras, okay?

- Não sei qual protocolo fala para não confiar em crianças de 11 anos, mas okay.

Como eu já esperava ele não me respondeu, ao invés disso fez um sinal á um dos policiais que estava em pé atrás dele e o mesmo veio em minha direção colocar o aparelho de detecção de mentiras em mim.

Então a coisa mais engraçada do mundo aconteceu, o policial que era duas vezes a minha altura, que tinha bíceps do tamanho da minha cabeça, começou a tremer de medo enquanto prendia alguma coisa no meu braço, estou começando achar que é besteira minha ter medo desses caras. Quando o medroso brutamonte acabou de posicionar o aparelho em mim, ele voltou a sua posição original e o policial sentado começou a fazer perguntas.

- Vamos fazer algumas perguntas para calibrar a máquina, o seu nome era Emilie Quinn Napier Valeska e agora é Emilie Wayne certo?

Como ele conseguiu essa informação?

- Sim.

- Você está sentada agora?

- Sim – A cada resposta que dou ele volta a olhar na maquina e mexer em alguma coisa nela, exatamente como ocorre naqueles filmes de espião que o Bruce não me deixava ver.

- Seu cabelo é preto?

- Não.

- Você abriu as jaulas do zoológico de Gotham?

- Sim.

- Qual é a localização da metralhadora que você roubou?

- Eu joguei em algum lixo, agora exatamente onde está eu não faço a mínima ideia.

- Você matou intencionalmente 14 policiais e 3 civis no dia 25 de dezembro?

- Não sei se foi esse o numero de pessoas exatamente, mas deve por ai.

- Sim ou não?

- Sim.

- Você tinha a intenção de matar alguém no dia do zoológico?

- Não.

- Além das mortes no zoológico e as do dia 25, você já matou mais pessoas?

- Não.

- Parabéns Senhorita Wayne todas as suas respostas conferem, o oficial Silva vai retirar o aparelho de detecção de mentiras e você vai estar livre para ir.

O Bruce ficaria orgulhoso de mim! Ainda bem que aprendi a controlar minhas respirações com ataques de pânico, se não eles podiam ter descoberto que eu estava mentindo.

O medroso brutamonte tirou o restante dos aparelhos de mim, mas só que dessa vez sem tremer de medo de uma criança, acho que ele ganhou confiança ao descobrir que eu não matei mais ninguém, inocente. Todo mundo fica mais tranquilo quando acham que eu não matei tantas pessoas, o Bruce, a Diana e agora os policiais, a humanidade é estranha.

Sai animadamente da sala por ter descoberto que posso mentir para esses aparelhos, isso abre tantas possibilidades. Do lado de fora estava uma garota sozinha de uns 7, 6 anos que quando me viu começou a me encarar abrindo um sorriso meio assustador, o que tem de errado com esse lugar?! Policiais que não dão medo, mas crianças pequenas que dão.

Quando estava prestes a perguntar o porquê dela estar me encarando, uma enfermeira apareceu e a conduziu para a mesma sala de interrogatório que eu estava com os policiais anteriormente. Depois de deixa-la lá a mesma enfermeira me conduziu de volta a área da TV.

O resto do dia está sendo extremamente pacato, o que é perfeito, pois me da mais tempo para pensar em como vou fazer para visitar a minha mãe, ignorando o fato de eu estou com o mesmo sentimento de ontem de estar sendo seguida, sentei-me em um canto do jardim e comecei a desenhar em um papel o mapa do local, adicionando as portas novas que vi hoje quando fui ser interrogada, só parando quando fui interrompida pelo idiota do Bane puxando o papel das minhas mãos.

- O que eu te falei?!

- Que a sua existência me irrita, ah não, isso foi o que eu pensei agora sobre você.

- Que desenho é esse?

- É um mapa daqui, para quando eu for visitar a minha mãe, agora me devolve – falei puxando o papel da mão dele.

- Desiste dessa sua ideia logo, só vai causar problemas.

- Não to afim – a expressão mudou para uma que expressava claramente a sua irritação, eba!

- Você não sabe o que vai acontecer comigo se eu for envolvido nisso e mais... Quer saber não vou perder meu tempo explicando, você é muito burra para entender de qualquer jeito, agora me devolve isso – ele fala e começa a tentar a pegar o papel da minha mão, mas só que dessa vez eu me esquivo – você seriamente quer morrer faz... – a fala dele foi interrompida pela mesma garotinha que eu tinha visto mais cedo correndo em nossa direção e chutando a perna a sua perna com tudo, fazendo com que ele caísse no chão. Não sei o porquê ela fez isso, mas gostei dela, comecei a rir imediatamente.

- Por que você fez isso?! – ele berrou se levantando, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa ela se joga no chão e começa chorar, atraindo a atenção dos seguranças e das enfermeiras para a gente fazendo com que a minha risada cessasse.

- O que acabou de acontecer?! – Berrou uma das enfermeiras correndo em nossa direção e a garotinha só apontou para Bane – Emilie?
- Ele me ameaçou de morte e quando ela veio perguntar se estava tudo bem, ele a empurrou no chão – expliquei com a voz mais triste que eu podia inventar.

- EU VOU TE MATAR SUA MENTIROSA!! – ele falou pulando em cima de mim, porém antes de mesmo de conseguir encostar um dedo em mim, ele foi parado por dois seguranças e sedado pela enfermeira enquanto se debatia e berrava para o soltarem, garoto esquentadinho esse.

- Levem-no para o quarto 201 – a enfermeira falou fazendo com que os seguranças o carregassem que nem um boneco de pano para longe – Você está bem pequena? – ela perguntou para a garotinha, que acenou em resposta fazendo com que enfermeira fosse embora.

- Por que você fez isso? – perguntei, mas só ela deu de ombros e foi embora saltitando. Quem é essa garota? Será que ela que está me seguindo? 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...