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História Sob a luz do sol. - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


eles só vão finalmente ter relações sexuais, quando Jimin completar 18 anos. Mas até lá, vaaarias coisas acontecerão.

Capítulo 1 - ' prólogo: maybe I have problems.



10:47am.

17, junho de 1945.


 - Jimin! — o loiro não fazia questão de responder o chamado da mãe, que gritava quase que desesperadamente pra acha-lo, precisava arrumar o quarto onde o comprador ficaria alojado, hora bolas! e, bom. 

Jimin se mantia calmo, eram dez e pouca da matina e ele só se preocupava em manter seu corpo sobre a luz do sol, quente, quase que queimando. Usando apenas uma bermuda de seda, o rosto estava avermelhado e os braços abertos sobre a grama verdinha. Sobre os dedos pequenos, haviam algumas flores amarelas que eram acariciada carinhosamente pelo garoto de olhos azuis. 

Mal fazia ideia de como chegaram aquela fazenda, desde que nasceu vive ali com sua amada, doce e doida mãe. Seu pai vivia trabalhando, mas ainda sim era querido pai. Tinha seu cachorro Tobby e também tinha sua irmã mais velha, a Soojin, que sonhava em casar com um homem rico e sumir dali. Bom, a garota sonhava alto, pelo menos isso, a coitada mal tinha crescido.

Há dois meses Jimin foi avisado que a fazenda iria ser vendida, caso os pais não pagassem a dívida com o banco que tinham desde que nasceu, mas bom, vender a fazenda iria ser uma boa pra acabar com todas as dúvidas causadas pra criação dos filhos. Pra pessoas humildes, mimar filhos não era uma boa. Boa, os pais alheios deveriam ter pensado antes de agir.

- Mais cinco minutos, mãe.- Disse baixo, como se se importasse se ela escutasse ou não. Ergueu seu corpo sobre a grama e se pôs de pé, limpou o corpo ainda quente e andou segurando a própria cintura, sentindo o calor do dia quente junto ao seu próprio calor corporal. Fez o caminho até os fundos, passando pelas árvores e por fim chegando perto da mãe. — No que posso ajudar?- perguntou sem impolgacão alguma, com o peitoral desnudo e avermelhado.

- leve essas mudas de cama' pro quarto, passe a vassoura e vá direto pro banho! já são quase meio-dia e você está aí, nuzinho! - Disse a loira de meia idade, fazendo um bico bravo e arrancando risadas de Jimin, que pegou os lençóis de cama e os segurou firme. Passou o olhar pela mãe e quis rir pela feição da gordinha, era engraçado e fofo como o par de olhos azuis caiu tão bem nela, assim como Jimin os herdou. Era a cópia da mãe.

- Estou indo! - Jimin tratou de andar em direção a casa, se direcionou até o quarto de hóspedes enotpu que estava bem arrumado. riu consigo mesmo e colocou as roupas bem dobradas sobre a cama sem nenhum amasso sequer,  tudinho na régua.

Depois de arrumar as coisas, varrer o quarto e pegar o lixo, foi ao banheiro e se despiu. Tomou um banho gelado e aproveitou pra raspar os cabelos da axila que já nasciam, secretamente. Afinal, se o senhor Park soubesse que seu único filho homem anda raspando o sovaco, não iria dar certo.

Cogitou a ideia de fazer os íntimos também, mas seria demais pra um homem raspar os fios loiros dali, então desistiu. Após o banho, passou os cremes de pele pra algumas queimaduras bobas que foram feitas pelo sol e se perfumou, usando as coisas da irmã, lembrando: secretamente. Após se cuidar, vestiu uma camisa de seda branca e uma calça da mesma cor, ousou ficar descalço e escutou novamente o grito de sua irmã.

— Onde está meu creme pra mãos!? omma!!!!! - puts, talvez Jimin tenha passado o creme para mãos, no rosto. mas que mal vem a um garoto cheiroso?

Jimin andou até a sala calmante, segurando o creme atrás de si e o jogando no sofá discretamente. Apos isso, foi até a sala de jantar e se sentou na mesa, sentindo o cheiro maravilhoso de macarrão com legumes, o que o fez segurar a colher grande com uma mão, firme. 

— Opa opa, pode abaixando a colher, o Comprador ainda não chegou! — Novamente, a mulher disse, colocando a panela branca enfeitada na mesa. 

E, a campanhia tocou.

- Acho que posso comer agora, sim? - disse pé a colher novamente, abrindo um sorriso enorme. 

- Se acalme, esfomeado. Irei atender a porta, não toque em nada, e não esqueça do nosso combinado. - disse enquanto limpava as mãos e soltava o cabelo, tirou o avental revelando um vestido longo e preto, com estampas lindas. Perfeita pra idade.

Jimin assentiu, voltando a olhar pras panelas.

A proposta era: Falar da Soojin pro comprador e assim, Jimin teria cremes e perfumes futuramente e também, continuariam morando ali se a Soojin seduzisse o homem rico, se casariam e não perderiam a fazenda. Isso era estranho e errado ao ver de Jimin, mas se Soojin, solteira e pura, achava isso legal, Jimin pouco se importaria. E tambem, sentiria falta do jardim caso fossem pra cidade, falta do sol, falta dos lagos e da cachoeira, e falta até das galinhas e dos porcos.

Jimin endeusaria sua irmã por aquilo.

— Olá, boa noite. - A voz desconhecida foi ouvida por Jimin, que se pôs de pé e olhou curioso até a entrada, apoiando o joelho na cadeira e o outro de pé, procurando o homem.

Mas tudo que achou foi sua irmã com o vestido rosa, sem estampas e com decote pulando. Um batom vermelho nos lábios e os cabelos soltos, estava bonitinha.

A mãe, e depois, o comprador.

Bom, ele usava um terno preto e fino, devidamente perfumado e com cabelos negros, assim como seus olhos. Jimin sorriu fraco ao olhar a mãe completamente alegre, e passeou o olhar novamente pro homem, que parecia mais ocupado em olhar a Soojin. Então, o garoto deu de ombros internamente e ergueu a mão, prestes ao cumprimentar.

E assim o fez, o homem soltou um sorriso gentil e Jimin também, após isso se sentou. 



- O Jyeon ainda não chegou, está atrasado, nos perdoe. - A mulher disse e sorriu. Todos estavam sentados devidamente na mesa, a Soojin ao lado do homem, a mãe ao lado dele e Jimin em frente ao mesmo o lugar ao lado da soojin, era do velho.

- Tudo bem, eu atrasei também. - Disse, sua voz era adorável e o sorriso lembrava o coelho.

- Bom, você deve saber que eu tenho dois filhos, sim? - Perguntou a mais velha ali, o outro loiro se questionava o porquê ainda não serviram o almoço.- Essa é a Soojin, a mais velha. Ela tem 20 anos e está solteira!

Caramba, que vergonha. Jimin pensou novamente, bateu os pés conta o chão e revirou os olhos, voltando a olhar a cara de quem não se importa do comprador, que olhava pra Soojin e forçava o sorriso simpático, um péssimo ator.

— E esse é o…? - Questionou olhando pra sua frente, Jimin mexia os dedos nos desenhos do fundo do prato e antes que notasse, sentiu o chute de sua irmã contra seu joelho, que o fez gemer baixo de dor e voltar a atenção pro assunto.

Olhou perdido, pra cara de todos ali. Até que passeou o olhar pra perto de sua mãe e ergueu a sombrancelha, olhou pro homem estranho ali e as ergueu, balançando os ombros pra trás.

— Eu sou o Jimin, irmão da Soojin. — disse e ainda sentado, colocou os pés debaixo da cadeira, cruzando ambos.



×


17:57pm


O almoço ocorreu tranquilo. Minutos após o ocorrido, o pai da família chegou e então ele e o comprador conversaram sobre coisas pendentes. Jimin passou o resto do dia sentado ma janela da cozinha, olhando as árvores enquanto lia o livro que pegou emprestado do seu amigo, Taehyung.

A bunda do garoto já doia, mas se não fosse o chamado da mãe, provavelmente suportaria mais a dor só pra ler o livro o quanto antes. — Leve as malas ao quarto onde Jeongguk, ficará. Seja educado, e fale sobre sua irmã. — Disse a mais velha, passando as mãos na camisa lisa de Jimin, arrancou o livro das mãos alheias e o jogou na bancada. O loiro xingou descontroladamente em sua mente por não ter marcado a página e então bateu em retirada pro quarto. Antes que o menino alcance a curva, a irmã apareceu, ainda bem vestida.

— Caramba, você tá horrível com o rosto ressecado. Isso é queimadura? — Disse rápido, esticou o braço e tocou uma das bochechas com marcas vermelhas, Fazendo o louro resmungar e arrancar o braço dela dali. — omma, você deixa esse doido tomar sol ainda? 

Pouco se importou com a conversa, continuou sua caminhada em direção a sala e esperou os mais velhos terminarem de conversar, depois, o senhor Park se virou em direção ao menino e colocou a mão pesada sobre os ombros de Jimin.— Esse aqui é meu herdeiro, Jeongguk! acho que ja se conhecem, ein'? - disse o bigodudo.

— Sim, conheci seus filhos antes de você chegar. — Disse Jeon, colocando as mãos nos bolsos da calça social. — São adoráveis.

— Realmente a Soojin é, mas esse aqui dará orgulho. — Disse o mais velho, sacodindo os ombros do menino que ria tímido do assunto ser ele. — Bom, Jimin ajudará você a levar as malas e mostrará o quarto. 

— Oh, sim. Preciso de um banho e uma cama mesmo, a viajem foi exausta. — Jimin paralisado com o homem ali, Jeongguk, o nome fazia cócegas no céu da boca do rosado. — Bom, vamos?

Assentiu, ele balançou a cabeça e segui em direção ao quarto na frente, segurando a mala considerávelmente pesada. Ouviu mais algumas palavras serem ditas atrás de si mas não se importou, seguiu e ao chegar na frente do quarto deixou a mala no chão, apoiou as mãos na cintura e virou o rosto na intenção de estalar o pescoço. E assim o fez, estalou mas doeu. E a dor ficou ali, mas a quando a presença do mais velho surgiu, Jimin mal esperou nada ser dito e abriu a porta. Deixou a passagem aberta do Jeon mais velho e então, após ele entrar, o fez, levando a mala e deixando encima da cadeira ali.

— Muito obrigado, Jimin. — Disse olhando o quarto ao redor de si, com um ar gentil e leve. Parando a visão no seu campo menor, e mais atrativo. O garoto de cabelos loiros. — Se não for ousar demais, tenho uma pergunta.

— De nada, disponha. — disse e balançou os pés, apoiando a ponta dos pés nos dedos e nos calcanhares. — hm, pode fazer!.

— Você é albino? — Jimin pensou, repensou e pensou sobre o que seria aquilo, mas então lembrou. 

— oh, não! minha mãe é descente de franceses e eu herdei os olhos dela. que herdou dos meus avós, e etc. — Explicou, balançando as mãos, pouco pra sair dali e poder respirar livremente, sem prender o ar. Os pulmões queimavam.

— Entendi, muito interessante. — Jeon disse, parado. Olhando em direção ao menino que tinha o olhar fixo no homem am sua frente. Queria sair, correr, ou até gritar por ter a sensação que estava muito próximo ao comprador da fazenda, mas algo em si queria continuar ali e ver. o que? nem ele sabia.

— Jimin-ah, Taehyung está aqui! — E a tensão foi interrompida pela irmã do garoto, entrando no quarto sem antes bater. O que fez Jeon se afastar do menino e Jimin dar dois passos pro lado, assutado e como a estivesse acordado de um sonho. Saindo finalmente daquela bolha quente e estranha.

Jimin aproveitou que a porta estava aberta, e saiu dali em passos rápidos. Deixando pra trás um homem bonito e rico estranhamente atraído e uma adulta solteira, e virgem. Desesperada pra casar.



~


— Como assim ele se aproximou? — O moreno questionava, passou a mão nos próprios fios ondulados e bagunçados e voltou o olhar pra Jimin, deitado na cama entre os lençóis. A noite estava fria.— Igual, um homem se aproxima de uma mulher? quando vão beijar?

— Como vou saber, Taehyung? nenhuma mulher nunca me beijou.— Disse o mais novo, tirou o pé das cobertas e deixou a vista de Taehyung.— A única vez que beijei alguém foi…

—Achei que estivesse esquecido isso. — Taehyung o cortou, impedindo que Jimin continuasse. Passou a mão nos pés pequenos do garoto e empurrou pra longe de si. 

— Como esquecer que fui beijado por um homem?— Jimin rebateu, sentando na cama e erguendo as sombrancelhas de fios loiros.— E esse homem era meu melhor amigo.

Taehyung riu. Empurrou o menino contra a cama novamente e se deitou na cama, junto ao rosado. Se cobriu nas cobertas quentinhas e se aconhegou ali devidamente guardado do frio.

Alguns segundos de silêncio. Minutos. era confortável, dividir a sensação de ter beijado alguém com um pênis entre as pernas era guardada a sete chaves pelo amigos de infância. Ninguém sabe, ninguém jamais saberia o que aconteceu no banheiro da festa de São João. Enquanto os outros comiam milho e cangica, Jimin e Taehyung experimentavam algo muito melhor no salão vazio, adolescentes provando licores de diversos sabores e depois, beijos com sabor de álcool e frutas diversas.

— Se ele tentar tocar em você, ou algo do tipo, eu irei quebrar aquele cara na porrada.— Disse, virando pro lado onde estava Jimin e o abraçando. Acariciou os fios loiros do menino e se aconhegou, junto a Taehyung. 

Jimin sorria, fraquinho. Pensando e pensando sobre a ideia do homem estar chegando mais perto que o necessário. Relembrou dos concelhos e da sensação de tocar um homem. Respirou fundo sentindo o cheiro de Vante e fechou os olhos. Deixando o sono tomar conta do seu ser.

Jeongguk era escritor, Jimin ainda nao sabia, mas o homem tinha 35 anos e estrearia o próximo livro de sucesso em breve. Mas por conta de um bloqueio, foi aconselhado a comprar uma fazenda e passar um tempo no interior, até acabar o livro. Encontrar novas inspirações e conhecer novas coisas. De todos seus romances vividos e fracassados, conhecer o garoto de olhos azuis já seria um bom começo.

E Jeongguk ainda não sabia, mas essa aventura lhe renderia muitos livros e cáos internos.

Certamente, Jeongguk teria problemas.










Notas Finais


essa aqui é sucesso, acompanhem que vocês certamente vão amar igual eu tô amando escrever! beijos, até o próximo cap, matem um estuprador.


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