História Sob as estrelas - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii, meus amores
Finalmente estou de volta ❤
Boa leitura.

Capítulo 13 - Capítulo Treze


•Abril•


Ando pelos corredores e o refeitório procurando algum rastro de Hannah, mas nada encontrei, pelo visto a ela não tinha aparecido na escola hoje. Assisto as últimas aulas com atenção fazendo os trabalhos que eram pedidos, quando por fim o sinal toca arrumo meus materiais na mochila e levanto-me para sair, mas o professor me chama. 


- Oi ? 


- Estou com seu teste de biologia, você foi muito bem aliás, mas só quero te chamar atenção para uma coisa... 


- Ah que bom, o que seria ? 


- Fique mais atento nas aulas, você anda bastante desligado ultimamente. Era só isso mesmo... você ainda terá um futuro brilhante, Kim Taehyung. 


- Obrigado, Senhor Park. - sorrio gentilmente me retirando logo após, saio da escola e vou para casa caminhando em passos lentos enquanto escuto minhas músicas no fone. 


[…] Eram 14:32, estava lavando louça quando ouço meu celular vibrar, chacoalho minhas mãos pegando o pano de prato em segundo, enxugo minhas mãos pegando o celular. 


SMS On:


Hannah: Pode vir aqui ? Não estou me sentindo bem, me sinto tão sozinha e sensível...


TaeTae: Oi, meu anjo, fiquei preocupado por não ter aparecido e agora mais ainda! Aconteceu alguma coisa ?


Hannah: Só preciso de você, não consigo parar de chorar... me sinto enjoada, estranha. 


TaeTae: Daqui uns 30 minutos apareço, se cuide. 


Hannah: Obrigado. Você também. 


SMS Off.


Inspiro pesado voltando a lavar a pouca louça que restava na pia, apressando um pouco. Quando por fim termino subo para meu quarto e troco de roupa, vestindo uma mais casual. Vou até o quarto de omma e bato na porta entrando em seguida, entreabro meus lábios olhando-a de relance. 


- Aconteceu alguma coisa ? 


- Não. Posso usar o carro para ver a Hannah ? Ela não está bem. Eu prometo que não demoro. 


-Claro, filhote. Se cuide e mande um beijo para ela. 


Sorrio breve pegando a chave que a mesma havia jogado para mim, deixo seu quarto e saio de casa indo diretamente para o carro. Dou partida. 


Minutos depois de chegar estaciono o carro em frente a sua casa saindo logo depois, dou passos lentos até sua porta e aperto a campainha esperando que ela atendesse. Não demora muito para ela estar em minha frente toda descabelada com os olhos inchados de tanto que pareceu chorar, estendo minha mão para lhe puxar para um abraço mas a mesma tapa a boca saindo correndo com pressa, faço o mesmo indo atrás dela e quando vejo-a inclinada sobre a privada vomitando seguro seus cabelos longos em minha mão, aperto meus olhos sentindo agonia do tanto que ela vomitou.


Hannah se ergue indo até a pia e enxagua sua boca apoiando-se sobre a pia em seguida, suspira pesado baixando sua cabeça. 


- Faz três dias que estou assim... enjôo, tontura, troca excessiva de humor... 


Arregalo meus olhos parando para analisar o que ela disse, ponho a mão em meu rosto negando freneticamente. 


- O que houve ? - ela pergunta num tom de preocupado, então me encara paralisada. Acho que ela se deu conta também... - Não. Não. Não pode ser... 


Seus olhos passam a lacrimejar e instantes depois ela começa a chorar mais ainda, lhe puxo para um abraço tentando acalmá-la e conforta-la. Ela se aconchega em meu abraço deitando sua cabeça em mim, minha camiseta fica encharcada aos poucos. 


- Eu estou aqui, meu amor. Calma... você precisa manter a calma... oh meu Deus... - sussurro em seu ouvido apertando-a contra mim. 


- Eu sou uma imbecil... eu me odeio tanto... - suas palavras saem junto a soluços. 


Pego em suas bochechas olhando fixamente em seus olhos, beijo sua testa com carinho. 


- Você é incrível, Hannah. Incrível, sábia ? 


- Você só diz porque é meu amigo.


- Eu digo porque te amo sua vaca. - mesmo sendo ousado consigo tirar um lindo sorriso de seus lábios limpando suas lágrimas com meu polegar. - Por que não se troca e vamos na farmácia tirar logo a conclusão ? 


- Estou com medo... 


- Eu prometo ficar em seu lado o tempo todo! Vamos... por favor. 


- Ta bem, obrigado por tudo... por tudo mesmo, Taehyung. - beijo demoradamente sua bochecha deixando-a sair para se trocar. 


Espero na sala batendo os pés sem parar por excesso de nervosismo, eu já tinha 99% de certeza que minha intuição estava certa, e também sabia que ela precisaria de mim agora mais que nunca... conhecendo os pais dela como conheço, eles nunca irão aceitar.


Hannah desce as escadas em passos rápidos, me acompanha até o carro e vamos procurar por uma farmácia próxima. Quando por fim chegamos adentramos a farmácia indo até o caixa, Hannah pede um teste de gravidez deixando a farmacêutica um pouco espantada por conta de sua aparência de 16 anos, a mesma disfarça e entrega um teste recebendo o dinheiro, olha novamente para Hannah e depois para mim deduzindo que eu fosse o pai, suspiro longo puxando Hannah para o carro. Voltamos para sua casa. 


[…] Estava sentado no sofá esperando a mesma sair do banheiro com o resultado, estava bastante nervoso e apreensivo. Me levanto rapidamente vendo a porta se abrir, ela caminha vagamenr até mim segurando o teste em sua mão, uma lágrima escorre por sua bochecha enquanto ela me entrega o teste. Pego avistando dois riscos vermelhos. Positivo! 


- Você será titio! - murmura sorrindo largamente, sem pensar duas vezes a pego no colo erguendo seu corpo com meu abraço esmagador. 


- Oh meu Deus... Hannah... parabéns. - digo sorrindo alegremente, deposito beijos em sua bochecha e me afasto segurando suas mãos. 


- Não sei como vou contar para ele... Heechul ficará tão feliz, ele sempre sonhou com isso. 


- Respire fundo e conte para ele assim que vê-lo, ele com certeza vai amar saber disso. 


- E meus pais... ? Eles odeiam o fato de Heechul estar em minha vida... - ela baixa sua cabeça fechando os olhos, suspira pesado acariciando minhas mãos. - Eu vou ser mãe... ainda não caiu a ficha disso... aí Deus. - sorri breve me abraçando de novo, acaricio seus cabelos apoiando meu queixo em sua cabeça. 


- A mamãe mais incrível desse mundo! 


- Te amo, Taetae. Muito. 


- Eu também amo você meu amor. - beijo sua nuca fechando os olhos, fico pesando sobre tudo que estava acontecendo. 


[…] Eram 18:00, assim que ela se acalma e cochila um pouco me despeço beijando sua testa, deixo sua casa percebendo que estava começando a escurecer, entro no carro e dou partida indo para minha casa. 


Quando por fim chego estaciono o carro pegando a chave. Instantes depois entro em casa deixando a chave sobre a mesinha, subo para meu quarto e tiro minhas roupas entrando no banheiro, ligo o chuveiro adentrando para debaixo da água morna, suspiro pesado fechando meus olhos . 


Estava passando o sabonete líquido por meu corpo enquanto massageava algumas vezes meu membro com movimentos lentos, entreabro meus lábios começando a pensar em Jungkook, isso fez com que meu membro começasse a endurecer, apoio uma mão sobre a parede mordiscando meus lábios enquanto minha mão segura-o fazendo vaivém lento, podia sentir sua língua ágil percorrendo por minhas coxas e sua boca escorregar por meu membro. 


- Ah, desgraçado... sai de minha cabeça!


Sussurro entre gemidos aumentando a velocidade dos movimentos, inclino minha cabeça saboreando o próprio prazer que eu mesmo estava causando em mim, depois de algumas estocadas e gemidos roucos acabo tendo um orgasmo. 


- Para você, Jungkook. Ummm... - passo a língua em meus lábios ressecados, continuo tomando meu banho demorado. 


Minutos depois de sair me enxugo enrolando a toalha em minha cintura, passo a mão em meus cabelos molhados deixando o banheiro. 


- É tão bom saber que te deixo assim... - Jungkook me assusta escorado na porta que agora estava trancada, ele ajeita seu membro por dentro da calça mordendo seu lábio. 


- Por quanto tempo está aqui ? - murmuro corando violentamente, sinto o ar faltar. 


- Tempo suficiente. 


Sorri de canto caminhando até mim, me puxa para si dando-me um beijo quente.



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