História Sob o mesmo Paraíso - Capítulo 3


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Categorias 49 Days
Personagens Personagens Originais
Tags Drogas, Mulher, Violencia
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Palavras 1.859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


olá

Capítulo 3 - CAP 3


Fanfic / Fanfiction Sob o mesmo Paraíso - Capítulo 3 - CAP 3

                                               Já é manhã de segunda quando Sofia já no bote se despede com acenos para o casal que ficara no barranco.
    - Tchau.
    - Tchau.
    Já distante ela olha para Moisés que se distrai a olhar para a imensidão do rio.
   - Trouxe tudo?
   - Sim senhora.
   - O que achou dela?
   - Da mulher nova de seu irmão?
   - Sim.
   - Acho que vai durar.
   - Tomara que sim.
   - E a senhora?
   - O que tem eu?
   - Gostou de ver a felicidade de seu irmão?
   - Preste atenção no trecho homem.
   - Sim senhora.   Os dois seguem rio acima, o bote aporta num pequeno porto precário.
   - Hoje não veio ninguém.
   - Se acha assim.
   Logo surgem 6 homens em terno, com pistolas em mãos.
   - Tudo bem, já não esta mais aqui quem disse.
   - Olá Moisés, demorou meu coração, amor.
   O homem desce até a beira, estende a mão para Sofia que o segura e sai da embarcação.
   - Oi Francisco.  O homem olha fixo em Sofia.
   - Diz pra mim, minha razão, esse senhor te respeitou, foi legal com você?  Beijos.
   - Sempre querido, Moisés é um quase cavalheiro.
   - Quase?
   Pergunta o boteiro.
   - Você é pobre, isso te responde.  Francisco dá sinal aos seus que ajudam Moisés no desembarque dos pacotes.
   - Veio tudo?
   - Sim senhor.
   Meses depois, Marcos sai do banho secando seus cabelos, Nancy esta arrumando as roupas no armário.
   - Amor, aquela calça, a cáqui........
   - Deixei no sofá.
   - Sabe que eu te amo?
   - E eu, não sei mais ficar sem você.
   - Vamos para a cidade amanhã.
   - Vamos?
   - Quero que venha comigo, tenho negócios.
   - Tudo bem.
   - Que bom, sabe, fico feliz que tenho você, aqui comigo.
   - Ai, seu bobo, mais sabe, já que vamos para  cidade, vou aproveitar e comprar algumas coisinhas que estou precisando, sabe onde está o meu cartão?
    - Que cartão?
    - Aquele que você me pediu outra vez......
    - Ah sim, sabe, deixe isso, a gente compra na grana, vou estar com você.
    - Mais é que, eu gostaria de ver outras coisas e........
   - O que foi amor, não confia em mim?
   - Não é isso, é que...........
   - O que foi Nancy, vai diz logo.  De um rispido momento ele se transforma a segurando com certa força pelo braço, a deixando um tanto dolorida.
   - Por favor Marcos, você esta me machucando.
   - Me desculpe amor, foi impensado, me perdoe, me perdoe.   Ali ele a abraça, Nancy não esconde o medo que passara segundos antes na mão daquele homem que ela tanto confia.
    No outro dia, já no cais, eles seguem para a cidade.
    As compras são feitas de forma alegre, sempre tendo Marcos a beijar, cariciar e abraça-la.
   - Amor o que acha daquilo?
   - Lindo, não tão quanto a você.
   - Você é um bobão.
   - Lindona.   Em determinado momento ele decide por deixa-la e segue para um bar no outro lado da rua, onde senta em uma mesa na calçada, cerveja e porções e 1 dose de cachaça.
    - Eh vidão hein.
    - O que foi Marluce, caiu da cama logo cedo?
    - Acha que  senhor pode sair as compras?
    - Estou com minha mulher.
    - Minha mulher, quem te viu e quem te vê.
    - Vai logo, vaza.     Nisso vem até a cafetina, uma mulher de seus 20 anos, morena, cabelos curtos, sorriso cativante, em short e blusa.
    - Comprou tudo?
    - Sim, já podemos ir.   Marcos não esconde a surpresa diante a beleza da mulher.
    - Ir, para onde?
    - O que foi Marcos, você acabou de me expulsar daqui.
    - Vai Marluce, cadê seu senso de diversão.
    - Ah sei.
    - Não vai me apresentar a sua moça?
    - Sou Vera, cheguei há pouco....
     - Vera.
     Marluce entra.
     - O que foi Marcos, ela é nova aqui, se quiser conhece-la vá até a ciranda á noite.
     - Na próxima, com certeza estarei lá.   Nancy atravessa a rua indo á mesa.
     - Oi.
     - Oi querida, nos desculpe ficamos aqui conversando com seu esposo, mais já estamos indo, sabe, temos negócios.
     - Sei, sou nancy, a mulher dele, ja que se conhecem por que não se juntam a nós?
     - Bem que gostaria, mais sabe, tenho muito a fazer, sai com minha afilhada, entende, coisas de mulher.
    - Sim, afilhada, entendo, já fui afilhada algumas vezes.
    - Acho melhor irmos, prazer Nancy, sou Marluce.
    - Prazer todo meu.   Marcos entra.
    - Nao vamos beber nada, esta tão quente?
    - Acho que sim.   nancy pede a Marcos que faz sinal ao garçom, Marluce e Vera se despedem até que...
    - Por que não nos fazem uma visita um dia, vai gostar, a ilha é estonteante?
    - Adorei, ja esta marcado.
    Marcos olha para aquilo e faz um certo ar de insatisfeito.
                                                       10082019...........

 

 

 

 

 


                                                 2

 


                   A festa se torna um sucesso, Marluce chega a ilha por volta das 10 da manhã, numa lancha alugada, traz consigo 14 mulheres, bonitas, todas suas afilhadas para entendimento de Nancy.
    Marcos no inicio fica um tanto carrancudo, depois vai se alegrando a medida que o álccol vai lhe dando outras visões, já que Marluce trouxe 3 caixas de cervejas e vários litros de bebidas.
    Nancy aproveita e dança muito com as garotas, o piloteiro da lancha fica a certa distância, recomendação de Marluce que leva alimentos e bebidas, tipo, refri para ele, devido ao fato dele ser o responsável para leva-las íntegras de volta.
   Em determinado momento, Marcos se vê ali rodeado por 3 mulheres que o atiçam e dançam com ele, Nancy aproveita e segue para o banheiro, após urinar, sai por outra porta, segue para uma pequena faixa de areia e pedras, destas ela pega um pequeno saco com algo, olha para os lados e segue para o depósito próximo a estufa.
   Deste, pela vidraça ela tira do plástico uma máquina filmadora, tira várias fotos dali e faz um mini filme, depois segue para as pedras onde deixa o saquinho em um outro lugar.
   No retorno para a casa, já próximo a varanda.
   - O que aconteceu amor?
   - Nada, acho que fiquei meio enjoada, só isso.
   - Mais você esta bem agora?
   - Sim, já estou melhorando.
   Eles retornam para a festa, onde as mulheres já estão de biquinis.
   - Nossa, realmente suas afilhadas sabem como alegrar um lugar.
   - Você não viu nada.
   Já esta escurecendo quando Marcos entra na casa, Nancy vê que uma das mulheres o segue, a faz pegar uma outra dose e vira de uma vez, ao longe Marluce observa.
   - E então querida, me desculpe ser direta, mais você é feliz aqui?
   - De todos os lugares que já fiquei, aqui para mim é um paraíso.
  - Se pensa assim.
  - Por que diz isso?
  - E, ele te trata bem?
  - Marcos, não conheço homem melhor.
  - Deus conserve.
  - O que foi Marluce, pode dizer, sabe de algo?
  - Eu, jamais, o que sei, sabe, minha velha mãe já dizia, pior que ser tola é confiar cegamente em um homem.
  - Acha que devo desconfiar dele?
  - Não, nunca te disse isso.
  - Olhe Marluce, sei que a vida nos fez em certo descrentes do sexo oposto, mais é uma exceção.
  - Que assim seja.

        Nancy vai á cozinha e pega mais gelo para as bebidas das mulheres que estão a festejar, quando vai retornar para lá, ouve alguns risos abafados vindo do quarto de hóspedes.
   Em passos curtos ela segue para o mesmo, a porta entreaberta, Marcos só de sunga com a mulher em lingerie se beijam e fumam um baseado.
  Ela sai dali e na festa coloca o gelo na mesa, Marluce percebe que Nancy esta um pouco agitada.
  - Acho que andou vendo coisas.
  - Sim, coisas que não nos diz respeito.
  - E o que é respeito para você?
  - Já te disse e repito, amo Marcos.
  - Todas amamos algo, alguém, é da natureza não tem como fugir, agora o que cabe aqui é até quando?
  - Eu decido até quando.
  - Olha, já vi muitas dizendo isso.
  - Eu também.
  - Sabia, senti o cheiro, o meu faro ainda esta muito bom.
  - O meu também.
  - Um brinde.
  - Por que não.  Após o brinde, Nancy bebe com Marluce e as outras até perder o controle e num ato impensado ela lança um litro vazio de wisky na parede da casa.
  - O que aconteceu, o que houve?
  Marcos surge ali de calça sem camisa, Nancy ali em pé tendo apoio á mesa.
  - Finalmente o senhor dá o ar da graça para a gente.
  - Do que esta falando?
  - Onde você estava e com quem?
  - No quarto, sozinho.
  - Mentira, seu mentiroso de uma figa, eu vi você com uma delas, eu vi.  Vocífera Nancy ali.
  - Para quê tudo isso, vai me diz?
  - Você é que tem de dizer, você nos deve explicações não é minha gente, todo mundo aqui quer saber quem é da vez, quem a felizarda que te teve naquele quarto de hóspedes?
  - Você esta bebada.
  - O que é vai querer me controlar agora?
  - Depois a gente fala sobre isso, depois.
  - Depois um cacete, vai, diz quem estava com você, foi boa sua fodinha?
  Marcos dá um tapa nela, fazendo ela perder o controle e cair, alguns restos de bebidas caem em cima dela.
  - Nossa, que homem forte, canalha, covarde e forte.
  - Cale a boca.
  - Vá se fuder., seu pau no........
  - O que quer com isso, Nancy você está louca, é isso.
  - Eu não sou Nancy, eu tenho nome.
  - Amor, por favor.
  - O que você acha que sabe de amor, bater, espancar, agredir, ludibriar, é isso, é isso?
  - Por favor, fique quieta.
  - Olha gente, tá vendo, este lindo homem, sabe, ele estava no quarto de hóspede com uma colega de vocês, sabe fazendo   aquilo e puxando um.
  - Não vai se calar.  Marcos levanta a mão para agredi-la novamente, Marluce entra na frente.
  - Ela esta bêbada, qualquer um percebe isso, agora me deixe cuidar dela.
  - Vá.   A mulher levanta Nancy que chora, as das seguem para o banheiro, Marcos liga o som e ordena que a festa continue, as mulheres mesmo em quase pânico daquilo, tentam manter o clima festivo.
   O piloteiro segue até as pedras e recolhe o saco plástico que antes Nancy deixara.
  - Tomara que esteja tudo aqui.
  - Falando sozinho Luis.
  - O que foi, agora vai me seguir?
  - Eu hein, só vim te procurar para lhe dizer que o clima lá tá indo pro saco.
  - O que houve?
  - Sei lá, a dona da casa brigou com o marido, ele deu uns cola nela.
  - Ela esta bem?
  - Acho que sim, Marluce levou ela para dentro.
  - Então tá.
  - O que foi Luis, você por acaso conhece a dona  daqui?
  - Eu não, não, só não acho certo homem agredir mulher.
  - Nem eu, mais sabe, sei lá, cada um com seus problemas.
                                              ‎15/‎08/‎2019......

 


Notas Finais


obrigado


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