História Sob o Mesmo Teto - Percabeth - Capítulo 14


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Apollo, Atena, Connor Stoll, Frank Zhang, Hazel Levesque, Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Poseidon, Thalia Grace, Travis Stoll, Will Solace
Tags História Infanto-juvenil, Novela, Percabeth, Romance
Visualizações 122
Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Poesias, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CAPÍTULO SURPRESA! UHUUL
Estou animada e prometo não falar muito.
É curto mais ta valendo...
b
o
a
-
l
e
i
t
u
r
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Capítulo 14 - Lemonade


Pov. Annabeth

Sábado – 15/04/2018 – 12:00 a.m. (1 semana depois)

Rio De Janeiro

Havia chegado o dia. O dia em que o meu pai iria assinar os papéis na igreja que dizem: agora eu realmente me casei, de novo. Mas para mim eles só diziam: Eu esqueci a sua mãe, não amava ela como eu pensava. As duas opções são ruins para mim, mas a decisão não cabia a mim.

Há 1 semana atrás, eu diria que não viria nesse casamento de forma alguma, mas cá estou eu, ao frente ao espelho do quarto em que estou dormindo no apartamento do meu pai, com um vestido rose de pedras brilhantes.

As coisas mudaram desde semana passada, o Perseu me visitou naquele noite e aconteceu...Sim, isso mesmo. Estou feliz que a minha primeira vez foi com ele, que ele foi o mais especial e o começo de tudo. Mas o fato de termos feito “aquilo” no meu quarto me incomoda. Sabe por que? Os nosso pais estavam dormindo há 1 andar acima de nós, achando que seus filhos estavam seguros e todos dormindo... Estou com esse peso na consciência desde semana passada e acho que não conseguir aliviá-lo tão cedo. É como se eu tivesse cometido um crime. Feito algo altamente errado. Mas o mais estranho, é que eu não me arrependi de nada. Eu não fiz nada de errado, fiz?

Enfim, outros problemas para outro dia. Agora tenho que me concentrar em fingir que estou feliz pelo meu pai. Hoje era o seu dia e eu não queria atrapalhar isso.

- Annabeth, a cerimônia começa daqui uma hora – disse a organizadora de eventos que Suze tinha contratado. Ela realmente tinha muita grana e queria que fosse um casamento perfeito e tradicional.

- Já vou – respondi a olhando através do espelho.

Coloquei os meus brincos e caminhei até a porta. Segui a organizadora até o carro e sentei no banco de trás tendo cuidado com as bordas do meu vestido.

O carro começou a se movimentar e eu sabia que o caminho era longo, então aproveitei o momento para pensar um pouco observando o sol acima de nós e os arranha-céus o acompanhando.

Cheguei aqui no Rio quinta-feira de noite. Quando eu cheguei, a Suze já estava no apartamento de meu pai. Já tive que encará-los logo no início.

Matei a saudade que tinha do meu pai, coloquei o papo em dia com Suze e tentei transmitir mais alegria mas eu acho que não deu muito certo. No dia seguinte, de manhazinha, o meu pai foi até o meu quarto falando que queria conversar. Eu não estava preparada para aquilo, então não pensei duas vezes e disse a total verdade que eu sentia sobre aquele casamento. Até chorei na frente dele, para você ter noção. Foi como se eu tivesse tirado um peso na consciência. Falei tudo o que precisava e isso foi gratificante.

O meu pai correspondeu a conversa carinhosamente. Ele me consolou e me deu algumas explicações que eu necessitava de saber. E ele disse: “Você é muito linda para ficar chorando”, como ele costumava a dizer quando eu era criança e tinha pesadelos. Mal sabe ele, que estou vivendo um hoje.

Esses 2 dias que passei aqui foram tão corridos e emocionantes que nem tive tempo de rever meus amigos e se eles souberem que eu vim aqui e não fui visita-los, eu estou frita.

Estava tão atenta a meus pensamentos que nem percebi que havíamos chegado.

- Senhorita – disse o motorista abrindo a porta para mim e me estendendo a mão.

A apertei e me levantei puxando a borda do meu vestido para não sujá-la. Adentrei a igreja e fui procurar onde as damas de honra ficavam. Não conhecia ninguém da família da Suze. Provavelmente, são todos muito novos e as daminhas devem ter entre a faixa de 8 a 12 anos. Ou seja, eu vou ser a tia do rolê todo. Enfim, escutei conversas vindo de uma sala que, acima da portam tinha uma plaquinha escrito: “Sala do Dízimo”. Entrei e percebi que estava no lugar certo.

Era como um “camarim” improvisado para as daminhas. Quando entrei uma moça nova que trabalhava ali, pelo visto, veio sorridente em minha direção.

- Ah! Aí está você! Annabeth, certo?

Confirmei com a cabeça.

- Meu nome é Catarina, pode me chamar de Cat, se prefirir. Sou a responsável pelas daminhas de honra e como você não veio no ensaio na quarta, vou te mostrar o que você vai fazer, tudo bem? – ela se virou para as daminhas e algumas mulheres que ali trabalhavam e disse – Essa é a Annabeth, filha do noivo.

As mulheres sorriram e eu agradeci, educada. Já as daminhas estavam ocupadas demais impedindo que as moças arrumassem seus cabelos. Teve uma hora que uma delas começaram a chorar e a gritar: “mamãe, mamãe!” e aquilo me deixava louca.

Catarina já havia me mostrado tudo direitinho o que era para fazer e eu já estava sentada esperando a hora para entrar.

Imaginei que todas aquelas daminhas eram da parte de Suze por que, primeiro: eu não conhecia nenhuma e só isso mesmo. Todas eram loiras como a Suze e isso me amendrontava. Era como se fossem pequenas-Suzes andando por aí. Somente a cor dos olhos que as diferenciavam. Não entendi por que de tantas daminhas de honra, tinha umas 8 ali, além de mim. Acho que a Suze queria um exército a servindo. Só pode.

- 10 minutos – disse um homem entrando e saindo logo depois.

- Ok meninas, prontas? – a maioria nem respondeu – Vamos, chegou a hora.

Formamos uma fila de entra da na porta da igreja e quando chegou a minha hora de entrar a música começou a tocar, e a partir dali tudo iria mudar.

2 HORAS DEPOIS

A festa já havia começado e eu estava sozinha na mesa escrita: “Noivos”. Todos estavam na pista de dança vendo os dois dançaram valsa. Não me pergunte porque valsa. Olhei em direção aos dois e pareciam muito felizes. A Suze estava magnifica, como uma verdadeira rainha. Os dois estavam tão vivos. Tão alegres. Eles tinham uma conexão inexplicável mesmo só com um olhar. E foi aqui que pensei: Talvez seja isso mesmo que o meu pai queria ser: Feliz. E a minha mãe não conseguiu proporcionar isso, ou talvez nem seja, sei lá, já estava muito entupida de suco de limão para ficar pensando em coisas difíceis.

- Estava com saudades de mim?

Afastei tais pensamento quando escutei uma voz soprando no meu ouvido que me fez arrepiar e o meu coração acelerar. Olhei para trás com medo e vi a última pessoa que queria ver nesse dia...

CONTINUA...

Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade.

(Georges Bermanos)

 


Notas Finais


Gostaram? Espero que sim!
Não foi um dos melhores capítulos, mas eu até gostei. Prometo que vou voltar a fanfic para o seu meio central que é Percabeth, mas antes só queria fazer esse suspensezinho para vocês.
Quem vocês acham que é?
DICA: Voltem para ver qual é o nome completo da Suze no capítulo 12 "News" - vocês vão entender quem é...
Beijos e queijos
Câmbio, desligo <3


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