História Sober - Capítulo 15


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren
Visualizações 305
Palavras 1.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem voltou...
Boa noite até qualquer hora.
Espero que gostem. Beijos

Capítulo 15 - Relacionamento a distância


Fanfic / Fanfiction Sober - Capítulo 15 - Relacionamento a distância


10 de Agosto

Los Angeles

Acordei tarde no dia seguinte. Era para lá das 14:00 da tarde. A madrugada foi longa. Oh se foi. As lembranças rodaram pelo resto do dia em minha cabeça. O pior de tudo foi não ver Camila ao meu lado na cama. Fiquei um bom tempo me questionando sobre o que aconteceu. Porque a latina foi embora? Na madrugada não foi. Talvez pela manhã. Não sei. Esperei por uma ligação que não veio,mensagens que também não chegaram. Estava super chateada. Poxa ,tivemos uma noite fantástica e na manhã seguinte ela some? Qual era a porra do problema dela? Não podia ter deixado para amanhã?


Tomei um banho relaxante na minha banheira. O café da manhã , mesmo sendo depois do horário convencional foi servido. Minha mãe havia saído. Taylor estava aproveitando o sol e estava na piscina. Chamei o segurança e pedi que me levasse no apartamento dela.


Para a minha surpresa,ela não se encontrava ali.Perguntei para o porteiro que me conhece há anos se ela tinha saído cedo e ele confirmou que sim. Perguntei se poderia esperar em seu apartamento ,ele disse que a autorização era concedida; já que ela nunca tirou meu nome da lista das pessoas que podem entrar mesmo se ela não estiver em casa.


Coisa de louco. Afinal, quem permite um treco desse? 


Ao entrar no seu apartamento fico observando tudo. Parecia que nada tinha mudado de lugar,tudo parecia em mais perfeita ordem. Trevor o cão dela veio me ver. Sentado em frente ao quarto dela o São Bernardo me encarava ,acho que quando finalmente me reconheceu ;ele disparou em minha direção afaguei seus pelos e entrei no quarto dela. A cama estava arrumada a roupa de ontem no chão e a porta do closet estava entreaberta. Segui para lá e me surpreendi ao ver que suas malas de viajem  não estavam ali.


Voltei para sala e fiquei esperando. Anoiteceu e nada dela. Olhei no relógio da parede eram 11:00 P.M e nada dela. Fui na cozinha e escolhi um vinho de sua adega. Levei para sala junto comigo e fiquei degustando. Fui para o quarto dela,troquei de roupa e me deitei em sua cama, o sono me chamava e não resisti ao ver aquela cama macia e aconchegante a minha espera. Ainda tinha o perfume dela nos lençóis.



 Xxxxx


P.O.V Camila


Minha noite foi ótima. Fazia tempo que não me sentia tão bem assim. Dormimos juntas e foi muito bom.


Acordei na manhã seguinte com o meu celular tocando. Lauren nem se mexeu na cama quando sai do seu lado. Ela suspirou e abraçou meu travesseiro. Catei o celular e atendi.


_Alô._


_ Bom dia. Camila preciso que venha para Nova York._


_Calma aí. Mal acordei. Você quer que eu embarque para lá assim do nada?_questiono confusa. Roger estava pedindo demais.


_Escute. Você tem um coquetel para ir._ explica. 


_Roger, não tem como mudar?_ pergunto. Vou no banheiro e ligo o chuveiro. Deixo o telefone no viva voz e tomo uma ducha rápida.


_ Isso é importante. Te espero no teu apartamento. 20 minutos. Sem atrasos._ diz e desliga o celular. 


Termino o banho e volto para o quarto. Lauren dormia esparramada na cama. Era lindo de ver. Peguei uma folha e escrevi um breve bilhete e sai do quarto após me vestir. Não tinha ninguém acordado ainda, pois a casa esava silenciosa. Deveria ser por volta de umas 6: 00 A.M. 


Ao chegar no meu apartamento. Roger já estava com um vestido e me explicando o porquê daquele coquetel. 



Foi triste deixar ela dormindo para ir trabalhar. 


As horas pareciam não passar, cheguei em casa de madrugada. Me assusto ao ver uma garrafa de vinho aberta e uma taça na mesa, afinal ontem isso não estava ali. Olho para o meu quarto e a porta estava aberta. Me surpreendi quando vi quem estava ali. Ela dormia abraçada ao meu travesseiro e com uma roupa minha. Vê-la daquele jeito na minha cama ,mexeu comigo. Ver uma mulher bonita na sua cama já é algo que te deixa feliz. Agora ver alguém que tu ama é outra coisa.


Segui para o banheiro e tomei um rápido banho. Vesti uma roupa qualquer e fui para cozinha comer alguma coisa. Estava morta de fome Meu cão não estava nem aí para mim. Trevor dormia junto com Lauren na minha cama. Deitei do seu lado e a abracei por trás para que pudéssemos dormir. Estou muito cansada. Tanto pela madrugada de ontem como pelo dia cansativo que tive. Meus lábios teriam cãibra se eu me atravesse a sorrir. Passei o dia todo sorrindo. Ninguém merece isso.


Beijei seus cabelos e não demorou muito ela acordou. Quando se virou parecia que tinha levado um susto. Depositei um selinho em seus lábios e encostei nossas testas .


_Porque saiu sem se despedir?_ sua voz estava bem rouca. Devido ao sono.


_Roger me ligou. Tive que ir para Nova York.Compromissos de trabalho._passo a mão pelo seu braço. Ela ergue a mão e faz um carinho gostoso no meu rosto. Fecho os olhos e aprecio seu toque.


_Pensei que tinha me deixado._ explica com a voz baixa.


_Por isso está aqui?_pergunto ainda de olhos fechados. Seus dedos tocaram meus lábios,aproveitei e mordo a pontinha de cada dedo. O que a fez rir.


_ Sim. Estava esperando você chegar para conversarmos._ abro meus olhos e fito suas esmeraldas. Receio , dúvida e medo dançavam em seus olhos. Aquilo para mim foi um alerta. Que talvez,só talvez a conversa não fosse boa.


_Diga._ peço e volto a fechar os olhos. Estava com dor de cabeça e meus pés estavam me matando.


_ Sobre ontem. Como nós vamos ficar? Relacionamento à distância?_ pergunta. Regalo meus olhos, sinto minha boca secar. 


_ Você realmente vai para o Kansas?Pensei que depois de ontem nós tínhamos nos acertado._ explico. O desespero começava a ditar o ritmo no meu peito. Tinha medo de perde-la ,ja não bastava essa ideia de abandonar o tratamento. 



_Amor.  Escute. Quero começar uma vida nova. Sem mídia , sem pessoas querendo autógrafos, sem matérias sobre minha vida e sem esse assédio que a gente vive._ sua voz era um sussurro. Talvez ela também estivesse com medo. Eu a entendia. Era exaustivo e ao mesmo tempo reconfortante essa vida. Ser conhecido e tals. O ruim era esse ódio e pressão. 



_ Porquê o Kansas?_ a curiosidade me dominou e tive que perguntar.



_ Porquê quero comprar uma fazenda. Criar gado, plantar trigo e cuidar de cavalos._ o animo dela era visível. Vê-la tão feliz ao pensar na última opção me alegrava.


_ E nós?_ pergunto. Eu precisava saber. Tenho tanto medo quanto ela.


_Te quero para sempre. Acho que somos maduras o suficiente para manter um relacionamento a distância._ propõem. A oferta era essa. A distância ou nada.



_ Isso vai ser estranho. Nunca fiquei com ninguém desse jeito. Nessas condições._confesso.


_ Sei disso. Eu também não._ Lauren se aninha no meu corpo e passa os braços pela minha cintura._Estou com sono. Vamos dormir?_  pergunta. Balanço a cabeça e depósito um beijo em seus cabelos. 


_ Uhum._ concordo e puxo mais para cima nossas cobertas.


O jeito seria aprender a lidar a viver em um  relacionamento a distância.


Dormimos juntas. Estávamos juntas e era isso que importava. O resto iríamos dar um jeito. Ela poderia me ver ou eu poderia visita-la lá. Opção era o que não faltava. O melhor de tudo era saber que estamos juntas.

Como dizia a velha frase a distância era o de menos quando a pessoa do outro lado era demais.





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