História .sob(re) a luz do luar. - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Cartas Para Ela, Drabble, Melancolia, Tragedia
Visualizações 48
Palavras 335
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia)
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


escutem Fábio de Carvalho, essa é a minha deixa.

Capítulo 1 - .ponto final.


os dias parecem todos melancólicos e vazios desde o dia em que você me deixou.

dançando sob a luz do luar o meu coração acelerava a cada vez que você tocava em minha pele, o som da sua respiração me dava calafrios e parecia que fazíamos parte de alguma sintonia estranha composta pelos nossos corpos.

percebi quando o seu olhar de expectativa se transformou em decepção pois eu talvez havia deixado transpassar o medo o qual havia me prendido para não tomar a iniciativa de tocar teus lábios molhados, eu sei, naquele momento percebi o quão deprimente e ridículo meu medo era.

quando os meus lábios tocaram os teus, senti uma estranha sensação de satisfação e foi como se todos os meus sentidos estivessem ampliados e interligados aos meus sentimentos por ti, eu tentei aproveitar o máximo que pude daqueles milésimos segundos.

a angústia tomou conta do meu peito e quando eu tomei coragem para lhe contar o quão grande o meu amor por ti era, você disse que eu estava sendo uma garotinha ingênua que não sabia diferenciar as coisas.

você rasgou o meu coração como se ele fosse papel, me deixando vazia com os meus sentimentos mortos e uma tristeza imensa em meu ser.

naquela mesma noite eu jurei a mim mesma que iria beber, iria beber muito, beber até eu ter um coma alcoólico e morrer instantaneamente, beber até o álcool preencher o vazio que havia em mim.

é incrível pensar como isso faz mais de 4 anos e mesmo assim eu continuo com meu psicológico fudido e um medo imenso de me apaixonar por outra pessoa.

você sem dúvidas alguma foi uma filha da puta que serviu para me mostrar o quão doloroso o amor pode ser.

no dia seguinte me tranquei no meu quarto, fechei as cortinas e disse a todos que aquele era o meu fim, o meu trágico e cômico fim, fechei meus olhos e uma voz dentro de mim ecoava me dizendo o quão patética eu era.


Notas Finais


somos mais que dias ruins.


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