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História Sobre o Olhar da Besta - Capítulo 1


Escrita por: DavidDias

Notas do Autor


Histórias novas sempre foram um desafio. Mas estou aqui depois de ver alguns filmes antigos de lobisomem fiquei com esse troço na cabeça e resolvi colocar pra fora. Espero que gostem e que se divirtam muito. Até breve pessoal.

Capítulo 1 - Um garoto, grande forte e assustador: um monstro.



Iara olhava assustada pra escola nova. Chegara do intercambio a casa da tia havia uma semana para estudar em Riverside, uma das melhores escolas da terra do Tio Sam. Localizada em Beaufort, na Carolina do Sul, era cheia de riquinhos mimados e nojentos, que a repudiavam por ser brasileira e sobrinha da professora de química, Bernadete. Mas apesar do repudio xenofóbico, a cobiçavam como mulher, pois assim como a mãe e a tia, a mulata era exuberante,altura mediana, corpo violão curvilinea, olhos verdes o cabelo cacheado caindo sobre o rosto, que era lindissimo especialmente a boca sensual e cheia. Sua tia tambem era centro das atenções por ser até mais bonita que ela, e alvo de piadas infames e de cunho sexual entre os alunos. Mas tirando os cuzões que eram seus colegas de classe, era uma excelente aluna adorada pelos professores devido a sua fome de saber e excelentes notas, alem do comportamento exemplar. O velho Stuart de Física estava a ensinar quando ela percebeu que uma das riquinhas lhe tentava chamar a atenção. Era uma das excluidas como ela, mas que sempre ia aos melhores lugares e festas, por ser filha de um milionário do ramo farmaceutico. Seu nome era Lia, e ao contrario dela era baixinha branquela e magra como uma tabua, de rosto sem graça com cabelos loiros escorridos, e com olhos negros e tambem sem graça. 
- Oi novata, desculpa a demora pra falar contigo, mas o George e a Megan deixaram claro que qualquer um que ousasse ser seu amigo levaria o castigo certo, mas to cagando e andando. Sou Lia e você e a Iara certo?
- Sim. Fico lisonjeada em saber que alguem peitou a liderança dos babacas mors da escola. E é um prazer conhecer alguem de coragem aqui.
- Obrigado, eles se acham um maximo por serem filhos do dono dessa porcaria em que estudamos mas não esquenta,  e so peitar os dois que eles abaixam a crista e perdem a realeza.
As duas trocaram risos e voltaram a atenção pra aula. COmo sempre Iara brilhava em suas respostas rapidas inteligentes e num ingles habilissimo. Tudo corria bem até uma gritaria chamar a atenção de todos e a porta ser aberta por um garoto, alto loiro e de fisionomia semelhante a uma fuinha.
- Senhores e senhores, do terceiro ano! Eu sou George Brown, e gostaria de fazer uma anuncio a todos vocês. Neste domingo estaremos fazendo a festa de boas vindas aos calouros na minha pequena propriedade aqui perto! E senhor Stuart gostaria que o senhor tambem fosse! Meu pai sempre disse que faz os melhores coqueteis do mundo!
O professor ficou vermelho com a ousadia do rapaz mas não disse nada. Era horrivel ver no que aquele rapaz estava se transformando e pior saber que o pai não ligava. Inspirou e acenou positivamente com a cabeça.
- Òtimo, espero as todos na Riverdale park, as 7 da noite. Até la.
George saiu devagar mas não sem colocar os olhos em Iara. A cobicava e ja sabia oque faria na festa. 

Gabinete do Diretor.
O Senhor Walter Brown observava atento o garoto grande forte e assutador: um monstro a sua frente. Poderia negar a audençia, mas seria uma ofensa a irmã, que com certeza lhe daria um sermão.
- Sobrinho, oque posso fazer pelo senhor?
- Para com a porra da palhaçada. Sabe por que eu to aqui, e se não quiser ajudar ótimo, não ligo. Mamãe ta cansada desse joguinhos e eu tambem. Me da a merda do remédio que eu vou embora. Mas antes uma coisinha: oque eu fiz pra você me odiar tanto?
- Você? Nada. Eu tenho raiva do seu pai. 
- Então somos dois. 
George olhava o rosto largo do sobrinho. Testa alta, as maças do rosto brutas, a pele morena, a boca rude e cheia, os olhos negros e profundos. Aquele maldito olhar lupino. Arrepiou-se e tirou de um frigobar abaixo da mesa um pacote com ampolas de uma substancia azul claro. O rapaz agradeceu com um aceno, pegou o pacote e colocou no bolso da jaqueta.
- De um oi a Barbara por mim.
O rapaz não falou nada. Só saiu pela porta de madeira a batendo com força.

Ele saiu pisando forte pelo corredor. As botas militares faziam barulho e atraiam a atenção dos alunos pelo corredor. Muitos lembravam dele ainda na escola. Bruto , forte e dono de um temperamento muito ruim, Daniel Castro era a ovelha negra da familia Brown. Ao contrario dos primos idiotas, era calado, não fazia bullyng com os mais fracos, e sempre era respeitoso. Quando provocado não curtia conversas e resolvia a sua maneira: atropelava tudo e todos pelo caminho, como uma carreta desenfreada. Odiava os primos pelo comportamento bestial com os mais fracos, a ponto de ter quebrado o maxilar de George numa briga no estacionamento. Caminhava rapido ate ver a figura da prima a sua frente com um sorriso deboxado no rosto. Ele sabia que ela tinha atração no corpo rude e musculoso, mas a desprezava. 
- Oque você quer?
- So dar um oi ao meu priminho mais velho.
Ela fazia questão de vestir a roupa de lider de torcida. Era magra mas definida e dona de um rosto de boneca com os olhos azuis e o cabelo loiro perfeitamente liso e alinhado. Mas ele a achava magra demais e plástica demais. Bufou exasperado e tentou sair mas ela novamente se colocou a sua frente.
- Hora priminho. Onde estão suas boas maneiras? Nem um beijinho na sua prima.
Isso explodiu em seu interior. Bateu coma mão na porta do armario atras dela , a assustando. As pessoas vinham correndo para tentar acalma-lo, em especial Malcon um dos poucos amigos dele na escola. Viu que suas mãos estavam como sempre que tinha raiva e rapidamente a escondeu no bolso.
- Dan.- Chamou Malcon.- Bora peso pesado, pra casa. 
Malcon segurou seu braço e o levou corredor afora. Daniel ainda olhava com raiva para a prima e saiu junto do amigo. Bufava com um LOBO com raiva, enquanto caminhava até a seu maior tesouro: sua Harley Davidson Fat Boy. Tirou a mão do bolso e viu que as unhas estavam enormes e escuras.
- Caralho Dan. Se precisa colocar a cabeça no lugar . Oque  foi aquilo? Se alguem ver você nesse estado.
- Ta bom de sermão, Malcon. Ta parecendo a minha mãe.
- Ainda bem! Tia Barbara sempre colocou você no lugar.
- Hunf.
- Haha. Fica tranquilo não vou falar nada com ela, e quanto a você tomando Wolfsbane com frequencia?
- Tive de vir buscar hoje. Acabou a 3 dias. Ontem não deu pra segurar. Corri a floresta inteira durante a noite. Minha mãe ficou acordada me esperando, e pior quando cheguei ela me pegou pela orelha, ainda peladão e me tirou uma porrada de carrapatos.
- Meu Deus! Carrapatos?
- Com certeza. Pra eles eu sou um puta cachorrão tamanho extra gg.
- Ai meu deus. Pelo menos você tem pra hoje?
- Tenho sim. Fica suave. Não vai ter uma fera de Gevaudan no seu gramado hoje. Da um abraço no Lucas por mim.
- Dou sim. Se cuida.
Malcon e Dan se abraçaram e logo a Harley saiu fazendo barulho e atraindo a atenção das pessoas que ainda circulavam pelo campus.

Iara obervara o rapazão e o menor conversando junto a moto. A sineta tocou e os alunos sairam pra casa. CAminhava junto de Lia e resolveu saber quem eram os dois rapazes no estacionamento.
- O pequenininho e o Malcon. Ele e legal, cabeça fresca, bom funcionário, mas um tanto impopular com os Brown sendo assim com a escola toda. Megan em particular o odeia.
- Por que? Oque ele fez pra conseguir deixar a madame com raiva?
- Simples: tirou do armario o artilheiro do time de soccer da escola. Megan era doida no Lucas Potter, mas ele chegou primeiro e pior acabou mostrando pra escola inteira que nosso astro era gay. Ai a Megan e e o George declararam guerra a eles. So se salvaram pelo fato do Dan odiar os primos.
- Dan?
- È o grandão que conversava com o Malcon. O da Harley. Oposto dos primos. Não gostava de falar com muito, mas sempre foi correto com todo mundo. Era educado, responsavel, todo mundo respeitava ele pela postura correta, não por medo. Poucos conseguiam se dizer seus amigos por causa do jeito fechadão e um tanto briguento. A sim ele resolvia as injustiça da escola no braço. Quando o George e a gangue de retardados dele tentaram bater no Lucas e no Malcon ele surtou. Eu lembro bem do chute que deu no George com ele caido. Quebrou o maxilar do rapaz. O senhor Brown ficou revoltado, mas a mãe do Dan e uma das donas e assim ele continuou aqui. Mas ninguem ve ele a noite não sei por que.
- Então o grandão e um dos riquinhos da escola?
- Mais ou menos. Ele mora na zona mais rural, na fazendo Brown com a mãe. Pelo que sei, apesar de ricos, ele trabalha igual a todos lá. Diz que o trabalho faz bem pro homem.
- Olha gostei dele. Lembra meu pai.
- Sério? Como ele era? E como era sua vida no Brasil?
- Era boa, nunca fui rica mas não me faltou nada. Meu pai e dono de um pequeno sitio no estado de Minas gerais e...
As duas conversaram bastante enquanto iam caminhando pra casa. Porem se viam sobre a mira da rainha e do rei. Principalmente pelo fato de ouvirem boa aprte do que falaram
- Quem essa estrangeira acha que é? Pra chegar assim na nossa escola?
- Calma Megan logo ela aprende como funciona o esquema por aqui. Pelo que ouvi ela e execelente aluna e sobrinha da Bernadete. Seria bomt raze-la pra perto de nós sabe, lembrando que você é pessima em quimica e por que ela aprece ter afinidade com os rejeitados. Lembre-se que eles não gostam muito de nós.
- Oque e mais que certo! Nós mandamos aqui. E nosso patrimônio e por direito de nascensa mandamos nessa merda! E não ouse dizer que es devo me tornar amiga daquela coisa vinda do Brasil!
Megan saiu direto pro carro, bufando de odio. George ia atraz rindo da prepotencia da irmã. 

Lia e Iara descobriram ser vizinhas porta. Iam jogando covnersa fora, até ver a motocicleta e Dan conversando com a professora Bernadete.
- Daniel, por favor me deixe analizar o seu remédio. Posso replica-lo com facilidade se descobrir oque é.
- Por favor professora. Pela sua amizade com os meus pais, deixa isso pra lá. Eu ja consegui pra pelo menos duas semanas. Depois eu dou um jeito. Fica sossegada.
- Não! Prometi ao seu pai que te ajudaria e vou cumprir a promessa. 
- A meu deus, de novo ele me assombrando.
- Não fala isso dele. Conheci bem seu pai e so posso dizer que ele foi embora pro seu bem. E pra sua informação rapaz, eu sei muito bem oque você e ele são, por isso pode passando isso pra cá. Ou ligo pra sua mãe.
A contra gosto Daniel entregou uma das ampolas a doutora Bernadete. Escutou os passos mesmo estando distante e se virou rapido. Viu Lia a vizinha de frente e uma menina linda do lado dela. As duas vinham em sua direção. Endireitou-se e viu o olhar quase materno de Bernadete. Relaxou e logo fora apresentado a menina recem chegada.
- Dan essa e minha sobrinha Iara. Iara esse e o filho de uma velha amiga, Daniel. E ele e parte brasileiro, assim como você
Ela apertou sua mão e ele sentiu o toque maçio da pele dela. O lobo sem seu peito uivou mas ele ignorou os sinais, estava mais preocupado em se manter humano o suficiente.
- Realmente e um prazer finalmente conheçe-lo Dan.
- Como?
- Ouvi muito sobre você na escola, e assim como você, não gosto muito de seus primos.
A tia brigou com ela, mas pra surpresa geral, Daniel riu. Uma risada grave, quase um uivo. Lia se surpreendeu e lembrou de uma conversa que ouviu de Lucas e Malcon, mas se manteve calada.
- Olha só, professora sua sobrinha e uma excelente pessoa. E não adianta fingir. NINGUEM gosta daqueles dois. Nem os professores. 
Bernadete olhava pra ele de forma severa, mas a sombra do sorriso em seu rosto a denunciara. Dan deu sua gargalhada esquisita mas uma vez, se despediu e montou na motocicleta, saindo apressado.
- Esse menino não muda sabia? Desde garoto ,apressado e impaciente. Mas a vida e a vida. E dela nada sabemos. Mas e vocês duas hein? Como foi a aula?
As 3 começarama conversar ali mesmo, mas Iara não estava realmente ali. Não tirava da cabeça a risada lupina do recem saido dali.

Fazenda Brown, uma hora depois
Barbara olhava pra estrada preocupada. O filho saira a algum tempo e ainda não dava sinais de vida. Os empregados ja estavam de saida, quando o barulho caracteristico da Harley Davidson surgiu ao longe. Jogou o chapéu na mesa e foi correndo até a porteira. Viu os homens que saiam dar passagem pro filho que chegava. Ficou esperando a moto parar, e quando ele desceu deu-lhe uma bofetada no rosto.
- OQUE VOCÊ TEM NA CABEÇA? COMO É QUE VOCÊ EPRDE O CONTROLE ASSIM DENTRO DA ESCOLA? E SE ALGUEM TE VER NAQUELE ESTADO?  JA BASTA O CRAPULA DO MEU IRMÂO FALANDO NA MINHA CABEÇA!
- Fica calma mãe. Ta tudo bem, ja peguei o remédio. E nãoa conteceu nada na escola. So a Megan como sempre pretubando meu saco. 
- E você caiu na pilha dela? Sabe bem que ela e o irmão são obssecados em descobrir oque você tem. Agora faça um favor, va até la e tome seu remedio. Quantos pegou dessa vez?
- 15 mas so tenho 14 no momento. 
- Como assim só 14?
- Tia Bernadete ficou com um.
Barbara olhava pro filho, mas sua expressão se suavizara. Se Bernadete pegara um frasco era pro bem de todos. Dan entrou enquanto ela se sentava no degrau da escada e olhava a sua volta. Como ela desejava que Rafael estivesse ali, mas nem ela poderia mudar os rumos da vida dele, e agora estava sozinha com o filho rebelde e bestial. Passou a mão nos cabelos que começavama  ficar grisalhos, quando o telefone virbrou. O numero era bloqueado e atendeu revolta achando ser um trote, mas ficou paralizada ao ouvir a conhecida voz do outro lado da linha.
- Barbara.
- Rafael. Graças a Deus você ligou. Não sabe o quanto precisava de você aqui. Dan esta cada vez mais instavel, e o Wolfsbane esta fazendo cada vez menos efeito. Logo não saberei oque fazer com ele.
- Se acalme. Ja estou resolvendo isso. Bernadete ja esta com o remédio em mãos, e dei pra ela uma formula mais forte. Logo ele se acalmara, confie em mim.
- Eu confio. Mas tenho medo que ele faça alguma besteira. Sem você é complicado. Ontem mesmo ele correu a noite toda e voltou imundo. Fiquei com medo dele topar com caçadores ou algo do tipo.
- Na idade dele e normal agora me escute se fizer isso ele ficara melhor pelo menos por enquanto.

Barbara escutava tudo ao telefone, mas não sabia que de seu quarto Dan ouvia tudo e ficava cada vez mais odioso em relação ao pai.


Iara recebeu Lia em seu quarto. A recem adquirida amiga repara em como ficara impactada pela presença arrebatadora de Dan e resolveu pedir ajuda a dois amigos antigos de escola: Lucas e Malcon. Lucas era atlético, cabelos cor de mel ondulados e curtos, enquanto Malcon era mais moreno e magro, com os cabelos raspados. Pareciam se completar, pensou ela. Eram muito bonitos, mas de uma forma que não a atraia. Lucas era mais enérgico e falador enquanto Malcon parecia mais educado ao se expressar, um tanto mais sério e mais educado.
- Então essa e a famosa brasileira que esta colocando os rapazes do time loucos. 
- Tambem e um prazer conhecer você Lucas. Finalmente alguem que não se esconde atras de mascaras nessa cidade.
- Nem me fale. Esse e o meu namorado Malcon. 
- E uma prazer conhece-la Iara.
- Igualmente. Ja o vi na escola antes mas nunca nas salas de aula.
- Não sou mais aluno. Hoje trabalho na biblioteca da escola enquanto a noite frequento a universidade da cidade. Mas deixemos as nossas pessoas de lado. Pelo que eu ouvi de nossa amiga aqui você ficou balançada pelo Dan.
Iara olhou rapido pra Lia que escondia o rosto num livro de cabeça pra baixo. Fingiu ficar emburrada oque levou todos a rirem. Lucas se sentou num puff e Malcon mais ao chão. Logo falavam de tudo oque podiam sobre a cidade. Era um lugar pacato e muito bom de viver, tirando os riquinhos idiotas que achavam mandar em tudo.
- Quanto a eles bem podemos dizer que Megan e George são os lideres. Ele se acha o gostoso, mas sei que as meninas só ficam com ele pelo dinheiro. Ja Megan bem, quando ela tentava me ter me disse tudo, das plasticas até pra quantos ja deu na cidade. Olha a fila e grande.
- Eles nunca nos aceitaram, mas sendo sincero não me vejo alocado no meio deles. Os conheço desde criança e sempre foram assim.
- Então você Malcon e um dos riquinhos nojentos.
- Não, nada disso linda. Meu pai e advogado deles e por isso fui obrigado a conhecer todos eles. Odiei a todos, menos o Dan. Achava ele esquisito, mas sempre foi legal comigo.
- Esquisito como?
- Meio... animal. Nunca vi alguem como ele. Enquanto os primos detestavam o rme jardim, ele amava. Quando brincavamos era imposssivel pegar ele nas corridas ou nas brincadeiras em geral. Era mais forte que todo mundo que conheciamos. Nunca se perdia, e sempre nos achava quando nos perdiamos na mata. Era quase uma animal mas no bom sentido. 
- Eu conheci o Dan na escola, e sei lá como ele descobriu que eu era gay! Eu nunca tinha contado a ninguem mas ele do nada me falou que sabia. Tentei negar mas ele me derrubou com as palavras. Fiquei apavorado, mas ele não era como os primos e continuou falando comigo de boa. Me apresentou ao Malcon e estamos juntos até hoje graças a ele. Ta ok que o gênio e horrivel as vezes, mas ele geralmente e uma boa de pessoa.
- A Iara viu isso mais cedo.- Disse Lia.-E com vocês aqui, queria perguntar , qual o remédio que ele toma. Eu sei disso a um tempo mas nunca descobri qual era. Principalmente depois de hoje, afinal que remédio e esse que nem meu pai sabe qual é? E por que pedir pra nossa professora de quimica faze-lo?

Malcon e Lucas se entreolharam, deixando Lia e mesmo Iara muito mais curiosas.

Dan ouvia tudo no andar de baixo. Recebera uma ligação da antiga professora e resolveu ir a pé até a cidade. Cobria a distancia rapidamente, principalmente pelos caminhos que ele conhecia dentro da mata. Chegou em cerca de 20 minutos na casa da antiga professora e bateu na porta. Esperou alguns momentos e logo Bernadete estava a sua frente o mandando entrar. Foram até o pequeno laboratório onde ela trabalhava e la conversaram.
- Garoto, isso ta ficando perigoso.
- Não fala assim, professora.
- Olha não vou mentir, as coisas estão ficando perigosas. A dose de Wolfsbane precisa ser dobrada pra evitar as transformações. Principalmente no seu caso. 
- Por que no meu caso?
- Você e um puro sangue, não foi mordido ou amaldiçoado. Nasceu com a condição. então você gera naturalmente células que agilizam a transformação. È por isso que cada vez mais seu corpo rejeita o Wolfsbane. Seu corpo esta se modificando, principalmente baseado na teoria de seu pai.
- Que teoria aquele infeliz fez sobre mim? E por que você ainda fala com ele?
- Falo com ele por que se tudo der errado, ele ainda estara por ai pra segurar você. E segundo ele você esta virando um WhiteWolf, um Lobo Branco. O espcime mais forte e raro da espécie. Assim como ele próprio. Porem o seu gênio pode atrapalhar tudo, então devemos dobrar a dose pelo menos por hora pra conter você. Bem por isso eu preparei isso aqui. - Bernadete, bsucou dentro da pequena geladeira, um composto de Wolfsbane, roxo muito mais forte que o acostumado.- Toma cuidado, isso e uma dose dobrada, tem mais Wolfsbane ai do que você toma em dois dias. Olha aconselho você a ir pra casa, ta anoitecendo e hoje e lua grande, sendo assim você pode ficar perigoso. Na sexta você vem aqui e buscar mais. Agora se você...

Bernadete foi imterrompida por um barulho de vidro quebrando. Bernadete saiu porta afora. Os meninos desceram correndo e Iara gritou. Uma pedra enorme com um papel embrulhado estava no meio da sala. Estava escrito " VOLTA PRA SELVA MACACA". Iara lia aquilo e era tomada pela raiva, chegando a chorar. Todos a conformavam, até o ruido de batidas nas paredes começar. Se ajuntaram e viram pessoas com mascaras de palhaço batendo nas janelas e rondando a casa, gritando e dando risadas. Alguns chegavam a mexer na maçaneta da porta da frente. Estavam assim até um urro assutador ser emitido dentro do laboratorio. O barulho de janelas quebrando foi ouvido e uma correria acontecia do lado de fora. Uma das mascaras caiu revelando George que gritava desesperado correndo rua abaixo. As pessoas sairam e viram a correria mas não viram seu causador. Um barulho foi ouvido na cozinha e todos correram pra ver oque era. E ali o grito entalou na gargante de Iara, pois diante de todos estava um enorme lobo de pelos negros com diversos fios brancos espalhados pelo corpo, membros muito musculosos, peito largo, patas gigantes com unhas imensas. E esse lobo se colocou de pé se revelando um lobisomem.
- Meu Deus Dan.- Disse Malcon - Oque você fez?
 


Notas Finais


Gente ideias novas na cabeça desta criatura sempre surgem e essa foi uma delas. Maldita mania de cinéfilo que tenho, ou não. Uma nova narrativa se inicia hoje e espero que tenham gostado de seu principio. Desde já agradeço a todos. Um bom dia, tarde, noite


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