História Sobre sorrisos, cantadas e death note - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Winwin, Yuta
Tags Cantadas, Death Note, Kira, Light, Nct, Nct127, Referencias, Ryuk, Ryuzaki, Sicheng, Winwin, Yuta
Visualizações 43
Palavras 1.156
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Slash
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


aviso: também postada no wattpad

Capítulo 1 - Nunca nem vi


Fanfic / Fanfiction Sobre sorrisos, cantadas e death note - Capítulo 1 - Nunca nem vi

Eu não era muito fã de filmes e séries. Na verdade, não gostava de assistir, de modo geral, eu preferia livros, e lia o dia inteiro, se deixassem, mas depois que me mudei pra Coréia e conheci um japonês chamado Nakamoto Yuta as coisas mudaram.

Às vezes, durante nosso tempo livre das promoções com o grupo, ele me chamava pra assistir animes junto dele, e como eu nunca tinha nada melhor pra fazer eu acabava por aceitar.

Confesso que gostei, depois de poucas semanas eu já podia me considerar otaku. Eu e Yuta sempre fazíamos maratonas de animes, não tínhamos preferências, nós assistíamos de tudo, se a sinopse fosse interessante entrava na nossa lista.

Mas é claro que eu tinha um favorito, aquele que eu poderia assistir várias e várias vezes e nunca enjoar, tipo Harry Potter, quer dizer, ninguém — em sã consciência — enjoa da saga do bruxinho grifinório.

Death Note o nome.

Eu sempre fazia Yuta assistir comigo, ele até já decorou as falas, e sabia de cor todas as cenas, e também tínhamos o mesmo personagem favorito — Ryuzaki aka L, obviamente — Mas honestamente falando, ambos concordamos que o melhor personagem é o Ryuk, sem discussão.

Durante mais uma de nossas maratonas eu me peguei observando o japonês, ele é lindo, e a forma como se concentra pra assistir seus animes é muito fofa, ele ainda é um bebê — igual a mim, segundo o próprio.

Não demorou muito pra eu começar a suspeitar das minhas emoções sempre que ele estava por perto. Eu me sentia bem e confortável, mas não era o mesmo que estar perto de um amigo, era mais que isso.

Quando fomos à festa de halloween da nossa empresa, cujo nome vocês sabem qual é e eu agradeceria se não fosse mencionado, não pude conter a expressão surpresa ao ver a escolha de fantasia do meu melhor amigo.

Ele estava fantasiado de L. Meu personagem favorito, do meu anime favorito. Eu realmente não esperava por essa, se isso não é amor eu não sei o que é. Dá vontade, né?!

Durante toda a festa eu tive que aguentar Yuta me lançando olhares, e muitas vezes sorrisos — o desgraçado sabe que é bonito, sabe o estrago que o sorriso faz e não mede esforços, mereço!

Tive muita vontade de pular em cima daquele garoto e dar um beijão daqueles, mas temos que manter a classe e a elegância, não é mesmo? Até porque não era nada que eu não pudesse fazer depois — mentira! Era sim, nós não somos nada um do outro, eu nunca me confessei e ele também não, logo eu não poderia beijá-lo. Até chorei aqui.

Agora chegamos na parte da minha tristeza. Eu não conseguia contar à ele os meus sentimentos, era tímido demais pra isso. Contudo, eu tinha 101% de certeza de que ele sabia o que eu sentia, o maldito deixava na cara que sabia, pois ele sempre — sEMPRE — me provocava, ele não perdia uma oportunidade sequer, não que eu não gostasse, mas eu não podia ficar com ele depois, então até certo ponto era ruim, sim!

Mas um dia, logo após mais uma tarde de ensaios no porão, quer dizer, na empresa, eu decidi por um fim naquilo. Eu não aguentava mais aquele bosta me dando sorrisinho de canto e me secando — descaradamente, ainda por cima, como eu sei que ele fazia.

Se você pensou que eu tomaria alguma atitude, criaria vergonha na cara e jogaria a merda no ventilar, sinto muito em informar, mas você foi trouxa. Não totalmente, mas foi. Se não foi isso que você pensou, por favor, ignore a mensagem, agradecido.

Eu realmente vou tomar uma atitude e vou me confessar, mas não diretamente. Veja bem, eu já disse que sou tímido demais, então chegar nele e simplesmente despejar meus sentimentos não vai rolar, até porque nem faria sentido.

A questão é que eu bolei um plano perfeito pra confirmar — porque como eu disse antes, ele já sabe — que eu gosto dele.

Eu escrevi uma cartinha. Simples, fácil, clichê, meio antigo e até cafona, mas eu juro que é de coração.

Deixei em um lugar bem óbvio para que ele pudesse ver — sua cama — e saí do nosso quarto. Esperei até ver que ele tinha entrado, fui até a porta e me encostei no batente.

[…]

"Ei, assim como o L, você é bem esperto, sei que sabem o meu "segredo", mas não pode provar, ao invés disso me provoca pra eu deixar escapar, mas agora eu vou confirmar: eu quero te pegar mais que o L queria pegar o Kira, e eu sei que você não é ele, mas mesmo assim faz o meu coração parar.

Você estava tão bem de L aquele dia, então por que não me chama de Light e me algema junto de você? Ou se preferir você pode ser o Ryuk e eu sua maçã, ou até mesmo, quem sabe, você ser o Near e eu o seu brinquedo, também posso ser o chocolate do seu Mello.

Ei, Yuta! Você quer ser o doce do meu L?"

[…]

Eu observava ao longe enquanto ele lia, meu rosto mais vermelho que o cabelo do Haechan, estava morrendo de vergonha, mas já tinha ido muito longe, não dava mais tempo de voltar pra barriga da minha mãe. Agora estava na mão de Deus... E do Yuta.

Meu nervosismo era quase palpável, quanto tempo ele demora pra ler apenas algumas linhas?! A cada minuto que passava eu ficava mais inseguro, mas tentada me confortar mesmo assim. Se ele quisesse eu ganharia uns beijos e um namorado maravilhoso, se ele não quisesse eu nem queria mesmo, nunca nem vi.

Parei a minha linha de pensamentos a tempo de ver Yuta se virar pra mim, com aquele sorrisinho lindo que mexia tanto com o meu psicológico, sinceramente eu não aguentava Nakamoto Yuta, era muita beleza pro meu pobre e fraco coraçãozinho suportar. Eu deveria processá-lo por me causar tantos danos.

Ele caminhava em minha direção tão devagar que estava me dando sono, sério, ele queria me ver sofrer mais? Eu não sou de ferro, não, parceiro, você me respeita!

Yuta parecia se divertir com o meu pânico, e eu certamente me lembraria disso mais tarde, com certeza não ficaria barato tudo que ele estava me causando, eu só anotava os vacilos no meu caderninho.

Quando ele finalmente chegou perto de mim, mais precisamente à dois passos de distância, me senti na obrigação de prender a respiração, eu não sabia o que esperar.

Ele poderia ter rido na minha cara e mesmo assim eu não teria ficado tão surpreso quanto eu fiquei com seu ato. Nakamoto Yuta simplesmente me deu um beijinho na testa e me abraçou.

Beleza, isso foi bem gostosinho e fofo, me derreti todo, mas é serio que eu passei por cima da minha vergonha pra isso?! Não rola nem um selinho, pelo menos? Ah, não? Então tá.

— Ei, Winwinie. Eu aceito ser o seu doce, mas só se você for o Deus do meu novo mundo.



Notas Finais


Eu só queria explicar uma coisinha, pra evitar discussões: em um parágrafo da os eu disse que ninguém enjoa de HP, mas é lógico que não é verdade, você pode, sim, não gostar ou enjoar, okay? Você está no total direito. Só queria esclarecer pra ninguém vir falar coisas ruins.


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