História Sobrenaturais - Mestiços - Capítulo 16


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Palavras 1.658
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Como prometi mais um capítulo, espero que gostem. Boa leitura.

Capítulo 16 - Impossible, Magnificent And Dangerous


Fanfic / Fanfiction Sobrenaturais - Mestiços - Capítulo 16 - Impossible, Magnificent And Dangerous

            Jack Gilinsky


Quando Klaus disse aquele nome vi Isabelly se curvar e gritar, ela estava sentindo dor, ele havia avisado que isso ia acontecer, mais mesmo assim meu primeiro impulso foi de querer ir até ela.

"Não faz isso Gilinsky." Gutierrez gritou comigo me fazendo parar. Olhei pra ele e vi que também estava agoniado em vê-la daquele jeito, mas não podíamos fazer nada, à não ser manter nossas posições e fazer o que o homem mais velho pedir.

"FAZ ISSO PARAR." Ela gritava por cima do vento forte que se intalou na sala tirando as coisas do lugar.

"Isabelly, você tem que lutar contra isso." Klaus disse.

"EU NÃO... EU NÃO CONSIGO." Rebateu ela apertando as mãos contra a cabeça. "É MUITO FORTE."

"Talvez eu possa ajudar." Falei. 

"Sim, o Jack pode ajudar à aliviar a dor, se isso não for prejudicar o feitiço." Róger disse.

"Faça isso garoto." O homem mais velho disse pra mim. Levantei uma mão na direção da garota que estava ajoelhada no chão curvada pra frente.

"Isabelly, olha pra mim." A chamei, eu precisava que ela olhasse pra mim, nem que fosse por alguns segundos. A garota levantou o olhar pra mim e quando nossos olhos se encontraram, falei mentalmente o feitiço e concluí em voz alta e em latim.

"Sublevare dolor."

O problema é que quando faço esse feitiço, eu puxo a dor da pessoa pra mim, e foi o que aconteceu, assim que pronunciei as últimas palavras eu senti parte da dor dela, puxei o máximo que suporte, e então quebrei o contato visual entre nós, se não eu iria ficar igual ou pior que ela.O lado bom é que a dor passa depois de alguns segundos.

"Claustra cadunt, et hoc verum est identitatem in eo revelatur Isabelly Blackside Zorn" * Klaus disse essas palavras, eu sabia perfeitamente o que significavam.

E então começou a acontecer, aquela barreira que nos impedia de ver a aura dela não nos deixando saber o que Isabelly era começou a desaparecer, a imagem da menina ruiva na minha frente ficou desfocada no começo, mais ainda não dava para ver nada.

"Os olhos dela." Ouvi Gutierrez dizer, e só aí perceber que os olhos dela tinham virado e a garota estava sem expressão alguma.

"Fiquem calmos, isso é normal." O ancião disse.

Derrepente os olhos dela voltaram ao normal e estavam brilhando em amarelo como os meus ficam quando vou me transformar, e junto com isso um tom de roxo aparaceu, essa era a cor da aura dos lobisomens, e isso me fez sorrir, ela era como eu.


           Froy Gutierrez


Eu não podia acreditar no que estava vendo, ela era um lobisomem. Aquilo me deixou com raiva, ainda mais quando vi o sorriso de felicidade do Gilinsky.

"Então ela pertence aos lobos." Róger disse animado, já que ele é o alfa dos lobos.

"Não, ainda não acabou, olhem." Klaus disse, e todos olhamos e mais uma cor apareceu junto ao roxo que já estava lá, era o azul dos feiticeiros. 

"Metade lobisomem, metade feiticeira, mestiça." Quem disse isso foi Amélia, ela parecia extasiada com o que estava vendo, mais um híbrido, ficamos olhando um para o outro, na verdade todos nós pareciamos extasiados com aquilo, que não notamos o que estava acontecendo, até a voz do feiticeiro mais velho chamar nossa atenção.

"Impossível. Isso é impossível." O homem parecia chocado e assustado ao mesmo tempo.

"O que houve Klaus ? Tem alguma coisa errada ?" Róger quis saber.

"Olhem. Eu nunca vi nada assim antes." Ele respondeu. Olhei pra Isabelly e entendi porque ele ficou daquele jeito, agora a aura da garota tinha três cores, roxo, azul e vermelho, a cor que identifica um vampiro.

"Um híbrido das três raças." Alguém disse, não sei quem foi, eu estava completamente hipnotizado com o que estava vendo.

Os olhos dela ficavam mudando de cor, ficavam amarelos, depois pretos, voltam para o castanho normal deles e então completamente brancos com uma sombra estranha em volta, e uma expressão de raiva tomava conta do rosto delicado dela.

"Como isso é possível ?" Gilinsky perguntou.

"Não sei filho, mais isso é... explendido, magnífico e perigoso." Respondeu Klaus.

"Por que perigoso ?" Perguntei, e tive minha resposta antes mesmo do homem falar. Isabelly olhou ao redor e começou a gritar como um animal selvagem e tentou sair do pentagrama, mais uma barreira invisível a impediu de sair.

"Me deixem sair daqui." Ela gritava, seus olhos continuavam brancos, com aquela sombra em volta, Isabelly estava assustadora, sua expressão era de pura maldade, sua aura era uma mistura das três cores, com vários pontos negros.

"O que está acontecendo ? Por que ela está assim ?" Perguntei.

"A lenda, lembra da lenda que lemos uma vez ?" Gilinsky falou pra mim, e eu lembrava, a lenda do híbrido das três raças. 

"É poder demais, ela não consegue controlar os instintos selvagem do lobisomem e do vampiro." Falei.

"E agora ?" Amélia quis saber.

"A única solução que vejo é bloquear ela novamente." Klaus disse .

"Não. Ela só precisa de ajuda pra encontrar a humanidade dentro dela de novo." Jack disse, olhando pra menina de cabelos vermelhos, que estava com as presas a mostra, sangue escorria do seu lábio inferior onde elas cortaram assim que apareceram, suas mãos eram garras afiadas e fúria erradiava do seu corpo.

"E como você pretende fazer isso ?" Amélia perguntou.

"Encerra esse feitiço, deixa ela sair." Ele falou.

"Você esta louco, pode ser que não comsigamos controlar ela." Róger se opôs. 

"Nós vamos conseguir, deixe ela sair." Falei.

"Vocês tem certeza de que podem fazer isso ?" Klaus perguntou.

Gilinsky e eu nos olhamos e respondemos juntos.

"Sim." Então o ancião disse as palavras e o pentagrama começou a desaparecer, quando a estrela se desfez completamente, Isabelly correu e investiu contra Amélia, que estava mais próxima dela.

"Isabelly não." Gritei e corri até ela.


           Isabelly Zorn



A dor não parava, eu não conseguia controlar, parecia que algo estava preso dentro de mim e queria sair de qualquer maneira.

Mais então senti um alívio repentino, a dor não passou, mas ficou um pouco mais suportável. Parecia que tudo ia melhorar, mais então Klaus disse aquelas palavras em latim, senti como se alguma coisa estivesse se desprendendo de mim, meu corpo foi ficando mais leve, eu podia ouvir vários sons ao mesmo tempo, sons esses que não estavam dentro daquela sala, eram muitos sons misturados, e não dava para prestar atenção em um só.

Vi um sorriso lindo no rosto do Jack enquanto ele olhava pra mim. Mais alguns segundos e percebi que eles ficaram todos extasiados, como se tivessem vendo algo maravilhoso. E então perdi o controle de mim mesma, e fui empurrada para dentro, pra um lugar escuro onde eu via tudo acontecer como se estivesse no corpo de outra pessoa, sem poder fazer nada.

Eu queria matar, eu precisava matar, eu estava com sede, sede de sangue, e podia sentir o cheiro disso, um cheiro doce e apetitoso, e vinha daquela mulher loira que estava alí do meu lado.

"Me deixem sair daqui." Gritei batendo contra uma parede invisível que me prendia naquele lugar.

Eu os via discutindo algo entre eles, mais não conseguia ouvir, tinha barulho demais, e eu necessitava daquele sangue, precisava matar. Meus olhos percorriam o local, mas sem realmente ver, tudo a minha volta eram imagens borradas, desfocadas.

Quando finalmente aquela parede invisível sumiu, a única coisa que eu queria fazer era matar aquela mulher e beber todo o seu sangue, e foi o que fiz, investi contra ela, mais fui impedida por algo que se chocou contra mim, me jogando no chão. 

"Isa. Olha pra mim, você tem que lutar, você precisa retomar o controle do si." Aquela voz, ouvir aquela voz, me fez parar por um instante, mais balancei a cabeça e empurrei o cara loiro de cima de mim sem precisar usar muita força. 

"Mais eu já estou no controle de mim mesma. E agora quero o sangue dela, a alma dela." Falei com uma voz fria e com um sorriso perverso, indo até a loira que estava perto de dois homens.

"Isabelly, nós não queremos te machucar." O homem mais jovem disse.

"Vocês não vão me machucar." Pulei em cima da mulher sem dar tempo de nenhum dos dois reagir, a prensei contra a parede, segurando sua cabeça de lado, tendo a visão da veia pulsante em seu pescoço, e aquilo me hipnotizou.

"Isso vai ser bom." Falei abrindo a boca pra morder aquele ponto, mais alguém me puxou pelo pescoço.

"Para Isa, por favor para." Ele disse com uma voz suave.

"Segurem ela." Alguém gritou e mais três pares de mãos se juntarem as duas que já me seguraram.

"Isa, olha pra mim, eu sei que você pode me ouvir."

"Me solta." Gritei tentando me soltar. "Eu vou matar todos vocês." Berrei.

"Eu disse que não era uma boa idéia soltá-la."

"Isabelly." O garoto que estava na minha frente disse segurando meu rosto, me forçando a olhar nos seus olhos azuis. "Você não quer fazer isso, pare, somos nós, seus amigos, sou eu o Froy."

"Eu não consigo, tem muito barulho aqui, está tudo escuro." Falei tentando conter aquela besta dentro de mim.

"Você consegue." Outra pessoa disse.

Eu estava tentando, e aos poucos fui conseguindo sair daquele lugar escuro dentro de mim, mais estava difícil retomar o controle.

"Eu não consigo." Falei cansada em um sussurro, com a voz fraca.

"Nós temos que fazer alguma coisa pra ajudar ela." Froy disse com desespero na voz.

"Eu não preciso de ajuda." Gritei e dei um chute dele, fazendo o garoto voar pra trás e bater na parede caindo no chão inconsciente. Vê-lo daquele jeito me deu forças o suficiente pra lutar contra o que estava me prendendo naquele lugar escuro e retomar o controle do meu corpo e da minha mente.

"Ai meu Deus, Froy." Falei ofegante tentando me soltar das mãos que me prendiam. "Me soltem, eu estou bem." Falei conseguindo me soltar, e corri até o loiro no chão. "Me desculpa, me desculpa, eu não queria fazer isso." Falei abaixando ao lado dele passando a mão pelo seu rosto.

"Você é bem forte, isso realmente doeu." Ele falou com um sorriso debochado olhando pra mim.

"Desculpa." Falei abraçando ele.


Notas Finais


OH MY GOSH!!! 😱 😱 O que acharam? Comentem para que eu possa saber a opinião de vcs e se estão gostando, isso é muito importante pra mim e ajuda muito na hora de continuar escrevendo.
Ice kisses 💋❄ até a próxima ☆°•☆•♡


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