História Sobrenatural Falls - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Tags Jaerza, Lobisomens, Naju, Vampiros
Visualizações 136
Palavras 3.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shounen, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de focking 3 meses, um capítulo.
Grandinho e com oque vocês mais gostam!
Qualidade.
Era para ter sido maior, porém em época de prova é tenso.
Peço perdão por cada erro ortográfico, se vocês avistarem algum (oque provavelmente vai acontecer) me avisem para eu corrigir.
Sem mais delongas, vamos ao capítulo. Boa leitura, meus lindo(a) <3

Capítulo 3 - Perigo!


Fanfic / Fanfiction Sobrenatural Falls - Capítulo 3 - Perigo!

Os raios de sol invadiram o quarto do garoto de cabelos rosas. Ou como ele preferia dizer, "cor de salmão". Abrindo os olhos repentinamente e não dando chances para a preguiça agir, se levantou da cama, indo direto ao seu banheiro com passos rápidos, levemente assustando seu gato que estava a dormir tranquilamente. A tarde e a noite de ontem foram bem estressantes. Natsu só teria cochilado por uma hora e olhe lá. Tudo por apenas uma frase. "Você é um lobisomem", graças a essas malditas palavras, o garoto tinha a impressão que sua vida começaria a ir de cabeça para baixo. 

Droga... — Resmungou Natsu ao notar que teria entrando no banheiro sem pegar uma única toalha. Estava completamente distraído, irritado e confuso. A junção desses três sentimentos, só deixavam ele mais irritado. Com pressa, saiu do banheiro, em busca da primeira toalha que avistasse pela frente. Natsu nem conhecia Jellal, mas já estava o odiando. Afinal, ele não lhe explicou nada, apenas mostrou, oque deixou Natsu assustado e com medo. Juvia também não ajudava. Ele se perguntava se aquela garota só conseguia ameaçar e agredir o garoto. Alguém poderia aparecer e lhe dar uma explicação decente sobre oque ele realmente era e oque poderia fazer? 

 ********* Flashback ********* 

Pera do que você tá falando? — Perguntou um Natsu confuso, fitando aquele Jellal. Lobisomens? Até parece que um conto de fadas desse tipo existe. Jellal... Eles estão se aproximando... — Cantarolou uma Juvia, um pouco impaciente, ainda encostada na mesma árvore. O homem de cabelos azuis apenas desviou o olhar para ela por um pequeno tempo, até voltar a encarar o garoto, ainda confuso. Jellal se aproximou de Natsu, oque fez ele sentir um leve frio na barriga. Com certa agressividade, segurou seu pulso e ergueu seu braço, pressionando o seu pulso, ele fez o punho de Natsu abrir, revelando um total de cinco garras ao invés de cinco unhas. Natsu, agora estava mais confuso, e isso era bem mais visível em seu rosto. As garras eram bem afiadas, e isso já era visível. A partir de agora, você não pode confiar em ninguém, certo? — Falou, sério. Natsu, instintivamente acenou que sim com a cabeça repetidamente. Nem ele entendeu, apenas seguiu a ordem. — Vamos nos encontrar de novo, Dragneel, agora corra! — Seu tom de voz se elevou no último momento, como se ele estivesse ordenando. O corpo de Natsu se mexeu sozinho, dando as costas para os dois e correndo ao seu máximo. Oque não era nada lento, já que ele estava mais rápido. Muito mais rápido. Após tudo isso, ele apenas chegou em casa e passou a noite em claro. 

 ********* Flashback ********* 

Seu banho estava completo, ele já estava pronto para mais um dia chato na maldita escola. Bem, pelo menos ele iria conseguir distrair sua mente com a aula de cálculo avançado e com a física, que ele tanto amava. Isso o animava, ele irá para a escola, ser oque ele sempre foi, um gênio não reconhecido. Sua bicicleta não estava em casa, provavelmente ainda estaria na escola. Em um suspiro furioso, o garoto de cabelo rosa saiu de sua humilde residência. Em passos pesados e rápidos, o garoto ia em direção a escola, pegar um ônibus ou metrô nunca foi opção. Além de serem caros, ficavam longe de sua casa. Natsu passou todo o caminho pensando no que teria acontecido ontem, porém, sem resposta. Talvez mais tarde encontrasse uma resposta na internet. Ao chegar lá, retirou seu celular do bolso, vendo que já estava atrasado, muito atrasado. 

Quando finalmente estava em frente a sua bendita escola, o garoto foi parado pelo porteiro. Ta, talvez agora ele fosse explodir de vez. Só no segundo horário, garoto. — Falou o porteiro, claramente ele não estava nem aí para nada e apelo emocional não iria dar certo. Natsu apertou bem os punhos, nem sua mochila estava consigo para ele ter algum argumento bom. Ao ver que o garoto de cabelos rosas ainda estava ali, o porteiro de quase meia idade, ficou mais sério. — Você ouviu? Só depois, se manda daqui agora. — Em um tom grosso, ele afirmou para o garoto. 

Com a cabeça quente e confusa, Natsu se afastou. Sua feição irritadiça e a tensão de seus ombros entregavam o fato de que ele estava furioso. Não via nenhum jeito de se acalmar... Quer dizer... Ele poderia socar algumas árvores que não estavam muito longe dele. Indo em direção a reserva, o garoto tinha um pingo de animação para lhe salvar. Após alguns minutos de caminhada, ele finalmente estava lá. Notando que não teria ninguém por perto, começou a caminhar. Pelo menos, o lugar era calmo. Agora ele só precisava aliviar toda a sua raiva. Ainda com as lembranças de ontem na mente, o garoto começou a aumentar o ritmo de passos. Logo, estava correndo normalmente. Em mais poucos segundos, estava correndo como teria feito ontem. 

Em meio a tudo aquilo, ele sorriu, era divertido, muito divertido. Se ninguém iria o ensinar, Natsu iria aprender sozinho. Ele queria chegar ao seu limite, saber até onde poderia ir. Fechando seus olhos, ele deixou seu sentido da visão. Se concentrando melhor, conseguiu escutar mais, muito mais. Vozes, era oque o garoto ouvia, bem na sua frente. Erguendo levemente o nariz, ele farejou o cheiro das pessoas, eram três, duas mulheres e um homem, a mulher estava calada. Pela frequência de passos, ele poderia afirmar que estavam apenas caminhando, então ele conseguiu deduzir a distância.  apouco mais de trezentos metros. Com isso, o garoto mudou a direção, abrindo os olhos, adentrou a mata, deixando a segurança da trilha. Passando por cima de várias folhas e evitando os galhos caídos no chão, Natsu pulava pedras e mais alguns obstáculos. Ele sentia a liberdade, o vento batendo em seu rosto, tudo lhe dava uma ótima sensação, a qual retirava seu stress. 

A esse ponto, ele sabia que não era mais um simples humano, era algo a mais, tinha outra metade em sua personalidade agora. E ele estava muito curioso para descobrir oque essa personalidade faria. O garoto parou seu percurso quando notou o maior obstáculo que aquela reserva poderia te dar. Um riacho, que deveria tem uns doze metros de largura, a correnteza era avassaladora. Natsu tinha certeza de que iria ser levado se por acaso caísse lá Olhando para seu obstáculo, um leve desânimo bateu no garoto, teria que optar por outro caminho. Logo deu as costas e passou a se afastar, talvez fosse melhor testar sua força, agilidade, ou outra coisa. Não... Não poderia retroceder agora. 

Parando de andar, ele suspirou, se virando para trás ele notou que estava a mais ou menos sete metros de distância do riacho. Se concentrou. Após alguns segundos, começou a correr, já em uma alta velocidade, o mínimo erro poderia ser fatal, ele sabia disso. Mas por algum momento, ele sentia que precisava fazer aquilo, que precisava passar por esse desafio. Faltando um metro para chegar ao riacho, ele saltou, um salto perfeito, ele sabia. Por alguns momentos, o tempo pareceu passar lentamente para ele. E então, aterrissou de uma maneira brusca no chão, caindo e capotando várias vezes, até parar. Ao erguer seu rosto, ele viu que teria conseguindo. Um sorriso largo se fez em seu rosto. Ele era poderoso, ao menos era oque achava. A esse ponto, o garoto desistiu de ir para a escola, se levantou, se limpou rapidamente e continuou na floresta. Sua respiração era ofegante, seu coração mais acelerado do que nunca, adrelina preenchendo seu corpo. Bem, agora ele só precisava saber como iria sair dali, e o cansaço do seu corpo não ajudava muito. 

------------------------ Quebra De Tempo 

O dia teria se passado e Natsu passou a tarde e a noite pesquisando sobre Lycans, os tão conhecidos lobisomens. De certa forma, ele se sentiu atraído e conectado com assunto, vendo vários livros e sites diferentes, em uma sede de conhecimento inacabável. Quando se deu conta, já era 1:02 da madrugada, com isso, o garoto decidiu que amanhã iria procurar Juvia para falar com Jellal. Depois disso, ele apenas dormiu. Seus sonhos foram um pouco pertubadores, mas ele não se surpreendeu, era só lembrar do que ele teria passado o dia estudando. Mas ainda assim, era pertubador. 

Natsu se sentia um pouco desconfortável, sua cama parecia estar mais dura do que o normal, foram o frio incomum. Bem, talvez fosse algo do seu novo "eu". Mas não importava, os raios de sol ainda nem tinham ameaçado acorda-lo. Suas pálpebras ficaram trêmulas ao sentir algo tocar em seu corpo, estava um pouco úmido e percorria sua coxa. Talvez fosse o vento. Não, Natsu confirmou isso ao notar que era escamoso e asqueroso. Rapidamente, ele abriu seus olhos, e travou completamente ao ver oque estava em sua frente. Uma cobra, parcialmente enrolada em seu corpo, pelo seu leve conhecimento sobre répteis, aquela era uma cobra venenosa. 

A serpente o encarou nos olhos, vendo o medo que saia deles, a cobra estava impassível, provavelmente esperando o movimento do rosado. Natsu tentou ao máximo manter a calma naquele momento, não sabia oque fazer, estava desesperado por dentro. Foi então que lhe surgiu uma ideia, aproveitou a falta de visão do réptil para mover seu braço, iria tentar capturar ela. Porém, seu plano foi por água abaixo quando a cobra notou a movimentação do ombro e em uma fração de segundos, deu o bote em sua face. 

A "única" reação de Natsu foi a de fechar os olhos instantaneamente, apenas aguardando o resultado de tudo isso. Segundos se passaram e nada teria acontecido. Com cautela, o garoto lentamente abriu seus olhos. Foi então que conseguiu ver a cobra a poucos centímetros de seu rosto, se debatendo, tentando morder sua mão, que a segurava pelo pescoço. O garoto deixou sua cabeça bater no chão, soltando um suspiro aliviado. Foi então que ele notou o lugar em que estava... Era uma espécie de gruta pequena, provavelmente era a casa da Cobra que ele segurava. Mas... Como? Se erguendo com cuidado ele manteve distância da cobra a todo momento. Natsu então, jogou a cobra na parte mais longe possível da gruta, que estava afastada dele. Por sorte, a serpente não conseguiu o acertar. Então, finalmente saiu daquele buraco, vendo que já estava de dia. 


Então ele apenas pensou... "Como? Como diabos eu vim parar aqui?" Essas palavras se repetiam várias e várias vezes. O garoto começou a andar, o seu maior azar seria se encontrasse alguém, pois ele estava apenas usando uma cueca box, ou seja, era tudo muito estranho. 

Ele não tinha ideia de onde estava, não sabia para onde estava indo, e muito menos como tinha parado ali. Estava tudo muito complicado, como toda manhã em Magnólia, a cidade estava em um completo nevoeiro. Ao longo do caminho, Natsu se sentia observado, como se alguém o estivesse seguindo. A névoa dificultava tudo, então era meio difícil ver alguém. Mas deixou essa sensação de lado ao finalme avistar sua casa, por sorte, ela era mais isolada das demais.

Estranhamente, as janelas do seu quarto estavam completamente abertas... Natsu nunca as deixava assim. Não poderia ter sido um ladrão, pois ela só era aberta por dentro. Dando de ombros, ele começou a procurar um jeito de entrar por ali. E bem, seria complicado a, não ser que ele simplesmente pulasse, mas a essa altura? Bem, não iria custar nada. Soltando um suspiro que demonstrava sua concentração, o garoto se preparou para pular. 

Mas, em um momento em que seus sentidos saíram do controle, ele escutou algo, ou alguém ao seu redor. Passou a olhar para os lados, um tanto quanto desesperado e confuso. Em certo momento, ele viu um vulto de algo grande, algo muito grande. E rápido também, seus olhos mal podiam acompanhar. O garoto sentia uma forte sede por sangue no ar, oque quer que fosse, não estava lá para brincar. Foi então, que instintivamente, Natsu se focou na janela e saltou em direção a mesma. Ele já conseguia ouvir os rápidos e pesados passos de corrida da criatura, bem próximos a si. Então, o garoto finalmente conseguiu entrar no quarto pela janela. Com uma quase queda, ele logo se virou e na maior velocidade que conseguia, fechou a janela de madeira e cobriu com as cortinas. Ainda em desespero, ele ouviu e sentiu um forte estrondo e um impacto na janela, oque o assustou, deixando o jovem perplexo enquanto usava as costas para "segurar" a janela. Natsu esperou alguns minutos antes de se afastar da janela, mas não teve coragem de abri-la para dar uma "olhadinha". 

O garoto entrou em cada canto da sua casa, e trancou todas as janelas e portas que podia. Pegou seu gato, Happy e o levou para o quarto, onde se trancou e ficou no computador, procurando sobre animais existentes nas redondezas de Magnólia. E bem, ele não achou nenhuma criatura que continha as descrições que ele havia visto: Garras gigantes, alta velocidade e uma incrível potência de salto. 

Aos falhar miseravelmente na busca de qualquer ser vivo conhecido pela ciência que conseguisse fazer o que a criatura fez, Natsu optou por procurar oque a ciência não conhecia, porém ainda era uma área desconhecida para ele. E como no "normal" não tinha nenhuma criatura que pudesse ser o responsável, no "anormal" tinha criaturas demais que pudessem ser o responsável. De sites de misticismo, Natsu foi para a lista de números de celulares de toda a Magnólia, procurando achar um número em específico. Após quase uma hora de busca incessante, o garoto finalmente achou oque desejava. Após esperar algumas horas se passarem, o garoto de cabelos róseos finalmente chegou a conclusão de que a pessoa já poderia atender - claro, desde que não estivesse ocupada. Eram exatas quatro e trinta da tarde. Após alguns segundos, já era possível se escutar o som do telefone tocando, aguardando a garota responder, anciosamente e com receio. 

Em outro canto da cidade, a vampira de cabelos azuis aparentemente tentava se focar em uma atividade escolar de física mundana, a qual ela não demonstrava dificuldade em fazer. Também aparentava estar mascando um chiclete. Juvia parecia confortável, sentada em sua grande cama de casal, com lençóis bagunçados. Seu celular que estava encima de um travesseiro, tocou, dando ao seus ouvidos o gosto de conseguir escutar sua música favorita: Kitchen Sink de Twenty One Pilots. A garota segurou seu celular e ergueu as sobrancelhas com o número desconhecido que viu. Deu de ombros e atendeu. 

Alô? — Em um tom de voz nada interessado, ela esperou não ser um engano. — Juvia? Ah, ótimo, é você. Não errei o número. — A garota ficou surpresa com a voz que escutou, mas aquilo fez ela revirar os olhos. — Em primeiro lugar, como conseguiu meu número? Em segundo lugar, oque você quer? — De um tom desinteressado para um de irritação, a garota aguardou a explicação do rosado. — Eu procurei pela internet. Quase uma hora de trabalho, mas achei. — Ela ficou meio pasma com a resposta. Quantos números ele viu? Juvia pensava. — E em segundo, eu preciso da ajuda de vocês. — Ah, ótimo, provavelmente ele teria matado alguém por um surto de raiva e descontrole e agora não sabia oque fazer. — Para oque? O Jellal já falou que iria te procurar depois. — Ela cogitou, caindo deitada na cama, com a cabeça para o chão, sentindo seus cabelos tocarem no chão. — Acontece que não tem essa de "depois". Eu acordei no meio do nada, sem motivos e do nada alguém, ou algo me perseguiu na floresta. — Ela franziu o cenho com aquilo. Tá, era realmente estranho. — Não era um urso ou algo do tipo? — A garota perguntou, receosa. — Ah claro, porque um urso conseguiria saltar a sete metros do solo e teria garras maiores que minha cabeça! — Pelo tom de voz, ele parecia bem sério sobre aquilo. — Além do mais, não existem ursos por aqui. — Cogitou o garoto, nesse momento, a garota ergueu a parte superior do seu corpo, com uma feição que refletia sua confusão enquanto demonstrava estar pensativa... Após alguns segundos, Natsu quebrou o silêncio. — Juvia? Você tá ai? — A garota então se levantou da cama e começou a procurar alguma coisa em seu armário. — Natsu, vai para a janela. Tenta sentir um cheiro minimamente parecido com o do Jellal. Se sentir, não faça mais nada. Não se atreva a sair da sua casa, entendeu? — O seu tom de voz ficou sério, rígido. — Tá, tá bem, mas oque você vai fazer? — O garoto perguntou, curioso e confuso com a mudança repentina de atitude. — Eu chego aí em alguns minutos. — Após isso, ela desligou o celular sem drama e então começou a trocar de roupa, o mais rápido que conseguia. 

Ah! — Natsu parou de falar após ver que ela teria desligado. O garoto revirou os olhos e deu de ombros. Então, caminhou até a janela, lentamente ele afastou a cortina e abriu a janela. Colocando o rosto para fora ele fechou os olhos e tentou sentir qualquer cheiro... Parecido com o do Jellal, algo que ele achou bem estranho. Após alguns segundos, ele conseguiu afirmar que não teria nada por ali. — Ótimo... — Ele realmente se sentiu aliviado por não ter nada por ali. — Agora é só esperar... — O garoto retirou seu rosto do lado de fora da janela e a fechou. 

Mas oque ele não notou, foram duas luzes que se acenderam, como se fossem olhos abrindo. Estavam brilhando no meio da mais pura escuridão, ambas tinham uma cor vermelho sangue brilhando intensamente. E se focavam diretamente na janela que Natsu teria acabado de fechar, e na janela, tinha algo o garoto não teria visto, cinco marcas de garras gigantes que passavam da janela. Seja oque for que era aquilo, sem dúvidas queria matar Natsu, e por pouco não conseguiu.


Continua...


Notas Finais


Aeeeee gostaram? Se sim, comentem, eu amo responder vocês.
Não tenho muito a comentar, então até o próximo capítulo e aquele abraço por trás <3


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