História Sobrevivendo à escola. - Capítulo 22


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Categorias Clarêncio, O Otimista (Clarence)
Personagens Jeff, Personagens Originais, Sumo
Tags Senpai
Visualizações 114
Palavras 1.713
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Orange, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola, divas e divos!
Adivinhem!
Capitulo novo!
Acabou de sair do forno S2
Estou adoentado, mas não consigo parar de pensar nos meus leitores favoritos que pedem capitulo novo S2 Seus fofos!

Capítulo 22 - O furo no bumbum


Olá, diário, aposto que está curioso para saber como foi meu retorno para o inferno. Bom, não foi dos melhores.

Tudo começou comigo terminando de vestir a farda, porque ninguém vai nú para a escola... Como sempre, a farda era horrível e fora da moda, além de pinicar no bumbum. Mas isso nem era a pior parte... Persebi recentemente que meu guarda-roupa está infestado por traças, porque minha vozinha Solange por parte de pai... Ok, eu tenho dois né, então tenho que dizer, foi a mãe do Jeffrey quem me presenteou com uma velharia horrorosa, quando soube o que aconteceu comigo.

Ela ingressou em seu papel de Vó e começou a aprender crochê. Fez para mim uma blusa, que além de deixar meu guarda-roupa fora de moda, trouxe animaizinhos minúsculos que arruinaram minhas roupas boas.

Nesse momento, tinha um furo no tecido da minha calça, eu não queria ter que detalhar onde ele se localizava, mas sim, é no meu bumbum. Acho que as traças gostam dele mais do que eu.

Lembra quando falei que nada me impediria de mostrar para as inimigas que sou uma diva? Que diva vai pra escola com um buraco redondinho no bumbum? Se enfiar o dedo, alcançava meu anus. Não posso me dar ao luxo de revolucionar a moda das roupas furadas. Ainda não sou popular o suficiente!

Ryan entrou no meu quarto sem bater e me flagra enfiando o dedo no cu pelo buraco da minha calça. Ele fica mudo e todo errado.

Eu fico morrendo de vergonha e me escondo dentro do armário.

Ryan: Cast, eu não vi nada!

- SEI QUE VIU! NÃO ADIANTA MENTIR! – Berrei enlouquecido.

Ryan: Ok, eu vi, mas não precisa entrar no armario por causa disso...

- PRECISO SIM! NUNCA MAIS VOU SAIR DESSE ARMARIO! VOU MORRER AQUI DENTRO!

Ryan: Filho, está tudo bem pro papai você ser assim, pode sair do armario.

- NÃO VOU! VOU VIRAR HETERO!

Ryan: Que?

- PAPAI! NÃO INSISTE! ME DEIXA EM PAZ! POR FAVOR, SAI DAQUI!

Ryan: Estamos atrasados, eu e seu pai temos trabalho, e você, escola!

- EU NÃO VOU! A SOLANGE ESTRAGOU MINHA ESTREIA PERFEITA! ELA NÃO É MAIS MINHA AVÓ PREFERIDA!

Ryan: Que? O que ela fez, amor?

- EU NÃO VOU SAIR ASSIM! ESTOU HORROROSO!

Ryan: Filho, eu vi você, está igual as outras vezes que esteve de farda.

- NÃO! ESSA VEZ É DIFERENTE POR TEM UM... Bu-buraco...

Ryan: Buraco?

- N-no meu bumbum...

Ryan: Você nasceu com ele, é por onde a comida sai depois que...

- PARA PAI! QUE NOJO! NÃO ESTOU FALANDO DESSE BURACO! ESTOU FALANDO DE UM FURO NA MINHA CALÇA! CRUZES! VOCÊ NÃO ENTENDE NADA! QUE DROGA!

Ryan revirou os olhos, sua paciência chegou ao limite. – Então é só você... TROCAR DE CALÇA!

- EU NÃO TENHO UMA RESERVA!

Ryan: SAI DESSE ARMARIO! ANTES QUE EU TE TIRE A FORÇA, CASTIEL!

Saio do armário a contragosto, com uma cara de bravo e olhar mortal. – Insensível! – Cruzo os braços e encho as bochechas de ar.

Ryan: Estou cansado das suas crises emocionais! E o Jeff é o mais afetado por você! Ao menos uma vez para de pensar em si mesmo!

- M-mas pai! – Fico na eminencia de lacrimejar.

Ryan: NADA DE PAI! TROCA DE CALÇA!

Bato o pé. - NÃO!

Ryan: ENTÃO VAI COM A CALÇA FURADA! – Disse ousando me puxar pelo braço. Me debate, tentando soltar, mas ai que ele apertava.

Ele pegou minha mochila no caminho e me forçou a acompanha-lo.

E foi assim que meu dia começou, arruinado, horrível e injusto, com papai me obrigando a ser normal. Sem falar que ele presenciou um momento constrangedor entre mim e meu buraco... Não aquele buraco, estou falando do furo no meu bumbum... Não daquele furo... VOCÊS ME ENTENDERAM!

Estou bastante estressado, e ser forçado a fazer algo que não quero era ainda pior.

Então Ryan me rebola na escola, e Jeff é tão lesado que não percebeu que eu estava sendo maltratado pelo papai... Arg, não sei qual dos dois é o pior, querido diário.

Bom, tentei por a mochila em frente ao buraquinho, para ninguém ver. Enquanto entrava na escola vejo meus colegas, e ao verem-me, correm até mim, fazendo uma roda, estou no centro, e sem noção de como proceder.

- CAST! PENSAMOS QUE VOCÊ NUNCA MAIS VIRIA!

Rio forçadamente. Estava tão nervoso por causa do buraco no bumbum (Por que quando escrevo isso parece que estou me referindo ao meu cú?) que não conseguia relaxar e ser venerado por meus súditos.

- O QUE ACONTECEU COM VOCÊ!?

Lá vai eu explicar que fui parar no medico, porque entrei em depressão. Não guardo nada dos meus amigos, porque sei que se preocuparam comigo durante esse tempo. E não vou negar, que se o sol desaparecesse, também sentiria saudade de seu brilho.  

No entanto, de repente, a multidão de gente se dissipa, todos se afastam de mim, de uma vez só. Parece que algo os afugentou.

Fico confuso. Ninguém me explicou por que foram para longe, mas pelas suas expressões vejo que estavam com bastante medo.

Um ponto de interrogação fica flutuando em minha cabeça por um tempo. – Que estranho, estávamos no meio da conversa... – Penso em voz alta.

- Vejo que retornou. – Disse, uma voz atrás de mim. Levo um tremendo susto.

Viro-me de uma vez. Ouço os ossos do meu corpo rangerem pelo movimento bruto. E então deparo-me com o maldito do Dylan.

Antes de mais nada reparo que ele estava de visual novo. Havia raspado o cabelo negro lindo, e agora estava careca. Fico mirando sua cabeça raspada por um tempo.

Dylan: Que bom, pensei que tinha mudado de escola.

Bufo em desagrado. – Só por causa de idiotas como você? Que ridículo!

Dylan: Tem razão, não deve ir, mas se quiser que eu vá, eu posso.

- Que?

Dylan: Quer que eu mude de escola?

- Por que está me perguntando isso?!

Dylan: Olha, eu não devia ter espalhado aquela merda sobre você. Eu só estava chateado porque não quis conversar... Me perdoa, ok? – Disse, todo arrependido, como se eu fosse cair em sua desculpinha fajuta.

Rio em deboche. – Você me subestima demais! – Miro-o com um olhar determinado. - Pode tentar me derrubar, mas para o seu azar, Dylan, querido, quando caio, levanto cada vez mais forte que antes! Igual uma fênix!

Ele se aproxima de mim, e eu me afasto na mesma intensidade. Então ele se toca que não queria que ficássemos próximos. Nesse momento estava odiando sua existência. Ele sorrir, tentando fingir que é simpático. - Eu estou feliz que tenha voltado. – Disse, antes de tomar o caminho de sua sala.

Acho que as drogas mexeram com a mente dele! Esse cara é totalmente maluco!

Sigo para a minha sala. Assim que entro dou de cara com a cena nojento do Mustafá conversando com Leo.

Nossa, que ódio, diário!

Já estava puto antes, e agora, piorou.

Leo me olha, e então fica surpreso. Penso em como deveria agir, não havia me preparado para isso, não sabia como encarar o Leonardo depois do que aconteceu.

Ele levantou de sua cadeira, e veio até mim.

Fico agitado, desejando fugir, ao mesmo tempo que quero abraça-lo.

Apesar de Dylan ter ferrado minha reputação, Leo é a maior razão para ter desistido de viver. Pior que se falar isso a ele, vai acabar afastando-o, por que só loucos amam uma pessoa a esse nível.

Leo: Heei, Cast!

- O-oi... – Fico todo sem graça.

Leo: Estava preocupado com você! – Disse, e isso fez uma chama queimar no meu peito. – Todos estavam na verdade!

- Éé, eu sei... – Fico apreensivo com a conversa, estava bastante tenso conversar com ele de novo.

Leo: O Must disse que esteve hospitalizado.

- Nossa, as noticias correm, é surpreendente um cara que não é meu melhor amigo saber mais de mim do que você. – Disse, e um tom de rancor se fez presente. Não consigo evitar de odiar o Leo ao mesmo tempo que o quero de volta, como  éramos antes, amigos.

Leo: Ei! Não fala assim, você não sabe de tudo!

- Sei que meu melhor amigo, brigou comigo e ficou me olhando torto quando descobriu que sou uma putinha dada!

Leo: Arg, tentei te visitar! Mas toda vez que ia à sua casa, não tinha ninguém para me atender!

- É PORQUE ESTAVAM TODOS NO HOSPITAL! COMIGO!

Leo: Sim, só descobri isso depois! Seu idiota! – Disse já alterando seu humor.

Estávamos os dois irritados. Eu teria mandado ele “para puta que o pariu”, quando o namoradinho dele resolve se intrometer na nossa conversa/discursão.

Must: Hei, cast, bem vindo!

Cruzo os braços e dou uma rabissaca.

Must: Não fica assim comigo, também fiquei preocupado, é o melhor amigo do Leão.

- Leão?

Leo: Eu, rsrsrs. – Fez uma cara de retardado apaixonado digna de pena.

Meu estomago começa a embrulhar.

Nossa, odeio o Leo!

Must: Hei, já conversou com o Dylan?

- Que?! Por que faria isso?!

Must: Hum, foi ele quem espalhou aquele boato de você, e esta arrependido, pediu até pro Pablo te ajudar nos estudos!

- O Dylan fez o que?!

Leo: Ele é um idiota, mas até que agiu bem.

- Nossa, e eu tratei ele super mal quando veio falar comigo agorinha...

Leo: Deveria conversar com ele amigo, e perdoa-lo. – Me aconselhou como se estivesse super de boas me trocar pelo Mustafá.

Passo entre eles. – Vou sentar! – Avisei, para não parecer estranho decidir acabar com a conversa. Eu simplesmente odeio o fato do Leo estar tão feliz, quando eu quase morri por sua causa!

Sigo até uma cadeira, bem longe do aborrecido. E então sento.

Ao menos sentado, não precisava ficar me preocupando em cobrir meu buraco com a mochila.

Do lugar que estava puder assistir a maldita carinhosa despedida entre o casal do ano.

Partiu fazer macumba para eles terem uma vida péssima!

Então o Leo volta até a própria cadeira e pega sua mochila.

- Ele vai embora...? – Penso em voz alta.

Leo mira na minha direção. E então segue até mim. – Porque sentou tão longe?

- Por nada...!

Ele pega uma cadeira ao meu lado e senta, como se fossemos amigos novamente.

Diário, me segura, ou eu vou acabar falando coisas que não devo para ele!


Notas Finais


Vejo vocês nos comentários!


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