História Sobrevivendo em Hogwarts - Quinta Temporada - Capítulo 9


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Argo Filch, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Cho Chang, Dominique Weasley, Draco Malfoy, Fílio Flitwick, Fleur Delacour, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Horácio Slughorn, Hugo Weasley, Lílian L. Potter, Lorcan Scamander, Louis Weasley, Lucy Weasley, Lysander Scamander, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Molly Weasley II, Neville Longbottom, Percy Weasley, Personagens Originais, Pirraça, Ronald Weasley, Rose Weasley, Roxanne Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Harry Potter, Hogwarts, Scorbus, Scorlily, Sonserina
Visualizações 67
Palavras 2.957
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Esporte, Fantasia, FemmeSlash, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Magia, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aviso: cenas fortes

Capítulo 9 - Primeira vez


Fanfic / Fanfiction Sobrevivendo em Hogwarts - Quinta Temporada - Capítulo 9 - Primeira vez

Aquele beijo que a Lily me deu só serviu pra uma coisa: fazer com que eu e o Ben voltássemos de vez. Não que eu tivesse dúvidas da minha sexualidade, mas ele ficou se sentindo ameaçado e achou que seria uma boa hora para levarmos nosso relacionamento a outro nível. E quando eu falo em outro nível, estou querendo dizer...

- Transar? Transar com você?

- Já estamos juntos há um bom tempo, nos amamos, qual é o problema?

Eu não tinha tanta certeza se amava o Ben do mesmo jeito que ele me amava. Na verdade, não, eu não o amava, por isso recusei.

- Eu ainda não me sinto, digamos, preparada pra isso. Você entende, né, Ben?

- Claro! Mas não se preocupe, é tranquilo, garanto que você vai gostar. Mas eu só quero fazer no dia que você estiver a fim.

Isso me deixou muito nervosa. Eu sempre sonhei que minha primeira vez fosse com um cara que eu amasse bastante, que fosse tudo lindo, incrível e perfeito... Claro que eu achava que ia ser com o Louis, nos últimos tempos do nosso namoro a gente andou fazendo umas carícias mais quentes, eu senti até que andamos nos empolgando demais, mas nunca foi nada além disso. Agora, tudo o que eu sonhava que ia fazer com o Louis, ia fazer com o Ben e eu não sabia como agir, por isso precisava de ajuda.

Mas como fazer? Não sabia com quem falar, a Kendra sabia menos do que eu, Cameron é um garoto e eu nunca perguntei se ele já transou, tampouco Alice e Chris, Mariana começou a namorar agora, a Helena... Bom, talvez ela já tenha transado com aquele Gale que ela namorou antes da Molly, fui perguntar a ela.

- Ah, Lizzie... Eu nem cheguei a ir pra cama com Gale, sempre que ele tentava, eu dizia que estava menstruada e com cólica.

- Sério?

- Sim, inclusive, foi com a Molly que eu perdi minha virgindade. Foi logo depois que a gente voltou de vez, foi tranquilo, tudo aconteceu de maneira natural, o segredo é se manter relaxada.

Não sei se aquilo me ajudou, na verdade, eu fiquei foi ainda mais nervosa. Agora eu não tinha ninguém pra perguntar. Não tinha contado nada aos meus pais sobre meu namoro com Louis, quanto mais com Ben, seria muita cara de pau da minha parte e chegar pra eles dizendo “oi mãe, eu tô com um probleminha aqui, meu namorado tá querendo transar comigo e eu quero saber se tudo bem”. Pior que eu nem poderia usar a desculpa da menstruação, porque a minha já passou e o Ben sabia disso...

Então, perguntei a uma pessoa de confiança que certamente devia saber tudo sobre o corpo humano. Ela mesma, a Sra. Longbottom.

- Você não é a primeira estudante aflita a me fazer essas perguntas. Sente-se aqui, teremos uma conversinha de mulher pra mulher.

Sentei numa cadeira conjurada pela matrona da ala hospitalar, ela fez uns feitiços ao redor da gente, talvez pra não sermos interrompidas.

- Você está querendo saber o quê, especificamente? Se a primeira vez dói, se é obrigado ter prazer em toda relação ou se deve fazer isso pra agradar seu parceiro?

- É... Isso aí, tudo junto e misturado.

- Olha, Daniels... Sobre a dor, ela varia muito da pessoa pra pessoa. Algumas podem sentir dor, outras não, a mesma coisa com o orgasmo. Mas você vai sentir bem mais prazer se estiver relaxada no dia, se fizer tudo com segurança e, o mais importante, se fizer por vontade própria.

Eu ainda não estava com tanta vontade assim de ter a minha primeira relação sexual, por isso perguntei o que eu deveria dizer ao Ben para não magoá-lo.

- Você deve ser sincera com ele. Diga que não quer porque ainda é muito nova, não sente que está pronta, mas você deve ser aberta quanto aos seus sentimentos. Mas caso resolva aceitar a proposta dele, eu tenho aqui uma pequena lista de poções e feitiços que você pode usar pra se proteger de doenças venéreas e evitar uma gravidez indesejada.

Mas ela acabou acontecendo.

E foi no Natal.

Foi assim: Ben me chamou para cear na casa dele, até porque ele faz aniversário no dia 26.

- Seria muito importante pra mim se você fosse, Lizzie, geralmente eu me sinto muito sozinho nessas festas...

- Mas e o seu pai? E os seus irmãos?

- Meus irmãos estão sempre ocupados com suas vidas, nunca passam o Natal em casa. E meu pai... Você já sabe como ele é, né?

Não disse aos meus pais que iria cear na casa do meu namorado, e sim que iria ficar na escola mesmo. Eles entenderam, porque sabem que este ano é complicado.

E então, lá fui eu pra casa do Ben.

É uma casa bonita, espaçosa e sofisticada, com paredes brancas e móveis de madeira escura. Bem mais chique e luxuosa que a outra casa de bruxos que eu me lembrava de ter visitado, a dos Weasleys, mas tinha alguma coisa nela que me incomodava, eu não entendia o motivo.

Até que o Sr. Kiddell apareceu, com uma ninfeta a tiracolo.

- E aí, crianças? Esta aqui é a minha nova namorada, quero que conheçam Dominique Weasley.

Eu e Ben ficamos de queixo caído. Eu já sabia que o Sr. Kiddell tinha um fraco por garotas mil anos mais novas do que ele, mas nunca poderia imaginar que a atual dele seria justamente a Dominique, uma das pessoas que eu mais detesto no universo. Dominique tentou fingir que não nos conhecia.

- Ah, Jimmy, estes são os seus filhinhos? – disse ela, dando um aceno e um sorriso falso pra gente.

- Na verdade, esta aqui é a minha namorada – retrucou Ben, me abraçando com força.

- Ah... Que gracinha – falou ela, franzindo o rosto para mim. Eu estava achando tudo aquilo muito estranho, até um dia desses a Dominique ainda corria atrás do James Potter e agora tá aí, com um cara que podia ser seu avô. Bom, talvez ela tenha desistido de dar o golpe do baú nos Potter e resolvido focar em velhos milionários como o pai do Ben.

- Sentem-se, sentem-se, a ceia logo será servida – o Sr. Kiddell nos guiou até uma mesa bem comprida na sala de jantar e voltando-se à sua nova peguete, disse com uma voz meiga – Nosso banquete de hoje será magnifique, minha principessa! Teremos costeletas de porco com batatas, arroz à grega, faisão e muito mais iguarias, incluindo um suculento peru! Meus catorze elfos domésticos estão cuidando de tudo.

Olhei para Ben, ele parecia incrédulo e zangado ao mesmo tempo. Aqueles dois juntos dando bitoquinhas toda hora era uma cena repugnante. Talvez o Sr. Kiddell tivesse ficado com inveja do filho e por isso quis trazer uma garota só pra não ficar segurando vela na noite de Natal. Pelo menos, foi o que eu pensei.

Estávamos comendo quando duas pessoas apareceram do nada.

- Filhinho... Olha quem tá aqui!!! – era uma voz feminina que fez o Sr. Kiddell se engasgar e deixou Ben ainda mais nervoso. Virei pra trás e vi uma mulher magra que usava casaco de peles ao lado de um sujeito careca e carrancudo.

- Mãe?!

- Vem cá, meu amor, não vem me dar um abraço?

Meio resignado, Ben caminhou lentamente até sua mãe, dando a ela um abraço tímido. Ele não falou com o careca mal encarado (seria o padrasto dele?) e voltou para a mesa sem olhar pra trás.

- Hum... Vejo que têm convidadas! – a mãe do Ben nos olhava com curiosidade.

- Esta que está à direita do meu filho é Lizzie Daniels, a namorada dele. E essa que está ao meu lado é Dominique, a minha namorada! – o Sr. Kiddell fez questão de beijar Dominique na boca na frente de todo mundo.

- Namorada, Bennie? – indagou a mãe do Ben, olhando pra gente de uma forma meio ameaçadora – Você arranja uma namorada e não fala nada pra sua mãe, é isso?

- A senhora por acaso respondeu às minhas cartas? – a voz de Ben tremia e seus olhos se encheram de lágrimas – Ou melhor, a senhora ao menos se deu ao trabalho de LER as minhas cartas?

- Olha o palavreado, moleque! – rosnou o careca mal encarado, que tinha uma voz grossa...

- Calma, Andy, não vamos brigar, é Natal! – a mãe do Ben tentou aliviar, forçando um sorriso e alisando os ombros daquele cara, mas ele ainda estava pilhado:

- E só por que é Natal, vamos passar a mão na cabeça desse moleque mimado?

- Mais respeito, vocês estão na minha casa! – aí o Sr. Kiddell, a mãe do Ben e o tal do Andy começaram a ter uma discussão horrível.

- ... você fica dando mal exemplo ao garoto trazendo suas putinhas pra dentro de casa...

- ... se o Ben é assim, a culpa é sua por tê-lo abandonado quando ele mais precisou!

- ... ele estaria muito melhor se vivesse o tempo todo com a gente...

- ... pra vocês sugarem ainda mais do meu dinheiro? Nunca!

Dominique olhava a tudo com tédio, claramente não queria estar ali, mas continuava comendo como se nada tivesse acontecido. Quem sofria com tudo isso era o Ben, ele saiu correndo aos prantos. Os três adultos nem perceberam, estavam mais concentrados em brigar entre si. Então, sobrou pra mim a tarefa de ir atrás dele.

Ben estava num quarto, chorando sentado na cama. Devia ser o quarto dele, era arrumado e organizado, tinha um papel de parede azul com alguns pôsteres do Puddlemere United e um grande retrato dele criança, com o pai sorrindo ao lado e a mãe o segurando no colo.

- Não fica assim, Ben...

- Como não ficar? Eles são assim, sempre foram assim, só aparecem aqui quando o dinheiro acaba, ai ela lembra que é a minha mãe...

Nessa hora eu morri de pena dele. Coitado, aturar uma família como aquela não deve ser nada fácil. Por isso, eu o abracei. Ele me retribuiu, segurando minha cintura com força. Então, ele me deu alguns beijos na nuca, depois foi descendo e então aconteceu.

Ele foi tirando a minha roupa e me deitou na cama enquanto se despia. Nunca tinha visto o Ben sem camisa, ele até que tinha um físico bacana, nem magro demais, nem gordo demais. Ele também tirou a cueca, eu fiquei com receio de o ver completamente nu, por isso fechei bem os olhos e virei o rosto pra parede.

- Ei, tá tudo bem... – disse ele, com doçura – Pode olhar!

Com o tempo, fui vendo que era criancice minha continuar agindo assim, por isso abri os olhos. Eu não conseguia definir a minha opinião sobre o que estava vendo, apesar de ter visto o Louis sem roupas daquela vez, eu não tinha visto suas partes íntimas, pois ele se esforçou bastante pra cobrir e eu tapei os olhos com o braço. Parecia normal, sua genitália tinha alguns pelos negros na base e nos testículos, seu pênis também não parecia ser pequeno demais ou grande demais, embora ele se endurecesse lentamente, e seus testículos pulsavam de uma forma assustadora. Ben me olhava com desejo, com vontade, eu sabia que era algo que ele esperava há algum tempo. Mas eu ainda hesitava.

- Viu? Não há nada de errado aqui – disse ele, se curvando para me beijar nos lábios – se sentir dor, me diga.

E então, ele pegou a varinha e fez o Feitiço Preservativo apontando para o seu pênis que estava ainda mais ereto do que antes – conforme a Sra. Longbottom tinha me dito, esse era um dos métodos contraceptivos que os bruxos usavam, formando uma capinha que até lembrava a camisinha, com a diferença de que não furava ou mesmo saía em pleno ato sexual – e depois, começou a penetração. Ele foi enfiando devagar e eu senti uma dor intensa em minhas partes íntimas, até segurei o lençol com força e mordi os lábios pra conter o grito de dor.

- Calma, Lizzie... – ele me beijava tentando amenizar o impacto.

E então, foi. Senti sair um pouquinho de sangue, ficou um pouco dolorido, mas mesmo assim ele continuou as estocadas. Foi começando num ritmo lento, depois foi dando uma acelerada, eu só via o Ben fazendo os movimentos em cima de mim e mordendo o lábio, cheio de tesão, na hora que eu tava começando a sentir alguma coisa, ele parou e tombou para o lado, com uma expressão de triunfo.

- Aaaaaaahhhhh... – gemeu ele.

“Foi só isso? É disso é o que as pessoas tanto falam? Porque eu não senti nada além de dor e de um buraco enorme se abrindo entre as minhas pernas. Sinceramente, o sexo é uma bela porcaria”.

No dia seguinte, acordei me sentindo um lixo. Eu tinha transado pela primeira vez, mas não foi nada do jeito que eu esperava. Foi uma merda, um horror, um desastre completo, eu não senti nada além de dor e... Mais dor! Só o Ben que deve ter gostado, ele dormia feito uma criança, com um sorrisão na cara. Devia estar sonhando comigo, que tava transando de novo...

Sentei na cama dele me sentindo a pior garota do mundo. Será que eu era a única que não gostou da primeira vez? A Sra. Longbottom tinha me advertido que eu poderia sentir dor e que eu poderia não ter orgasmo. Disse também que isso aconteceria se eu não estivesse relaxada o suficiente ou se não estivesse fazendo com o cara que eu tava a fim.

- Já acordou, Lizzie? – disse ele, com uma empolgação que me irritava – que droga, eu tava pensando em trazer café na cama pra você. E então, gostou?

- Sim... – menti. Se eu dissesse que não, ele poderia ficar chateado – e você?

- Eu? Eu achei o máximo, a melhor sensação do mundo! – claro, né, só você gozou... – Poderíamos repetir qualquer dia desses, como por exemplo, agora...

- Não, eu quero ir ao banheiro – disse eu, me esquivando de um beijo dele.

- Tá, mas não demora!

Demorei propositalmente, tudo pra ver se ele me esquecia e ia pra cozinha fazer o tal café. Tomei um bom banho, lavei meu corpo bem lavado, escovei os dentes e troquei de roupa. Fui deixar a mochila no quarto e eis que trombo com o Sr. Kiddell, ele saía do quarto do Ben e me olhou com um sorriso de orelha a orelha.

“O velho já sabe” – pensei.

Entrei e lá estava o Ben debaixo das cobertas.

- Não vai comer não? – perguntei.

- Vou sim – disse ele – mas outra coisa – e ele tirou a coberta, não é que ele estava nu outra vez?

- Ben, você não...

- Não o quê? – perguntou ele, caminhando até mim e sorrindo de forma provocativa – Se a gente se gosta, se curte, qual o problema de fazer uma, duas, mil vezes? – ele me dava beijos nos ombros enquanto tirava minhas roupas com ainda mais rapidez – Vamos, só mais uma, vai...

Acabei cedendo, talvez na esperança de gostar dessa vez. Fizemos tudo em pé, Ben ergueu meu corpo para que eu ficasse da altura dele e caminhou comigo até uma mesinha, me sentando ali e me enchendo de beijos.

- Você é muito linda, sabia? – Ben me olhava com o mesmo desejo de ontem – me deu o melhor presente de aniversário que eu poderia ter ganhado.

- Dei, é?

- Deu sim – Ben beijava a minha barriga agora, enquanto alisava as minhas coxas – Você está sendo uma aluna muito aplicada, mas o papai aqui vai te mostrar o que acontece quando você deixa um cara muito, muito excitado - Ben mostrou o pênis dele, estava ainda mais duro do que ontem. Ele estava bem vermelho e parecia pulsar – Preparada?

- Mais ou menos...

- Resposta errada. É sim, senhor – o que será que o Ben tava querendo com aquilo? Fiz o jogo dele.

- Sim, senhor...? – e então começou tudo de novo.

Ben fazia questão de olhar fixamente pra mim enquanto me penetrava. Talvez pra fiscalizar as minhas reações. A única parte do corpo dele que encostava em mim era o seu baixo-ventre. Ele suava feito um porco, sorria e gemia baixo, então, pra parecer que estava curtindo, imitei o gesto dele, mordendo o lábio inferior e revirando os olhos.

- Hmmmm... Hmmmmm...

E aí ele gozou. Ainda mais cedo do que ontem.

- Quer mais? – mais? Mais horas de dor e orgasmos fingidos?

- Não, senhor...

- Não? – ele sorria, olhei pra baixo e o seu pênis ainda estava um pouco duro, mas agora ele resolveu massagear minha vagina com as mãos – e agora?

Estava começando a gostar daquilo. Era uma sensaçãozinha agradável, ali eu não precisava fingir.

- Hein? E agora...?

- Eu quero...

Ele enfiou de novo. Com mais força e rapidez do que antes. Dessa vez, foi um pouco melhor, na verdade, muito melhor, eu sentia alguma coisa escorrendo de dentro pra fora, era uma coisa boa, ótima, meu corpo se arrepiava, acho que estava tendo prazer, ou melhor, nós estávamos tendo prazer...

- AAAAAAAHHHHHHH – gritou ele. Eu também gritei, mas não foi só um “aaaahhh”:

- LOUIS!

Ali ele parou de vez. Estava sério.

- Por que você gritou o nome dele?

- Oi?

- Louis! Eu ouvi muito bem você gritar.

Eu nem tinha percebido na hora. Saiu tão naturalmente que eu nem pensei direito no que tava falando.

- Eu... Eu devo ter dito isso por acidente... – Ben não tava acreditando muito em mim – Eu juro, Ben, eu não queria...

Dessa vez ele não quis mais continuar. E eu... Fui tomar banho de novo, pra esfriar a cabeça.


Notas Finais


É, a Lizzie teve a sua primeira vez... E não foi com Louis!
Mas em compensação (ou não), ele não saiu da cabeça dela
E o Ben, inseguro do jeito que é, vai ficar bem mais zangado do que já estava
Sei não, hein, tô sentindo que esse namoro não dura muito...


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