História SobreVIVER - Capítulo 1


Escrita por:

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Imagine, Jungkook, Narcotráfico, Romance
Visualizações 1
Palavras 1.245
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Survival, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Tudo bem com vocês?

Primeiramente, eu gostaria de falar que... Faz muito tempo que eu tinha "abandonado" o mundo das fanfics e agora o BTS me puxou de volta para esse mundinho maravilhoso kk
Espero que não tenha virado um desastre desde a última vez que eu tentei escrever alguma coisa. De qualquer forma, espero que se divirtam lendo!
Okay, eu não vou mais enrolar, podem ir ler.

Capítulo 1 - Prólogo


A noite estava parecendo mais fria do que foi dito pela previsão do tempo. 
Me encontrava andando de volta para casa, mergulhada dentro de um casaco grosso e negro, o qual apenas era notado por causa das luzes de néon que tantos estabelecimentos possuíam, em uma tentativa de se destacarem e atraírem os olhares de possíveis novos clientes.

Cidades grandes durante a noite poderiam ser tudo, menos calmas. As pessoas que passeavam pela cidade, pessoas que emanavam uma sensação de frieza; quem sabe aquele fosse o motivo daquela noite parecer tão fria.

O som das sirenes dos carros de polícia, até mesmo polícia militar, não eram algo incomum naquele horário da noite, as pessoas, embora reclamassem e fugissem, não pareciam assustadas de fato. Ainda faltando percorrer o caminho de meia rua para chegar em casa, tentei fixar o olhar em meu caminho e ignorar tudo ao meu redor, mesmo com os sons ecoando cada vez mais alto, se misturando as luzes que encandeavam a cidade tão vívida, porém, coberta por sujeira e poeira. 
Apressei meus passos para fugir da sensação agoniante e daquele barulho desconfortável para meus ouvidos, precisava me acostumar a ouvir barulhos "dos grandes", mas era mais fácil falar do que fazer, eu achava.

Ainda podia ver os exuberantes carros dos policiais militares vagando pelas redondezas da minha rua, tinham vários deles, pensava que teria acontecido algum tipo de assassinato e estavam atrás do culpado, não era a primeira vez que acontecia algo do tipo. 
Estava prestes a entrar na pequena casa, quando pude ouvir, devido aos barulhos terem diminuído a medida em que os carros tinham se afastado, um resmungo, alguém parecia estar sentindo dor. 
Quando pude ver a silhueta do homem, magro e razoavelmente alto, caminhando de forma arrastada, com grande dificuldade, segurando uma ferida localizada em seu abdômen, ferida que, embora pouco, ainda insistia em sangrar.

Curiosa, ou assustada, talvez os dois, não consegui me mexer para entrar no quartinho, que estava chamando de casa. Era acostumada a ver uma ou outra pessoa que se meteu em brigas, voltando para casa machucado, mas naquele estado era a primeira vez. E também pela primeira vez, descobri o que era ver alguém tão desesperado por ajuda, minha única dúvida era: Como ele conseguia pensar em manter algum tipo de pose estando naquele estado?

- Você aí. - Após soltar sua respiração trêmula, sua voz rouca saía sofrida, talvez por conta da dor que estivesse suportando. - Não saberia como cuidar de um pobre ferido, não é mesmo?

Olhos grandes e negros, combinados com um sorriso de canto e um tom debochado, mesmo estando na pior situação. 
É, aquela pessoa tinha chamado a minha atenção.

Demorou alguns segundos para que eu o respondesse positivamente com a cabeça, talvez o homem machucado estivesse pensando que eu gritaria pelo desespero de um homem com uma grande mancha de sangue decorando sua camisa de grife, em um canto escuro, pertinho da minha casa. Queria, mas até mesmo para andar tive que fazer um pouco de força para acordar minhas pernas, que até então, pareciam dormentes. 
Estaria mentindo se dissesse que não o conhecia; que apenas estava pensando em ajudar uma pessoa em perigo. Todos o conheciam muito bem seja dentro ou fora do meu país.

O "arrastei" para dentro de casa, tomando o cuidado para que sua ferida não se abrisse mais e decorasse todo o chão da pequena casa com aquelas gotas escarlates. 
Embora a situação fosse de emergência, era obrigada a tomar cuidado, sabia bem onde estava me metendo, na verdade, não sabia, tudo poderia ser pior do que qualquer coisa que pudesse imaginar. O que sabia era que não estava agindo por instinto ou por misericórdia. 
Tudo ficou mais claro em minha visão quando o barulho dos socos desferidos contra minha porta foram ouvidos.

Embora de forma apressada, tratei de o esconder em um closet bem pequeno, que tinha atrás do meu guarda-roupa, um espaço escondido, que mesmo eu, que morava na casa, demorei para descobrir.

Rezando para que tudo desse certo, joguei água em meu cabelo, peguei uma toalha e abri a porta, dando de cara com três homens, devidamente vestidos para procurar por pelo tão especial fugitivo, e claro, muito bem armados.

- Senhorita, estamos a procura desse homem. - Pausou sua fala, me mostrando uma imagem do homem de olhos grandes e negros, e de um sorriso que escondia suas ações, ações que ficaram famosas por serem destrutivas. 
Estavam procurando por Jeon Jungkook, um dos donos de tráfico mais procurados do momento. - A última vez que foi visto, estava por essas redondezas, achamos difícil do mesmo ter conseguido sair. Todas as rotas estão completamente fechadas. Qualquer pista que tiver será bem vinda e claro, temos permissão para verificar a casa de cada morador da região.

Um tom firme e um discurso longo e formal, o qual obviamente era obrigado a seguir, dava para ver em seu rosto que estava cansado de repeti-lo.

- Sim, fiquem a vontade. - Deixei que dois dos policiais entrassem e literalmente revirassem minha casa. 
- Sinto muito, mas, eu não cheguei a ver nada. Estava trabalhando até agora pouco, quando cheguei, apenas vi alguns carros rondando por aqui.

O moço anotava tudo o que estava dizendo, em uma espécie de caderno. Tentava ao máximo não olhar para os policiais, era um pouco difícil e era simplesmente irritante o modo com eles estavam jogando tudo pelos ares, até mesmo os talheres foram parar no chão, ao lado do fogão.

- A senhorita não teria visto ou ouvido nenhum barulho estranho? Nosso procurado está ferido. Posso saber o que a senhora fez exatamente quando chegou em sua residência?

Neguei ter visto qualquer pessoa pelas ruas. Eu era apenas uma pessoa que tinha voltado do trabalho exausta e precisava descansar, afinal.

Minha atenção novamente foi chamada ao ouvir um dos policiais derrubando uma tela em branco no chão, algo que me acalmava era a pintura, mesmo com piadas e o preconceito com as pessoas que trabalhavam com pinturas, vendê-las sempre me ajudou quando precisava de dinheiro. Vê-las sendo jogadas assim era no mínimo desagradável.
Esse desconforto apenas passou ao ver o outro guarda abrindo o guarda-roupa, naquele momento rezei, não sabia para quê, muito menos para quem, eu apenas rezei.

Minhas preces foram cortadas ao ouvir alguns comentários estúpidos vindo dos mesmos. 
O oficial que estava perto de mim chamou a atenção dos outros, que mais pareciam estar de brincadeira do que realmente com a intenção de achar alguém taxado como perigoso.

- Você tem bom gosto para escolher suas langeries, isso é de propósito? - "Sussurrou" de forma nenhum pouco discreta, apoiando uma das mãos em meu ombro. 
Infelizmente não poderia fazer nada. Qualquer coisa que eu fizesse iria se voltar contra mim, estava literalmente desarmada, especialmente com a situação que me encontrava. Fechei o cenho, esperando que o mesmo decidisse me deixar em paz. 
Ao menos o policial que me fez todas as perguntas enquanto os outros derrubavam o pouco que tinha em casa, lhe deu um tapão na cabeça, o puxando para fora de lá, em seguida me pedindo desculpas.

Estava tão enojada e revoltada com tudo o que teria que arrumar, que quase me esqueci do homem de cabelos negros largado dentro do meu "closet secreto". 
Fechei a porta e encarei a bagunça. Até o brilho límpido da lua lá fora parecia zombar de mim, enquanto dizia o quão longa aquela noite seria.


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado do capítulo.
Desculpem qualquer erro, estou tentando voltar para o mundo da escrita de fanfic, então por favor, tenham paciência comigo. E se quiserem culpar alguém pela existência dessa fanfic, culpem as pessoas que fizeram "FMV" desse AU com o JK lá no "YT". Eu fiquei completamente viciada nesses vídeos, e não conseguia mais descansar até começar a escrever este primeiro capítulo. kkkk Bem, espero que tenham gostado e acompanhem esse processo que serão as postagens dos capítulos, vai ser muito bom se puder interagir com vocês nos comentários. Beijinhos e até o próximo capítulo.


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