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História Sobria. - Imagine Dean - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olha quem voltou com mais um imagine do Dean!! lagrimas!!!!!!

Essa Fanfic, foi pensada com carinho! E um tema denso e complexo de se aplicar em uma história. O desenrolar será lento, então peço paciência, e carinho nesse novo trabalho com o Dean.
Boa leitura, desculpa os erros de português!!

Importante, padrinhos são pessoas que vão ajudar os ex usuários de drogas a, concluir o programa de sobriedade. Eles são o suporte, apoio e exemplo que o a pessoa nesse caminho precisa

Capítulo 1 - Minha Luta diária.


 

 




 

Ele vinha de uma família rica e tradicional do sul, seus cabelos solto e negros como uma noite caiam em uma cascata etérea. Seus olhos brilhavam, como se fosse duas estrelas errantes. Ele era alto, de fala mansa com um leve soquete no timbre. Seu rosto num tom azeitado com traços fortes. 

 

Kwon Hyuk não passava de um homem frio e quieto. Ele era lindo, educado e respeitador. Olhando ele, seu rosto belo, também tinha uma solidão. 

 

A mulher o havia deixado, por ele ter sofrido um acidente e, hoje usa bengala. Ele vinha as terapias, de ex-usuarios de drogas e álcool. Ele estava limpo há seis anos, ele seria o padrinho de alguém, e eu bom aguardava quem, ficaria comigo após seis meses limpa de qualquer droga, álcool ou remédios. 

 

Estava chovendo uma fina garoa, olhava para frente vendo uma ex-usuaria se apresentar e contar sua história. Todos são iguais, de alguma forma todos, chegaram as drogas de alguma forma. Eu, tentava imaginar como seria agora, sem tudo isso me impedindo de pensar, sem estar chapada o mundo parece tão diferente.

 

— Me chamo Jéssica e, sou uma ex-usuaria de drogas! — Jéssica, era uma amiga que conheci aqui, das reuniões ela estava limpa há três anos! Tinha estabilizado sua vida, sendo uma ótima dona de uma padaria no centro. 

 

Ela adorava incentivar as pessoas, sua história ou de como ela chegou a conclusão, que seu  um vício deveria acabar, fazia borbulhar esperança em quem estava começando. 

 

— Ela sempre, tem as palavras certas! — Olhei para o lado, vendo Dean puxar assunto,vez ou outra conversamos trivialidades sobre as reuniões. — Soube que está procurando um padrinho! 

 

Lhe encarei, tão profundamente que o vi sorrir consternado, um pouco tímido. E pelo mover dos pés ansioso. Ele mexeu em seus óculos redondos, e pude notar quão bela era sua íris amendoada. 

 

— Estou… Entanto, não há muitos interessados em ajudar uma novata! — Fui simplista, e ele sorriu docemente. 

 

— Eu posso, lhe ajudar! O programa me ajudou muito, quero passar isso a alguém! — Deu uma pausa. — Quanto tempo está sóbria? 

 

— Seis meses! — Disse docemente. 

 

— E como está se sentindo? — Era confuso, triste e aterrador. Tinha noite que chorava abraçada ao meio travesseiro, tentando cercear a vozinha que gritava "Só mais uma vez". 

 

— Horrível! Tem dias, que parece… Que nada irá funcionar se, eu não usar… 

 

— Isso não vai passar, — Ele olhou para frente. — Enquanto, você não, reconhecer o problema que te levou até o seu fundo de poço. 

 

Eu parei um segundo resiliente, suspirando pesadamente quando olhei para o moreno ao meu lado. 

 

— Quer mesmo ser meu padrinho? — Resetei meu corpo, ficando reta, com medo da resposta que ele daria. 

 

— Sim, quero ajudar! — Ele apertou o apoio da bengala, deixando as articulações dos dedos brancas. 

 

Não sorrir, mas, por dentro estava eufórica. Iria agradecer quando Jéssica sentou do meu lado, tirando o meu foco da conversa com o meu padrinho. 

 

— Aqui meu cartão! — Ele me estendeu o seu cartão de visitas, peguei e guardei no bolso. 

 

Ele levou se apoiando com a bengala saindo de onde eu estava, observei ir até o coordenador conversar com ele. 

 

— Huuum… conversando com o Dean! Ele é um amorzinho, o conheci logo que cheguei aqui! Mas, ele é meio rejeitado… Mas ele é primo da Chae! — Ela disse calma e, se jogando mais no sofá.

 

— Sério? Não sabia … — Suspirei, e ficamos conversando até meu celular tocar e, olhando para o visor da tela era o telefone da minha mãe. — Oi, mamãe! 

 

— Oi, filha… tenho novidades, o conselho tutelar, mais no programa de sobriedade que mais seis meses limpa, você pode vim buscar o Connor! — sorrir como nunca com aquela notícia, eles tinham passado a guarda do meu filho para minha mãe, após ter tido minha primeira overdose, ele tinha três aninho apenas, mas, só vim procurar ajudar quando finalmente entendi que eu precisava mesmo, que era uma viciada em variadas porcarias.

 

Aquela notícia era ótima, estava mudando por mim e, pelo meu filho. Peguei minha bolsa, e saí da reunião já havia acabado e, precisava arrumar meu apartamento novo! Já que a seis meses sóbria, consegui um trabalho como chefe em restaurante três estrelas no centro o que me rendeu um bom dinheiro para sair do subúrbio que vivia. 

 

O condomínio ficava em uma zona, tranquila, sem problemas adicionais. Me deixei conduzir para a parada esperando o Uber chegar, desligada do mundo ao meu redor, sentir uma mão se fechar no meu pulso. Olhei para o rosto do indivíduo, quase caindo para atrás, era meu ex-namorado, Jake, um japonês metido com a Yakuza. 

 

— Jake? Me solta o que faz aqui? — Puxei minha mão, ele me olhou sério. 

 

— Eu venho te observando, te seguindo! — Ele ponderou. — Quero você de volta… Esquece esse lance de ficar limpa, você era melhor chapada comigo! — Ouvir aquilo, só me fez ter certeza que estava no caminho certo para minha vida melhor. 

 

— Eu não quero mais isso, quero minha vida de volta meu filho de volta! — Jake, era alto, seus cabelos longos, ele fazia uma trança, seus braços marcados com várias tatuagens, ele me olhou sério sem mudar seus expressão tediosa para minha afirmação. 

 

— Para quê? Você é minha vadia! — Olhei pasma, quando o mesmo me puxou pelos cabelos, e fazendo o olhar em seus olhos chapados. — Vou te trazer para minha vida de novo, vou te dopar de drogas, cadela! — Me empurrou furioso.

 

Lutei para as minhas lágrimas não caírem ali, ciente que só agora entendi que ninguém quer tiver mais feliz que eles. O vi entrar no carro estacionada a distância, passando por mim em alta velocidade. 

 

Esperei mais um pouco quando o Uber chegou, entrei no mesmo. Indo para a casa minha cabeça borbulhava de coisas ridículas, sentindo minha garganta ficar seca, e meu corpo reagiu negativamente querendo esquecer da dor, da culpa e da realidade. 

 

Não demorou muito para chegarmos na frente do meu condomínio. Sai do carro em alta velocidade, sem cumprimentar o porteiro, meu apartamento ficava no primeiro andar, subir as escadas. Atravessei o corredor, entrando com tudo no meu apartamento, escorei pela a porta que fechei com força, começando a chorar. 

 

Lembrei de súbito do cartão do Dean, meia afobada, entre lágrimas peguei meu celular ligando para o homem. Dois toques ele atendeu. 

 

— Oi, quem é? — A voz suave me acalmou um pouco. 

 

— Oi, será que você pode ajudar? — minha voz saiu desesperada entre as lágrimas que saíam copiosamente, ele soube na hora quem seria, me pediu o endereço para ir até o meu apartamento.

 

 



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