História Sociedade Rosa Branca - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Crossdress, Girlxboy, Hentai, Internato, Internato Feminino, Romance, Segredo
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Palavras 2.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Cross-dresser, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa a demora, tava com preguiça e ocupada, então já viu né, mas o proximo não deve demorar tanto quanto esse, enjoy

Capítulo 2 - Vestiário


 Tirei minhas roupas apressadamente enquanto me dirigia até o banheiro, liguei o chuveiro e senti a água gelada escorrendo pelo meu corpo; não consegui deixar de soltar um gritinho baixo.

 — Okay, se acalme Ellie, respire fundo e deixe a água fria fazer sua magia — sussurrei enquanto encarava a parede branca.

 Fiquei em baixo da água dando alguns pulinhos até me acostumar; depois de me acostumar tomei um banho rápido, me enxuguei e enrolei a toalha nos meus cabelos.

 — Estou bem melhor agora, consigo pensar com a cabeça.

 Olhei em volta e senti como se algo faltasse... Minha saia, minha blusa, minha calcinha, meu sutiã... tudo parece em ordem.

 Não, espera, cadê o meu lenço? Eu não posso perde-lo! Ele é a minha marca de prestigio nessa escola!

 Me abaixo desesperada olhando em baixo da cama e... nada, dentro do armário também e nem sinal.

 — Onde? Onde? Meu deus, eu não posso perder esse bendito lenço — disse em voz alta me sentando no chão, com a tolha nos meus cabelos. — Já sei! Embaixo da escrivaninha!

 Obvio que só podia estar lá! Me apoio nos meus braços enquanto me abaixo para olhar.

 — Que bela visão você está me proporcionando, magnifica donzela. —disse a voz vindo da porta do quarto.

...

 Que?!

 — O que você está fazendo aqui seu tarado! — jogo, em pânico, um travesseiro em sua direção, ele pega com facilidade enquanto escondo minhas partes com as mãos.

 — Sabe, com a toalha seria mais efetivo. — Aponta para a coisa na minha cabeça, na qual eu agarro e me enrolo quase caindo no chão, devido a velocidade. — De qualquer forma, eu vim lhe devolver isso — me joga meu precioso lenço com um sorriso debochado no rosto.

 — S-se você já terminou já pode ir embora! —disse morrendo de vergonha, se bem que eu não queria realmente que ele fosse embora, mas a situação era embaraçosa demais.

 — Isso é realmente o que você quer? — se aproximou com passos despreocupados, vindo em minha direção, meu coração começou a palpitar mais forte. — Não é o que seu rosto me diz... — colocou a mão em meu queixo e levantou meu rosto para que eu olhasse para ele.

 Fiquei paralisada, ele parecia um predador pronto para devorar sua presa... Aos poucos minha visão foi desfocando e se prendendo aos seus belos olhos e boca, na qual se aproximavam de mim. Cada vez mais próximos até que ele finalmente chega perto do meu ouvido, sinto sua respiração próxima, na qual me estremece.

 — Por mais que eu queira devorá-la, não vou fazer até que implore. — Sussurrou em um tom perverso e se afastou. — Bem, vou para a minha próxima aula, você sabe onde me encontrar. — Fecha a porta atrás de si.

 QUEM ELE PENSA QUE É PRA ME PROVOCAR ASSIM?!

 Após esse contratempo, me vesti rápido e fui até o meu clube favorito: o clube de espadas.

 — Circuito de treinamento: nível 4, começando em três, dois, um... — O cenário branco do clube mudou para imagens e simulações de uma cidade em ruina antiga, cheia de musgos; momentos depois alguns robôs humanoides saíram e ficaram em posição. — Go!

 Assim que o sinal de partida foi dado eu peguei meus floretes e corri em direção aos robôs, que de imediato também vieram atrás de mim.

 O primeiro deu uma estocada em direção ao meu peito, na qual eu aparei com minha espada e lhe dei um chute, o afastando apenas o suficiente para que eu pudesse desviar do segundo sem problemas; esse, na qual deu um balanço horizontal que teria me cortado em duas, se eu não tivesse me abaixado e dado uma estocada no mesmo, perfurando seu torso.

 O primeiro não demorou muito para voltar a me atacar assim que o parceiro foi perfurado, me atacou sem brecha para contra-ataque, alternando entre balanços verticais e diagonais na qual fez com que eu andasse para trás.

 Mais um passo para trás e iria cair em um buraco, separei um pouco as pernas esperando para a investida do robô. Ele avançou em minha direção, uma estocada veloz, mas não o suficiente para me acertar antes que eu me projetasse para a direita, usando minha perna esquerda para me impulsionar. Cai no chão e rolei alguns metros enquanto ouvi, ao longe, um som de algo sendo perfurado, me levantei, bati a poeira e dei uma olhada no buraco, o robô estava lá, enfiado em um dos espinhos metálicos.

  — Circuito completo, retornando à sala padrão — o buraco começou a se fechar e a sala foi aos poucos voltando ao seu tom branco normal.

 Ouvi palmas ao terminar meu treinamento, óbvio que fiquei espantada! Ninguém vê meus treinos por ser exatamente em uma hora onde ninguém deveria estar disponível!

  — Eu não sabia que meu novo brinquedo lutava tão bem, escolhi bem — disse-me aquela voz docemente familiar.

 — Não sou seu brinquedo! — retruquei revoltada, me virando na direção da voz

 — Não é? Mas você parece ter gostado — Nith falou enquanto andava até mim.

 — Não gostei! É incomodo e eu sou um ser humano, não um brinquedo! — respondi um pouco envergonhada, a ideia de ser um brinquedo era excitante, mas era ainda mais triste.

  — A vermelhidão no seu rosto não diz isso, parece que a ideia te agrada um pouco. -Treplicou enquanto andava em minha direção, finalizando a frase colocando seus dedos nas minhas bochechas, já coradas, que agora ardiam mais vermelhas ainda.

 Dei um leve tapa em sua mão, tirando seus dedos do meu rosto.

  — Não pense que eu vou me degradar a um nível tão chulo quando os das garotas que você costuma pegar.

 Me afastei tirando as proteções e as deixando no chão, entrei no vestiário e me apressei a entrar no chuveiro, precisava de um banho para lavar meu corpo e minha mente.

Não me demorei muito e sai do chuveiro com o cabelo enrolado na toalha.

  — Você não é do nível delas, você é melhor - falou de supetão.

 Meu sangue gelou, minhas pernas falharam, não pode ser... Isso só pode ser um pesadelo.

 Antes de cair batendo na parede ele segurou meus braços.  

  — Não vamos nos acidentar no banheiro Okay? Seria difícil explicar isso aqui e você desacordada — faz um sinal sinalizando sua ereção.

 E só agora eu percebi que ele está me segurando pra não cair e eu estou nua... Não me demoro em puxar a toalha da minha cabeça e me cobrir com ela, Nith gargalha enquanto fico vermelha.

  — Você me diverte — diz se afastando e sentando em um dos bancos do vestiário, sua saia levemente levantada pela sua ereção.

Inflo minhas bochechas completamente nervosa e envergonhada, era a segunda vez e nos conhecemos a menos de dois dias inteiros.

  — Se vire pra eu me vestir — digo irritada.

  — Por que se eu já te vi pelada duas vezes? — disse com um sorriso sádico.

  — Se você não virar eu vou gritar! — bufei irritada no final

  — Okay, Okay. Não fique estressadinha, calma a...

  — N-NÃO OUSE TERMINAR ESSA FRASE! — disse alto, ele apenas se virou rindo.

 Peguei minhas roupas e comecei a me vestir o mais rápido que consegui, coloquei minha calcinha e sutiã, comecei a desacelerar, um pouco mais tranquila por ter tampado o mais importante.

  — Pode virar? — perguntou entediado.

  — Pode — disse colocando meu vestido.

 Tentei puxar o vestido o mais rápido que consegui, acabou que agora eu estou presa nele.

  — Calcinha bonita, não sabia que você gostava de usar calcinha com estampa infantil, é fofo.

  — S-se você contar isso pra alguém eu te mato!

 Ele ri

  — Precisa de ajuda?

  — P-por favor...

 O ouvi suspirar, reprimindo um riso; em seguida senti suas mãos em mim, me arrepiei instantaneamente.

  — C-como você conseguiu essa proeza? — disse incrédulo

  — É um dom

 Pouco depois ele conseguiu me soltar.

  — Dois peitão gostoso desse e você prefere prender eles no vestido do que na minha mão?

 Meus peitos são pequenos, mas por culpa deles que me enrosquei no vestido, então não tenho como retrucar.

  —Tsc

 Ele se afastou me dando espaço, ajeitei meu vestido e não consegui deixar de observar seu pau, agora mais duro, fazendo volume na saia, foi uma luta pra desviar o olhar, uma luta que eu perdi.

  — Você nem disfarça que quer ver de novo né?  — Sentou-se folgadamente, abrindo suas pernas.

 Minha respiração deu uma leve alterada com isso, com ele me provocando desse jeito, como não iria me afetar? Uma presa implorando para ser devorada, se deixando o mais vulnerável, pedindo para o meu ataque...

  — Eae, o que vai ser? — começou a levantar sua saia, mostrando ainda mais pele.

 Uma pele tão convidativa... Eu não consigo me segurar, avanço em sua direção o derrubando no chão; minhas mãos estão em seus ombros e minha respiração está um tanto quanto acelerada, ele me olha, visivelmente surpreso com a boca entreaberta.

 Seu pescoço parece brilhar de tão desprotegido, percebendo meu olhar em seu pescoço ele mexe um pouco a cabeça para o lado, deixando ainda mais visível seu pescoço.

 Abre um sorriso, mas antes que o mesmo fale algo eu avanço, coloco minha boca em seu pescoço que, mesmo sendo de um garoto, ainda sim era delicado... Creio que lugares vitais continuam com a mesma macies se não for feito exercício localizado; de qualquer maneira, dou uma leve mordida após esse pensamento e ele, que já tinha soltado um leve suspiro ao sentir minha boca, soltou um gemido baixo com a mordida.

 Sua respiração que estava calma até momentos atrás, agora estava descompassada e um pouco rápida, senti os movimentos de sua barriga e a pulsação de seu pênis.

 Lambi seu pescoço e senti o mesmo se estremecer, lhe dei um chupão de ficar marca e o senti mover suas pernas, sua respiração era audível agora.

  — Não me provoque assim garoto, você não tem NOÇÃO do quanto é difícil pra mim —sussurrei no seu ouvido, mordiscando o mesmo — ainda mais porque faz eras que não vejo um garoto.

  — Então não se segura... — disse entre os leves gemidos que emitiu, começou a passar suas mãos nos meus joelhos e foi subindo por baixo do meu vestido, suas mãos firmes nas minhas coxas.

 Eu sinto como se meu sangue estivesse energizado, não consigo não me arrepiar... Não quero que ele pare, mas se não o parar não vou conseguir retomar o controle.

 Seguro suas mãos e as prendo do lado de sua cabeça, ele parece um pouco irritado e desesperado agora, não posso negar que essa expressão me excita.

  — V-você disse para não te provocar, mas a única pessoa provocando alguém aqui é você — gemeu ofegante, tentando se soltar, mas falhando devido aos meus estímulos periódicos.

  — Se você não tivesse se insinuando tanto eu não estaria fazendo isso!

 Ele parou de resistir, ofegante, parei com os estímulos periódicos.

 Respirou fundo e mexeu seus quadris de forma furiosa embaixo de mim, mesmo por cima da roupa eu senti sua pulsação febril, continuou estocando contra minha calcinha, que agora já estava úmida e marcando devido nossa pequena “briga”.

  — P-por favor, me deixe pelo menos ver seus peitos — implorou, extremamente ofegante.

 Levantei meu vestido e o segurei com a boca, voltando a prender sua mão logo em seguida.

 Agora que ele conseguia ver tanto minha calcinha encharcada quanto meus peitos no sutiã não poupou esforços, começou a investir com toda sua força, o que fez com que eu quicasse nele devido ao impacto. Cada batida o fazia ficar mais perto de gozar... E eu também.

 Foi questão de segundos para que ambos chegássemos ao clímax, seu gozo sujou nossas roupas de baixo.

  — Quero... te provar — disse-me entre as arfadas.

  — Isso é o máximo que você vai conseguir de mim. — Lhe disse tentando parecer imponente, mas falhando devido ao clímax que ainda tinha efeito no meu corpo.

  Sai de cima do mesmo e me sentei em um dos bancos, ajeitei meu vestido e tirei minha calcinha, com cuidado para não mostrar nada.

  — Oh, então você quer continua? — Levantou-se rápido, se apoiando em seguida, após se estabilizar veio andando até mim, todo pomposo.

  — N-não, eu vou lavar minha calcinha que você sujou! — Me levantei e fui até uma das pias, comecei a lavar lá.

  — Posso meter em você enquanto faz isso?

  — Não!

  — Posso esfregar meu pau na sua buceta enquanto você faz isso?

  — NÃO!

  — Na sua bunda?

  — Se eu disse não antes por que acha que vou dizer sim agora?

  — Não custa tentar né — se afastou e entrou em um dos banheiros, pegando papel pra se limpar.

 Terminei de lavar minha calcinha, deixei na beirada da pia e fui ao meu armário pegar minha bolsa, aproveitei e guardei meu equipamento, guardei a calcinha na bolsa antes de sair do vestiário, Nith já me esperava do lado de fora.

 Estava começando a escurecer, fui para o meu quarto para ter minha merecida noite de sono.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, bjs


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