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História Sócios (Larry Stylinson) - Capítulo 1


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Notas do Autor


Hello Helloooo!!!
Como vocês estão, meus lindos?! Senti saudadeeesss
Em suma: essa história é um lapso de criatividade de uma madrugada fria regada á insonia e muito energético.
Não sei ao certo quando postarei o próximo capítulo, mas não vai demorar muito
Ps: será uma fanfic pequena, creio eu.
É isso, pissual. Boa leitura, e espero que gostem :)

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Sócios (Larry Stylinson) - Capítulo 1 - Capítulo 1

A claridade provida do escaldante sol de início do verão adentrava, aos poucos, o jato particular da família Tomlinson. Um dos raios luminosos foi de encontro direto com o rosto do garoto adormecido na poltrona de couro reclinada, entre cobertas que circundavam seu pequeno corpo encolhido.

A temperatura do avião era fria, climatizada artificialmente para contrastar com os trinta e seis graus do mundo exterior. E isso ainda levando-se em consideração que eram sete e meia da manhã.

Califórnia. Doce Califórnia.

Louis costumava dizer (ou praguejar, dependendo da interpretação) que os verões daquele Estado poderiam ser categorizados habilmente como um teste drive para o inferno. Porém, levemos em conta o adendo de que qualquer temperatura acima dos vinte graus é considerado extremamente quente para um londrino.

O garoto se desfez aos poucos de sua inconsciência, sentindo os olhos sensíveis queimarem sutilmente por conta do sol direcionado á eles. Demorou alguns segundos para raciocinar onde estava, esfregando as pálpebras com as costas das mãos enquanto se sentava na poltrona, á fim de possuir um melhor panorama da situação á sua volta.

Quatro, de suas cinco irmãs, se encontravam em um sono profundo. Uma em cada poltrona, alheias á claridade que se alastrava no local por meio do nascer do sol progressivo. Sua irmã mais nova, Doris, acordada e bem vestida como sempre, trajando um vestido rosa de bolinhas brancas que a fazia parecer uma pequena boneca de porcelana. Estava concentrada no desenho que coloria com suas tão amadas canetinhas, deixando a língua fugir da boca vez ou outra.

Ernest, o único irmão que possuía, jogava algum jogo educativo no tablet que nitidamente era muito grande para suas pequenas mãozinhas infantis.

Mark e Johannah estavam sentados á mesa junto das duas crianças. A mulher, espetacular como sempre. Em seu típico e elegante terninho branco, combinado com um salto alto scarpin de coloração vinho. Mark não ficava para trás na elegância, vestindo uma camisa social branca dobrada despojadamente até os cotovelos, e uma calça social preta.

Seus pais exalavam poder desde quando conhecia-se por gente, e Louis sempre amara isso.

Amara se sentir tão poderoso quanto eles. Amara se sentir superior. Intocável.

-Bom dia, querido –a mulher de meia idade pousou delicadamente a xícara de chá no pires, lançando um sorriso amável ao filho ao vê-lo finalmente acordado –Chegaremos em vinte minutos. Está animado?

Louis abriu um sorriso sem dentes, debochado.

Não se enganem, Tomlinson adorava as viagens anuais de sua família para a mansão de praia, no sul da Califórnia. Sempre era divertido, e conseguiam aproveitar o curto período de tempo em que todos os membros da família estavam total e inegavelmente desconectados de qualquer tipo de estudo, trabalho, ou preocupação.

Mas dessa vez, seria diferente. Pois aquela viagem, nada mais era, que uma viagem de negócios disfarçada de férias de verão.

Johannah sempre estivera no topo. Desde que herdara a empresa de seu pai aos dezoito anos, comandou-a com louvor e a expandiu de forma inacreditável, ficando internacionalmente conhecida no mundo dos negócios em um período absurdamente curto de tempo.

Porém, dois anos atrás, surgiu outra empresa: Styles. A qual espantou o mundo todo ao crescer tão (ou mais) rápido quanto a de Johannah. Capas de revistas e programas de televisão abordavam o assunto incessantemente, nomeando aquele pequeno e mísero feto do business como o suposto credor da queda do império Tomlinson.

Mas era óbvio que aquilo não ficaria por isso.

Iniciou-se uma corrida de gato e rato incessante, que tomava dimensões cada vez mais inacreditáveis e surpreendentes. Investimentos, transações, compras, vendas. Bilhões e bilhões de dólares em jogo.

No fim das contas, tudo vale por poder, não é mesmo?

Johannah sabia que no mundo dos negócios, mais importa aquilo que você aparenta ser do que o que você realmente é. E na realidade, a empresa inimiga apenas aparentava ser magicamente imbatível, sendo que na verdade ainda estava em processo de formação e teria de ir com calma em sua estruturação de base.

Porém, não era esse o caminho que estavam trilhando. E em algum momento, as pequenas complicações que obviamente vinham se juntando aos poucos, virariam uma bola de neve impossível de ser parada.

O quão longe iriam para manter as aparências?

Era isso que Johannah queria descobrir, e foi o que fez ao receber uma ligação em seu escritório dois meses atrás.

Oferta de aliança. Também interpretável como bandeira branca dos desistentes.

Na mente de Louis, algo completamente inaceitável e até mesmo desrespeitoso vindo de alguém que tentara por anos derrubar sua própria família. Na mente de Johannah, uma oportunidade de negócios.

E das boas.

Boa o bastante para levar não só a mulher, mas também todos seus filhos e marido para passarem as férias de verão na mansão dos Styles, em sinal de boa fé. Á convite de Desmond, o líder da família.

Três meses na mansão dos asquerosos, sangues-sugas e petulantes Styles. Aqueles que foram motivo de dores de cabeça e noites mal dormidas durante meses incessantes.

Que agradável, não?

-Vá se arrumar, filho. Pelo amor de deus, penteie esse cabelo. A primeira impressão é sempre a que conta –Mark falou, levantando os olhos do jornal impresso (sim, isso mesmo. Era um homem apegado aos costumes tradicionais) para poder direcioná-los ao garoto á tempo de flagrar os olhos azuis se revirando com vigor –Também te amo, garotão.

Louis bufou emburrado, chutando as cobertas com certa raiva e se estressando mais ainda ao ouvir os risos abafados de sua mãe e pai perante sua atitude.

-Vocês vão ver –começou, levantando-se da poltrona e abrindo o compartimento acima da mesma. Logo pegou uma nécessaire da Louis Vitton, onde guardava seus itens higiene básica –Vão se arrepender de terem dado chance pra ralé. Ainda mais esses...

-Olha a boca –Doris advertiu, recebendo olhares espantados de todos despertos no recinto. A garota estava totalmente alheia á atenção que recebera, colorindo tranquilamente seu desenho.

-Sua irmã tem cinco anos e tem mais classe que você, Louis Tomlinson –Johannah falou para provocar, não contendo a gargalhada ao ver o filho abrir a boca em descrença enquanto colocava as mãos na cintura.

-Ela é pau mandado de vocês! Isso é lavagem cerebral! Venha para o lado rebelde da força, Doris.

-Nunca! –Mark exclamou dramaturgicamente enquanto soltava o jornal e pegava Doris para envolvê-la em seus braços protetoramente –A princesa é minha!

-Então que lutarei por sua mão, donzela! –Louis respondeu, entrando na brincadeira enquanto ficava em pose de ataque, usando a nécessaire como suposta “espada” de guerra

Doris gargalhava sem parar, com sua risada gostosa ( e escandalosa) ecoando pelo local e acordando as outras irmãs de Louis, que se levantaram confusas uma por uma em uma reação em cadeia. Jay acenava negativamente com a cabeça, sem conseguir conter a risada ao ver a zona que havia se formado de um segundo para o outro.

Talvez aquela viagem não fosse tão ruim quanto parecia.

 


Notas Finais


E... começamoooos! :p
Espero que tenham curtido, e se sim, façam um favorzinho pra tia: favoritem e comentem. Anima muitooo a continuar a escrever <3
Até a próxima, fui!


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