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História Socorro, virei pai! - Jeon Jungkook - Capítulo 4


Escrita por: e Psicodelication


Notas do Autor


Tive que postar de novo, pois para muitas pessoas o capítulo não estava abrindo.

Capítulo 4 - Nossa conexão


Fanfic / Fanfiction Socorro, virei pai! - Jeon Jungkook - Capítulo 4 - Nossa conexão



- Seus inimigos agora são: queijo, qualquer bebida alcoólica, sua mãe e sua sogra... - A médica diz sorrindo. - Não só elas como qualquer outra pessoa que tenha filhos. Afinal, sempre é elas que te falam o que fazer. 


- Já estão falando.. - S/n suspira deitando a cabeça no meu ombro. - Quando podemos ver o bebê?


- Com dois meses. Se for uma ultrassom morfológica, vocês  poderão ver o bebê direitinho. 


- Ela está com um mês, da para ouvir o coração? - Pergunto ansioso. 


- Da sim! Se vocês quiserem, podemos escutar! - A médica ja da terceira idade se empolga. - Venha querida, deite-se ali na maca. 


S/n sorri animada e então fomos até a maca. Lá, S/n se deitou e levantou sua blusa. Sua barriga ainda não esta a mostra, mas confesso que já esta dando uma diferença. Semana passada, tivermos que ir ao shopping para comprar calcinhas, pois S/n disse que as outras estavam a apertando. 


- Eu vou passar esse gelzinho, para assim o aparelho deslizar, isso ajuda a ver o bebê também. - A médica passa um pouco de gel sobre a barriga da S/n e logo desliza o aparelho. - Ainda está um feto, não está formado ainda. 


- Olha amor, que bonitinho. - S/n me olha sorrindo. 


- Escutem o coraçãozinho dele... - A médica deixa o aparelho em uma posição e assim, foi possível escutar o coração. 


Meu coração quase parou. Não era só o som de um coração batendo, era o som do coração do meu bebê com a S/n. Isso é muito surreal. Não queria chorar, mas não consegui segurar, foi muita emoção. Seguro sua mão fortemente sentindo minhas lágrimas descer. S/n também estava emocionada, e seu sorriso feliz era a melhor coisa. 


- Obrigada, amor. - Deixo um beijo na sua testa. - Eu amo vocês. 


- Eu também amo você. - S/n sussurra com um sorriso. 


A médica deu alguns conselhos para S/n, como alimentação, algumas aulas que ela terá que fazer para preparação de parto e passou os dias das suas consultas. Quando chegamos em casa, descidimos olhar uma casa maior, a nossa até tem um quarto sobrando, mas como disse para Taehyung, tem coisas lá que não dá para desfazer. 


- Você realmente quer se mudar? - Pergunto abraçando S/n. 


- Querer eu não quero, mas acho que vai ser necessário. Essa casa tem tanta história nossa e foi a primeira casa que a gente comprou. - S/n acaricia meus braços enquanto deita a cabeça sobre meu ombro. 


- Você lembra de quando fomos morar juntos? Naquele apartamento? - Pergunto sorrindo. 


- Eu lembro. - S/n ri divertida. - Não deu uma semana o síndico nos deu multa de condomínio por barulhos inadequados. 


- Caramba amor, isso foi o auge! - Começo a rir. - Tenho saudades de lá, também tivemos muitas histórias lá. 


- Verdade. - Entrelaço nossos dedos deixando um beijo no topo da sua cabeça. - Acha que, podemos desocupar o quarto? Ele seria perfeito pro bebê. É grande, bem arejado. Podemos passar as coisas pro sótão, a gente pinta lá e ajeita tudo. Tem coisas lá de quando a gente tinha...uns dezenove anos? Se procurar tem meu primeiro sutiã. 


- Vamos lá? Quero ver seu primeiro sutiã. - S/n me cutuca rindo. - Não agora é sério, vamos lá, jogamos fora o que não queremos e guardamos no sótão o resto.


- Tá, vamos. - S/n se levanta dando dois tapinhas na minha coxa. 


Pegamos alguns sacos de lixo e fomos até o quarto. Caramba, tinha tanta caixa que eu me perguntei o que tinha nelas. Pegamos caneta e durex para escrever nas caixas as coisas que tinha dentro. Começamos a abrir uma por uma e ver o que queríamos e o que iríamos jogar fora.


- Oh, meu primeiro sutiã. - S/n me mostra o sutiã. - O pior que é ele nem cabia em mim, ficava sobrando um grande espaço sabe? E eu preenchia com algodão. 


- Meu Deus, amor. - Começo a rir. - Por algum motivo, eu lembrei da chuva de meteoros na escola, lembra? 


- Ah que você olhou pros meus peitos? - S/n pergunta com ironia.


- É, e você olhou pro meu pau. - A olho com deboche. 


- Já tinha visto antes, quando tirei fotos suas tomando banho... - Seu sorriso foi divertido, o que me fez rir.


- Você é maluca! - S/n ri. - Vai jogar fora? 


- Eu vou. Não tem porquê guardar um sutiã de mil novecentos e cacetadas! - S/n diz colocando o sutiã dentro do saco de lixo. - Eles dizem que o primeiro sutiã a gente nunca esquece para as meninas. Mas e pros meninos? É tipo, a primeira punheta a gente nunca esquece? 


- É bem assim. - Falo rindo. - A não, olha isso! - Pego a roupa de policial. 


- Isso a gente não vai jogar fora! - S/n começa a rir. 


- Isso temos que jogar fora. - A olho com reprovação. 


- Amor, essa foi nossa primeira fantasia sexual. Guardar de lembrança. - Isso me lembrou do porquê ganhamos multa por barulhos inadequados. - Na verdade, vamos guardar todas as fantasias! 


Nego com a cabeça rindo, porém, guardei todas as fantasias que achei, fizemos até uma caixa específica, onde também guardamos as coisas da nossa lua de mel. Achamos tantas coisas, mas, uma das coisas que mais me surpreendeu foi achar minha luneta, sim, a luneta daquela época de escola. Quando vi, nem acreditei. 


- Isso é uma relíquia. - S/n vem até mim quando estico minha mão para ela, a fazendo sentar no meu colo. - Meu diário. 


- Posso ler? - Pergunto, já que, eu que tinha achado. 


- Pode. Comecei a escrever quando tive minha primeira menstruação, então pula o começo porquê foi muito constrangedor e se você ler, não vai conseguir comer.  - Sua feição foi de desgosto, o que me fez rir. 


- Você colocava título nos dias? - Pergunto passando as folhas. - Meu primeiro beijo... - Leio e coço a garganta. - Querido diário, hoje eu beijei o Luan. Não foi bom, porquê nossos aparelhos se grudaram e ele me babou... - Olho para S/n com os olhos cemi-abertos. - Graças a Deus meu primeiro beijo foi com você. 


- Podemos dizer que eu já tinha experiência, então não foi tão ruim. - Seus ombros se encolhe.


- Meu primeiro beijo com uma garota. - Leio o título e olho para S/n que segura o riso. - Querido diário, hoje eu dei meu primeiro beijo com uma garota. Foi bom, eu gostei muito. Agora duvido da minha sexualidade...mas isso é muito confuso pois tenho só treze anos. - Olho para S/n que sorria. - Amor, você...é meio sapatinho de cristal? Não que eu tenha preconceito ou algo assim. 


- Eu duvidei da minha sexualidade por muito tempo, isso você já sabe. Mas hoje em dia eu não me vejo com uma mulher ou algo assim. Na minha época adolescente eu peguei muita mulher, mais foi só fase. - S/n diz pensativa. 


- Você pegava mulher mesmo? Tipo, pegava mesmo? - Pergunto sorrindo.


- É. Já dei muitas, linguadinhas por aí. Mas eu também ficava com homem. - Ela diz descontraída. 


- Uau! - A olho surpreso. - Continuando...minha primeira vez...ah não vou ler isso. Além de ser muito pessoal seu, eu não quero imaginar você transando com outra pessoa. 


- Não foi nada muito demais... - S/n suspira. - Na verdade foi tipo...gostoso, mas foi ruim. Doeu muito e eu não gozei então foi ruim. - S/n começa a rir. - Eu já ia perguntar como foi sua primeira vez... 


- Foi ótima, foi com uma pessoa muito especial para mim, que eu amo muito. - Sorrio dando-lhe um selinho. - Vou continuar a ler seus segredos. Minha primeira vez com...acho que vou parar por aqui mesmo. - Falo e S/n começa a rir. 


- Você nunca teve um diário? Nunca compartilhou suas coisas com você mesmo? - Sua pergunta me fez refletir.


- Não..eu sempre contava pro Taehyung, acho que só. Além dele ser meu único amigo, ele era a única pessoa que confiava. 


- Confesso que depois dos dezessete, quando a gente voltou a dividir sala. Eu pensava que vocês dois se pegava.


- Você pensa muitas coisas que me dá medo. - A olho sorrindo. 


- Mas é verdade, vocês sempre estavam juntos. Aí eu pensava que era melhor deixar você pra lá, porquê você gostava de outra coisa... 


- Ainda bem que você não me deixou pra lá. - Dou um sorriso junto com S/n. - Eu te amo muito! Da vontade de te morder! 


- Eu também te amo! - S/n coloca as mãos sobre minhas bochechas. - Pode morder, mas, se você me morder, você tem que deixar eu fazer aquilo. 


- Então não vou te morder. - S/n ri se levantando. - Vamos terminar? 


- Vamos! 


Terminamos de arrumar o quarto e guardamos as coisas no sótão. Ajudo S/n a limpar o quarto, mas na verdade, mais brincamos e rimos do que arrumamos. Posso dizer que a gravidez veio para nos deixar mais unidos. Antes, já eramos bobos um pelos outros, agora estamos mais ainda. O amor faz bem, eu descobri isso a muito tempo, mas saber que tem uma parte minha e uma parte da S/n sendo gerada dentro dela é surreal. Saber que nossas genéticas vai se juntar ao nosso bebê é inacreditável. Assustador é o jeito que eu já amo o bebê de um jeito incomum. Acho que tudo isso é nossa conexão, eu não sei. Só sei que é mágico demais, parece um sono, um sonho muito bom que eu nunca quero acordar. 


Notas Finais


É isso! Espero que tenham gostado!


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