História Sofá - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias EXO
Personagens Kai
Tags Imagine, Kai, Kim Jongin, Playlistsnq, Vocêxidol
Visualizações 71
Palavras 1.913
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii, sei que a única pessoa que esperava por isso era minha BiluBilu, esse é meu presente que deveria ser lançado as seis da tarde do dia sete, mas eu decidi que juntaria o útil ao agradável e postaria como parte do Desafio SNQ feat. Presente da Bilu.

O texto foi betado pela @callmenoona - que você pode ler como minha futura mãe - E essa capinha linda (que foi atualizada) foi feita pela diva @pisao que pisou no meu coração com essa obra de arte.

E bem, como se pode ver nos avisos, é para maiores (mesmo eu sendo zigoto, isso não me impede de ser safada mas ainda assim zigoto ksksksm) tem seqsu minha gente, seqsu, então leia se esse tipo de conteúdo te agrade.

Bem.....é o meu segundo Hentai depois de Um ano e alguns meses (de 4 a 6 de não me engano) se estiver faltando algo, me desculpem desde já.

Encerrando essas notas, Aproveitem a história, e amor meu, Feliz aniversário um pouco atrasado ❤❤

Capítulo 1 - Curta distância


Fanfic / Fanfiction Sofá - Capítulo 1 - Curta distância

Mais uma vez eles haviam discutido, e JonGin não gostava nem um pouco daquela sensação, se sentia triste e sem motivação ao perceber sua garota se afastando mais uma vez de si.


Ele não via uma solução para tratar daquela situação além de permitir ela esfriar um pouco a cabeça e passar o dia um pouco distante, pois sabia que se tentasse mais uma vez tocar no assunto, poderia machucá-la um pouco mais e, acima de tudo, conseguiria ver o problema se complicar mais.


Decidido a dar um tempo e espaço para que ela pudesse se acalmar e colocar os pensamentos no lugar, ele se aprontou e iniciou mais um dia de trabalho cotidiano.


Enfrentou aquelas pessoas estressadas ao seu lado dentro do ônibus, na calçada daquela grande metrópole e dentro da empresa.


Tentava de todas as formas também se acalmar e pensar positivamente, talvez tudo aquilo fosse apenas um mau bocado.


Mesmo que parecesse impossível àquela altura do campeonato, ele mantinha seus pensamentos agradáveis e positivos. Seus pensamentos.


Mesmo com o seu diretor de departamento jogando cada vez mais tarefas sobre ele, ele ainda se mantinha com um semblante calmo e tranquilo, totalmente diferente de seu interior que poderia ser nomeado como puro caos.


Rezava todas suas orações conhecidas para que aquela tarde - e sensação - se dissipassem o mais rápido possível. Percebeu que estava ficando nervoso sem a resposta da mais nova, quando seus pés - teimosos - insistiam em bater sem intervalo contra o assoalho abaixo de sua mesa.


As mãos correram nervosamente pelo rosto, ao perceber que havia se passado um pouco mais da metade de seu expediente.


Sentia-se cada vez mais ansioso com cada minuto que se ia e, mesmo que tivesse muito trabalho pela frente, em momento algum conseguia tirá-la de sua cabeça.


Aquilo estava o deixando louco, por que ela estava tão longe?


Aquela pergunta rondava com cada vez mais frequência sua cabeça, quando o relógio começava a marcar seus últimos momentos de trabalho.


Não sabia o que aconteceria ao chegar em casa, não sabia se ela havia descansado e pensado com um pouco mais de calma, tinha medo de ter machucado sua garota, mas estava decidido a se desculpar assim que chegasse ao lar.


Seu nervosismo piorou ainda mais, quando se aproximou de casa, e ao encostar na maçaneta da porta, pode ouvir o barulho do rádio, pois dele ressoava aquela música.


Já a garota que esperava sentada no sofá vermelho, sabia que era durante aquela hora que JonGin voltava do trabalho cansativo e, para que não houvesse erros em seus planos, garantiu que aquela playlist ficaria somente naquela música.


JonGin entrou desconfiado pela porta da frente, ainda nervoso por não saber o que esperar de sua garota. Mas como todas as outras vezes, ela o surpreendeu. Ele a encontrou sentada de pernas cruzadas sobre o sofá, seus cabelos estavam soltos e ele garantiu para si mesmo que nunca mais se esqueceria daquela visão, do recorte daquele momento na sala.


Os lábios da garota jaziam molhados pela saliva recente de sua língua que tentava novamente lubrificar aquela região; ela estava tão nervosa quanto ele.


Ela suspirou, fazendo com que a visão de JonGin fosse para seu busto, que havia subido com a ação. Ele tinha percebido que era louco por aquela mulher.


A garota movimentava sua boca na mesma sincronia em que a música embalava a sala, e repetindo aquelas palavras do início da música, ela se aproximou dele.


- “Só anseio por você de volta, estou sozinha no sofá onde você costumava estar…” - Sua voz corria pela sala em um tom brando, calmo e ameno; e quando ele menos esperava, pode sentir as mãos dela tocando seus braços e descendo até sua mão direita, onde segurava aquela pasta negra.

Ela a retirou lentamente, e a apoiou no chão, logo voltava seu olhar para o mais velho, podia sentir toda aquela energia que os rondava e, assim como ele, ela também era incrivelmente apaixonada por esse homem, em cada mínimo detalhe.


- “A saudade que se espalhou pela sala, eu não pude colocar isso no meu coração;” - um silêncio curto se instalou no local e toda a tensão que JonGin sentia antes, voltara com força total. - Me desculpe. - Ela suspirou novamente antes de aproximar seu rosto do rapaz, e depositar um beijo casto naqueles lábios dos quais queria sentir a textura todos os dias. - Eu amo você, e todos seus detalhes mais simples, Kim JonGin. - Ela sorria com a coloração de suas bochechas, naquele tom magnífico de rubro.


Os ombros do homem caíram, se desarmando por completo, e declarando rendição àquela demonstração de paz. E sem delongas novamente tomou os lábios de sua noiva para si.


Com mais volúpia, poder e desejo, ele envolveu a cintura dela com suas mãos e a apertou contra seu corpo, ele desejava todo aquele contato antes mesmo da maldita discussão.


Quando se separaram, JonGin não queria que o contato findasse; então deslizou seus lábios até a clavícula da mulher e ali fez uma pequena marca, depositando uma pequena mordida, intercalando entre pequenos beijos e algumas sucções.


Enquanto eu espero por você, eu não consigo dormir a noite toda.


- Eu estive pensando em você o dia inteiro, tive medo de te perder - ele confessava enquanto voltava a depositar selares por todo o rosto de sua noiva.


- E durante todo o dia, tive medo de você não voltar. - Seu olhar começava a brilhar, mas ela teimava contra as lágrimas, impedindo-as de sair. Depois da confissão, ambos sorriram, se encarando.


JonGin sabia que para ele, ela era completamente perfeita, seu sorriso, a cor de seus cabelos, até mesmo o formato de suas unhas, das quais ela tanto se gabava.


Kim não tinha mais dúvidas, se abaixando um pouco, agarrou as pernas da garota, a levantando e a apoiando sobre seu quadril. Ele se sentia tão febril, seu corpo pedia para que eles se completassem mais uma vez.


Ele a depositou naquele sofá, a olhou dentro dos olhos e novamente buscou por sua boca. Quando se encaixavam, seus movimentos faziam barulhos que pareciam ser sexys demais para aquele momento. Mas adoravam cada estalo.


Suas mãos passeavam na cintura da mais nova, sempre buscando mais atrito entre seus corpos. E novamente ele voltou a apoiar seus lábios na clavícula e ombros dela, ele não queria mais controle, ele queria a sentir por completo.

E a batida daquela música tornava tudo mais excitante. Tanto que fizera com que o maior iniciasse movimentos de sua pélvis contra intimidade da mulher.


Os suspiros da moça pareciam dolorosos demais para ele, e se ela queria, ele a daria mais uma vez uma pequena porção do pedacinho do céu.


Apoiou sua mão direita sobre o seio esquerdo, e ali começou a massagear, gostava da textura que aquele espaço do corpo dela, pois ela reagia a todos os seus estímulos.


Seus beijos molhados foram descendo por sobre a pele exposta do busto, e com a mão esquerda que estava livre, desceu as alças da camisola que ela utilizava.


E como de costume, ele parou para apreciar o corpo que sua noiva tinha, cada curva era tão perfeita para ele; cada marquinha que para ela poderia ser um defeito, para ele era um detalhes esplêndido feito apenas para ele. Sob medida, única.


Ela havia se acostumado, sabia que ele adorava observá-la, e dizer de como amava cada parte de seu corpo, então durante o tempo que se passou, ela não reclamou.


Logo voltando a si, Kim voltou a depositar sua boca sobre a pele daquela mulher, marcou também o vale de seus seios, suas mamas e depositou uma mordida em seu bico rijo, mas não ficaria ali tanto tempo, pois seu objetivo era o que vinha um pouco mais abaixo.


Terminando de descer aquela peça de roupa, a única coisa que ainda o impedia, era a calcinha. E decidido a mudar um pouco, se levantou e pediu para que ela fizesse o mesmo.


Enquanto ele desafivelava o cinto de sua calça, pediu para ela desprover-se daquela peça, aproveitou e abaixou suas calças ficando apenas com sua cueca.


- Se sente e abra bem as pernas, ahn? - Ele ditava enquanto passava novamente a língua sobre os lábios. Antes de se abaixar entre as pernas dela, pôde ouvir a música novamente se reiniciar.


Dobrando cada um de seus joelhos, se pôs de frente à barriga dela, olhou para cima por um momento, e pôde ver o rosto avermelhado da moça que amava. Inclinou o rosto para frente depositando um selinho nela e logo depois descendo lambidas por sua barriga. Quando chegou próximo à virilha, ele puxou um pouco a cintura dela, fazendo com que o corpo da mais nova se inclinasse para trás e toda aquela região ficasse bem à mostra para ele.


Com beijos castos, cercava aquela região, aproveitava o cheiro do pós banho, e sem nenhum tipo de sinal, puxou com os dentes um dos lados do lábio grosso da vagina dela, fazendo com que ela rugisse.


Com sucções sobre o clitóris da garota, ele aproveitava a sensação dela se contrair contra sua boca. Separando um pouco mais as pernas dela, ele espalhou naquela região sua língua. Seus movimentos eram lentos e acompanhados de pequenos sopros.


Poucos minutos depois, pôde sentir as pernas dela começarem a tremer, sabia que faltava pouco para que ela chegasse ao seu limite, mas queria que ela esperasse um pouquinho mais.


Apoiando seu quadril contra seus pés, JonGin adentrou sua destra por dentro do tecido que compunha a cueca e envolveu seu pênis acariciando sua glande. Sabia que também já estava saturado, mas queria saber até onde ele podia ir. Ela também buscava se aliviar, porém toda vez que ela buscava se tocar, ele depositava um tapa estralado em sua mão.


Quase também se desfazendo, com certa dificuldade ele se levantou e abaixou, por fim, toda a cueca e se colocou por cima de sua garota, após ela já ter acomodado seu corpo deitado.


Tão distante do meu lado, você está tão distante.


- “Amor, por que você está tão distante?” - ela sussurrou assim que a música havia citado. Os pequenos pelinhos que nasciam ao redor do pênis dele, não a incomodava tanto, desde que ele a completasse logo.


E como um pedido, ele se encaixou e por fim arremeteu toda a estocada, entrando por completo. Ambos soltaram gemidos satisfeitos. Tanto que a menor havia sido obrigada a cerrar os olhos.


Os movimentos dele eram lentos, porém fortes e precisos, ele segurava a cintura dela com um pouco mais de força a cada nova estocada se forçando a aguardar um pouco mais para despejar seu prazer.


Em um momento, ela envolveu sua cintura com as pernas, aproximando seus corpos um pouco mais. E ali, naquele momento, o atrito que aquela ação causou, fez com que Kim mordesse os lábios fortemente se auto impedindo de rugir ou bradar de maneira avassaladora.


Quando eles se desfizeram, JonGin adorou - e ele sempre adorava - a costumeira sensação de ser apertado pelas paredes internas dela. Era tão quente, húmido e confortável. Quando se retirou de dentro dela, deixou-se cair ao seu lado no sofá, a envolvendo entre seus braços.


- Eu te amo tanto - ela dizia se ajeitando no tórax de seu noivo, e fechando os olhos impedindo a si mesma de chorar. - Me desculpe por causar essa briga de novo.


- Amor, eu não te culpo pela discussão, nós dois participamos, então nós dois estávamos errados; eu também te peço desculpas, meu bebê.- Ele depositou um selar longo sobre os cabelos de sua noiva. - Eu te amo muito mais, não duvide nunca de minhas palavras.

Só anseio por você de volta.


Notas Finais


E então? Murchou? Gostou? Qual seu sentimento em relação à " sofá "? Se gostou, peço para que favoritem e deixem um comentário bem legal, que eu prometo responder bem gentil ^-^ ♡

Sigam o projeto Sn pois está ficando um dos projetos mais Ícones aí eu poderia ter me inscrito <3 @snquality

Por que não dar uma passadinha no da mozona @lyublyu

Aproveite....tem o meu tbm skskksks <3 @Hopexxmoon__ ( "A eterna ZoeYanmi ")


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...