História Sofrimento não escolhe vítimas- imagine suga(Min Yoongi) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys, Imagine Min Yoongi, Imagine Suga
Visualizações 88
Palavras 2.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aqui mais um capitulo, o cap 4 ja ta sendo feito, so esperem

Capítulo 3 - Single life, so enjoy


Fanfic / Fanfiction Sofrimento não escolhe vítimas- imagine suga(Min Yoongi) - Capítulo 3 - Single life, so enjoy


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   Ele me puxou pelo pulso e falou.

 


  - quer saber, vem vamos essa merda!- ele gritou.

 


    Ele pegou uma Ak-47 e foi até o quintal. Talvez eu tenha me empolgado um pouco, eu simplesmente esqueci de desligar o alarme. Ele me puxou pelo pulso, apontando a arma na minha cabeça, ao redor, tinha vários policiais com as armas apontadas.

 


  - se atirarem eu a matarei, só puxar o gatilho!- meu pai ameaçou. O alarme começou a tocar aquele barulho irritante, e atrás da casa mal pintada e descascada nas paredes, havia vários outros policiais, um policial chegou perto e apontou a arma para meu pai e falou.

 


  - se você tentar puxar esse gatilho eu puxo o meu primeiro- falou o policial. Meu pai é muito idiota a ponto de não pensar que poderia ter policiais nos fundos e agora ele estava em uma enrascada fudida, ou era preso, ou me matava e depois seria preso.

 


  -  Sr. por f-favor me solta e vai para onde é seu lugar, atrás das grades!- eu falei sem citar a palavra 'pai' coisa que eu devia parar de falar a muito tempo atrás.

 


- nem fudendo que eu vou para aquelas celas, quem você acha que é para falar comigo assim?!- perguntou puxando agora meu cabelo enquanto eu tentava tirar suas mãos dos meus cabelos, sem sucesso.

 


  - a menina que vai te acertar com um tiro!- falei isso, desisti de tirar suas mãos dos meus cabelos e fui para o plano 'B', minha mão direita pegou uma arma que estava no meu bolso, coloquei ela ali, só para garantir a minha segurança. Atirei em sua coxa e barriga.

 


  - AAHHH SUA FILHA DA PUTA, OLHA O QUE VOCÊ FEZ, SUA DESGRAÇADA!!- gritou tentando tampar o sangue que escorria em abundância.

 


  - Sr. eu sou sua filha, a não ser que você esteja chamando sua falecida esposa de puta, que falta de respeito- falei debochando do outro, enquanto os policiais chamavam a ambulância e o colocaram em uma espécie de "maca" e logo depois veio um outro policial ao meu encontro, talvez seja um interrogatório, mas já?

 


  - você sabe que foi muito corajosa em fazer isso, não é?- não, imagina se eu fosse querido.

 


  - sim....(?)- isso soou mais como um 'claro que sim né idiota'.

 


  - que bom! Você está mal por ele?- claro que não, ele merecia!

 


  - não, eu acho- é eu não sei se vocês sabem mas eu tenho um coração de ouro por falar isso, mas saibam que isso é mentira.

 


  - ok, ah antes que eu me esqueça, faremos umas perguntas a você, mas primeiro vamos checar a sua saúde, vários policiais vão estar cuidando daqui, vão fazer a vistoria, e depois fazemos o interrogatório  vamos?- me perguntou.

 


  - vamos- e assim fomos a uma viatura e de lá nós fomos ao hospital mais perto. Realmente esses policiais são burros, por que eu não fui naquela ambulância também, junto dele?

 


  - o que você sentiu quando atirou?- ele me perguntou enquanto dirigia. Ô perguntou idiota.

 


  - me senti...aflita, não queria machuca-lo, eu poderia dizer que foi um impulso de raiva do momento-  Às vezes você é santa, mas o muitas vezes você se alia ao capeta e uma das grandes regras é, você tem que mentir e atuar, e é isso o que estou fazendo, sempre quis machuca-lo, não me julguem, mas aquele meu responsável era o satanás em pessoa. Então mentir é a melhor opção.

 


  - e... Ele era muito perigoso? Como um traficante?- me perguntou forçando uma paciência, mas pra mim soou como se ele fosse muito burro, coisa que ele já é, desculpa eu estou muito pistola.

 


  - sim ele era, naquela casa estava cheia de armas, drogas e.... Enfim- falei fazendo uma cara exausta, e isso não é mentira, estava mesmo muito cansada.

 


  - e onde arrumou essa arma?- ele indagou se referindo aquela que atirei nele.

 


  -É... Meu pai me deu de presente- até pensei em dar uma de retardada e me fingir de desentendida, mas isso não era a melhor opção agora, posso negociar com ele.

 


  - você pretende usa-lá para que?- ele perguntou tentando ser discreto na questão da sua curiosidade.

 


  - me desculpa a pergunta, mas pra quê serve uma arma?- indaguei transbordando sarcasmo em minha voz.

 


    - me dê- ele falou autoritário simplesmente ignorando o meu sarcasmo, já disse que odeio policiais?

 


  - por que?- perguntei agora se fazendo de desentendida.

 


  - porque é perigoso- ele falou suspirando e buscando paciência.

 


  - vamos fazer o seguinte eu faço qualquer coisa e você me deixa ficar com ela, ok?- propus uma negociação barata.

 


  - depende, o que?- ele perguntou com interesse.

 


  - dinheiro?- propus novamente.

 


- não- ele falou se concentrando no caminho, estávamos chegando no hospital.

 


  - uma noite?- indaguei provocativa e vi sua espressão mudar de seria para maliciosa. Ele estacionou o carro e me olhou de cima abaixo e falou.

 


  - fechado, mas não conte a ninguém, mas me fale, por que tanto quer essa arma?- perguntou com muita curiosidade.

 


  - isso já não é da sua conta- falei passando a minha mão pela minha coxa, em uma tentativa de mudar de assunto e o distrair de modo provocativo.

 


- ok, ok, vamos?- perguntou saindo do carro, nem dando tempo d'eu responder.

 


                  Quebra de tempo

 


Eu ainda estava naquele hospital e daqui a pouco me falaram que uma psicóloga vai entrar, sabe para ver como eu estou me sentindo diante dessa situação e alguns policiais vão fazer um interrogatório. Junto à  mim, havia Arthur e seus pais

 


  -obrigada por me acolherem nesta família..... agradeci a eles.

 


  - de nada, você sempre será bem vinda S/N.- falou a mãe de Arthur.

 


  - com certeza- disse Arthur.

 


  - me sinto mal por não os ajudar com o dinheiro, só limpar a casa e lavar minhas roupas não dá-falei sendo sincera.

 


  - então, arrume um trabalho, como, fazer uma audição em uma daquelas bandas que eu tanto falo, os membros das bandas são tão bonitos, você iria gostar!- falou Arthur empolgado, de novo esse assunto?

 


  - haha só sonhando que eu vou entrar num negócio desses haha- ri sem humor.

 


  - aff você é muito chata, esse trabalho seria perfeito para você, você canta muito bem e toca muito bem! O que daria errado?- perguntou Arthur.

 


  - tudo! Aff você não vai entender, só vou participar de um negócio desses quando eu realmente for precisar de bastante dinheiro, mas por enquanto eu fico jogando com a minha "velha amiga" chamada mega sena.

 


  -aff- reclamou ele

 


                 Quebra de tempo

 


Depois fiquei sabendo que vou ficar mais um tempo no hospital em observação e daqui 3 dias sairei, os meus "pais" foram no cartório registrar meu nome na família e amanhã voltarão, Arthur foi junto, dizendo que estava com muita fome e eu estava pensando " será que eu levo a proposta de Arthur em consideração?" A proposta d'eu fazer uma audição em uma dessas empresas? Vamos ver, eu vou falar com o Arthur e vamos ver as possibilidades. Mas pensando bem, eu tenho meu dinheiro reserva, aquele que meu pai tem de "herança" e aquele dinheiro é muito, consigo sobreviver uns 4 meses com ele e sem contar que a família de Arthur vai me ajudar. Eu me sinto muito mais aliviada por não ter meu pai me machucando tanto físicamente quanto psicologicamente, era horrível tudo o que ele fazia, me lembro dele quando eu tinha 6 anos, o último ano de bondade dele, minha mãe ainda estava viva, ela morreu quando eu tinha 11 anos e falando nisso, esse meu dinheiro da "herança" do Sr. ( seu pai) dá para eu marcar uma consulta com um médico, meu irmão últimamente não está bem, ele tem vomitado muito, olheiras são bem visíveis e ele está magro, bem magro, desde a última vez que o vi foi a 2 meses atrás, ele deve estar bem pior, ele só tem 11 anos, ele não merece essa vida, não mesmo. Saio de meu transe e vejo lágrimas saindo rapidamente de meus olhos, minha vida esta mudando, tenho certeza, só não sei para que caminho, qual é o rumo " como saímos deste labirinto de sofrimento" li isso em um livro " quem é você Alasca?" E é isso que eu me pergunto, lembro de uma das últimas folhas do livro, falava a resposta dessa pergunta, e eu simplesmente as pulei, queria descobrir sozinha e até agora não as encontrei. Um médico entra pela porta falando sobre meus exames.

 


  - olá S/N- fala olhando uma prancheta e a lendo.

 


  - vim aqui para te dar seus medicamentos e falar que acrescentamos mais um remédio esse seria para os das dores no corpo, seu corpo está ainda sensível, tem a possibilidade de ficar muitas marcas de cicatrizes e você é menor de idade, certo? - perguntou me encarando e eu apenas assenti

 


  - pois bem, você constatou sobre isso? Digo a história e o por que disso?- perguntou se referindo a minha pele.

 


   - sim- menti na cara dura mesmo, mais para frente vocês vão saber sobre o que estamos falando.

 


  - nós médicos temos a obrigação de constatar tudo para a polícia e responsáveis, então você já sabe que no tribunal eles possivelmente vão levar em consideração isso- falou  essas últimas palavras olhando para mim.

 


  - ah e mais uma coisa, depois d'eu passar seus últimos medicamentos, você terá um interrogatório com policiais e uma psicóloga vira aqui ok?- indagou.

 


  -ok- falo e logo depois ele vem em minha direção pegando em uma bandeja ao lado de minha cama, um potinho com vários comprimidos e um copo d'água.

 


  -aqui, beba- falou e eu peguei o copo e bebi junto ao comprimido.

 


  - bom, agora vou chamar os policiais- falou com um sorriso forçado, bem forçado. Pra que sorrir então?

 


  -ok- falei, mas acho que ele não me ouviu já que tinha aberto a porta, chamando os policiais.

 


  -olá!- falou um dos policiais, trajava um uniforme azul de policial, o típico.

 


 - olá- sorri sem mostrar os dentes.

 


  - S/N?- perguntou meu nome, apontando o dedo a mim.

 


  -sim- falei olhando para os dois ali presentes.

 


  - bom, como você já sabe seu pai foi preso e precisamos de respostas-

Ele falou olhando o detetive, este trajava uma calça jeans escura sem rasgos e uma blusa vinho com um casaco e um cachecol. O detetive pegou uma prancheta marrom e um lápis, este me olhou.

 


  - sim e quais perguntas?- perguntei.

 


  - ele te abusava?- que pergunta idiota.

 


  -sim- não, imagina.

 


  - ele te ameaçava?- claro que não, ele só mandava eu matar pessoas nem tão inocentes assim em troca de sossego temporário.

 


  - sim- falei fingindo incomodo.

 


  - ele já matou alguém?- essa eu realmente não sei, sabe o cara é traficante né, então eu não sei responder se ele já matou alguém, o homem idiota. E eu apenas assenti

 


  - quantas?- serio que você me perguntou isso, vou saber?

 


  - eu não sei todas, ele não me contava muito sobre sua vida- fui sincera.

 


  - me diga as pessoas que ele matou, você as conhece? Pelo menos algumas?- me perguntou algo que finalmente fizesse sentido na minha cabeça.

 


  - sim- eu disse realmente incomodada agora.

 


  - me diga como são e quem são- falou peando uma prancheta e o 'detetive' só olhando e eu fui acompanhando a prancheta com o olhar.

 


  - meus amigos, minha ...... depois eu conto e dois vizinhos nossos de diferentes cidades. Meus amigos, eles tinham em média 15 anos e eu, quando os conheci tinha 13, um deles tinha um cabelo castanho, olhos verdes acinzentados, furos na orelha esquerda e uma cicatriz na barriga por uma facada, já o outro tinha os cabelos tingidos de cinzas, olhos postiços, ele era descendente de japonês, sua mãe era japonesa, ele tinha os olhos castanhos escuros, quase pretos e tinha mais ou menos 1,65 de altura e não era gordo. Minha mãe, cabelos compridos, negros, os olhos castanhos, tinha 1,63 de altura e tinha 47 anos. Meu vizinho, era um idoso, 63 anos, morto por ameaçar meu pai de ligar para a polícia, pelo barulho que vinha de meus gritos de socorro e as pessoas que ele torturava, era magro, tinha uma barba branca, olhos azuis, era viúvo, foi morto em uma manhã passeando com o cachorro e meu...- fui interrompida.

 


  - obrigado já é o suficiente- o detetive me cortou. Falou agora se pronunciando.

 


  - essas informações foram o suficiente para desvendar mais crimes que seu pai cometeu, muito obrigado pela sua disposição e manteremos contato- ele disse rapidamente, se levantando da cadeira.

 


- ok e por favor, podem chamar um médico?- eu perguntei me deitando novamente na maca.

 


  - claro- falou saindo do quarto e logo depois o médico volta com a mesma prancheta.

 


  - olá S/N me chamou?- perguntou agora me encarando rapidamente.

 


  - sim, só para confirmar, por quanto tempo ficarei aqui?- indaguei curiosa.

 


  - pelos resultados dos exames, você poderá sair logo amanhã, seus responsáveis terão de assinar uns papéis e você poderá ir.- disse dando um mini sorriso.

 


  - obrigada- falei e ele assentiu...

 


 

        ​Graças á Deus, eu vou sair daqui amanhã, espero me estabilizar a essa vida nova.

 


Notas Finais


Talvez demore um pouco mais pro 4 ser postado mas ta ai
Comentem, curtem, faça a porra q vc quiser


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