História Sofrimento não escolhe vítimas- imagine suga(min yoongui) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Final Feliz, Nada Clichê, Sofrimento
Visualizações 8
Palavras 1.495
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Steampunk, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi
Está previsto d'eu postar os capítulos todas as semanas, talvez uma sexta- feira, e se não der... Ah foda- se vcs entenderam.
E olha, talvez nos capítulos eu coloque meu nome q é luna, pq eu confundo MT meu nome com o S/N desculpe vou tentar desacostumar!

Capítulo 3 - Vida única, então aproveite!


Fanfic / Fanfiction Sofrimento não escolhe vítimas- imagine suga(min yoongui) - Capítulo 3 - Vida única, então aproveite!


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Ele me puxou pelo pulso e falou
- quer saber, vem vamos essa merda!
- ele pegou uma k-47 e foi até o quintal. Talvez eu tenha me empolgado um pouco, eu simplesmente esqueci de desligar o alarme. Ele me puxou pelo pulso, apontando a arma na minha cabeça, ao redor tinha vários policiais com as armas apontadas
- se atirarem eu a matarei, só puxar o gatilho!- meu pai ameaçou. O alarme começou a tocar aquele barulho irritante, e atrás da casa mal pintada e descascada, havia vários outros policiais, um policial chegou perto e apontou a arma para meu pai e falou
- se você tentar puxar essa porra de gatilho eu puxo o meu primeiro- falou o policial
- pai por f-favor me solta e vai para onde é seu lugar, atrás das grades!-
- nem fudendo que eu vou para aquelas celas, quem você acha que é para falar comigo assim?!
- a menina que vai te acertar com um tiro!- falei isso e puxei minha arma e atirei em sua coxa e barriga
- AAHHH SUA FILHA DA PUTA, OLHA O QUE VOCÊ FEZ, SUA DESGRAÇADA!!- gritou
- pai eu sou sua filha, a não ser que você esteja chamando sua falecida esposa de puta, que falta de respeito- falei debochando do outro, enquanto os policiais chamavam a ambulância e o colocaram em uma espécie de "maca" e logo depois veio um outro policial ao meu encontro 
- você sabe que foi muito corajosa em fazer isso, não é?- ah já sei o que ele está falando, discurso moral e de apoio
- sim
- que bom! Você está mal por ele?
- não, eu acho
- ok, ah antes que eu me esqueça, faremos umas perguntas a você, pode ser aqui mesmo, vamos?
- vamos- e assim fomos a um carro e de lá ele tirou uma caneta e uma prancheta com uma folha.
- o que você sentiu quando atirou?
- me senti...aflita, não queria machuca-lo, eu poderia dizer que foi um impulso de raiva
- e... Ele era muito perigoso? Como um traficante?
- sim ele era, nesta casa esta cheia de coisas de traficantes- falei
- e onde arrumou essa arma?
-É... Meu pai me deu de presente
- você pretende usa-lá? 
-talvez
- me dê
- por que?
- porque é perigoso
- vamos fazer o seguinte eu faço qualquer coisa e você me deixa ficar com ela, ok?
- depende, o que?
- uma noite com você ou dinheiro ok?
- ok só não conte
- fechado!
                  Quebra de tempo
E foi assim que eu consegui ficar com essa k-47, agora eu estou no hospital para fazerem exames e ver se eu tenho mais machucados ou doenças junto a Arthur e seus pais- obrigada por me acolherem nesta família!- agradeci a eles
- de nada, você sempre será bem vinda S/N
- com certeza- disse Arthur
- me sinto mal por não os ajudar com o dinheiro, só limpar a casa e lavar minhas roupas não dá-falei
- então, arrume um trabalho, como, fazer uma audição em uma daquelas bandas que eu tanto falo, os membros das bandas são tão bonitos, você iria gostar!- falou Arthur empolgado
- haha só sonhando que eu vou entrar num negócio desses haha- ri sem humor 
- aff você é muito chata, esse trabalho seria perfeito para você, você canta muito bem e toca muito bem! O que daria errado?- perguntou Arthur
- tudo! Aff você não vai entender, só vou participar de um negócio desses quando eu realmente for precisar de bastante dinheiro, mas por enquanto eu fico jogando com a minha "velha amiga" chamada mega sena.
-aff- reclamou ele
                 Quebra de tempo
Depois fiquei sabendo que vou ficar mais um tempo no hospital em observação e daqui 3 dias sairei, os meus "pais" foram no cartório registrar meu nome na família e amanhã voltarão, Arthur foi junto, dizendo que estava com muita fome e eu estava pensando " será que eu levo a proposta de Arthur em consideração?" A proposta de eu fazer uma audição em uma dessas empresas? Vamos ver, eu vou falar com o Arthur e vamos ver as possibilidades. Mas pensando bem, eu tenho meu dinheiro reserva, aquele que eu roubei do cassino e aquele dinheiro é muito, consigo sobreviver uns 4 meses com ele e sem contar que a família de Arthur vai me ajudar. Eu me sinto muito mais aliviada por não ter meu pai me machucando tanto física quanto psicologicamente, era horrível tudo o que ele fazia, me lembro dele quando eu tinha 6 anos, o último ano de bondade dele, minha mãe ainda estava viva, ela morreu quando eu tinha 11 anos e falando nisso, esse meu dinheiro que eu roubei recentemente dá para eu marcar uma consulta com um médico, meu irmão últimamente não está bem, ele tem vomitado muito, olheiras são bem visíveis e ele está magro, bem magro, desde a última vez que o vi foi a 2 meses atrás, ele deve estar bem pior, ele só tem 11 anos, ele não merece essa vida, não mesmo. Saio de meu transe e vejo lágrimas saindo rapidamente de meus olhos, minha vida esta mudando, tenho certeza, só não sei para que caminho, qual é o rumo " como saímos deste labirinto de sofrimento" li isso em um livro " quem é você Alasca?" E é isso que eu me pergunto, lembro de uma das últimas folhas do livro, falava a resposta dessa pergunta, e eu simplesmente as pulei, queria descobrir sozinha e até agora não as encontrei. Um médico entra pela porta falando sobre meus exames
- olá S/N- fala olhando uma prancheta e a lendo
- vim aqui para te dar seus medicamentos e falar que acrescentamos mais um remédio esse é a de depressão, sua depressão está numa situação drástica, tome cuidado- falou essas últimas palavras olhando para mim
- ah e mais uma coisa, depois d'eu passar seus últimos medicamentos, você terá um interrogatório com policiais e um detetive que estava trabalhando sobre o tema, seu pai ok?
-ok- falo e logo depois ele vem em minha direção pegando em uma bandeja ao lado de minha cama, um pontinho com vários comprimidos e um copo d'água
-aqui, beba- falou e eu peguei o copo e bebi junto ao comprimido
- bom, agora vou chamar os policiais- falou com um sorriso forçado
-ok- falei, mas acho que ele não me ouviu já que tinha aberto a porta, chamando os policiais
- olá!- falou um dos policiais, trajava um uniforme azul de policial, o típico
- olá- sorri sem mostrar os dentes
- S/N?- perguntou meu nome, apontando o dedo a mim 
-sim
- bom, como você já sabe seu pai foi preso e precisamos de respostas-
Ele falou olhando o detetive, este trajava uma calça jeans escura sem rasgos e uma blusa vinho com um casaco e um cachecol. O detetive pegou uma prancheta marrom e um lápis, este me olhou
- sim e quais perguntas?- perguntei
- ele te abusava?-
-sim
- ele te ameaçava?
- sim
- ele já matou alguém?
- sim
- quantas?
- eu não sei todas, ele não me contava muito sobre sua vida
- me diga as pessoas que ele matou, você as conhece?
- sim
- me diga como são e quem são
- meus amigos, minha mãe e dois vizinhos nossos de diferentes cidades. Meus amigos, eles tinham em média 15 anos e eu, quando os conheci tinha 13, um deles tinha um cabelo castanho, olhos verdes acinzentados, furos na orelha esquerda e uma cicatriz na barriga por uma facada, já o outro tinha os cabelos tingidos de cinzas, olhos postiços, ele era descendente de japonês, sua mãe era japonesa, ele tinha os olhos castanhos escuros, quase pretos e tinha mais ou menos 1,65 de altura e não era gordo. Minha mãe, cabelos compridos, negros, os olhos castanhos, tinha 1,63 de altura e tinha 47 anos. Meu vizinho, era um idoso, 63 anos, morto por ameaçar meu pai de ligar para a polícia, pelo barulho que vinha de meus gritos de socorro e as pessoas que ele torturava, era magro, tinha uma barba branca, olhos azuis, era viúvo, foi morto em uma manhã passeando com o cachorro e meu...
- obrigado já é o suficiente- o detetive me cortou
- essas informações foram o suficiente para desvendar mais crimes que seu pai cometeu, muito obrigado pela sua disposição e manteremos contato- ele disse se levantando da cadeira
- ok e por favor, podem chamar um médico?
- claro- falou saindo do quarto e logo depois o médico volta com a mesma prancheta
- olá S/N me chamou?
- sim, só para confirmar, por quanto tempo ficarei aqui?
- pelos resultados dos exames, você poderá sair logo amanhã, seus responsáveis terão de assinar uns papéis e você poderá ir
- obrigada- falei e ele assentiu...


Notas Finais


Comente, leia, curta faça a porra q vc quiser


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