História Sol das Fadas - Capítulo 49


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Charlie, Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Happy, Juvia Lockser, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Wendy Marvell
Tags Drama, Fairy Tail, Humor Negro, Nalu, Novela, Romance, Violencia
Visualizações 100
Palavras 2.752
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 49 - Final Injuriado


Fanfic / Fanfiction Sol das Fadas - Capítulo 49 - Final Injuriado

Um trovão ribombou ao longe. Como se apresenta-se à batalha a melhor guerreira entre o sol e a lua, à qual poucos homens podem se igualar e muitos menos conseguem superar; um deles ao seu lado - um azulado alto e musculoso, os braços cruzados sobre o peito e o seu bastão que aprontava-se a disparar a magia das estrelas a qualquer instante. Outros guerreiros desviavam o olhar da sua expressão franzida, ciciando injúrias. Alguns eram demasiado novos e mal tinham terminado o treino na academia de guerra. Makarof, o seu mestre, concluía o discurso encorajador que os mais trémulos ouviam - ninguém ousava passar à frente dele e da sua companheira - baixavam o rosto e recuavam mais quando eles avançaram dois passos.

A ruiva, a Titânia - guerreira de Fiore, que contava com alguns fios de cabelo brancos, trajava uma armadura, que não passava de um protetor de busto em metal e uma longa saia rodada, também com alguns detalhes em metal. Uma espécie de tiara circulava a sua cabeça, sombreando os olhos vidrados no horizonte, carregados de uma concentração avassaladora.

Não era para menos!

Uma legião de orcs cobriam quilómetros de terra plana, preparando-se para um derradeiro banho de sangue. Ao contrário deles, os orcs lutavam cada um por si, não pela família ou pelos amigos, apenas para enaltecer o próprio ego, para se provarem mais fortes que os demais. Isso podia fazê-los mais sangrentos e mais ferozes no ataque, mas uma azulada sabia que não... Porque o que te fortalece numa batalha, é saber que estas a defender uma nação, os teus amigos e a tua casa... Para ela, a primeira regra da arte da guerra, era ter convicção para lutar por aquilo que acreditas, pois só assim estarás próximo a vitória. Por isso, Levy encorajavam-se e tirava forças do amor que obteve na guilda.

Ela lutaria ao lado do marido - Gajeel Redfox - o dragão de ferro. Ao seu lado, mas lutaria pelos filhos, os três: Wendy, que ainda estava ajudando nas urgências do Hospital de Fiore, Lorg, que protegia a sombra dos que evacuavam Fiore e a mais nova - Galie, uma bebé que mal sabia falar. Via os olhos do marido crispar em direção aos monstros, rosnando alto! O moreno não gostava do cheiro deles e sabia que queriam apenas uma coisa de Magnólia: as escamas de um dragão! Pois valem pedras preciosas e muito ouro... Pior, é que sabia que já haviam atacado Springham e outras guildas, matando vários dos seus amigos nos últimos vinte anos. Temia que tivessem conseguido capturar Natsu, já que jamais o vira novamente...

O homem mais indomável e orgulhoso da Fairy Tail, encontrava-se dentro da guilda, protegendo-a com a sua magia de trovão - o dragão do relâmpago, Luxus - fazia-o porque não aceitaria perder mais ninguém para a guerra, antes ele! O seu avô já estava debilitado e não participaria da guerra, porque a qualquer instante morreria, tal como a sua falecida companheira de equipa: Evergreen. Os outros dois componentes do Raijinshuu, protegiam a cobertura do local: Bickslow cobrindo cada metro quadrado com os seus babies e Freed com as suas escrituras/runas.

Um moreno pálido e uma azulada, mantinham a água do rio em constante movimento, impedindo um ataque surpresa por água - souberam por fontes seguras que os orcs respiram de baixo de água. Ao mesmo tempo eram auxiliados pelo Reis do Dragões - Acnologia - que desenvolveu uma repugnância mortal ao orcs, desconfiando que eles pudessem ter matado o seu único familiar vivo - a sua inocente Lucy. Podia ter sido meio rígido com ela, mas queria que ela crescesse e parasse de ser tão vulnerável; talvez não demonstrou, mas a amava pelo simples fato de ter uma parcela do seu sangue em suas veias... E sentia-se bem vendo-a viva, caçando e sorrindo que nem Anna - a sua preciosa Anna. O Rei dos Dragões usava água na realidade, o que era bastante compreensível ele ser o rei, uma vez que a maioria das criaturas vivas eram compostas por água. Mas esta fraco!

Talvez isso fosse a consequência de ter perdido parte do seu poder. Ele doou-o a Lucy, algo que ela despertaria após ser suficientemente forte para sentir a força do dragão no seu interior. Já não podia recorrer a metamorfose, mas conseguia usar as suas magias de dragão para usar os seus ataques de água.

Mas queria ao mesmos matar aqueles imundos até que se sentisse vingado!

O resto da guilda, com medo, mas firmes, traziam toda a coragem do fundo dos seus corações. Tinham de proteger a sua cidade, tinham de desempenhar o seu papel como a guilda de guerreiros mais forte de Fiore - a guilda mais forte de Magnólia! A única que sobreviveu para combater a última armada.

De repente...

O grito de guerra dos orcs foi ouvido!

Preestabelecendo o terror nos povos que evacuavam a cidade em massa!

Logo de seguida, um rugido ainda maior arranhou os céus de Fiore, tremendo o chão abaixo dos seus pés. Mais outro, mais agudo, mas tão forte que sentiram-no dentro do peito. Duas enormes criaturas desceram em pique dos céus, planaram em voltas sobre Fairy Tail e sobre os inimigos, mostrando a sua magia e envergadura.

- SALAMANDER! - berrou o dragão de ferro, correndo para a espaço que separava as duas frentes de guerra - Estas vivo, cabeça de fogo?! - gargalhou, sendo alvo da atenção do enorme dragão vermelho, que pousou levantando nuvens de fumaça.

- Preguinho! - riu, aproximando o focinho do outro dragão que tossia - Viemos proteger Fiore!

- Deviam vir mais cedo. - sussurrou Erza, o que Natsu conseguiu ouvir, e esboçou um sorriso, mostrando as presas enormes. Ela fungou, mas os seus olhos queimavam de saudade e sorria também, mostrando-se aliviada por não ter perdido grande amigo.

- Pessoal! - chamou o dragão mais pequeno, aproximando-se da guilda, que exasperou assustada - Sou eu, Lucy! - riu, sabendo que logo eles a reconheceriam. Porém, inesperadamente, o silêncio instalara-se entre os homens. Ela voltou-se, e viu como os orcs encaravam-na.

As suas escamas brilhando como ouro e refletindo todas as cores que encontrassem, deveriam valem o triplo do valor máximo no mercado negro. Ela tremeu e recuou um pouco, mas logo viu uma das asas de Natsu entrar a sua frente. Ele pôs-se sob as patas traseiras e abriu as asas colossais, mostrando-se protetor da dragão dourada. Um outro dragão, um pouco menor que Natsu, pousou à frente de Lucy e rosnou para os orcs. Acnologia correu para ela.

- Lucy, deves deixar o campo de batalha!

- E abandonar a minha família outra vez? - afogueou-se - Nem pensar!

- O que estas aqui a fazer, papagaio? - rugiu Natsu, torcendo o pescoço e vendo o homem de pele bronze e cabelos claros, com as tipicas tatuagens tribais percorrendo o seu corpo - É bom que seja para ajudar ou eu te engulo agora mesmo!

- Cala essa boca, cérebro de cinza! - dizia Gray, aproximando-se - O nosso inimigo é aquele que esta a babar pela nossa princesa! - riu, vendo os olhos dourados da fêmea sorrirem para ele.

- Quem? - voltou-se aos orcs - Tu? - riu.

- Ela não pode ficar aqui! - rosnou de novo o avô da loira, puxando a cauda dela com força suficiente para a mover para si.

- Quem a impede?! - reverbou a voz, tentando intimidar o outro com o seu tamanho.

- É o filho dela! - apontou para o ventre dela e todos encararam-na tenebrosos - Ela esta prenha, seu animal, é fácil perceber isso! - voltou a puxa-la, mas ela ergueu a cauda e supendeu o homem na ponta.

- Só saiu daqui quando a guilda estiver em segurança!

- Luce... - ouviu a voz do seu marido ronronar e sorriu-lhe. Parece que ela já o sabia e pretendia deixa-lo no escuro ou jamais ele a deixaria sair de casa sem uma proteção de valor.

- Não saiu daqui... Deixo-te enfrenta-los mas se eu notar que estas em dificuldades...

O orcs começaram a avançar rumo a eles, rápidos como ratazanas, fazendo-a calar. Logo os membros da Tártaros caíram dos céus, pousando entre os inimigos e começando a ataca-los sem dó. Jackal e Tempester formaram em redemoinho explosivo, tragando todos os que conseguiam e expelindo-os - esfarrapados - para o mais longe possível. Kyoka e Seilah, sobrevoavam as criaturas das trevas e esfolavam-lhos sem piedade enquanto a outra fazia runas os impedindo de escapar a demónio voadora. Keyes usava os corpos mortos dos orcs derrotados para matar outros, aumentando o seu próprio batalhão - mesmo calmo e inabalável, Lucy sabia que ele odiava manipular seres inferiores. Lamy e Franmalth ficaram para trás de modo a criarem um laboratório capaz de curar os humanos com feridas mais profundas e assim impedir que o número de óbitos cresça. Ezel aproveitou para entrar no redemoinho de Tempester e fazê-lo mais mortífero, cortando tudo o que conseguia encontrar. Torafuzar, apenas ficou ao lado do rei dos dragões, como se o convidasse para atacarem juntos - uma vez que a sua habilidade de nadar em qualquer liquido o faria um par ideal para o dragão de água.

Mard Geer, apenas postou-se ao lado de Lucy, abrindo um sorriso presunçoso.

- Eu vou proteger a Mestre e o pequeno mestre... Fairy Tail, podem respirar à vontade, a ajuda chegou e podem mijar as vossas calças de alivio! - riu, sentindo a ira dos militantes crescer nas suas costas - Estão a apontar para o lugar errado!

Dito isto, eles gritaram, pelo menos os mais novos, e correrem em leme a batalha, não temendo a presença dos nove portões demoníacos. Desejavam apenas proteger Fiore. Natsu, ao ver aquela cacofonia, sentiu as asas tremerem e sorriu. Deu um pulo e voou em direção ao orcs, indo a parte mais profunda e soprando uma torre de fogo, dizimando umas centenas deles.

A batalha decorria... Chamas impiedosas rasgando corpos, os demónios tirando almas para o inferno e os guerreiros defendendo a pátria.

O dragão dourado regrediu a sua metamorfose e apoiou-se na quimera azulada que ronronava, aliviado por ela estar bem. Mas ela não se sentia bem. A sua energia palpitava, ensaiando uma mudança de direção, fugindo-lhe do corpo. Era como se a sugassem, como se tentassem tirar a sua alma... Tentou pôr-se de pé e sentiu uma dor alucinante nas costas. Logo sentiu o gosto salgado de sangue o céu da boca e os dentes vacilarem entre a dor. Abaixou-se ligeiramente, e viu uma lâmina rasgando o seu ventre. Voltou-se, tonta, e viu a quimera suportar o peso do seu corpo a desfalecer.

Happy rosnava e carpia para o estranho.

Uma menina com cabelos de fogo e unhas pingando que nem lava, segurava um espada fumegante de magia, banhada no sangue dela. A menina aquietou o seu fogo e deixou com as lágrimas varressem a sua face, quando via a loira tossir mais sangue. Encarou por detrás dela, e viu o dragão vermelho avançar rumo a elas, urrando em ira. Os demónios, incapazes de se manterem sem a energia da mestre, desfaziam-se no ar. Alguns felizes por poderem finalmente descansar em paz, mas um, não parecia feliz - Jackal gostava muito da sua mestre para a ver morrer enquanto estava incapaz de fazer algo. A menina do fogo segurava a cabeça de Zeref a outra mão, puxando os cabelos e permitindo que Lucy visse os olhos secos e sem vida do Mago das Trevas, o que deixou Lucy mais assustada. Ela tinha a espada de Luz...

- Descupa, mamã. - chorou, limpando as lágrimas que lhe caiam ferozes. Mas em vez de medo, Lucy sentiu o seu peito aquecer e avançou para a criança, abraçando-a. De um modo inexplicável, perdoara a sua assassina e sentiu-lhe afeto... Não compreendia o que sucedeu. Sentia-se tocada pelas lágrimas dela e sentia, como por instinto, que deveria para-las.

Natsu tornara ao seu corpo humano, correndo à elas, mas ainda muito longe.

- O papá já vai ter consigo. - tremeu, pousando o corpo mole da loira no chão e reviveu as chamas dos seus cabelos, logo que a espada acendeu com línguas de fogo dançando ao seu redor - Não te esqueças... Eu jamais irei nascer... És a Rainha das Estrelas... Tens de Encontrar o Príncipe do Sol e Rei da Lua... - dizia, a medida que a loira perdia a consciência - O papá não foi a escolha certa... O destino brincou com a nossa família!

Sentiu os olhos pesarem e viu a imagem do seu marido ajoelhar-se ao fundo.

Deu um sorriso fraco, na esperança de o consolar, mas ouviu apenas o seu urro de raiva e desapontamento acompanharem o seu último e próprio suspiro.

Erguer-me-ei como o sol!

 

Natsu estava tão transtornado que nem se apercebeu da resplendência do trilho mágico, que levava a assassina de Lucy para perto dele... Tudo o que conseguia fazer era ranger os dentes e arranhar o campo de batalha, até os pedregulhos afiados lhe deceparem as unhas e rasgarem os dedos. Por fim, libertou um urro que assombrou a cidade, carregado de dor, de ira e de desespero. As lágrimas ruíram-lhe pelas faces, enquanto o corpo se contorcia na terra ensanguentada, assolado por soluços convulsivos.

Quando as forças lhe faltaram, deixou-se afundar na lama, fixando o olhar exaurido no céu de tormenta. A recordação de um riso fresco preencheu-lhe a mente, trazendo consigo a imagem de Lucy correndo pela mata, durante as várias caçadas que faziam juntos, rodopiando nos seus braços à luz das fogueiras, corada de excitação, com os olhos a cintilarem de alegria. Como tudo poderia ter sido diferente... E ele era o único culpado pela miséria de ambos! Se a tivesse marcado mais cedo... Se não a tivesse desamparado em Tártaros... Se não fosse tão denso a ponto de passar mais de um ano tentando perceber os seus sentimentos... Se... Se... Se...

O Dragão do Fogo não fora talhado para se resignar perante os infortúnios. Desde cedo, aprendera a desbravar novos trilhos, sempre que aqueles que percorria se cerravam à sua frente. Porém, desta vez, parecia estar perante um abismo sem possibilidade de retorno. Só podia admitir que fora, ironicamente, derrotado!

Correu para a menina e permitiu que ela o perfurasse também!

- Para a segurança de Lucy... - começou com o sangue a jorrar-lhe dos lábios e pôs-se de pé, vendo os olhos lacrimejantes da outra o avaliarem - Para a segurança dela, eu jamais deixarei que nasças... Desta era até ao fim dos tempos!

 

 

 

 

EPÍLOGO

 

O Filho do Dragão sentar-se-ia no trono do mundo, se esse fosse realmente o seu destino...

Sentia-se mais confiante a medida que se afastava do castelo, não procurado qualquer outro auxilio para a própria segurança daqueles que amava.

Dois cavaleiros galopavam a toda a brida, por um trilho que conduzia a um desfiladeiro. A riqueza das suas vestes indiciava que não eram simples soldados. Um trazia a cabeça protegida por um elmo prateado. O outro homem trajava com maior discrição, mas também possuía um porte nobre.

Carregava sobre os ombros a pele cinzenta de um lobo ou de uma raposa... Seria um guerreiro do Norte? De repente, separaram-se, aquele que trajava a pele seguiu para o Oeste e o do elmo cavalgou até parar a poucos metros dela.

Permaneceu muda, respirando em pequenos sopros para não denunciar a sua presença. Julgando-se só, o guerreiro guardou a espada e elogiou o cavalo, com palavras serenas e palmadas amigáveis no pescoço. Finalmente, levou a mão ao elmo e removeu-o. Sacudiu os cabelos rosados e ofereceu o rosto ao céu, para que a chuva lhe refrescasse as faces. Assim que avistou os traços jovens e perfeitos do seu rosto, reconheci Natsu. E quase soltou um gemido de ansiedade, desejosa de descer para abraçá-lo...

- Perdi-te no meio da confusão e cheguei a pensar... a temer... - Sacudiu a cabeça como se afugentasse um mau pensamento, incapaz de completar a frase. - Estou tão orgulhoso de ti, Luce! Impressionaste-me! Pela primeira vez, sinto que almejamos o mesmo; que somos um só... E que nada, nem ninguém, nos poderá separar!

Estreitou-a e sorriu na direção do seu esconderijo, com uma ternura que a flagelou a alma. O êxtase do rosado era a agonia da loira! Ciente de que estava condenada, mal contive um soluço ao recordar as palavras que assolavam os seus pesadelos: O destino brincou com a nossa família!

 

 

 

 

FIM

(Continua?)


Notas Finais


....




Obrigada a todos os que acompanharam a fic, nao importa que seja a partir do penultimo ou do ultimo capitulo, bastando que tenham lido e sentido o que eu queria transmitir. Agradeço pelos comentaios e pelos favoritos. Ficarei mais agradecida se cada um do que ja leram a fic deixarem uma apreciaçao - a vosso criterio.

O final... Foi complicado, mas era esse que eutinha planeado e nao queria fugir dele ate porque no final, eles voltaram a encontrar-se. (Quem tiver algo a dizer sobre esse desfecho... Nao me mate, please!)

Mas ja estou preparando um outro livro com a tematica magia e um mundo revolucionario, mas estou tentando explorar outros casais - Galu - GAGEEL E LUCY! O que acham da ideia?

Por hoje é tudo, meus olhos não aguentam mais esse choro... T T
Vejo-vos nos comments!


Fairy Tail For Ever!


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