História Soldier - Kim Taehyung - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Taehyung (V)
Tags Bts, Soldier, Taehyung
Visualizações 28
Palavras 551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Taehyung

 

  Ok, talvez eu esteja um pouco arrependido de ter ido embora. Se o pai de DaeLee não tivesse feito aquelas caras e bocas para mim, nada disso estaria acontecendo. Mas o que eu esperava? Nunca fui bem-vindo na casa dele, pelo o menos, da parte dele, já que a sua esposa e filhos me tratavam como parte da família. 

  Subi na minha moto e dei partida. Enquanto eu estive fora no serviço militar, as únicas coisas que eu sentia falta eram a minha moto e a DaeLee. Principalmente Dae. Eu fazia cenas com ela em minha cabeça frequentemente. Acho que senti mais falta pelo fato de nós não termos nenhuma foto juntos, mesmo não querendo que Taeshin e Jiwon vissem a foto, primeiro porque seu irmão iria arrancar os meus olhos com as mãos e segundo, Jiwon, que além de ser meu melhor amigo, também é melhor amigo dela, ele iria me zoar pelo resto da vida. Mas assim que nos virmos novamente, irei tirar uma fotografia nossa, que se dane os outros. 

  DaeLee é a minha obsessão secreta há três anos. Ela tem os cabelos lisos e longos castanho claro, olhos cor de mel, que puxou de sua mãe, estrangeira, pele clara e impecável e um sorriso que tira o fôlego de qualquer um. Nunca tinha olhado para Dae com outros olhos, sempre a via como “a irmã do meu melhor amigo”. Mas ela cresceu, virou uma mulher linda e agora é impossível não notar toda a diferença física. 

  Mesmo com toda essa mudança, ela continua a mesma baixinha de sempre, diferente de seu irmão, que é muito alto. Mas eu por exemplo, só notei o seu corpo, que é lindo por sinal, quando fomos à praia junto com a sua família. O pai de Dae é aquele superprotetor e nunca deixou a filha andar por aí mostrando mais do que deveria. 

  Agora, aparecer na casa dela foi uma burrice total, não irei tirá-la da cabeça durante todo esse mês em que eu estarei aqui. Eu estava torcendo para que quando eu voltasse, ela estivesse ganho uns 500 quilos e um berruga no nariz, ou pelo o menos tivesse um namorado. E se ela estivesse namorando? Droga, não tocamos nesse assunto. Agora ficarei sem saber. Ou talvez ela não tivesse, já que o pai dela é daquele jeito. 

  Eu já perdi a conta de quantas vezes eu já pensei em me declarar para ela. Mas, se o sentimento não for recíproco, eu irei fazer papel de idiota e ainda perderei uma amizade. Ótimo, não é mesmo? Nos e-mails que trocamos ha um tempo, pareceu que ela estava flertando comigo, assim como eu fazia com ela, não vou mentir. Depois que ela me olhou daquele jeito há um tempinho atrás, eu tenho um pingo de certeza que ela estava flertando comigo. Sempre que eu a vejo eu fico feliz, meu coração acelera e eu fico com uma energia imensa.

  O pai dela me mataria se soubesse o tipo de fantasia que eu tenho com a sua filha. Ele me faria sofrer. Além de tudo, Taeshin também iria me matar, assim como Jiwon. Agora pensando por esse lado, tudo fica mais difícil. Nunca ficaremos juntos. Nem em nossos sonhos. Ela vai começar faculdade e eu irei embora daqui a um mês.



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