História Solo Day - Capítulo 1


Escrita por: e monstories

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, Won Ho
Tags 2won, Hyungwonho, Monsta X, Monstories, Novembroaesthetic, Proud
Visualizações 89
Palavras 1.244
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Fluffy, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores, como estão?

Esta fanfic faz parte do projeto "Monstories", dedicado ao Monsta X. Postarei o jornal mensal nas notas finais. Deem muito amor para ele. <3

Hoseok girl porque sim. <3 A Hoseok é representada pela Hani do EXID. Acho os dois muito parecidinhos.

Agradecimentos a minha cria maravilhosa Hayaka pela capa linda.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Único - Dont be late.


Fanfic / Fanfiction Solo Day - Capítulo 1 - Único - Dont be late.

Hyungwon seguia, em uma distância considerável, uma bela garota que acabou se esbarrando algumas horas antes em uma loja de conveniência, próximo de Dongmyeong Port, enquanto pensava em qual frutos do mar acompanharia seu almoço naquele dia.

Estava de férias de seu trabalho como modelo e havia combinado de sair com sua mãe naquele feriado prolongado, a levando até Sokcho, na província de Gangwon-do, que resultaria em uma bela visita turística. O lugar era aconchegante, que o possibilita ter contato com a natureza e a boa energia que aquele ambiente lhe proporcionava, além da vista para o mar e as diversas trilhas que poderia fazer, enquanto descansava sua mente da sua vida corrida e cansativa.

O rapaz não era de se interessar a primeira vista por alguém, mas aquela moça com cabelos longos e loiros, feições delicadas e vestimentas um tanto chamativas para aquele tipo de ambiente lhe chamou a atenção. Não negava: garotas “fofas” era sua perdição. Por ser muito sério e reservado, se interessava por garotas com personalidade oposta a dele, como a garota a sua frente demonstrava ser. Como sua mãe havia ficado em um SPA e teria a tarde toda livre para si, achou interessante ver o que uma garota como aquela, claramente uma turista como ele, fazia em uma cidade tão incomum para se viajar.

Viu que ela carregava uma bolsa de ombro e, em todos os pontos que ela parava para ver algo nela, viu alguns objetos que ela carregava, como uma câmera Polaroid azul e um livro com a capa da mesma cor. Parou para observar a roupa da desconhecida e percebeu que era azul também e deu um breve riso. Pelo visto, ela era uma “maníaca” da cor azul. Um fato interessante.

Havia trilhas para caminhada, entre as rochas, que destinavam a algumas praias que tinha ali. Estava um pouco cansado para continuar acompanhando-a e agradeceu internamente quando ela sentou-se por um tempo em um banco, no parque onde estavam e começou a tirar fotos com a máquina de fotografar, aparentemente sorridente. Acabou por sorrir com os aegyos que ela fazia enquanto tirava selfies, como apertar a própria bochecha e fazer bico.

Tirou algumas fotos com o próprio celular também, para guardar de recordação. Se sentiu brevemente culpado por tirar algumas fotos da moça, como se fosse um stalker louco, mas não conseguiu resistir. Ela era irresistível fofa e linda para não fotografá-la.

Quando percebeu que estava perto do anoitecer, pensou em voltar para a casa. A rua comercial que estava a seguindo seria o ponto final daquela breve aventura louca, se não fosse o fato de começar a chover fortemente e de uma maneira rápida, a vendo correr até a frente de uma loja. Ficou preocupado, já que ela usava um vestido e, assim, poderia ficar doente pela friagem. Entrou em uma loja ali perto que vendia roupas e comprou uma blusa para ele próprio, que fosse bastante quente e aproveitou para comprar também um grande guarda-chuva, que pudesse proteger os dois. Ficou impressionado com a sua postura perante aquilo, mas seu lado protetor era uma característica forte em sua personalidade e, mesmo que não a conhecesse, zelaria pelo bem estar da desconhecida.

Se aproximou, um pouco hesitante e agradeceu por ela estar de costas para si, aparentemente observando apreensiva a rua. Mesmo estando abaixo da cobertura, o vento que acompanhava a chuva molhou a garota, como ele próprio. Parou ao lado dela com o guarda chuva já aberto e estendeu a blusa recém comprada em sua direção. Ouviu o grito dela — proveniente do susto levado — e segurou-se para não rir. Ela era adorável até naquele momento, enquanto olhava para ele com a expressão assustada.

— Coloque essa blusa. Você vai ficar doente se continuar se molhando desse jeito. — Disse, gentilmente. O olhar de ambos se cruzou, pela primeira vez. Ela era bem pequena perto de Hyungwon.

— Oh. Não precisa… Você também está molhado, pode ficar doente. Não quero que fique assim por minha causa. — Sua voz era melodiosa e doce. Combinava com o seu jeito. Hyungwon sorriu.

— Eu insisto. — Sua postura cavalheira fez com que ela aceitasse, mesmo que achasse errado ele lhe dar a própria blusa. Após vesti-la, agradeceu internamente por ela ser grande o suficiente para cobrir boa parte de seu corpo. Realmente estava com frio.

— Obrigada… Posso saber o nome do meu príncipe encantado? — Perguntou em um tom brincalhão, ficando mais próxima dele para que ambos não se molhassem.

— Me chamo Hyungwon. E a senhorita?

— Sou Hoseok. Não precisamos de cordialidades, por favor. Até porque, com certeza, sou mais velha que você.

— Como pode ter tanta certeza assim? — Estava curioso. Ficou contente de saber o nome dela e achou cômica as caras e bocas que ela fazia enquanto falava. Era diferente dele, como já havia previsto.

— Porque eu engano muitas pessoas com esse rosto de adolescente. Eu tenho 24 anos.

— Realmente, você é mais velha que eu. Tenho 23 anos. — Riu com a expressão de “eu te disse” que ela fez. — Serei obrigado a te chamar de Noona. Desculpa.

— Tudo bem, estou acostumada com isso. — Ela sorriu. — Não acredito que logo agora começou a chover… Meu pai ficará muito preocupado comigo, até porque já era para eu ter me encontrado com ele.

— Onde você está hospedada? Eu posso te levar lá. Sem problemas.

— Eu não quero dar trabalho para você, Dongsaeng.

— Não está dando trabalho algum. Será um prazer acompanhar uma Noona tão bonita como você. — Falou, galanteador, levando um tapa em seu braço seguido de um “Yah!”.

O caminho até o hotel que ela estava hospedada — que por sinal era próximo do seu — rendeu uma conversa longa e envolvente. Hyungwon gostou de andar com o braço ao redor dos ombros dela, enquanto os mantinha perto e protegidos da chuva. Ela tinha um calor envolvente e era tão agradável que até mesmo uma pessoa reservada como ele se soltava. Hoseok era extremamente adorável e não podia negar que sua fofura o encantou ainda mais. Queria vê-la mais vezes.

— Pronto, chegamos. — Ditou, por fim, quando entraram no hall do prédio.

— Você tem certeza que não quer entrar? Você pode se secar antes de ir… E eu preciso devolver sua blusa.

— Eu estou hospedado aqui perto, Noona. Você viu a hora que minha mãe ligou, ela está preocupada. — Falou e a viu fazer uma cara tristonha. — O que acha de… Você devolver minha blusa em um outro momento? — Ele poderia até dar aquela blusa para ela de presente, mas viu naquela oportunidade uma chance de vê-la mais uma vez.

— Está querendo me ver mais uma vez, Hyungwon? — Perguntou com uma expressão um tanto maliciosa e riu quando ele pigarreou, desviando o olhar dela, totalmente envergonhado. Ela se aproximou e ficou nas pontas dos pés, depositando um selo na bochecha do mais alto. — Nos encontramos amanhã, 10h, no parque próximo da Expo Tower, pode ser? Me empreste seu celular, vou te passar o meu número.

O rapaz ficou tão atordoado com aquele beijo que apenas deu a mais velha o aparelho, vendo que ela digitava rapidamente os números e salvou o contato, o entregando em seguida.

— Não se atrase, eu sou uma pessoa que preza pontualidade. Até amanhã. — Disse com um sorriso e deu alguns passos em direção ao elevador. Ele a observou se afastando e retribuiu o “tchau” que ela deu com uma das mãos. Com uma expressão boba, levou uma das mãos até a bochecha beijada e sorriu.

Definitivamente, Hyungwon não se atrasaria.


Notas Finais




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