História Solução Desesperada e Solução Inesperada - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Eadlyn Schreave, Kile Woodwork, Maxon Calix Schreave
Tags Amor, Eadlyn, Eadlyn Schreave, Kerttu, Kile, Kile Woodwork, Namoro, Romance
Visualizações 343
Palavras 1.995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente eu sei eu sou péssima com datas, por favor me perdoe, mas eu tive que entregar uns trabalhos e semana que vem começa as minhas provas então já viu...
Enfim, agradeço a todas que comentaram serio, você fazem a minha vida mais feliz! Eu escrevo por prazer, mas é muito bom quando você, no caso eu, tem esse retorno, e eu preciso dizer vocês me dão sempre comentários fantásticos!
Esse capitulo ta bem fofo ainda não temos problemas, mas logo logo... ops nada de spoiler!
Sem mais delongas ao capitulo!

Capítulo 19 - Vocês vão ama-la


Fanfic / Fanfiction Solução Desesperada e Solução Inesperada - Capítulo 19 - Vocês vão ama-la

Capitulo 19 

Vocês vão ama-la

Eadlyn Schreave

“Tem certeza?”, eu perguntei para Kile sobre o casamento enquanto trocávamos de roupa.

“Quantas vezes você vai me perguntar isso? Sim eu tenho certeza!”

“É que parece tão... precipitado”, eu comentei.

“Eu sei que queria me casar com você desde que a levei aquele baile, então para mim estamos atrasados”, Kile falou dando um sorriso de lado me puxando pela cintura.

Quando eu ia beija-lo ouvimos uma batida na porta. Devia ser Kerttu, então corri para colocar uma blusa e abri a porta, dando de cara com Kerttu de cara amassada pelo sono.

“Mas já acordou?”, eu perguntei e ela balançou a cabeça. “Kerttu senta aqui, por favor!”

Eu indiquei uma poltrona e ela se sentou. Kile se aproximou e eu me abaixei ate ela.

“Eu sei que você mora no orfanato St. Clair”, eu disse delicadamente e ela arregalou os olhos. “Então me diga quem bate em você?”

“Não posso falar”, ela praticamente sussurrou enquanto olhava para os próprios pés.

“Kerttu você pode nos contar, nós vamos proteger você”, Kile disse. “Eu prometo!”

“Tia Gardiner, ela cuida do orfanato. Ela diz eu falo demais”, ela explicou e senti um ódio por essa mulher que eu nunca vi na vida. “E ninguém quer me adotar então eu fugi... por favor, não me levem de volta, eu gosto daqui!”

Ela se jogou nos meus braços chorando implorando para não levarmos ela de volta.

“Kerttu nos gostaríamos de adotar você”, eu disse fazendo carinho em seus cabelos morenos.

“Vocês querem me adotar?”, Kerttu perguntou enxugando o choro.

“Queremos, você é uma menina tão inteligente, animada e divertida!”

“Vocês também são divertidos”, ela disse dando um pequeno sorriso.

“Mas para isso você precisa ser forte porque precisamos levar você de volta para o orfanato para dar entrada com o pedido, entende?”, eu perguntei.

“Eu vou ter que voltar ao orfanato?”

“Só por um pequeno tempo até conseguirmos a sua guarda”, Kile explicou. “Vou fazer o que for preciso para ser o mais rápido possível!”

 Então ela apenas balançou a cabeça concordando. Terminamos de nos arrumar e tomamos café da manha. Entramos no carro e seguimos em direção ao orfanato. Kerttu ai cada vez mais ficando quieta conforme nos aproximávamos do destino.

Quando paramos na frente do orfanato, o Dr. Watson já nos esperava na calçada. A entrada no orfanato era de fácil acesso, realmente não havia muita segurança. E o silencio reinava.

“Kerttu Shoesmith finalmente você apareceu”, uma mulher disse sorrindo e Kerttu correu ate ela. “Ah menina você me deixou tão preocupada!”

“Desculpe tia Anne”, Kerttu pediu a abraçando.

“Quem é responsável pelo orfanato?”, eu interrompi perguntando.

“Gardiner.”

“É com ela mesma que eu quero falar”, respondi. Anne assentiu pegando um tipo de radio comunicador e pediu a presença da tal Gardiner na recepção. Não demorou menos de dois minutos para uma mulher, já de idade, aparecer. Era alto, e magricela, e com certeza assustava as crianças com a sua aparência.

“A senhorita esta em péssimos lenções”, ela disse olhando fixamente para Kerttu que dirigiu o olhar para o chão.

“Na verdade é a senhora que esta em péssimos lenções”, eu falei e Gardiner nos notou na entrada.

“O que disse?”

“É crime bater em crianças”, Kile respondeu.

“Quem é o senhor para me dizer como educar as minhas crianças?”

“Kile Woodwork, esta é Eadlyn Schreave e o nosso advogado, Dr. Watson”, ele nos apresentou.

“Eu encontrei Kerttu”, avisei. “E quero adota-la!”

“Ficarei fez em acompanha-los ate a minha sala e fazer o pedido, mas posso afirmar que demora um tempo até você conseguir permissão para isso”, Gardiner disse sorrindo, como se estivesse feliz. “Ainda mais se uma mulher solteira entrar com o pedido, os juízes não concedem adoções a pessoas solteiras facilmente.”

Eu sabia disso, nos sabíamos.

“Ah não preocupe, não serei solteira por muito tempo. Logo entrarei em contato”, eu respondi. E me abaixei ate a pequena Kerttu. “Nós vamos voltar, tudo bem?”

“Eu vou esperar!”, ela respondeu sorrindo.

“Pode confiar baixinha”, Kile respondeu.

“Anne, leve a senhorita Shoesmith para o quarto”, Gardiner mandou. E Anne obedeceu. “Esperarei o contato.”

Quando tive certeza que Kerttu não estava ouvido falei:

“Preste atenção no que eu vou dizer, se você tocar em Kerttu mais uma vez se quer eu vou voltar aqui e acabar com você, entendeu?”, eu perguntei. “Não sou a favor da violência, mas se uma pessoa adulta acha que pode bater em uma criança indefesa eu acredito que tenho o direito de devolver na mesma moeda.”

“Vamos Eadlyn, ela já entendeu”, Kile disse e fomos embora.

O Dr. Watson foi providenciar os documentos tanto para o nosso casamento quando para a adoção de Kerttu. Kile fez algumas ligações para seus amigos que trabalhavam nesse departamento, tudo isso enquanto íamos para a casa dos nossos pais.

Kile Woodwork

Nos pais estavam na sala de visitas conversando quando chegamos o que foi muita sorte.

“Que surpresa mais agradável”, América disse. “Acabamos de tocar o café da manha, mas se quiserem posso pedir para colocar a mesa de novo.”

“Não precisa mãe”, Eadlyn respondeu. Como eu não disse nada ela continuou. “Viemos contar uma... quer dizer duas novidades!”

“Já estou curiosa”, minha mãe disse.

Eadlyn me olhou e eu a incentivei a contar de uma vez.

“Vamos nos casar e também vamos adotar uma menininha!”

Maxon engasgou com a bebida que estava tomando, meu pai apenas para encarou. Já nossas mães ficaram quietas, como se tivessem entrado em estado de choque.

“Mãe, tia Marlee pensei que ficariam felizes”, Eadlyn comentou.

“Estamos querida, mas é muita informação”, América disse e então bateu no espaço vazio ao seu lado. “Explique-me isso direito!”

Então Eadlyn se sentou e começou a explicar como conheceu Kerttu e porque estávamos fazendo aqui.

“Ela é uma menina fantástica e...”, Eadlyn disse e olhou para mim. “Eu amo Kile, sei que estou fazendo a coisa certa!”

“Bom se é assim preciso dizer que eu estou muito feliz. Meu filho vai se casar!”, minha mãe falou quase que gritando, se levou e apertou minhas bochechas.

“Precisamos organizar o casamento”, tia América disse sorrindo.

“Não mãe, nada de festa. Vamos assinar os papéis hoje mesmo. Precisamos ser rápidos, aquela mulher vai maltratar Kerttu o quando puder naquele orfanato”, Eadlyn explicou.

“Pelo menos assinem os papéis hoje à noite, podemos dar um jantar apenas para a família” minha mãe sugeriu.

“Podemos fazer isso”, eu disse e Eadlyn concordou.

Eadlyn Schreave

Depois que contamos a noticia para nossos pais o dia passou bem rápido. Todos foram avisados sobre a assinatura dos papeis, e o jantar já estava sendo preparado. Cada hora que passava eu ficava mais ansiosa. Eu estava dando dois passos superimportantes na minha vida.

Casamento e filhos.

Me casar com Kile parecia certo, eu sorria cada vez que pensava no assunto, cada vez que eu olhava para ele. Mesmo que tenhamos nos envolvido romanticamente há pouco tempo, eu o conheço desde sempre. Conheço seus defeitos e qualidades e isso faz parecer tão simples, sei que ele sempre vai me apoiar, e me amar. E pensar em Kerttu longe da minha vida não fazia mais sentido.

Eu só quero vê-la feliz.

Sai dos meus pensamentos, estava terminando de me arrumar para o jantar, mas não conseguia puxar o zíper do vestido.

“Kile, me ajuda aqui, por favor?”, pedi me virando de costas para ele, que estava do outro lado do closet se arrumando. Quer dizer, estava pronto, sexy em roupa social.

“Sempre”, ele disse sorrindo e veio em minha direção. Kile fez questão de deslizar seus dedos pelas minhas costas. Da nuca ate lá embaixo, onde achou o zíper. Meu corpo reagiu ao seu toque.

“Esta querendo me seduzir para que eu não desista?”, eu perguntei sorrindo quando ele terminou de fechar o meu vestido.

“Eu sempre estou querendo te seduzir”, Kile disse me virando, puxando minha cintura, colando nos corpos. “Mas quer desistir?”

“Não”, eu respondi olhando para os seus olhos que devolviam o olhar com a mesma intensidade. Acariciei sua barba por fazer, que o deixava mais viril.

Não sei quem beijou quem, mas nossos lábios estavam unidos em uma dança sensual. Cada vez que nos beijamos parecia à primeira vez, era viciante.

“Melhor pararmos por aqui ou vamos nos atrasar para o nosso próprio casamento”, eu disse encerando o beijo.

“Ou podemos começar pela lua de mel, a noiva sempre se atrasa mesmo”, Kile sugeriu.

“Teremos todo o tempo do mundo depois de assinarmos os papeis”, eu respondi e fomos para a casa dos nossos pais.

Todos os meus irmãos e a tinha Brice já estavam lá quando chegamos. Todos felizes.

“Você sabe que isso é sacanagem né?”, Josie disse, com a mão da cintura, assim que me viu.

“Como assim?”, perguntei um pouco nervosa.

“Vocês vão se casar assim do nada, não deu nem tempo de fazer uma despedida de solteira como você fez comigo”, ela explicou e eu comecei a rir. A despedida da Josie foi realmente bem escandalosa. E ela já tinha dito que iria ter vingança. “Mas não se preocupe podemos organizar uma depois do casamento, não é mesmo Camille?!”

“Com toda certeza, eu realmente estava precisando dar uma passada naquele lugar”, Camille respondeu dando uma piscada para mim.

“Do que é que vocês estão falando?”, Ahren perguntou aparecendo com a filha nos braços.

“Ah meu irmão às vezes você é meio lerdo”, Osten disse, dando alguns tapinhas nas costas do irmão. Kaden que estava sentando no sofá apenas riu.

“Melhor você nem saber”, eu comentei.

“Mas não pensei que eu esqueci”, Josie disse e veio me abraçar. “Estou tão feliz!”

“Meu Deus sua barriga já esta grande”, eu disse espantada, porque realmente em poucos dias a barriga de Josie já estava maior.

“Eu me casei na época certa”, ela disse rindo, e foi abraçar Kile.

Depois disso todos os outros viram nos dar parabéns, o que fez com que eu ficasse mais segura.

“Ah vocês chegaram que bom, vamos começar o jantar”, minha mãe disse.

Todos nós assumimos nossas posições na mesa. Ate mesmo o Dr. Watson, pois é ele quem iria trazer os papeis e oficializar tudo. O jantar passou rápido, eu comi muito pouco, a ansiedade estava tomando conta do meu estomago no momento.

Depois da sobremesa fomos ate outra sala, sim essa casa é gigantesca, onde tinha apenas uma pequena mesa. Todos ficaram de pés ao redor e o Dr. Watson se aproximou da mesa colocando primeiro dois papeis.

“Os papeis do casamento, união total de bens como pediram”, ele esclareceu. Demos uma pequena lida e estava tudo certo.

Kile assinou primeiro e depois eu. Pensei que passaríamos para os papeis da adoção, mas ao em vez disso Kile puxou do paletó uma pequena caixa de veludo vermelho. Alianças, eu nem tinha pensado nela.

“Pode fazer as honras”, ele pediu ao advogado que assentiu sorrindo.

“Eadlyn Helena Margarete Schreave você aceita Kile Woodwork como seu legitimo esposo?”

Olhei para Kile que estava sorrindo para mim, aquele sorriso de lado, de quem está nervoso ansioso e esperançoso ao mesmo tempo.

“Sim”, respondi não contendo minha empolgação. E então Kile deslizou a aliança em meu dedo.

Peguei a caixa de suas mãos e peguei a aliança, esperando o Dr. Watson que disse:

“Kile Woodwork você aceita Eadlyn Schreave como sua legitima esposa?”

“Para sempre”, ele respondeu e eu coloquei a sua aliança.

“Então eu vos declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva!”

Estava tão ansiosa que não consegui esperar, puxei seu paletó e o beijei. Todos, a nossa volta, explodiram de felicidade, e aos poucos foi como se todo o barulho fosse se dissipando, ficando só eu e Kile e o nosso beijo de união.  

E devagar fomos nós separando.

“E agora os documento para iniciar a adoção”, avisou o Dr. Watson colocando novos papeis sobre a mesa.

Assinamos no mesmo instante.

“Vocês vão ama-la”, eu disse me virando para a minha família.

“Nos já a amamos querida”, meu pai respondeu. 


Notas Finais


O que acharam? Gostaram?
Enfim como sempre deixe seu comentário, sua opinião ou sugestão, para eu saber tudo sobre o que vocês pensam!
Me desculpe qualquer erro ortográfico.
Como eu disse lá em cima essa semana começa as minhas provas então já adianto as desculpas caso eu demore a voltar, mas já aviso que de duas semanas não passa!
Obrigada a todas!
Beijinhos!
PS: a foto no inicio do capitulo é apenas uma representação de alguma parte deste capitulo, não tenho os direitos sobre a foto, link da foto:
http://78.media.tumblr.com/tumblr_lp98zvGRHT1qj0ss3o1_500.gif


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