História Soluço, chefe de Berk - Capítulo 17


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Fúria da Noite, Soluço
Tags Astrid, Hicstrid, Soluço, Solustrid
Visualizações 140
Palavras 1.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, desculpa não ter postado ontem, é que o sono me pegou de jeito e eu acabei dormindo, mas aqui estou eu com capitulo de ontem, o de hoje sai mais tarde e vai ser de amor e familia, espero que gostem e me desculpem

Boa leitura

Capítulo 17 - Capítulo 17, o dragão interior


Fanfic / Fanfiction Soluço, chefe de Berk - Capítulo 17 - Capítulo 17, o dragão interior

Em Creia:

O navio do Viddar chegou na costa da ilha, todos eles acordaram com o impacto, o mesmo percebeu que estava preso, e que a princesa não estava mais lá, ele se levantou e viu que as chaves ainda estavam na fechadura, ele viu os guardas localteados (na verdade só dois estavam localteados, os outros estavam dormindo mesmo), ele abriu a cela e acordou os guardas

- Seus incompetentes, perderam a princesa - ele gritou e os guardas acordaram confusos

Eles se levantaram devagar, só então perceberam que estavam parados, eles subiram até o convés e viram a ilha de Creia, as coisas não podiam ter saído pior, o Drago estava em viagem (embora o garoto achasse que ele estava morto), e o imperador Navalha estava esperando a princesa, antes que o Viddar pudesse pensar o Navalha apareceu na costa, ele avistou o navio, depois subiu em silêncio se aproximando do garoto

- Quanto tempo Navalha, como vão as coisas? - o Viddar perguntou sem graça

- Onde está a mercadoria preciosa que você me prometeu? - o homem perguntou bravo

- Então, sobre isso....ela fugiu - o Viddar disse com mais vergonha

- AAAAAAAAAA - o outro gritou levantando o mais novo pela roupa

- Não fiquei bravo, eu vou reperar - o Viddar disse tentando se soltar

- Ou, você não vai não, eu vou fazer questão de te jogar de um penhasco, aqui e agora, vai ser o pagamento por me fazer perder tempo - o Navalha disse com um tom irritado e seco

O outro engoliu seco, o Imperador andou até o penhasco com o menino pendurado pela roupa, depois se preparou para jogar o Viddar do penhasco

- É o seu fim - ele disse e iria soltar

Mas o momento foi interrompido por uma garota que chegou gritando pelo Navalha

- Imperador, chegaram as cartas dos espiões - ela disse e ele se virou

- Finalmente - o maior disse colocando o garoto no chão

- Aqui está, tem da Vivian, do Josef, do Aleck e do Allan - a garota disse

- Muito bem Flower, perfeitamente lacradas - o imperador pegou analizando os pergaminhos

Ele abriu os mesmos e leu, não pareceu apresentar nenhuma informação relevante, já que geralmente quando algo ruim (para ele) acontece ele amaça o papel com raiva e depois queima, e quando é algo bom ele o devolve inteiro, dessa vez ele amaçou o papel normalmente e deu na mão da garota

- Alguma novidade? - ela perguntou

- Tudo está correndo conforme o planejado - ele disse se retirando

Ela fez o mesmo, mas para um sala secreta de onde ela escrevia as cartas para Berk e as enviava, além de ficar lá quando queria paz e silencio, ela abriu os papeis amassados e leu, depois que notou que realmente não avia nada relevante ela escreveu uma carta para Berk, enviando em um disfarce mortal (um dragão da classe mistério que pode se camuflar como um transformasa mas é do mesmo tamanho que um terror terrível, pode se camuflar em qualquer lugar e expandir essa abilidade para o que estiver em contato, além de poder abrir portais), o dragão deve chegar lá rapidamente, a Flower saiu da sala garantindo que ninguém avia visto ela e trancou a porta, indo em direção ao castelo, ela andou pela cidade levantando a saia do seu vestido, já que para simular um nalfragio ela precisou rasgar suas roupas ela só tinha as vestes tradicionais da ilha, eram vestidos longos e escuros com uma gola alta e manga cumprida pro causa do frio, não tinha detalhe algum, era o mais simples possível, ela adentrou o salão e fez um reverência ao imperador

- O que vamos fazer agora? - ela perguntou fingindo estar preoucupada

- Não sei, mas eu vou ter a princesa nas minhas mãos, custe o que custar - o homem disse batendo o punho no trono

- Claro que sim, mas nós temos que tentar uma nova estratégia se quisermos resultados mais rápidos - a garota disse

- Sim, você está certa, e o que sugere? - o Navalha perguntou ficando curioso

- Eu pensei em envenenar a garota, não para matar, apenas o suficiente para pensarem que ela está morta, assim que acontecer o funeral é só pegarmos o barco e esperar ela acordar, simples mas rápido e eficaz - a Flower sugeriu

- É mesmo, como eu nunca pensei nisso, mas quem teria tal veneno? - o imperador perguntou se acalmando

- É apenas fazer uma mistura com Oleandro roxo e erva de dragão - a garota disse

Na verdade a erva de dragão era o antídoto para o veneno do Oleandro roxo, mas ninguém na ilha ou na região sabia disso, eles se quer tinham conhecimento sobre a existência dessas flores (Oleandros), porém elas eram abundantes em Berk, ou seja, seria facil fazer o veneno, e quando não funcionasse ela podia culpar um dos espiões, e o mesmo seria dispensado, por assim dizer, ela sorriu ao ver a provação do imperador, aquilo estava saindo melhor do que a encomenda

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Em Berk:

Quando eu e os cavaleiros chegaram na cidade já amanhecia, nós pousamos na praça, a Astrid ainda estava fraca

- Temos que levá-la até a Gothi - a Header disse preoucupada

- Sim, eu vou até lá com ela - eu disse disse e os outros assentiram

Eu iria iria levantar voo, mas a Header desceu do dragão e chegou perto de nóz três

- Cuida da minha amiga - ela pediu com um olhar de súplica

- Com a minha vida - eu disse e sai voando

Nos fomos em direção a casa da anciã, ao pousar a mesma já nos esperava, de algum jeito ela sempre sabia quando algo assim acontecia, ela apontou para dentro da casa, e eu leveu a Astrid pra lá, deixando ela em cima de uma especie de sofá, eu sai novamente e encontrei a senhora sorrindo

- Você já sabe, não é? - eu perguntei

- Sim, eu sei de tudo que acontece nessa ilha e com quem mora aqui - ela disse sorrindo

- Ela vai ficar bem? - eu perguntei ainda sem conseguir sorrir

- Ela vai ficar bem, mas a partir de agora você precisa de cuidar, controle suas emoções, ou o pior pode acontecer - a anciã disse

Eu fechei os olhos e respirei fundo

- O que quer dizer com isso? - eu perguntou

- Essa é um pergunta para a qual vai ter que achar a resposta sozinho - ela disse pondo a mão em meu ombro e saindo

Eu sorri, mas bem falsamente, agora tinha que respirar, resolvi ir até a floresta, a Header disse que falaria com a família da Astrid e o perna-de-peixe ficou encarregado de contar tudo a Natália, eu montei no Banguela e bufei

- O que você acha amigão, hoje é domingo, o que significa que podemos voar um pouco antes do Bocão vir nos procurar igual um louco - eu disse fazendo carinho no meu dragão

- "Eu esperei a semana inteira por esse dia, não perderia por nada" - o Banguela respondeu e sorri

Nós fomos até a clareira e no caminho fizemos algumas acrobacias, eramos como um, pousamos perto do lago e o Banguela foi beber água, eu me sentei e peguei algumas adagas que tinha guardado na bolsa do Banguela, amolei todas em uma pedra e depois pintei um alvo em uma árvore, em pouco tempo estava atirando as adagas, tinha uma pontaria perfeita, mas mesmo assim não estava contente, tirava as facas e lançava novamente, várias e várias vezes, o Banguela já estava entediado, foi quando inconscientemente comecei a falar

- Quem aquele tal de Viddar pensa que é para sequestrar a Astrid?!?! - eu gritei

Eu lançava as facas cada vez mais rápido, o que assustou o Banguela

- Ele não vai sair impune, nós vamos ganhar essa guerra - eu disse ficando irritado

Foi quando comecei a sentir um formigamento, eu tentei me conter mas ele só aumentava, foi quando uma luz me envolvel, ela rapidamente se apagou, revelando uma figura com asas e orelhas de fúria da noite, eu me olhei e vi que minha armadura estava igual a pele do Banguela, eu fiquei impressionado, mas ao mesmo tempo em pânico, o Banguela se aproximou devagar

- "Soluço, seus olhos" - ele disse e eu me aproximei da água

- Eu, pareço um.... dragão - eu disse com uma reação surpresa, mas não boa

Continua?...


Notas Finais


Gente, desculpa mais uma vez por não ter postado ontem, e eu sei que esse capítulo ficou menor que os outros, mas é porque precisamos de suspense no final, é como uma novela, você não vê o próximo capítulo se não tiver curiosidade para saber o que vai acontecer

Beijos, abraços e até mais


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