História Soluço, chefe de Berk - Capítulo 19


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Fúria da Noite, Soluço
Tags Astrid, Hicstrid, Soluço, Solustrid
Visualizações 164
Palavras 1.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, vocês querem que eu seja sincera, então eu vou ser, eu me esqueci de postar, é isso, também estava escrevendo outras fics que eu tenho, mas que só minha amiga lê, e ela me faz continuar as histórias para que ela termine, mas enfim, aqui estou eu (alguns minutos atrasada, sim, mas aqui estou eu) com o capítulo de hoje (ou melhor, ontem, essa coisa de depois da meia-noite ser outro dia me confunde) então, espero que gostem

Eu queria deixar claro que a história não gira em torno da trama da Astrid, e sim do Soluço, é por isso que está fugindo um pouco do fato dela ser a princesa e tal, mas essa trama que acontece influência muito na história principal, mas como não a nada que eles possam fazer agora com relação a isso essa história acabou sendo deixada de lado, pelo menos por enquanto

Boa leitura fofinhos (sim, agora eu chamo vocês assim)

Capítulo 19 - Capítulo 19, Astrid


Fanfic / Fanfiction Soluço, chefe de Berk - Capítulo 19 - Capítulo 19, Astrid

Uma semana se passou dês do último acontecimento, agora eu estou como um fantasma, eu cumpro minhas obrigações, mas sempre sumo quando alguém mais próximo vem conversar comigo, assim que termino meu trabalho eu simplesmente evaporo da aldeia, e você só vai me encontrar em dois lugares, ou na casa dos Hofferson com a Astrid, que apesar de estar melhor ainda precisa de repouso, ou na floresta treinando com o Banguela, nesses últimos dias eu aprendi a voar por conta própria, o Banguela me ensinou, e os outros dragões da academia ajudaram, mas eu não me esqueço de voar com o Banguela, apesar de voar sozinho não é tão bom quanto quando voamos juntos, agora eu estou na casa da Astrid, a Ghoth finalmente deu permissão para que ela se levantasse da cama

- Olha só, eu não tô com fome, vamos dar uma volta, depois eu como - ela disse me entregando o prato de comida

- Não, a senhorita só sai daqui quando comer tudo - eu disse lhe devolvendo o prato

- Ah é, e dês de quando você virou meu pai pra mandar em mim? - ela perguntou me devolvendo o prato e cruzando os braços

- Eu posso não ser seu pai, mas me preoucupo com você, então ou você come tudo ou não sai desse quarto - eu disse com um tom altoritario

- Sabia que você é muito chato?! - ela disse tentando não me olhar nos olhos

- Sabia que você é muito teimosa?! - eu devolvi na mesma moeda

- Tuche - ela disse cedendo

- Você acha mesmo que me enrrola com esse papo?! Você vai comer tudinho, nem que eu tenha que te dar na boca - eu disse ainda com um tom altoritario

- Aff, me dá logo esse prato vai - ela disse tomando o mesmo da minha mão

Eu dei um sorriso de satisfação, ela tentava não me olhar nos olhos, por isso se virou de costas para mim ainda sentada na cama, eu ri de sua tentativa falha de não me encarar

- Tá rindo de quê? - ela perguntou com raiva na voz e dando outra garfada

- Só da sua tentativa falha de não me olhar nos olhos - eu disse com sarcasmo e cruzando os braços

Ela se virou pra mim e eu tentei segurar a risada, mas não aconteceu, então eu acabei caindo na gargalhada, mas ela me repreendeu me batendo

- Aí, porque você fez isso? - eu perguntei massageando o local da pancada

- Isso é pra você aprender a não rir da minha cara - ela disse cruzando os braços

- Literalmente - eu completei com sarcasmo e sem mudar minha pose

Ela tentou se segurar mas acabou rindo também, assim que nos recuperamos ela terminou de comer e me entregou o prato com iam violência enorme

- Toma aqui senhor mandão - ela disse cruzando os braços novamente

- Agora que você já comeu eu vou levar isso aqui lá em baixo e depois... - eu disse me levantando e indo em direção a porta

- Se você der mais um passo eu juro que te mato - ela disse em tom de ameaça

- Tudo bem, eu me rendo - eu disse pondo o prato em uma mesinha ao lado da cama e e levantando as mãos

- Eu quero levantar e andar, e você não sai daqui até me ajudar - ela disse assumindo um tom altoritario

- Ora ora, quem é a senhorita mandona agora? - eu perguntei com sarcasmo

Ela soutou uma pequena risada, quase imperceptível, eu me aproximei da cama e peguei sua mão, depois segurei suas costas e a ajudei a se levantar, ela demorou um pouco para pegar estabilidade, mas depois respirou aliviada

- Tudo bem? - eu perguntei ao ouvir o suspiro

- Sim, é que depois de passar uma semana na cama é meio estranho, sabe, estar de pé - ela disse e eu assenti

- Quer andar? - eu perguntei

Ela me olhou surpresa, parecia que nem tinha passado pela sua cabeça a possibilidade de eu falar isso, ela sorriu de orelha a orelha

- Sim, sim, sim - ela disse como se fosse uma criança animada

Eu me coloquei em sua frente e segurei suas duas mãos, ela respirou bem fundo e deu o primeiro passo, ela cambaleou um pouco, mas depois ganhou estabilidade

- Parece que a Astrid Hofferson está de volta - eu disse sorrindo

- Sim, e eu não conseguiria sem você - ela disse e do nada parou para me encarar

Eu me perdi naqueles olhos azuis, era como se uma imensidão me abragesse, mas ao mesmo tempo era comissão e fosse tudo tão simples, eu não resisti ao impulso e a beijei, ela ficou surpresa, mas retribuiu, até que uma voz ecoou da porta, nós obrigando a se separar

- Nossa, onde foi parar a Astrid Hofferson que dizia que nunca ia beijar ninguém e que achava isso nojento - era a senhora Hofferson

- Mãe - ela disse em tom de repreensão

Eu ri, a Astrid realmente pensava aquilo, ela até chegou a me dizer, mas o mais engraçado é que ela já tinha me beijado, a mulher também riu, depois ela foi embora nós deixando sozinhos de novo

- Desculpa pela minha mãe - ela disse com um pouco de vergonha

- Imagina, a minha é igual, talvez um pouco pior - eu disse e ela riu

Vocês poderiam dizer que eu sou super protetor, provavelmente, mas é que eu amo a Astrid, e nunca me perdoaria se algo acontecesse com ela, eu a ajudei a descer as escadas, ela estava com a mão direita sobre o corrimão e eu segurava sua mão direita, ela tropessou algumas vezes, mas eu a impedir de cair, nós estávamos tão consentrados em descer as escadas que nem percebemos que os pais da Astrid estavam sentados na sala

- Vocês são tão fofos juntos - a Leia disse chamando nossa atenção

Nesse momento nós nos demos conta de que estavamso sendo observados, eu e ela ficamos mais vermelhos que pimentão maduro mergulhado em suco de tomate, eles riram da nossa expressão, eu ajudei a Astrid a chegar até o sofá e ela se sentou, eles não diziam uma palavra, apenas nos observavam, eu estava envergonhado, muito, mas aprendi a não demonstrar isso com o tempo

- Bom, agora essa ser humana extremamente teimosa é toda de vocês - eu disse e eles riram

Ela ficou um pouco brava com o comentário, mas também riu depois

- Então você já vai? - ela perguntou se recuperando do riso

- Sim, eu acho que ir seus pais querem por a conversa em dia com você - eu disse e eles assentiram

- Ah, isso - ela disse com um pouco de desanimo

Eu ri da expressão dela, os pais não gostaram muito, mas entenderam, acho que eles se lembram da juventude, e de como as conversas com os pais (ou qualquer ser responsável que tenha consideração com você) depois de sofrer acidentes são mais uns monótonos, ela me bateu me repreendendo

- Isso é por rir da minha cara - ela disse ficando brava

Eu ia dizer algo, mas antes que eu o fizesse ela se levantou com um pouco de dificuldade e me beijou, foi rápido, mas cheio de sentimento, a Léia nós olhou com cara de "vocês são muito fofinhos juntos, eu queria apertar vocês", e o Axel apenas ria da situação

- E isso é por ter cuidado de mim - ela disse sorrindo depois

- É melhor aí ir logo, não vamos deixar seus pais segurando vela - eu disse sarcástico

Ela riu, assim como os mais velhos, eu fui embora e eles ficaram apenas olhando do sofá, era como se fossem minha família, tinha algo naquelas pessoas que era diferente, que trazia boas memórias, que me fazia bem, eu respirei fundo antes de voltar para a cidade, tinha muito trabalho me esperando, e acreditem, eu não estava nada ancioso por isso

Continua?....


Notas Finais


Oi, aqui estou eu de novo, espera que tenham gostado


Beijos, abraços e até mais fofinhos e fofinhas


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