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História Soluço: O PRÍNCIPE DOS DRAGÕES. - Capítulo 17


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Notas do Autor


Voltei com mais um capítulo.

Capítulo 17 - Dois anos depois.


Fanfic / Fanfiction Soluço: O PRÍNCIPE DOS DRAGÕES. - Capítulo 17 - Dois anos depois.

— Papa, atorda! – Soluço soltou um pequeno resmungo enquanto dormia – Papa, atorda!!! – mais uma vez um resmungo, porém sorrindo até que o Banguela lambe o seu rosto.

— Ah, Banguela! Você sabe que não sai! – disse Soluço enquanto se levantava e seu filho ria da situação – E você, rapazinho. Venha cá! – Rhuan estava preste a correr, mas o Soluço pega-o e faz cócegas.

— Não...papa...pala.... – dizia Rhuan entre as risadas até que o pai dele pare – Bom dia, papa!

— Bom dia, filho! – o Rhuan pula e abraça o pai e o mesmo retribui – Está com fome? – pergunta.

— “Eu tô! ”— disse o Banguela e Soluço revira os olhos sorrindo, antes de se levanta e prepara o café.

Passaram-se dois anos, desde daquele acontecimento. Soluço estava tranquilo com sua vida, agora que tinha um filho. Não foi fácil para ele cuidar, mas quem disse que seria?

Depois de prepara e tomar o café, Soluço foi dá um banho no Rhuan e também no Banguela, o que levou algumas horas para sair da água. Assim que terminaram, foi se arrumar e ajudou seu filho, preparou a sela em Banguela pois eles iriam sair.

Soluço ajuda o Rhuan a subi no Banguela e depois monta. Ele fez carinho na cabeça do dragão e eles decolam. Banguela sabia para onde o amigo queria ir, então eles não tiveram problemas. Soluço precisava de mais cadernos e algumas coisas, então eles estavam indo em direção ao comerciante Johann. Durante o caminho, Rhuan brincava com seu dragãozinho de pelúcia, que era um fúria da noite feito pelo Soluço, enquanto Banguela guiava até que avista um barco e eles se aproximam. Assim que eles pousaram, o Johann os cumprimenta.

— Mestre Soluço, o incrível Banguela e o jovem Rhuan. Como estão? – ele perguntou sorrindo.

Há alguns meses atrás, Johann descobriu que o filho de Stoico, o Imenso, estava vivo e também sabia dos seus segredos. Mas, o Soluço pediu para que ele guardasse isso em segredo. Todas as vezes que eles se encontravam, Soluço recebia as notícias de Berk e levava algumas ervas e coisas úteis, que não seja armas em troca do seu silencio.

— Bem e o senhor? – Soluço perguntou enquanto tirava seu filho de cima do Banguela e tirando o seu capuz, bagunçado os cabelos e mostrando seus olhos draconianos.

— Ótimo! E tenho notícias! – disse ele.

— Notícias?

— Sim, notícias de Berk! – ele falou – O Melequento está sendo treinado para se tornar líder, mas parece que não está causando efeito – ele rir.

— Concordo – Soluço rir – E a Skyller? O que ela está achando disso? – perguntou ele.

Skyller é a irmã mais nova de Soluço. Ele não sabia que tinha uma irmã, pois seus pais nunca contaram e só soube pelo comerciante Johann. Segundo Johann, o chefe de Berk passeava pelos arredores da ilha até que ele ouviu som de alguém reclamando, quando se aproximou viu que era um velhote brigando com a menina. Então, ele se aproximou deles e como era o líder, a menina se tornou a responsabilidade dele e depois de um tempo, descobriu que era sua filha desaparecida. Isso aconteceu há dois anos atrás e Soluço não sabia muito dessa história, mas estava feliz e ao mesmo tempo triste pela família.

— Ela não concordou muito com isso – disse Johann – Skyller acha que Berk caíra em ruínas por causa dele.

— É tenho que concorda com ela – disse Soluço – Comerciante, vou precisa de alguns cadernos e panos. Aqui estão as ervas que tinha lhe prometido.

Eles passaram alguns minutos fazendo negócios. Quando eles terminaram, Soluço chama o seu dragão e monta junto com Rhuan, e decolam para o céu.

— x – x – x – x – x – x – x –

Demorou alguns dias para Soluço consegui fazer as roupas para ele e por Rhuan. Assim que foram feitos, Soluço pensou fazer uma pequena viagem com seu filho junto com Banguela. Então, começou prepara as coisas (o que for necessário levar) e levou para fora da caverna, colocando na sela de seu dragão.

— “Lembre-se de ser cuidadoso”— avisa o Pula-Nuvem mais uma vez, enquanto olhava o Soluço arrumando as coisas na sela e em seguida coloca o Rhuan em cima de Banguela.

— “Eu vou ser, tudo bem”— ele disse com um leve reviro de seus olhos – “Eu tenho Banguela comigo”— ele deu-lhe um último carinho em sua cabeça antes de subir em cima de seu amigo – “Nós vamos volta antes que você perceba”.

— Tchau, Nuvem! – disse Rhuan acenando e eles decolam.

Pula-Nuvem balançou a cabeça enquanto observa o trio. Ele sorriu suavemente antes de voltar para o seu descanso.

— “Três dias...”— ele disse – “Há apenas três de preocupação...”

Soluço olhou para trás, vendo que a ilha já não era mais visível.

— Papa, ode vamos? – pergunta Rhuan olhando para seu pai.

— Eu ainda não sei – diz ele – Mas, vamos deixar o vento nos levar, ok? – o pequeno assente e Soluço sorrir.

Eles voaram acima das nuvens, as estrelas apenas mal começaram a surgir. Soluço quase podia acredita que ele estava voando sozinho como se o corpo de Banguela tinha sido derretido na escuridão crescente da noite. Eles voaram durante toda a noite antes de pousar em uma ilha de tamanho decente.

— Papa, o que é quilo? – pergunta Rhuan, que ainda estava acordado. Soluço tinha visto o que parecia ser uma pequena aldeia.

— É uma aldeia, mas é melhor a gente fica um pouco longe – diz ele.

Assim que pousaram, não demorou muito para Rhuan dormir e deixou com Banguela em uma caverna antes de sair por conta própria. Realmente era uma pequena aldeia. Soluço permaneceu nas sombras das arvores que ladeava-lo, um leve sorriso puxou os lábios enquanto observava as pessoas lentamente. Um homem bem construído veio em direção ao prédio perto de Soluço. Abrindo o lugar, o garoto percebe que aquilo era uma forja.

Ele subiu em uma arvore nas proximidades para obter uma visão melhor. Ele observava o fogo da forja ganhar vida quando o homem começou preparar seu dia de trabalho. Sim, já estava amanhecendo.

Enquanto ele assistia o ferreiro trabalhar, alguns homens estavam se aproximando do local com várias armas na mão chamando sua atenção.

— Mais uma incursão da última noite, hein? – falou um viking.

— Eu era capaz de assumir um Nadder Mortal – outro respondeu segurando seu machado para cima. Soluço sentiu seu coração pular em uma batida de ver o sangue ainda no objeto – Um balanço e lá foi a cabeça do bicho!

O grupo oferece suas felicitações ao homem.

— Menos um dragão a assolar nossos céus – disse um, que aparecia ser o líder do grupo. Soluço estava com mistura de raiva e tristeza sobre o dragão que caiu – Deveria dizer ao Stoico de Berk, ele ficaria feliz. Embora eu ouvi-lo que não foi o Nadder Mortal que levou seu filho.

Soluço não ouviu nada depois disso. Ele já estava correndo de volta para caverna, que compartilhava com Rhuan e Banguela. Assim que ele chegou na caverna, o Rhuan correu em sua direção e o abraça.

— ode tu tava, papa? – pergunta ele ainda abraçado com seu pai – iquei peocupado.

— Desculpe – disse Soluço – Não vai acontece isso de novo – ele sorrir e beija a testa de Rhuan.

O som de um galho estala, chamando atenção de Soluço e Banguela. Rapidamente, Soluço começou anexando as coisas para sela de Banguela. Os sons de passos se aproximaram, parecia ser um grupo de caça que calmamente eles estavam tentando se mover. Pena que tanto Soluço e Banguela tem audição de dragão.

— Papa! – disse Rhuan esticando os braços para o pai.

Soluço pega o Rhuan e monta no dragão e eles decolam em direção ao céu, ignorando os gritos de desvanecimento de surpresa por trás dele.

— x – x – x – x – x – x – x – x – x –

Eles estavam voando horas no ar, Soluço sabia que eles tinham que fazer uma parada e também precisava tira um cochilo. Mas onde? Já era de noite e eles estavam cansados, Rhuan dormia nos braços de Soluço que também estava com sono. Ele estava quase caindo no sono, quando a vista uma ilha que estava tendo um ataque de dragões.

Soluço franziu as sobrancelhas confuso. Todos os dragões estavam em boa saúde. Por que eles iriam atacar uma aldeia humana para facilitar a comida?

— “Eu não estou disso, broto! ”— Soluço murmurou orientando-o mais perto da ação para dar uma olhada melhor. Eles rapidamente tiveram que se mudar para fora do caminho de um dragão – “ok, então não é dragão amigável. O que é uma surpresa. ”— Rhuan acordou um pouco assustado e rapidamente agarrou o pai.

Soluço logo avistou a catapulta que lançava as pedras.

— “Que tal dar um apoio aéreo? ”— ele disse para o Banguela apontando na direção do dispositivo. O som sibilante chamou atenção de todos lá embaixo, eles sabiam que era um Fúria da Noite. Um tiro de chama azul e a catapulta foi destruída, eles continuaram a ajudar na elaboração de fogo.

Eles voaram em um círculo preguiçoso alto, a cobertura do céu noturno ajudando a esconde-los e só desciam quando era necessário.

— Papa to com medo – disse Rhuan escondendo o rosto e ainda agarrado no pai.

— Vai fica tudo bem – sussurra Soluço enquanto cariciava os cabelos de seu filho.

Soluço virou a cabeça sentindo que algo fora de distância. Ele concentrou-se um pouco nas vibrações antes de balançar a cabeça. Havia uma rainha próxima, era que estava no controle destes dragões agora. Ele iria olhar para isso mais tarde, pois agora ele iria vigiar os dragões abaixo. Um Pesadelo Monstruoso estava preso pelo maior deles. Os outros dragões tomaram isso como a sugestão de levar seus despojos e sair.

Soluço tinha pedido para o Banguela pousar passando fora das linhas das arvores antes desmontar.

— “Encontre um lugar seguro para se esconder”— ele disse antes de olhar para Rhuan – Filho, o papai vai ali e já volta, ok? – o pequeno assente e o Soluço beijar a sua testa – Fique com Banguela. Ele vai te proteger – ele disse antes de voltar pra vila.

Soluço estava contornando as casas, para ter uma visão do que estava acontecendo. Ele esperava que ele não estava preste a testemunhar a morte de um dragão. Ele estava escondido nas sombras, enquanto observava todos eles se reunindo em torno do dragão abatido. O homem que prendeu agora estava do lado dele, correntes mantendo-o no chão.

— Mais uma captura, Stoico! – um homem disse que logo atrás dele vinha um grupo de adolescentes, que pareciam ter a mesma idade de Soluço. Esse homem estava faltando a mão esquerda e perna direita, o que era familiar para Soluço. Mas, não lhe deu atenção. Portanto um viking se aproximou do dragão e o garoto reconheceu.

— Não, não pode ser – sussurrou Soluço não acreditando no que estava vendo.

— Coloque-os com outros – o homem disse para um grupo de vikings enquanto olhava para os adolescentes. Ele apontou para o dragão torna-los a olhar para criatura – Olhem com cuidado, este será o dragão que um de vocês vai matar no final de seu treinamento.

Então, Soluço tem tempo de salvar este dragão, a respeito de quanto tempo ele não sabia bem. Em seguida, houve o fato que foi dito “outros”. Eles tinham que ter mais dragões sendo mantido em algum lugar. Soluço precisaria ver onde e como obtê-los todos para fora. Parecia que ele estava indo mais uma vez a violar o toque de recolher. Duvidava que o Pula-Nuvem se importava tanto assim. Depois de tudo o que ele estava salvando os dragões de sua condenação.

Ele seguiu o grupo que estavam trazendo o dragão para as gaiolas. Soluço podia contar cinco portas, eles colocaram o pesadelo em um deles antes de trancar a porta, selando-a entrar. Bem, agora ele sabia onde estavam. Ele virou-se e foi para começar sua buscar dos dois.

— “Eles pegaram um Pesadelo Monstruoso e eles tem mais dragões”— disse Soluço sem preâmbulos como ele chegou a pequena enseada, que o Banguela encontrou.

— “Por que tenho a sensação de que estamos a ficar até você ser capaz de liberta-los? ”

— “Porque nós somos”— respondeu Soluço enquanto ajeitava as coisas – Vem, filho!

— “Pula-Nuvem não vai estar satisfeito com você”— Banguela comentou sacudindo-se.

— “Eu só preciso ver como eles abrem as gaiolas”— argumentou Soluço – “Assim que eu souber, poderei defini-los todos livres e nós iremos embora”

— “Eu acredito, enquanto nada mais pega o seu interesse”— Banguela foi para pequena lagoa e tomou um gole. Soluço bufou.

— “Esta é uma aldeia, onde todos me odiavam e são matadores de dragões. O que possivelmente poderia me interessar? ”.



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