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História Soluço: O PRÍNCIPE DOS DRAGÕES. - Capítulo 20


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Notas do Autor


Oi
Como estão vocês na quarentena?
No meu caso está Muito chato, pois eu não tenho privacidade. Enfim, boa leitura.

Capítulo 20 - Indo ao encontro com Mar de Fogo.


Fanfic / Fanfiction Soluço: O PRÍNCIPE DOS DRAGÕES. - Capítulo 20 - Indo ao encontro com Mar de Fogo.

Na Vila...

Tudo estava calmo, todos os cidadãos estavam em suas respectivas casas dormindo. Quase todos. Skyller voltava da casa dos Hoffersons, pois queria conversa com a Astrid. Mas ela não estava lá, então, onde estaria?

Quando ela estava subindo a colina, se lembrou onde a Astrid poderia estar e saí correndo para o local até ser esbarrada pelo Melequento.

— Aonde você pensa que vai? – pergunta ele.

— Não é dá sua conta! – diz ela revirando os olhos.

— Tenha respeito, pois eu serei o chefe dessa ilha – disse ele cruzando os braços e a mesma rir.

— Chefe? Pois saiba que isso dependerá do seu desempenho – continua – E se você for vira “chefe”, Berk não aguentaria um dia com você – ele pega no pulso dela com força.

— Escuta aqui, quando seu pai passar a liderança para mim. A primeira coisa que eu vou fazer é exilar você dessa ilha, perdendo tudo que você tem – ele à solta.

— Só por cima do meu cadáver... – diz ela saindo dali.

— Inútil igual o irmão – ele continua olhando pra ela – pena que ele foi embora tão cedo – ele rir indo para sua casa.

Enquanto isso...

Soluço olhava para Astrid, que estava desacordada. Ele a olhava com cautela, se passaram alguns anos e ela estava bonita. Seus cabelos estavam mais loiros como raios de sol, mas o que chamava sua atenção era os olhos dela, que nesse momento estavam fechados, e a sua boca rosada. Soluço acaricia o rosto dela até os lábios e inclinar-se para beija-la, mas ele ouviu sons de passos e rapidamente ajeita a Astrid confortavelmente antes de sair correndo.

— Ei, você! Espera! – a pessoa o chama, mas ele continuou correndo até chegar na borda da rocha e saltou.

A pessoa chega até a borda e olhou para baixo, meio que esperando para ver seu corpo mutilado abaixo. Mas, não havia nada.

— x – x – x – x – x – x – x – x –

— “A nossa casa é na direção oposta”— Banguela comentou. Eles estavam voando para o sul e não pro norte.

— “Nós precisamos lidar com a rainha em primeiro lugar”— Soluço respondeu – “É por causa dela que os outros dragões estão sendo mortos”.

— “Você tem alguma ideia de como isso é perigoso? ”— disse Banguela tentando virar para o norte, mas sem sucesso – “Voltamos agora, precisamos de mais do que apenas você e eu para ir atrás de uma rainha, ainda tem o bebê aqui! ”

— “Mas ela pode ser... ”— ele é interrompido.

— “Não, Soluço! ”— Banguela rosnou – “É muito perigoso! ”

— “Então, deixamos inúmeros dragões a morrer porque eles não podem ajudar, mas obedece-la? ”— Soluço disse com a voz firme – “Deixa-los continuar a ter que atacar as aldeias, a fim de obter comida suficiente e arriscar suas vidas desnecessariamente? ”— o Rhuan estava confuso com a conversa dos dois, mas pelo jeito que seu pai olhava para o dragão sabia que era algo sério.

— “Eu estava apenas sugerindo que voltássemos com a ajuda”— Banguela disse suavemente. Soluço não estava disposto a ser influenciado neste ponto – “Você é o mais teimoso do que qualquer dragão ou ser humano”.

Soluço deu uma pequena risada.

— “Eu sou tanto dragão e humano lembra? ”

No Santuário...

Dente de Anzol curvou-se ao Rei Branco, quando ele e os outros dragões chegaram.

— “O Príncipe enviou-nos a frente, quando ele nos libertou”— ele disse – “Ele deve estar aqui em breve”.

— “Por que ele precisava libertá-los? ”— o Rei Branco perguntou olhando para os cinco dragões. Ele não estava acostumado o Soluço ser a razão para o crescente número de dragões em seus cuidados, na verdade, ele estava emocionado com o pequeno ser humano poderia chamar em tantos dragões.

— “Nós estávamos sobre o controle de uma Rainha muito cruel”— respondeu Tempestade – “Ela obrigou-nos para caçar o seu alimento. Se nós não trazer comida suficiente para ela, nós seremos comidos por ela”.

— “Gostaríamos de invadir uma pequena ilha de assassinos de dragão”— disse Bafo.

— “Embora cada um de nós foi capturado e feito para lutar contra os jovens de lá”— acrescentou Arroto.

— “Ele soltou-nos das jaulas e disse-nos para ir ao norte”— Batatão entrou na conversa – “Apesar de por que ele não está aqui ainda... eu não tenho certeza”.

— “Sul! ”— o Terror Terrível saltou — “O príncipe foi para o sul. Ele estava fechando as portas das jaulas, para que nenhum assassino de dragão suspeitasse. Ele está indo ao encontro com a Morte Verde! ”

O Rei Branco rugiu para a informação.

— “ELE PROCURA ENFRENTAR UMA RAINHA SEM AJUDA?! ”— ele gritou chamando atenção de todos os dragões.

— “Meu rei, o que houve? É sobre o Soluço? ”— perguntou Pula-Nuvem com preocupação na sua voz. Fazia algumas semanas que o Soluço tinha viajado.

— “Pula-Nuvem, quero que junte qualquer dragão que estiver bem o suficiente para lutar. Vão agora, nosso príncipe está na necessidade! ” – disse a Besta Implacável.

Gritos e rugidos soou pelo Santuário e os dragões decolaram. Tempestade olhou para seu grupo de companheiros.

— “Eu digo que é melhor nos juntássemos a eles”— ela disse – “Ele fez depois de tudo nos ajudar, e nós podemos levar os outros para Morte Verde”.

— “Não precisamos de convincente para ir em seu auxilio”— disse Dente de Anzol que já estava no ar. Juntaram-se a massa de dragões em breve assumiram a liderança.

— “Por favor, traga-o para casa, vivo...”— o Rei Branco sussurra olhando para o grupo de dragões saindo pela entrada do Santuário.

Em Berk...

Na casa dos Hoffersons, os pais de Astrid estavam preocupados, pois sua filha tinha chegado desacorda e ninguém sabia o que tinha acontecido com ela. Skyller estava ao lado da cama da amiga junto com Perna e os gêmeos, esperando que ela acordasse até que o Melequento chegar fazendo maior drama e todos reviram os olhos.

— NÃO! ESPERA! – Astrid grita pulando de susto, chamando atenção de todos os presentes.

— Calma Astrid, está segura agora – disse Skyller tentando acalma-la.

— O... o que aconteceu? – ela pergunta.

— Bom, eu estava indo para sua casa. Mas, seus pais disseram que você tinha saído e então estava indo para minha até que lembrei onde você poderia estar – continua ela – Quando cheguei lá, você estava desacordada e te trouxe para cá... – ela termina de fala e Astrid lembra do acontecimento.

Flash Black On.

— VOCÊ! – grita Astrid chamando a sua atenção.

Soluço reconheceu aquela voz e rapidamente vira para ela e a mesma se engasgou.

Seus olhos, Astrid poderia dizer que eles eram de um verde profundo como a floresta no meio do verão, mas não era a única coisa que a lançou. Não, o que chocou foi o fato de que seus olhos eram fendas como os olhos de dragão que havia assustados.

— Quem é você? – pergunta ela apertando o seu machado. Ele não respondeu e tentou sair dali, mas a mesma não deixava – Responda-me! – ele continuou calado – Então vai ser assim, né? – continuou quieto.

Astrid começou avançar dando golpes fortes, mas o mesmo desvia deles. Ela estava muito frustrada, ainda mais com alguém que não fala nada. Soluço continuou desviando dos golpes dela até que um passa rasgando na manga da camisa e ferido de leve seu braço direito, deixando-o um pouco irritado.

“Já chega! ” pensou ele e no rápido movimento, a Astrid é derrubada no chão. E antes que ela se levantasse, o mesmo fica em cima dela segurando os seus pulsos, o que deixava eles com rostos próximos e com respirações pesadas. Eles ficaram se encarrando por um tempo.

— Q-quem... é... v-você? – ela sussurrou, gaguejando, até que o mesmo coloca um pano na sua frente fazendo com que ela perdesse a consciência, mas antes ele diz.

— Sinto muito, Astrid – e a sua visão escurece.

Flash Black Of.

— Astrid, Astrid! – Skyller a chamava e a mesma sai dos pensamentos – Você está bem?

— Eu... eu... to bem – diz ela, mas a Skyller não acredita.

— Tem certeza? – pergunta Cabeça Quente e a mesma se irrita.

— Eu estou bem, o que mais vocês querem que eu diga? – ela os olha furiosa.

— Wow wow, calma aí Astrid! – diz a Skyller – Gente, quero falar com Astrid a sós.

— Por que, hein? – pergunta o Melequento.

— Vai embora, Melequento! – fala Astrid e todos saem, deixando as duas sozinhas – Então, o que quer falar comigo?

— O que realmente aconteceu lá? – pergunta ela – Eu vim alguém saindo correndo do local, onde você estava desmaiada. Quem era?

— Eu... eu não sei, mas não sei se você vai acredita em mim – Astrid suspira, pois se ela contasse para Skyller, a mesma acharia que ela estava louca.

— Por que? – pergunta ela e Astrid bufa.

— Porque se eu falar que a pessoa que vi na arena tem olhos draconianos, você acreditaria?

— Bem, a princípio não – diz Skyller – Mas acredito em você, pois o que tenho a dizer pode parecer estranho.

— Como assim? – pergunta Astrid curiosa.

— Quando estava indo para arena, pois queria falar com você – continua – Quando cheguei lá, vi alguém saindo correndo. Eu o chamei, mas a pessoa continuou correndo até que chegou no penhasco e pulou, me aproximei do penhasco para ver o seu corpo mutilado, mas tinha nada como se estivesse evaporado.

— Ele sumiu?

— Ele? – pergunta confusa.

— Era um menino que estava na arena, chamei a atenção e quando virou vi seus olhos... – continua Astrid – Mas...

— Mas?

— Eles pareciam familiares... ele parecia familiar, eu não sei... estou confusa – diz ela suspirando.

— Você ainda sente saudades dele? – pergunta Skyller.

— Só, por que ele se foi não pode ser lembrado? – pergunta Astrid um pouco irritada.

— Eu sei, queria tê-lo conhecido antes... – ela vira o rosto, pois não queria chorar.

— Desculpe, eu não queria... – disse Astrid tentando se desculpa.

— Tudo bem... – disse ela sorrindo fraco – Eu preciso ir, mas você ficará bem? – Astrid assente e a menina sai, deixando Astrid triste.

— x – x – x – x – x – x – x –

Encontrar o ninho da Rainha não foi tão difícil. Assim que chegaram, a chamada da Rainha era quase impossível de ignorar.

— “Eu não gosto disso... ”— Banguela soou. Foi quase demasiado calmo, embora eles foram cercados por um bando de outros dragões. O único som sendo a chamada, eles estavam se dirigindo para uma ilha.

Eles seguiram o grupo de dragões na caverna. A caverna mais profunda era enorme, o calor combinava com o calor da forja de Soluço. Rhuan estava quieto e agarrado no pai, pois não estava gostando daquele lugar, que para ele parecia um pesadelo. Assim que pousaram, Soluço deslizou para fora, deixando o pequeno em cima do Banguela.

— “Ei! Volte aqui! ”— disse Banguela.

— “Vai ficar tudo bem”— fala Soluço se afastando.

— “Mas, se precisar sair rapidamente? ”— pergunta ele nervoso.

— “Relaxa, tudo bem? ”— Soluço olhou para o poço onde a comida estava sendo descartado.

— Papa, não vá! – o pequeno estava quase pra chora.

— Não se preocupe, volto logo – ele sussurra – Prometo.

Soluço voltou a olhar, um Gronkle soltar um peixe pequeno e uma grande cabeça se levantou para engolir de uma vez. Ele revirou os ombros empurrando o tom de medo que rolou na sua espinha de lado.

— “Sua Majestade”— Soluço começou com um pequeno arco. Ele chamou sua atenção, o enorme dragão olhou com seus olhos de crocodilo.

— “Um pequeno humano... ”— ela resmungou empurrando-se para cima ao seu nível – “E você fala dragonês, eu cheiro dragões em você e muito pouco humano, diga-me, como é que é alguém como a si mesmo é como você é? ”

Mas antes de falar, ele ouviu um cantarolar esquisito vinha bem da direção do estomago da Morte Verde. A canção dizia mais ou menos assim:

 

“Veja bem, Grande Predador,

enquanto almoço uns instantes,

Baleias-assassinas são tão apetitosas,

por causa dos ossos crocantes.

Tubarões-brancos são saborosos,

mas uma dica eu vou lhe dar:

Tome cuidado com os dentes pontudos,

porque eles podem machucar”.

 

“Que coisa estranha” pensou Soluço, “ela consegue cantar de boca fechada”.

— “Por que isso é estranho? ”— disse o dragão, que parecia se divertir – “Nada é o que parece ser. Esse ruído que você escuta não sou eu quem faz. ISSO, meu herói, é o ruído de jantar cantante”.

— “Jantar cantante? ”— repetiu Soluço.

— “Sim! ”— disse o dragão – “Mas onde foi para minha educação? Primeiro, eu preciso me apresentar. Sou Morte Verde, como você se chama? ”

— “Soluço Spantosicus Strondus Terceiro...”— ele é interrompido.

— “O Príncipe dos Dragões! ” — ela gritou ironicamente. Os outros dragões olharam para ele com surpresa — “Oh sim, sempre ouvi os meus súditos falar de você. O filhote humano salvo pelo Alpha, sendo criado como dragão, olha para nós como se fossemos parentes. Haha! Que ideia! ” — seus olhos estreitaram sobre ele – “Como pode um ser humano ser o nosso parente? ” — ela questionou – “Mesmo que você realmente tem o nosso sangue em suas veias. Você não é um dragão! ”

Banguela rugiu.

— “Você vai mostrar-lhe respeito? ”— ele perguntou – “É ele que salvou cinco dragões dos matadores. Em seguida, novamente ele não teria necessidade se você não estivesse os enviados para caçar comida pra você”.

— “Banguela, isso é suficiente”— disse Soluço colocando a sua mão na frente do amigo – “Embora seja verdade que foi por causa de seu pedido para os dragões trazer-lhe comida, que são forçados a atacar aldeias, mesmos que aqueles são o lar de matadores de dragões, tenho certeza de que nunca teve a intenção de causar danos para os seus súditos”.

A Morte Verde deixou escapar um suspiro.

— “E daí se eles são mortos em busca de comida para mim? ”— ela disse – “Não é seu dever para me agradar? Se há alguma coisa, é sua culpa que os outros devem trabalhar o mais difícil”.

— “Você afirma que é ridículo para mim de me chamar parente de dragões, ainda assim você iria envia-los para morte? ”— Soluço questiona. Ele balançou a cabeça com desgosto que estabeleceu nele, em seguida, olhou para os outros dragões – “Vocês podem vir comigo se quiserem. Deixa-la e ir para o Rei Branco. Vivemos em paz, ele nos protege e tudo que ele pede em troca é que nos preocupamos uns com outros! ”

Soluço olhou para a rainha como ela rosnou.

— “Como você ousar tenta fazer os meus súditos virarem contra mim? ”— ela olhou para todos os dragões em torno de si – “Se vocês tentarem sair, vou come-los inteiro! Vou começar com você, príncipe dos dragões! ”

Ela abriu a boca para fazer exatamente isso, indo em direção ao Soluço para pega-lo. Banguela foi mais rápido e o trio forma em direção a entrada da montanha. Os outros dragões decolam para o ar, rapidamente criando uma massa bloqueando, para que eles possam fugir de lá.

O rugido que todos eles enviados para o céu, que foi seguido pela rainha.

— “Você tem envenenado as mentes de meus súditos! ”— ela gritou – “Você deve paroquia jovem príncipe! ”

— “Eu disse que isso era má ideia! ”— anuncia o Banguela como ele desviava das formações rochosas.

— “Eu sei, apenas voar”— disse Soluço olhando ao redor e tentando pensar em como eles iriam sair disso.

— “Eu queria voltar para casa e obter ajuda, mas não, você tinha que ser o herói e ir atrás dela a sós! ”— Banguela não parecia ponto para deixar-se sobre seu discurso. Soluço apenas suspirou em ligeira derrota.

— “Eu sei, sinto muito”— ele disse fazendo o Banguela finalmente parar – “Nós precisamos encontrar uma maneira de para-la agora”— Rhuan olhou para trás, ela estava se aproximando deles lentamente, por causa das formações rochosas.

— Papa! – Soluço olha pro Rhuan, que estava com muito medo.

— Rhuan, não olha para trás! – disse ele e o mesmo esconde o rosto, e segurando no pai – “Precisamos ir mais alto”.

Com esse ângulo, eles disparam para as nuvens enquanto a Morte Verde seguia-os.

— “Vamos ver o quão bem ela pode voar” — O Fúria da Noite soltou um grunhido reconhecendo e o trio trançado no ar, de repente mergulho em direção ao mar mais uma vez. Esquivando-se da cauda foi fácil e ela foi forçada a virar. Uma coisa ela tinha contra o seu tamanho, ela era lenta.

Soluço manteve-se firme na sela para mantê-los tão flexíveis quanto possível, pra dar ao Banguela tanta a velocidade quanto possível. O decolaram ligeiramente para evitar a explosão de fogo, tudo bem, talvez ele deveria ter pensado isso através um pouco mais.

Outra explosão de fogo atingiu a Morte Verde. Seu rugido de raiva tinha Soluço torcendo em seu assento para ver o que estava acontecendo.

— “Tempestade? ” — ele questionou vendo a Nadder preparando para disparar outro tiro. Seu olhar se voltou a ver ainda mais dragões, os de sua casa.

— Ajuda, papa! – disse Rhuan olhando para os dragões se aproximando.

— É, filho – diz ele – Parece que a ajuda está aqui.

O Fúria da Noite voou para se juntar ao exército de dragões que se estabelecem em seu lugar ao lado do Pula-Nuvem.

— “Você está bem? ”— ele perguntou a ambos.

— “Além do fato de que ela quer me comer? ”— perguntou Soluço – “Sim, estamos bem. Obrigado por terem vindo”.

— “Você deveria ter voltado para casa e nos dizer”— disse ele com um tom de voz firme – “Embora o seu coração estava no lugar certo. Eu posso sentir ela perdeu a conta de qualquer, mas a si mesma”.

— “Então, como é que vamos fazer isso? ”— pergunta Soluço.

— “Vou levar para baixo, você levar para o céu com os outros”.

Soluço deu um aceno antes incitando Banguela novamente. Vários dragões seguiram, incluindo Dente de Anzol e Tempestade, eles ladeado o trio como guardas.

— “É bom vê-lo em uma festa”— Dente de Anzol comentou.

— “Obrigado por nos salvar lá trás”— disse Banguela com um sorriso rápido.

— “Não foi nada, então qual é o plano? ”— pergunta Tempestade.

— “Dê-lhe tudo que você tem”— Soluço respondeu – “Mas, antes... eu preciso fazer uma coisa primeiro”— disse ele mudando a posição da marcha e pousam um pouco longe do local.

Soluço rapidamente desce e tirar o Rhuan de cima. Ele encarou o filho que o mesmo estava confuso.

— Papa, o que tá fazendo? – pergunta Rhuan.

— Filho, eu quero que você fique em segurança – disse Soluço enquanto Banguela chamava um dos dragões – Eu te amo e muito.

— Papa, não! – Rhuan começa chora, enquanto Soluço se abaixa encarrando seu filho.

— Eu volto logo – diz ele enquanto o Rhuan abraça-o.

— Pomete? – Rhuan o olhava com olhos marejados.

— Prometo – ele beija a testa do pequeno – “Cuide dele, por favor” – disse ele para um Nadder Mortal.

— “Tomarei, jovem príncipe”— o Nadder curva-se e depois fica em torno de Rhuan.

— Te amo, papa – Rhuan segura seu bichinho de pelúcia bem firme, enquanto seu pai e o Banguela decolam para batalha.

A dupla estava no céu e depois com mergulho rápido. Soluço rapidamente saiu na frente com o resto de seu grupo, como seu amigo deixe sua construção de explosão. A rainha estava furiosa, ela ignorou os dragões e foi em busca de Soluço. Um rio de fogo enviadas para qualquer dragão que estive em seu caminho.

— “SOLUÇO! ”— o Pula-Nuvem berrou enviando uma rajada de fogo em direção das asas de Morte Verde.

— Papa... – sussurra Rhuan enquanto o Nadder colocava a sua asa ao redor do pequeno.

Soluço olhou para trás vendo os outros dragões forçados a sair enquanto ela seguia-os para as nuvens.

— “Para dentro dos céus escuros, você persegue um Fúria da Noite? ”— Soluço chamando de volta para rainha com um sorriso – “Você deve ter crescido bastante imprudente em sua idade”.

A raiva era tudo o que soou ela ao seu tom de zombaria. Banguela no entanto derretia para o céu.

— “As asas... ”— ele sussurrou para o amigo – “Mira nas asas”.

— “Entendi”— Banguela respondeu com a mesma voz baixa. Os tiros foram rápidos, mas poderosas. O assobio parecia ecoar enquanto os dragões abaixo, assistiam a silhueta da Morte Verde tentando encontrar o par com intenção de terminar.

Pula-Nuvem sorriu. Foi tolice perseguir os dois quando estavam sob a cobertura da escuridão. Em seguida, a frequência com que os dois voaram juntos. As chances não estavam a favor da Rainha. E isso a sua frustração foi montagem.

— “BASTA! ”— ela gritou e enviou uma corrente longa e caótica de fogo ao seu redor – “Não vou ser brincado por um mero humano e seu dragão de estimação! ”

— “E daí? ”— Soluço perguntou como eles virou a cabeça – “É o melhor que você tem? ”— eles apontaram para baixo novamente, isso ia ser bastante o mergulho – “Nós podemos fazer isso...” — Soluço murmurou enquanto agarrava a sela um pouco mais apertado.

Banguela deu um pequeno aceno enquanto ele achatada suas asas o melhor que pode, deixando a gravidade fazer a maioria do trabalho. Eles se mudaram de vez em quando, como as bolas de fogos foram disparados contra eles. Soluço abrandou sua respiração esperando a borda das nuvens.

— “Agora! ”— eles viraram e o Banguela envia um tiro rápido na boca da Morte Verde que estava preparando o próximo tiro. Ela amordaçado fecha os olhos para a dor de garganta pegando em chamas.

Um rolo de barril para o lado deixa Soluço e Banguela sair do caminho da Rainha, como eles voltaram para o céu batendo as asas para ganhar altura. Foi então que a rainha abriu os olhos para ver o chão correndo em direção a ela.

— “NÃO! ”— ela gritou abrindo suas asas apenas para senti-los rasgando – “Você me enganou! ”— ela enviou o último de seu fogo para o chão enquanto ela bateu. Se ela fosse para ir para baixo, iria leva-los com ela, usa a sua cauda pela última vez recorte-los para lado.

Banguela se endireitou e notou que ele estava mais leve.

— “SOLUÇO! ”— ele virou-se observando o rapaz caindo para o mar de fogo. Soluço estava inconsciente.



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