História Somebody to love; daddykink (mitw) - Capítulo 4


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Categorias TazerCraft
Tags D4rkmorgs, Daddykink, Mitw, Tazercraft
Visualizações 233
Palavras 1.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Surprise


capítulo 4

♡*:.。Surprise 。.:*♡

- TARIK -

Eu estava caindo de amores por aquele homem. Eu queria que ele fosse meu daddy, não importando a circunstância. Bom, eu não o amo, claro, é impossível um sentimento tão forte surgir de repente. Mas sou atraído por ele de forma louca. Ao passar dos dias, fui me dando conta disso. Suas mensagens doces, ou provocantes, seu jeito possessivo, mas respeitoso… Eu o quero.

Para se escolher um daddy, não basta apenas estar apaixonado por ele. É algo muito sério. Há pessoas com más intenções no mundo, eu sei disso, e me preocupo. Não quero um daddy que apenas me ame. Quero que ele me respeite, e cuide de mim. Me dê o que eu preciso. Seja atencioso. É por isso que entrei nessa. Já me apaixonei por caras errados, e antes mesmo de ter me envolvido definitivamente, já estava machucado.

É um processo lento, que deve ocorrer de forma cautelosa. Sou cuidadoso com quem quero beijar, com quem quero seguir ordens e ser provocado.

Mikhael parecia ser quem eu esperei por muito tempo. E muito tempo mais esperaria, se fosse necessário.

- MIKHAEL -

— Ah, então é aqui. — murmurei comigo mesmo, após estacionar meu Porsche diante da loja de doces.

Eu não o avisei que viria. Eu deveria ter avisado? Me sinto culpado. As coisas se encaminharam perfeitamente durante a semana, e eu deixei minha mãe e meu padrasto, me mudando para a capital, o que aconteceu na manhã anterior. Não mandei mensagem alguma para Pac contando sobre tudo isso. Pensei que ele gostaria de uma surpresa.

Demorei caçar algumas informações de onde poderia encontrá-lo, e por sorte, meu pai disponibilizou a ajuda de sua secretária para isso, e por esta razão, estou aqui, em frente ao estabelecimento onde meu baby trabalha.

Torcendo para que nada desse errado, saí do carro, guardando a chave no bolso traseiro de minha calça jeans escura, puxando a barra da minha camisa de linho azul clara, com as mangas dobradas acima dos cotovelos. Eu estava vestido de um jeito mais formal, porque eu pretendia me tornar um homem mais formal, trabalhando com meu pai. Eu sou um adulto, oficialmente.

Dei meus passos até a porta de vidro, admirando a vidraça que dava visão ao interior da loja, realmente, era como uma casa de bonecas. Adentrei e o sininho da porta fez um barulho, indicando que havia um novo cliente na área. Caminhei até o balcão de madeira tingida de rosa pastel, me perguntando onde meu garoto estava, entretanto, não demorei muito para descobrir.

— Olá, o que dese… — ele parou de falar imediatamente, parando pouco depois de sair da porta que continha uma plaquinha escrita “estoque”. Suas mãos tão sensíveis quanto ele todo tocaram na barra de seu vestidinho, que belo uniforme de trabalho… Sorriu tímido, andando devagar até o balcão, em seu posto, enquanto eu mantinha uma expressão neutra, apenas o olhar era malicioso — O que deseja? — terminou a frase anterior.

Tirar esse uniforme de você com os dentes. — murmurei baixo, sorrindo de canto logo após. Suas bochechas ficam rubras, ele expressou ter gostado do comentário obsceno. Acredito que ganhei espaço para falar coisas sujas.

— Como me encontrou, daddy? — sua voz estava tão suave, que eu poderia dormir ouvindo-a em meus sonhos, em um paraíso perfeito.

— Tenho meus contatos… Desculpe não ter te dito nada, me mudei ontem, queria fazer uma surpresa para você.

— Me deixou preocupado… Pensei que não quisesse mais falar comigo, estava me mandando mensagens todos os dias, e ontem não tive nenhum sinal seu. — fez um bico delicioso.

Seu rosto angelical era ainda mais bonito pessoalmente. Tentando não chamar atenção dos clientes que lanchavam nas mesas, toquei gentilmente sua bochecha, descendo um carinho até seu queixo. Me aproximei, dando um beijo casto em sua testa, afastando-me dele e soltando-o.

— Me perdoe, bebê. — umedeci os lábios, sorrindo abertamente. Ele parecia um filhotinho encolhido nos próprios ombros, olhando envergonhado para mim. Seu dedo indicador direito ergueu-se devagar, me fazendo notar que ele queria me tocar de alguma forma.

— P-posso passar a mão nos seus cabelos? — ele parecia hipnotizado com meus fios rosados. Assenti, abaixando a cabeça um pouquinho para facilitar o ato.

Não demorou muito para um toque suave surgir, seus dedos acariciavam cuidadosamente meu topete, e seus olhos fixados nos meus. Agora, ele toma a iniciativa, se aproximando e me dando um selinho rápido na boca. Oh, ele é amável!

Ele tira sua mão de meus cabelos, deixando-a junto da outra sobre o balcão. Morde o lábio inferior em hesitação.

— Quer que eu te leve pra almoçar? — arqueei as sobrancelhas. Ele abre mais um sorriso, olhando para o relógio de gato que girava os olhos e a cauda sobre o balcão.

— Falta 15 minutos para meu horário de almoço. O meu amigo Batista me cobre, e quando volto, ele sai para almoçar. Se importa em esperar um pouquinho?

Ah, eu quero beijá-lo com vontade, agarrar essas coxas e arranhá-las! Essas meias...

— Tudo bem, baby. — beijo sua bochecha — Vou estar te esperando dentro do meu carro.

— Qual é o seu carro? — franziu o cenho.

— O Porsche preto. — apontei para o veículo.

— Nossa, aquele é o seu carro? — ele parece um pouco chocado — Uh, Mike. T-tudo bem. — deu de ombros.

Acariciei seu cabelo, dando as costas e me retirando dali, me direcionando para o carro e sendo seguido pelos olhos do garoto que ainda estava dentro da lojinha. Mal posso esperar para tê-lo somente para mim.

- TARIK -

— Aquele é seu boy? — Batista perguntou se aproximando do balcão, como quem não quer nada.

— É… Você viu como ele é fofo comigo? — meus olhos brilharam se direcionando para Felipe. Ele ri.

— Eu sei que eu estava falando muito negativamente sobre ele para você, mas retiro tudo o que disse. Ele parece ser legal. Você merece alguém bom como ele. Mas se ele te tratar mal, não vou ter problemas em enfiar uma faca no estômago desse indivíduo.

— Obrigado. — agradeci, suspirando em seguida e ignorando a frase final dele — Os lábios dele são tão macios… E aquele cabelo cheiroso… Que homem. Melhor do que eu esperava. Ele vai me levar pra almoçar! — tentando me concentrar no trabalho, dei atenção ao computador diante de mim, onde recebia mensagens de pedidos de entrega.

Eu tinha que anotar e repassar para Sasa, e ela organizava tudo para o carro de entregas. Peguei o caderninho de anotações que estava guardado numa prateleira do balcão e uma caneta do porta-canetas ao lado.

— Você se deu bem. Pelo visto ele pode te dar boa vida. Sugar daddy. — Batista diz, fazendo uma voz de bebê ao final.

— Não é “sugar daddy”. Não sabia que ele era ricaço, e não me envolvi com ele por isso. Só dei sorte de encontrar um cara legal e com dinheiro. — dei de ombros. Felipe revira os olhos — Você que é um interesseiro e sai com caras fazendo favores sexuais em troca de presentes, Fê.

— Não tenho culpa se eles topam isso. — deu um beijinho para o ar e seguiu para os fundos da loja ao ouvir Sasa lhe chamando.

Balancei a cabeça, esse loirinho não tem jeito mesmo.



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