História Somebody To You - Segunda temporada (Em Revisão) - Capítulo 33


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Categorias One Direction, Simplesmente Acontece (Love, Rosie), The Vamps
Personagens Bradley Simpson, Connor Ball, Harry Styles, James McVey, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Tristan Evans, Zayn Malik
Tags One Direction, The Vamps
Visualizações 51
Palavras 2.374
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii, meus amores. Tudo bom com vocês?
Então, foi hoje que eu tive um tempo para pensar e escrever mais um capítulo, e infelizmente, eu tenho uma noticia. Somebody to You II já tem capítulo final. Isso mesmo amores, estamos em uma reta final para dar um adeus total para nossa historia. Não vou dar spoilers de nada e nem comentarei quantos capítulos faltam para acabar, mas eu amo muito vocês e agradeço por cada coisa que já fizeram por mim e por essa história.
Além disso, todos os capítulos estão sendo revisados para uma melhor leitura e lembrando que esta fanfic está postada no Wattpad.
Boa leitura e um enorme beijo!

Capítulo 33 - Gabriela vs. Psicólogo.


Fanfic / Fanfiction Somebody To You - Segunda temporada (Em Revisão) - Capítulo 33 - Gabriela vs. Psicólogo.

No capitulo anterior...

 -Tudo bem... – ele parou e pensou um pouco. –“Duvides que as estrelas sejam fogo, – eu prestava total atenção nele. – duvides que o sol se mova”... – ele limpou a garganta. – “Duvides que a verdade seja mentirosa, – agora ele olhava diretamente nos meus olhos. – mas não duvides jamais do meu amor.”

Eu fiquei totalmente pasma. Aquele era o Bradley mesmo? Como foi que o sorriso dele ficou mais branco? Quando foi que o cabelo dele estava ficou tão arrumado? Como foi que eu me encantei por aqueles incríveis olhos castanhos? Impressão minha ou ele estava mais bonito?

Por que o mundo tinha que ser tão cruel? O que eu fiz de mal para que tudo isso acontecesse.

Antes que eu pudesse falar alguma coisa, meu celular deu sinal de vida.

-Alô? – atendi.

-Olá, senhorita Tunner? – uma voz feminina me perguntou na outra linha.

-Sim! – respondi.

-Aqui é a secretária do Doutor Stanley. Estou ligando para perguntar se poderá vir em dez minutos. O paciente cancelou e tem uma vaga extra.

-Dez minutos?

-Sim. A senhorita poderá vir?

 -Sim!

Ela desligou e eu olhei para Brad. Ele me olhava confuso.

-Preciso chegar ao consultório daqui dez minutos! – quase gritei.

-Por quê?

-Menos pergunta e mais ação. Você pode me levar até lá? – eu perguntei já pegando tudo.

-Claro! Mas o que está acontecendo?

-Vamos logo!

Eu me levantei e empurrei-o, que ainda estava se perguntando o que estava acontecendo.

Sou uma mãe bem responsável, então fui no banco de trás segurando a cadeirinha da Shopie.

-Gabriela? – ele me chamou.

-O que?

-O que está acontecendo? – ele riu.

-Preciso chegar no psicólogo em dez minutos! – respirei fundo. – É nesse endereço aqui. – mostrei o nome da rua. – Põe ai no GPS e vamos logo!

-Pra que psicólogo?

-Minha mãe! – berrei.

Não sei se foi o meu desespero ou minha gritaria, mas o pamonha chegou rapidinho no consultório.

-Onde vai deixar Shopie? – ele perguntou.

-Não sei... – titulo de mão responsável retirado com sucesso.

-Vai lá e me liga quando acabar! – eu sai do carro correndo, nem sei se ele ouviu o meu obrigada.

Motivo pelo qual eu ignorei meu “encontro” com Bradley: Minha mãe achou melhor marcar horário com um psicólogo para eu ficar mais relaxada. Seu argumento foi que eu sou muito estressada e preciso conversar com alguém que saiba como tratar de meus problemas. Outro argumentou foi que eu não iria mais a bares sozinha por conta do risco de eu engravidar. Ela não quer outro neto, mas pelas palavras dela, só por enquanto...

Entrei no consultório. Era bem chique e tocava um mantra bem baixinho. Me identifiquei com a secretaria e não tive problemas em achar o caminho.

A sala na qual entrei tinha um cheiro de incenso muito forte. Lá tinha uma poltrona preta de psicólogo igual à de filmes e uma cadeira ao lado com um caderno em cima. As cortinas eram cinza e a parede era branca. Havia uma mesa cheia de papeis e uma parede cheia de quadros. Todos os quadros com diplomas.

-Ui, que chique! – ri.

-Ah, senhorita Tunner! – o medico abriu uma porta e gritou, o que fez meu coração quase sair pela boca de tanto susto.

Ele era velho e hippie, mas bem, conhecendo minha mãe como eu conheço, eu não podia esperar menos que isso.

-O senhor é o Doutor Stanley? – eu perguntei, mas já sabia a resposta, era só para confirmar mesmo se não era um hippie lunático que entrou do nada na sala.

-Sim. – ele apertou minha mão e eu lancei um sorriso nervoso. – Vamos começar? – ele ainda não tinha soltado minha mão.

-Vamos! – falei um pouco nervosa.

-Sente-se na poltrona preta e vou te ensinar a respirar.

Me ensinar a respirar? Mas que porra é essa?

Eu sentei na poltrona e ele na cadeira na minha frente.

-Agora você vai respirar bem lentamente, esperar cinco segundos e soltar o ar. – ele explicou. – faça comigo.

Eu fiz o que ele mandou e, com toda certeza eu confirmo, ele era lunático.

-Agora deite-se. – eu me deitei.

Até que as respirações não foram tão ruins. Eu cheguei desesperada, esse velho me deu um susto que eu pensei que eu iria cair dura, mas agora estou relaxada. Santa respiração!

-Bom, dados pessoais eu já seu pelo que eu vi em seu cadastro.

-Mas eu não fiz me cadastro!

-Sua mãe...

-Ah! – isso explica muita coisa.

Você me paga dona Maria.

-Eu vou fazer algumas perguntas e você me responderá de acordo com as respostas que vierem na sua mente. Pode ser historias ou frases curtas.

-Tudo bem! – eu topei tudo por causa de um acordo que fiz com a minha mãe.

-Sua relação com a sua mãe.

-Isso foi uma pergunta?

-Responda o que vier em sua mente! – ele suspirou, colocou um mantra em um radio perto de mim e continuou. – Sua relação com a sua mãe...

-Boa, eu acho.

-Relações com o seu pai.

-Melhor, impossível.

-Relações com a sua avó.

-Amo ela.

-Relações com a sua irmã.

-Às vezes eu quero matar, outras vezes eu amo.

-Relações com a sua filha.

-Eu amo ela.

-Relações com o Erick.

-Como sabe do Erick?

-Já disse que sua ficha foi feita pela sua mãe. Ela adicionou nomes e achou que seria melhor você conversar comigo sobre cada um deles.

-Eu tenho a opção de não responder mais?

-Vamos tentar outra coisa então. – eu me levantei. – Fique deitada! – eu obedeci.

-Cada momento da sua vida, você vai me descrever o que aconteceu.

-Isso vai demorar bastante...

-Tenho tempo, minha querida. – ele riu. – Comece pelos seus dezoito anos. Segredos, o que você fez e tudo o que sentiu. Pode confiar em mim, sou psicólogo.

-Ok, vamos ver... Meus dezoito anos foi legal.

-O que aconteceu?

-Fui para uma festa com as minhas amigas. Bebi muito. Fiquei mais doida que o Batman. Fiz uma tatuagem e me arrependi de tudo depois.

-E a viagem que você fez para o casamento da... – ele revirou algumas folhas. – Thiffany?

-Ah, o casamento da Thifh.

-Me conte tudo.

-Tudo?

-Sim, tudo. – ele deu ênfase no “o”.

-Bom, eu não fazia ideia que tudo o que eu passei fosse acontecer. Conhecer ele e passar por tudo aquilo, me fez melhorar como pessoa, entender melhor as coisas e como elas são na vida real.

-Pode me dar detalhes, querida!

-Tudo começou com aquele sotaque, aquele maldito sotaque... – e assim eu viajei enquanto contava tudo para ele. – A primeira vez em que eu o vi foi quando eu derrubei suco nele. Na época, ele namorava uma menina estranha e eu era uma intrusa na casa dele. Incesto nunca foi minha praia, mas ele era primo de um grau bem longe, então não vi problema. Mas o problema sempre estava lá. Eu era bem imatura e ele também. O casamento foi um marco na minha vida. Eu fiquei bêbada na festa, eu conversei com ele, eu conheci os amigos dele e a partir daí minha vida virou de cabeça para baixo.

-Continue, querida. Você está indo muito bem.

-Cara, eu e ele parecíamos feitos um para o outro. Mas nós éramos orgulhosos demais para admitir isso. Até que um dia minha mãe desapareceu e eu descobri que ela tinha voltado urgente para o Brasil, foi quando eu fiquei triste e ele abaixou o orgulho dele para quiser que me queria. Foi sexo, na certa. – eu ri. – Depois disso, obstáculos eram formados sempre. Como por exemplo: O orgulho novamente, mas o principal foi à mídia. Eu lembro que eu fiquei tão brava com ele quando ele disse que eu não era ninguém para um repórter que o perseguia. Mas se não fosse por isso, eu nunca conheceria o Louis e os meninos. Depois de um pedido de namoro mal organizado e sexo em vários cômodos da casa, eu tive que ir embora. Nossa, isso despedaçou o meu coração em mil pedaços. Mas o que mais doeu foi saber que eu tinha ficado grávida e a mídia, o problema de sempre, colocou ele com uma garota. Foi ai que eu sofri um acidente e perdi meu primeiro bebê. Dezenove anos e perdi meu primeiro filho.

-Queria, pode me contar tudo. Não se preocupe com nada e pode chorar. – ele disse isso por me ver já em prantos.

-Se não fosse por isso, eu não teria conhecido o Niall e não teria o encorajado a fazer uma audição. Agora aquele nóia tem uma banda. Puta sorte na vida.

-E você?

-Eu sempre era surpreendida pelo Brad na minha porta, tentando pedir desculpas por alguma coisa. Eu já tinha superado tudo, mas nunca superei ele. Foi em um dia, que do nada, estávamos todos bêbados, que o James me ligou e me chamou para aparecer no Shopping. Ele me pediu desculpas e me pediu em casamento. Eu aceitei, Eu o amava. Então, nós casamos e dois meses depois eu fiquei grávida. Estávamos contentes. A família inteira feliz. Foi então que... – eu parei.

-O que aconteceu? – ele perguntou.

-Não posso pular essa parte da minha vida? – eu suspirei.

-Se você lembra, foi porque te marcou. Então pode me falar. Talvez isso seja um bloqueio emocional, já que você nunca fala com ninguém sobre isso.

-Foi então que a traição aconteceu. – eu respirei. – Sempre fomos fotografados juntos e eu sempre achei que todos gostassem de mim. Mas eu estava enganada. O antigo empresário dele, não via o meu casamento como uma forma de fama para o Bradley. Ele sempre achou simples de mais, parado demais. Então, em uma noite, eu fui acordada por um Bradley bêbado após um show. Ele estava com os olhos vermelhos e fedia a álcool. Eu não fazia a menos ideia do que estava acontecendo e do porque ele ficava me pedindo desculpas e chorando. Foi então que a porta da frente, com vários flashes me alertou do ocorrido. Eu havia sido chifrada.

-Eles te disseram isso nessas palavras?

-Bom, eles me mostraram fotos dele se agarrando com uma mulher magrela em um bar. Depois eu descobri que a mulher chamava Laura Marano. Eu estava com quatro meses na época e passei por uma coisa traumática.

-Mas como isso aconteceu? Ele te amava?

-Acho que sim. – eu balancei os ombros. – Mais tarde, James me disse que aquilo foi tudo armação. Eles o drogaram e jogaram a Laura para cima dele. Mas eu não acreditei na historia. Preferi voltar para o meu apartamento e seguir a minha vida. Mas nem isso aconteceu... – respirei. – Eu vivo em uma teia de aranha em que tudo está conectado. E uma hora ou outra, as mentiras aparecem.

-Que mentiras?

-Eu estava grávida de gêmeos e acabei dando a luz prematuramente. Mas isso tudo fazia parte de um plano para me esconder uma verdade. Brad sabia que eu estava grávida bem antes de mim. Quando fomos no medico pela primeira vez fazer o ultrassom e descobrimos que eram gêmeos, o medico o chamou para conversar. Eu, ingenuamente, pensei que fosse sobre o nervosismo dele, mas não. A conversa foi sobre meu útero que não estava pronto para carregar duas crianças. Ao que parece, meu quadril é pequeno e isso faz com que meu útero seja pequeno, ligado a isso resulta em que eu não posso ter dois filhos de uma vez. Uma outra ou outra, meu corpo iria acabar expelindo os fetos, como se fossem corpos estranhos. Junto a isso, houve uma má formação no cérebro dos fetos, o que fez com que eles nascessem encéfalos. Por fim, quando eu descobri que as crianças que estavam no hospital não eram minhas, eu entrei em total colapso comigo mesma. Aquilo me destruiu.

-O que aconteceu com as crianças falsas?

-Elas haviam sido deixadas no hospital e eu estava transtornada pela mentira, foi ai que o Niall deu elas para a adoção. Mas elas se deram muito bem. Pelo que eu soube, um casal gay as adotou e foram morar nos estados unidos. Bem chique, não?

Ele balançou a cabeça e riu.

-Bom, resumindo tudo: Eu ainda sinto algo por ele, e isso ficou obvio quando nós ficamos presos em um hotel na Inglaterra. Tudo por culpa do maldito aniversário de quinze anos da minha irmã. Na mesma época, descobrimos que ela estava grávida do namoradinho. Nesse tempo uma empresa quis fazer um acordo comigo que não deu certo por conta da minha incrível personalidade de mandar eles para a puta que pariu. Daí, foi em um por do sol que eu me despedi dele. Mandei ele embora da minha vida e fui para um bar beber até cair. O que foi o que aconteceu, se no dia seguinte eu não acordasse em uma cama com o Zayn. Mas foi isso que me proporcionou a Shopie.

-E o Bradley?

-Ele foi obrigado a ficar com a Laura, já que ela estava grávida e não sabiam quem era o pai. Deus está de prova que eu tentei ajudar aquela criatura, mas nada funcionou.

-E o tal de Erick, que você não quis responder anteriormente?

-Erick... – suspirei. – Ele entrou na minha vida derrubando meu celular. A esposa dele morreu de câncer e desde que isso aconteceu, parece que o destino tenta nos unir. Ele cuida de mim e da Shopie como se fossemos esposa e filha, respectivamente. Eu acho que acabei criando um sentimento por ele. Não tenho certeza absoluta de nada.

-E quem você acha que é o problema entre você e o Erick?

-Não sei, acho que eu mesma. – eu me sentei e o encarei.

-Querida, o problema é o Bradley. Não ele em si, mas tudo o que você já passou com ele e por ele.

-Como assim?

-Imagine o seguinte: Seu coração está lutando para saber qual dos dois escolher. De um lado você tem o Bradley. E do outro, o Erick. Seu coração luta para saber se vai escolher entra a historia e o destino.

-Historia e destino? – fiz uma cara feia.

-Com o Bradley você tem uma enorme historia, momentos inesquecíveis de uma juventude. Do outro, você tem o Erick, que é o cara que o destino te jogou para tentar apagar a história e escrever outra. Basta você se perguntar qual você escolherá. O destino ou a historia?

Definitivamente, ele era um lunático.


Notas Finais


Capítulo grande porque eu estava morrendo de saudades <3
Será que ele é um lunático mesmo? Fica ai a pergunta!!!
Bom, espero que vocês tenham gostado.
Comentem o que acharam e um beijão em todos <3

Música: Sports - You Are the Right One


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