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História Someone You Loved — Klaroline or/and Klayley - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Oi Oi Sweet´s!
Olha só quem voltou? Simmm, euzinha aqui.
Nesse capitulo entra alguns novos personagens para complementar para a história e eu espero que vc gostam, taokay? Vamos lá amores.
Boa leitura, <3

Capítulo 4 - A detective and a page


le estava receoso, e com toda razão. Em sua sala, na empresa a qual havia sido contratado logo que chegou a cidade, o advogado tirou o terno que cobria o restante de suas roupas sociais e o colocou sob sua cadeira composta por um estofado escuro, respirou fundo e caminhou de sua mesa até a lateral de sua sala, pegando um pequeno copo e o preenchendo com uma dose generosa de uísque escocês, voltando até próximo a sua mesa e se virando ao lado oposto, observando com naturalidade a paisagem por trás daquele vidro claro, enquanto seus próprios devaneios o consumia aos poucos. Klaus deu um gole na bebida, sentindo-a descer rasgando sua garganta a baixo e uma leve careta foi expressa em sua face. Seu momento quase torturante consigo mesmo, findou com o toque do ramal em sua mesa. Ele rapidamente se apressou em atender sua secretária.

— Sim Srta. Markle?


— O Sr. Salvatore está aqui. — Respondeu sua secretária, pela linha e com um tom de voz simpático. — Posso libera-lo?


— Por favor o faça, Eve.— Ele permitiu, a chamando pelo primeiro nome, pulando as formalidades.

— Está bem. — Ela pareceu se afastar um pouco da linha e falou num tom mais baixo: "O Sr. Mikaelson o aguarda em sua sala, por favor".


— Obrigada Eve, agora volte ao trabalho.


Alguns instantes depois foi ouvido dois toques na porta antes de por fim ser aberta e um homem moreno de olhos azuis e com uma fisionomia quem sem dúvida era mais comum na Itália adentrou o espaço com uma expressão séria, porém demonstrando simpatia na postura.

— Dr. Mikaelson? — Chamou o homem, pouco antes de Klaus se aproximar e cumprimentar com um aperto de mão aquele que havia adentrado em sua sala.

— Como vai detetive Salvatore? — Questionou educadamente o Mikaelson, numa espécie de cumprimento e indicou ao Salvatore um estofado frente a mesa do mesmo. — Sente-se, por favor.


— Muito bem, obrigado! — Ele respondeu se acomodando na cadeira escura e encarando o olhar do advogado que agora estava sentado a sua frente. — A Sra. Hastings disse que precisaria de meus serviços, como posso ajuda-lo?


— Gostaria que encontrasse uma pessoa, detetive. — Ele foi direto a ponto e se levantou outra vez, pegando o copo semi vazio e caminhando de volta uma pequena mesa na lateral da sala e se serviu outra vez de uísque, e estendeu um copo vazio em direção ao profissional. — Aceita?


— Vou aceitar apenas um dose, por favor. Gosto de saber o pontos específicos do que irei fazer estando sóbrio, se é que me entende. — Explicou o detetive, desviando o olhar momentaneamente de Klaus e o vagando pela sala do mesmo.

— Mas é claro. — O britânico concordou com um sorriso ladeando os lábios e caminhou até italiano lhe entregando o copo com o drink aceito. E se sentou novamente, dando um gole em sua bebida.

— Quem seria o indivíduo que quer encontrar, Dr. Mikaelson? — Quis saber o homem, dando também um gole no uísque.

O britânico abriu a boca para responder, mas foi interrompido por seu telefone pessoal que tocou o fazendo fechar os lábios semi-abertos. Ele pegou o aparelho disposto a rejeitar a chamada quando a identificação.


— Perdoe-me detetive, mas preciso atender. Me dá um minuto? — Klaus pediu vendo o homem assentir e se levantou da mesa, afastando-se um pouco. — Com licença.

— Lora? — Ele atendeu a ligação, ouvindo Caroline suspirar em alívio do outro lado da linha. — Aconteceu alguma coisa?

— Na verdade eu queria te fazer um pedido, hora ruim? — Questionou a Forbes, em seu tom de voz habitual e com um sorriso efêmero ao ouvir a voz do melhor amigo.

— Eu estava resolvendo uma coisa, mas pode falar — Explicou se atentando para o possível pedido da loira de olhos azuis como o Tenerife.

— Pode dormir na casa da Hay hoje? — Disparou Caroline, com um tom duvidoso porém suplicante.

— O quê? — Indagou confuso. — Mas você não ia dormir lá essa semana inteira?


— É, mas a Melissa está vindo pra cá. — Argumentou a mais nova, respirando fundo.


— Por quê não leva a corujinha pra sua casa?


— Klaus tá mesmo me perguntando isso? Hayley e Melissa não se bicam desde o ensino fundamental, e você sabe! — Caroline replicou como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. — Além do mais, você é melhor em distrair ela do que eu, vão assistir série, cozinhar, olhar o anuário da faculdade, sei lá!


— Está bem, lora. Eu vou pra lá depois do trabalho, agora preciso desligar. Te vejo amanhã? — Ele perguntou imaginando o sorriso dela do outro lado após ele concordar.

Ok, até manhã. Beijo!


Com o final da ligação, o Mikaelson retornou seu celular a mesa e se sentou, dando outro gole em sua bebida e voltando sua atenção ao detetive.


— Sinto muito por tê-lo feito esperar, onde estávamos mesmo detetive?


[...]

Já estava tarde, e com o cair da noite tudo que a loira fazia era estar deitada largada em seu sofá a espera da irmã que ainda não havia chegado de viagem. Caroline estava aguardando a horas a vinda de Melissa e o fato dela ainda não ter chegado estava começando a preocupa-la profundamente. A forbes havia acabado seu expediente algumas horas antes, quando ligou para seu melhor amigo e o pediu para ficar com Hayley naquela noite. Eles não queriam a deixar sozinha com seus pesadelos e lembranças depois da última vez. Por isso Caroline havia decidido dormir na casa da amiga por alguns dias, mas seus planos foram ofuscados pela chegada, sempre sem igual de sua irmã mais velha; Mel. Sua atenção foi puxada para a porta que se abriu de repente, ela pensou que a irmã por fim havia chegado, mas ao invés disso ela viu foi sua namorada com os cachos presos num rabo de cavalo adentrar a casa com um sorriso minucioso.

— Katherine? — Caroline perguntou surpresa, e se levantou do sofá caminhando até a morena que usava um vestido azul escuro, justo, ou na verdade colado na altura do joelho, com alguns detalhes em renda. Ela também usava um salto preto de tiras e alguns acessórios que complementavam a beleza natural dela. Sua maquilagem esfumada realçava suas belas feições e isso fez Caroline sorrir, sua namorada estava tão linda. — O que faz aqui, amor?  

 

— É bom lhe ver também, amor — A morena ergueu as sobrancelhas e reprimiu os lábios, vendo Caroline sorrir meio desconcertada e se aproximar dela, juntando seus lábios. Elas se beijaram numa lentidão gostosa, porém numa sintonia breve, fazendo-as se afastarem em seguida.

— Desculpa, Kath. Eu só... não esperava. — Admitiu a Forbes ainda meio confusa. — Onde vai desse jeito?

— Já que a sua irmã vai vir pra cá, pensei que poderíamos jantar fora, o que acha? — Sugeriu a Pierce umedecendo seus lábios ao reprimi-los.

— É uma boa ideia, mas a Melissa ainda não chegou! — Exclamou Caroline, dando de ombros.

— É claro que já chegou, eu trouxe ela! — Afirmou Katherine, Caroline meio duvidosa franziu o cenho meio confusa e ambas olharam para a entrada da casa, após o barulho familiar dos saltos de 15 centímetros atraírem sua atenção.

Caroline se desvencilhou da namorada e caminhou até a entrada, podendo finalmente ver a irmã mais velha arrastando uma mala e com uma mochila nas cotas, sua postura como sempre estava elegante e um sorriso enorme foi aberto preenchendo os lábios da mesma quando notou a irmã caçula a sua espera na porta.

— Mel! — A jovem mulher falou num sentimento doce transparecendo em sua face, e correu para os braços da mais velha, que largou a mala para envolver Caroline num abraço quente, num calor familiar, conhecido, além do perfume francês que  a mais nova conhecia bem.

— Como vai Care? — Respondeu Melissa, acariciando os cabelos dourados da irmã, com o mesmo sorriso enorme.

— Eu senti tantas saudades! Precisa me contar cada detalhe de como foi lá em Paris! — Não era possível descrever a empolgação de Caroline ao ver a irmã, quando soube na notícia que Melissa viria, nem havia causado tanto impacto, mas naquele instante, todos os sorrisos da loira eram causados pela presença da irmã mais velha.

— Também senti saudades, lora! — Garantiu a dona de cabelos louros cor de mel, embora fossem irmãs, elas tinham características bastante variadas e bem diferentes uma da outra. Menos o olhar delas, esses sim eram idênticos. — Prometo contar tudo, mas me ajuda a colocar essa mala lá dentro e vamos jantar, eu estou faminta!

Caroline apenas assentiu e pegou a mala da mais velha, a arrastando para dentro e lançando um sorriso realmente feliz a Katherine, que ficou satisfeita com a alegria da namorada.

— Eu só vou me trocar, eu já desço, está bem?

Sem esperar por qualquer resposta das duas, a Forbes subiu correndo escada cima, fechou a porta de seu quarto e arrancou rapidamente as roupas que cobriam seu corpo e segui até seu closet escolhendo uma saia jeans clara meio curta, com uma blusa preta com um decote simples e um blazer no mesmo tom escuro, colocou um par de brincos dourados com umas pedrinhas brilhantes e um salto plataforma de camurça. Ela passou as mãos entre os cachos e os arrumou, fez  uma make rápida e pegou sua carteira e celular e por fim descendo.

— Vamos?

— Nossa, estou me sentindo mal vestida. — Comentou Melissa enquanto elas passavam pela porta.

— Nem começa Mel, ninguém tem tanta classe como você para viajar de salto!

 

   [...]

Klaus havia acabado de deixar o prédio da empresa Hastings Specter onde trabalhava agora como sócio júnior por se tratar da primeira vez que trabalhava exercendo sua profissão ativamente. Ele decidiu parar para comprar o jantar, já que dormiria na casa de Hayley. Ele estacionou o carro numa vaga próximo a um restaurante japonês e caminhou até o estabelecimento, fez o pedido de o que levaria e então notou a presença de sua chefe jantando sozinha numa das mesas e se permitiu chegar até ela.

— Sra. Hastings? — Ele a chamou, sendo alvo do olhar castanho e surpreso dela.

— Klaus! Por favor, corte formalidades fora de hora. Meghan para você. Sente-se ai comigo. — Pediu a morena, com um sorriso bonito no rosto, comendo sua refeição. — Damon me disse que iria a sua sala hoje, me conte como foi.

— Ah, sim ele foi Sra... Ahn, Meghan! — Ele corrigiu sobre o olhar dela que deu um sorriso satisfeito pela interpretação dele, e sentou-se frente a ela.

— O Sr. Salvatore foi bastante prestativo e vai pegar o trabalho, só preciso de um pouco mais de informações. — Ele foi sincero e deu de ombros, sem desviar os olhos de Meghan.

— Compreendo, meu amigo. Está gostando do trabalho? — Ela puxou o assunto, pelo visto estava meio que cansada de estar sozinha. — Por que não janta comigo enquanto me conta?

— Eu adoraria Meghan, mas não posso, tem uma amiga me esperando! — Klaus se justificou e mostrou lhe as sacolas de comida, fazendo-a assentir. — Mas eu estou gostando bastante da empresa, os ramos diversificados e como tudo funciona é bem bacana e transparente, gosto disso! Sou muito grato pela oportunidade!

— Quê isso! Sua mãe era uma excelente no mesmo ramo, sei que vai supera-la ainda! — Comentou Meghan que era uma antiga amida da mãe dele, na época em que eram amigas Meghan não passava de uma estagiária na empresa enquanto sua mãe era uma sócio sênior no departamento. Mais tarde Meghan se casou com o Sr. Hastings, ficando viúva alguns anos depois e assumindo assim a empresa.

— Obrigada Meghan, agora eu realmente preciso ir.

— Está bem querido, até a manhã!

Após se despedir, Klaus pegou sua BMW  e dirigiu até a casa da morena, a frente da casa estava escura e parecia que o interior também. Pegou as sacolas com a comida e abriu a porta que estava encostada, vendo apenas a luz do interior da cozinha acesa. Ele caminhou até o cômodo, ainda vendo-o vazio, pôs as compras no balcão e chamou pela amiga.

— Corujinha? — Ele chamou por Hayley, retornando a sala e subindo as escadas, repetindo de novo o apelido dela. — Corujinha?

— Estou aqui, Klaus!  — Ela respondeu, a voz vindo do interior do quarto dela, com a porta encostada, enquanto ele andava pelo extenso corredor do andar de cima. Ele caminhou até a porta e a abriu, vendo-a de frente ao seu notebook e o olhar dela encontrou o dele, reagindo com um sorriso singelo ao olha-lo. — Oi.

— Oi? Só ganho isso? Nem um abraço ou "obrigado Klaus lindo maravilhoso por trazer nosso jantar"? — Ele fingiu indignação e ela riu se levantando da cama e fechando o computador.

— E ser responsável por aumentar seu ego? Não, obrigada Mikaelson. — Ela respondeu encarando os olhos dele e se aproximando, abaixando mais o vestidinho que usava que havia se encolhido e passou as mãos pela nuca do britânico o abraçando, ele passou as mãos pela cintura dela e a apertou em seus braços, inalando o cheiro gostoso que erradiava da Marshall.

— Então, como foi seu dia? — Ele questionou ao se separar dela, que deu de ombros.

— Normal, eu acho. Não fiz muita coisa, só revisei a ficha de alguns pacientes, consultei outros e infelizmente assinei um atestado de óbito. — Ela o respondeu, com naturalidade. — E o seu?

— Chequei papéis o dia todo, tenho centenas de casos candidatados para ser minha primeiro caso e a primeira vitória de muitas. — Não era ao todo mentira, mas ele encobriu boa parte dos fatos que preencheram seu dia.

— Viu só? Ego. — Hayley o encarou e ele riu, assentindo.

— Sou apenas realista, hayhay.— Replicou com aquela expressãozinha que deiaxava a mostra as covinhas e faziam as mulheres se derreterem. — Vamos jantar?

— Ah, se importa de eu tomar um banho primeiro? Eu estou fedendo ao seu chulé! — Alfinetou ela fazendo Klaus revirar os olhos e ainda sim se reder a um sorriso. — Não precisa sair, eu não vou demorar e posso me vestir no banheiro.

— Ok.

A morena escolheu um sorte de seda azul pastel e uma camisa masculina que Klaus tinha certeza que algum dia o pertencera, á muitos séculos atrás, é claro. Pegou a tolha e segui para o banheiro do próprio quarto. Klaus aproveitou que estava sozinho e abriu o computador da amiga, o desbloqueando e ignorando as pesquisas nas paginas abertas. Foi até os arquivos salvos dela e pesquisou por fotos da faculdade. Entrou em várias pastas achando fotos de tudo, menos do que procurava, Hayley adorava fotografar, era um hobbie e ela tinha mesmo jeito para realizar. Ele viu algumas fotos da irmandade e sorriu quando recordou alguns dos momentos que viu nas fotos. Continuou a procurar, embora tenha percebido o chuveiro cessar de liberar água. Ele conseguiu encontrar algumas fotos de becas escuras, haviam pretas e azuis, ela estava numa azul, com um sorriso profundamente triste. Era notável, só não via que não queria ver. Ele desceu mais, a procura de fotos de toda a turma reunida, mas não encontrando, só havia fotos incompletas.

— O quê está fazendo? — Ele se assustou ao ver a morena deixar o banheiro com uma toalha nas mãos, e o encarando.

— Ah, eu resolvi ver algumas das fotos da irmandade enquanto te esperava. — Ele mentiu, já que não era exatamente o que ele procurava.

— Eu tenho todas elas, sinto falta daquela época. — A morena admitiu, vendo Klaus assentir.

— Eu também. — Ele fechou as pastas e em seguida o notebook. — Vamos?

Klaus e Hayley jantaram no balcão da cozinha, se deliciando no prazer da comida japonesa que ela tanto adorava. Quando finalizaram a refeição, eles colocaram a louça na lavadora jogando as embalagens no lixo e foram até a sala, para assistir um filme.

— Hay, se importaria de me mostrar seu anuário de Yale?

— Pra quê quer ver meu anuário da faculdade, Klaus? — Ela pôs as mãos na cintura o fitando.

— Não posso querer ver minha melhor amiga na época da faculdade? — O mais velho perguntou e ela revirou os olhos assentindo.

— Acho que está numa das caixas do porão, eu não sei. — Ela falou pegando o controle enquanto se deitada no sofá.

— Se importa se eu dar uma olhada? — Ele perguntou. Ela o olhou desconfiada.

— Klaus isso não tem nada a ver com...

— Não tem, eu garanto. Não tem que se preocupar com isso amor, ok?

Ela assentiu, e o liberou para descer ao porão. Deus, como estava coberto de poeira aquele lugar! Mas tarde, após achar aquilo que procurava ele subiu com uma caixa empoeirada para a sala e a pôs na mesa de centro. Eles folhearam por horas, os livros, anuário, fotos. Klaus notou o nome de alguém que se formou junto dela, que por acaso se chamava Braden Thomas. Objetivo concluído.

"Tenho as informações básicas de que precisamos, Salvatore. Amanhã na minha sala, okay?!"

Ele teclou enviar enquanto sua amiga havia ido ao banheiro e sua atenção foi tomada para um caderninho, um verde pastel com letras que lhe eram familiar. A primeira folha estava escrito "Eve - 15 edição".

— O quê é isso corujinha? — Ele perguntou ao vê-la retornar a sala e a mostrou o pequeno caderno.

— Parece um dos diários da Caroline. Onde estava? — Ela perguntou surpresa.

— Na caixa das coisas da faculdade. — Ele respondeu e começou a folhear as páginas.

— Pode parar, você não vai ler isso! — A Marshall  ordenou pegando o pequeno caderno da mão do homem, nem notado o pequeno papel dobrado que caíra dentre as páginas ao chão. Klaus pôs o pé sob o papel, o escondendo e o pegou discretamente enquanto Hayley guardava tudo de volta na caixa.

— Tá, eu vou colocar isso lá em baixo, chega de poeira e coisas velhas aqui por hoje!

Klaus assentiu e então pegou o papel que viu ser uma página solta do diário, era impressionante como a loira tinha o dom de colocar nome em cada um dos seus objetos, seu carro max era a prova disso. E agora, o nome do seu diário era também o nome de sua secretária, era cada coisa. Mas aquela página... ela era surpreendente. Mas ele não podia lê-la naquele instante, e não iria.

 


Notas Finais


Iaeeeee meus amores!!!
O quê acharam do capitulo??

Então galera, gostaram dos novos personagens que entraram? Melissa que descobrimos ser irmã mais velha da Care, Meghan que é dona da empresa e uma velha amiga da mãe do nosso britânico, mas e essa história de DETETIVE? Damon Salvatore apareceu por aqui, sim sim, gostaram?

Qual será o papel dessas pessoas na história?

E essa página do diário da Caroline? Acharam mesmo que eu entregaria tudo só nesse capitulo? Nops nenéns! Até o próximo amores!

xoxos.


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