História Somerhalder Corporation - Capítulo 45


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Categorias Candice Accola, Claire Holt, Daniel Gillies, Ian Somerhalder, Jared Padalecki, Megan Fox, Michael Trevino, Nathaniel Buzolic, Nikki Reed, Nina Dobrev, Paul Wesley, Taylor Kitsch
Personagens Ian Somerhalder, Nina Dobrev
Tags Ceo, Is It Love, Nian
Visualizações 101
Palavras 6.200
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, eu não sei muito em como dizer ou como conseguir expressar bem o que eu estou sentindo neste momento, colocar o que sentimos em palavras muitas vezes é bem difícil, mas eu acho que o que mais está prevalecendo agora é um de tristeza e felicidade. A tristeza por este ser o último capítulo de uma das Fanfics Nian que eu mais gostei de escrever (Confesso que que essa história é uma das minhas preferidas) e então, a felicidade, a felicidade pelo fato de eu ter amado escrever essa história de corpo e alma pra mim mesma e pra vocês, obviamente.É, eu acabo de perceber que eu tenho muito para agradecer à vocês leitores que nunca me abandonaram nesse projeto, seja comentando, favoritando, adicionando a história em suas listas de leituras, ou até mesmo você leitor fantasma que sempre está ali deixando sua visualização e mostrando que sim, você está aqui, lendo o que eu escrevo. E isso é uma das melhores coisas que eu consigo sentir, o retorno de vocês é muito gratificante, saber que eu escrevo por prazer e para entreter e divertir alguém é algo muito bom, ainda mais quando a gente escreve por que realmente gosta, e saber que não é só você que acha a história boa, é muito bom, afinal vocês são quase 147 favoritos❤️ Uou! Bastante gente, não é mesmo? Rsrs. E eu acabo de me dar conta que palavras não são o suficiente para agradecer a vocês, na época que eu estava mal e sem criatividade vocês estavam lá, me dando ideias de como continuar e dizendo que sempre estariam aqui para mim, até porque, teve uma época que eu fiquei meses sem escrever, até mesmo havia cogitado a ideia de excluir a história, mas não, eu mudei ela inteira, o conteúdo todo e a rescrevi do zero Uou!Isso foi insano rsrs de um jeito mais do que perfeito. Vocês são demais!! Essa história não é minha, ela é nossa!! Por que vocês me ajudaram muito a escrevê-la, e quem imaginaria que eu estaria finalizando mais uma história hoje? Eu mesma ainda estou esperando cair a ficha. Mas eu tenho certeza de que eu fiz o meu melhor, e se eu pude fazê-los rir em algum momento, fazê-los ficarem felizes e animados, ou até mesmo tirá-los do tédio, céus! Eu fico muito feliz!! Bom, muito obrigada a todos que me acompanharam até aqui!! Continuem comentando, adoro a opinião de vocês!! Então, nessa história, meu ultimo beijo com nutella e uma boa leitura!!

E, me desculpem pelo enorme agradecimento, era muita coisa pra agradecer, e ainda falta na verdade, vocês são especiais pra mim, de verdade❤️

Agora sem mais enrolação rsrs, bora pra história!!

Capítulo 45 - Onde tudo começou...


Fanfic / Fanfiction Somerhalder Corporation - Capítulo 45 - Onde tudo começou...

                       (Jaden POV)

Quatro anos depois...

A aula última havia finalmente terminado, assim que o sinal toca, eu sou um dos primeiros à sair, já não aguentava mais ficar naquela sala de aula escutando explicações que eu tinha de fingir que estava entendendo, tenho certeza de que nunca irei usar a porra da forma de baskara na minha vida, e, em plena segunda-feira ter três aulas de matemática direto? Isso é uma puta sacanagem! Além do mais, ter de tolerar professores idiotas que humilham seus alunos por se achar melhor do que eles é o cúmulo. Humildade nesta escola? Poucos possuem. E é por isso que eu não reclamaria nada em estudar em uma escola pública, em sua maioria, alunos e professores de escolas particulares são uns tremendos babacas, tanto no quesito de se achar melhor por causa de dinheiro, quanto de se achar que é o dono do mundo por que sabe que não haver consequências mais tarde.

Sento-me em um dos bancos do pátio, esperando Sophia, já que Sam tinha ido direto para a casa de uma amiga fazer um trabalho e, Robin não estudava na mesma escola que a gente, visto que aqui só tinha vagas do sexto ano pra frente. Olho para um canto qualquer, onde um garoto que eu conhecia bem, e isso não é em um bom sentido, se aproximava de Sophia com más intenções para com a mesma. Vejo o tal de Luke segurar o braço de minha irmã com agressividade, me levanto na hora e vou até os dois, Sophia dá um tapa estalado no rosto do garoto e ele a empurra. Corro até os dois e empurro o garoto com agressividade, o fazendo tropeçar e cair no chão.

- Você está ficando louco?! Perdeu a noção do perigo? - Pergunto sentindo a raiva se apoderar do meu corpo - Você está bem? - Pergunto me dirigindo à Sophia que esfregava seu braço, local onde o garoto havia a segurado, estava vermelho, e isso só me irritou ainda mais - Fica longe da minha irmã, seu imbecil! - Grito contra o seu rosto. Luke é um garoto de dezessete anos, e vive dando encima de todas as garotas nessa escola, já foi acusado por assédio por uma das professoras e de agressão por uma garota do primeiro ano do ensino médio. E, pelo o que eu pude perceber, sua mais nova ‘presa’, é a minha irmã. E ele que não ouse encostar mas nenhum um mísero dedo em um fio de cabelo dela.

- Você ficou louco Somerhalder? - Ele diz se levantando rapidamente e olhando para as pessoas que nos olhavam intrigados - Você me paga, Somerhalder - Ele diz gritando, quando o inspetor chega e o leva dali a força, provavelmente para a diretoria, mais uma na ficha escolar desse cara.

- Você realmente está bem? - Pergunto preocupado, segurando o braço de Sophia e analisando com cuidado, para ver se ela não havia se machucado à ponto de ter que ir até a enfermaria da escola.

- Estou sim, muito obrigada, Jaden - Ela agradece e me dá um abraço, que eu não penso duas vezes e retribuo de imediato.

- Aquele idiota! Quem ele pensa que é pra encostar em você? Te machucar? Idiota - Digo resmungando enquanto caminhávamos pelo pátio da escola.

- Certas pessoas não sabem receber um não como resposta - Ela diz bufando - Mas ainda bem que meu irmão estava lá pra me salvar - Ela diz me empurrando de leve e eu sorrio.

- Eu sei - Digo me convencendo e ela revira os olhos.

- Você se parece mais com nosso pai do que eu gostaria de admitir - Ela diz e eu suspiro. Sinto meu celular vibrar em meu bolso e o pego. 

“Vocês terão de vir andando hoje. Paul teve de acompanhar Claire em um compromisso importante. Tenham cuidado. Beijos, mamãe”

- Temos de ir embora - Digo bloqueando meu celular e o guardando de volta no bolso de minha calça.

- Mas nós temos de esperar, o Paul - Ela diz arqueando uma sobrancelha, confusa.

- Ele não vai poder vir, nossa tia o sequestrou - Digo e minha irmã solta uma risada fraca - Teremos de ir andando - Digo ajeitando minha mochila em meu ombro.

A escola não era muito longe de nossa casa, o que não faria muita diferença de ir a pé ou de carro, alguns poucos dez minutos andando e já estaríamos em casa. Eu já havia até mesmo conversado sobre isso de ir andando pra casa, com o meu pai, mas ele preferiu decidir desta forma. Então, não havia mais o que discutir, não que eu achasse isso ruim, mas andar não vai me matar também né?

- Sentiu minha falta, Somerhalder? - Ouço uma maldita voz familiar se pronunciar. Eu e Sophia nos viramos rapidamente e damos de cara com Luke. O vejo com uma navalha na mão, Sophia engole em seco quando ele tenta me cortar, mas o reflexo me faz desviar rapidamente para trás.

- Qual o seu maldito problema? - Grito com raiva e jogo minha mochila no chão.  Olho para Sophia preocupado e ela me olha assustada.

- Cuidado! - Ela grita e eu me viro para Luke novamente. O mesmo acerta um soco perto da minha orelha e eu caio no chão, desorientado,sinto um som agudo e meus olhos pesam por alguns segundos, mas eu me recuso a desmaiar. Me levanto cambaleando e respiro fundo. Quando olho para Sophia, questão de segundos depois, o garoto a tenta acertar, e em seu instinto de defesa, ela coloca os braços na frente, sendo atingida pela lâmina, que faz um corte superficial em seu braço. 

- Seu filho da puta! - Grito e jogo meu corpo contra o de Luke, nos fazendo cair no chão. Dou dois socos em seu rosto, mas ele se desvencilha e sobe em cima de mim, me dando um soco perto do olho. Uma dor se faz presente na hora, com certeza ficaria roxo. Mas então, eu ouço um urro de dor vindo dele, abro meus olhos e vejo o mesmo caindo ao meu lado, com as mãos na cabeça. Olho pra cima e Sophia estava parada com um galho de árvore em suas mãos. 

- Você está bem? - Ela pergunta preocupada, me ajudando a me levantar do chão. Balanço a cabeça em afirmação e pressiono meus olhos. Vejo seu braço sangrando e me desespero. Tiro meu casaco e rasgo sua manga. Pegando o braço de Sophia com cuidado e amarrando o pano para estancar o sangue. Ela solta um suspiro de dor e eu a puxo para um abraço. Dou um beijo em sua testa e uma lágrima escorre pela minha bochecha.

- Eu sinto muito, Soph...- Digo fazendo carinho em seus cabelos cacheados.

(...)

- O que foi que aconteceu com vocês dois?! - Minha mãe surta assim que colocamos os pés dentro de casa.

- Um idiota da escola tentou me agarrar, Jaden me protegeu - Sophia diz e eu olho para o chão. Tenho certeza de que poderia ter feito mais.

- Merda! - Meu pai exclama e eu o olho envergonhado. Ele estava pálido, parecia que ia desmaiar, talvez não suportasse ver sangue.

- Venha Sophia, vamos limpar esse corte  e colocar um curativo nisso - Minha mãe diz a segurando pelo o outro braço e saindo da sala, deixando eu e meu pai à sós. Ele estava me encarando de uma forma, que só me deixava mais quieto, talvez essa não seja a reação que eu esperava. Seu silêncio ensurdecedor.

- Me desculpa...- Digo em um sussurro, sem conseguir olhá-lo nos olhos - Eu poderia ter feito mais...- Digo e esfrego minhas mãos.

- Jaden, olha pra mim - Meu pai pede e eu suspiro - Olha pra mim, filho - Ele pede novamente e que ergo meus olhos, sentindo meus olhos arderem.

- Não se desculpe, você fez muito. Aliás, você não é o Capitão-América - Ele diz e solta uma risada fraca. Vem até mim e coloca sua mão no lado em que eu havia tomado os dois socos - Vai ficar roxo - Ele diz e eu aceno com a cabeça.

- Eu cogitei essa ideia - Digo suspirando  - Eu fui um idiota! - Exclamo travando o maxilar.

- Como assim? - Ele pergunta confuso.

- Ela não deveria ter se machucado - Digo e meu pai se senta no sofá, fazendo um sinal para que eu fizesse o mesmo.

- Eu já te contei como sua tia Robin morreu? - Ele pergunta e eu ergo meu olhar.

- Nunca entrou em detalhes - Digo e ele funga.

- Um homem a esfaqueou, assim como esse garoto tentou fazer com Sophia. Ele queria matá-la, e eu não pude protegê-la, mas você? Você protegeu a sua irmã e fez com que ela não tivesse o mesmo destino da minha irmã, eu poderia ter feito mais, mas não pude - Ele diz e uma lágrima solitária escorre pela sua bochecha - E você é só um adolescente, meu filho. Você tomou um soco, mas...- Ele diz e levanta sua blusa, mostrando uma cicatriz em seu abdômen. Arregalo meus olhos levemente e ele abaixa a blusa novamente - Eu tomei uma facada, entende o que eu quero dizer? Você não deixou que ele fosse mais rápido do que você, não deixou que ele te acertasse, fez muito mais do que eu fiz. Você se defendeu e ainda por cima, salvou a vida da sua irmã - Ele diz e eu solto um soluço. O puxando para um abraço, em seguida. 

- Eu te amo, filho...Vai ficar tudo bem, eu estou aqui...- Ele diz e eu aperto ainda mais o abraço.

              (Samantha POV)

Dia seguinte...

Eu estava sentada em um dos bancos do pátio da escola enquanto esperava por Paul vir me buscar, hoje eu iria direto pra casa, portanto, ele viria me buscar. Eu nem sempre pegava carona com Paul, ia pra casa a pé junto com meus amigos, ou, ia com a minha bicicleta, sem problema nenhum, mas depois do incidente com Sophia e Jaden, meu pai e minha mãe se recusaram a me deixar ir sozinha para casa, mesmo eu sendo mais velha.

Suspiro pesadamente, meus irmãos também estavam demorando, não que fosse culpa deles, minha aula terminou mais cedo do que esperado, o filho do meu professor estava passando mal e ele teve de ir embora.

- Como seus irmãos estão? - Spencer diz vindo até mim e se sentando ao meu lado. Spencer é uma das poucas amigas verdadeiras que eu tenho, a maioria é interessada em meu dinheiro e dos meus pais, ou em meu pai, ridículas. Eu conheci Spencer no ano retrasado, não me lembro muito bem como ou porque nos aproximamos, acho que foi por conta de um trabalho em dupla, não me lembro muito bem, mas no fim das contas, viramos amigas.

- Eles estão bem, arcaram com tudo bem, até demais - Digo e ela solta uma risada.

- Eles são demais - Ela diz suspirando. Vejo Lydia andar coberta em seu ar de superioridade. Vadia! Não suporto essa garota, odeia humilhar as pessoas e se fazer de boa samaritana depois, e todos acreditam obviamente, só porque ela é filha do diretor. Ela definitivamente tem o poder de tirar a minha paciência.

- Dobrev...- Ela diz vindo até mim e eu levanto meu olhar, a encarando com uma sobrancelha arqueada - Eu fiquei sabendo sobre o que aconteceu com os seus irmãos, eu sinto muito, verdadeiramente - Ela diz soando tão falsa, que eu não aguento e bufo, enquanto reviro meus olhos impaciente. Ela percebe, mas parece não ligar - Mas, enfim, mande um beijo pro seu pai por mim, e você sabe aonde, não sabe? - Ela pergunta com um sorriso malicioso e eu me levanto.

- Aquieta esse seu fogo! Ah me desculpe - Digo e ela sorri vitoriosa - Eu me esqueci que dragão cospe fogo, mas você é uma espécie rara não é? É uma mistura de dragão e cobra, aliás, você também cospe veneno - Digo irônica e ela trava o maxilar, levanta sua mão e ameaça me bater. Mas eu seguro em seu pulso e aproximo meu rosto do seu - Me encoste um dedo pra você ver, tente e terá sua mão quebrada. Já te falei que eu faço karatê? - Pergunto e ela engole em seco e eu sorrio. Largo sua mão com nojo e pego minha mochila no banco.

- Convenhamos, Dobrev - Ela começa e eu a olho com tédio. Vejo meus irmãos se aproximarem confusos e eu suspiro - Seu pai é um gostoso - Ela diz e eu reviro meus olhos - Ah se ele fosse solteiro - Ela diz e eu viro para os meus irmãos, fazendo sinal para que eles me esperassem ali mesmo.

- Se ele fosse solteiro não mudaria nada em relação à você - Digo simplesmente e ela arqueia uma sobrancelha.

- Por que? - Ela pergunta confusa e eu bufo. Ouço a buzina do carro, Paul havia chegado.

- Eu vou lhe explicar, e eu espero que você entenda - Começo e a olho com um sorriso irônico - Meu pai não gosta de carne de vaca - Digo e as pessoas ao meu redor me olham como se eu fosse louca, outras sorriem, algumas até batem palmas. Dou um sorriso na direção de Spencer como forma de despedida e ando em direção do carro, sendo acompanhada por Sophia e Jaden.

- Você realmente chamou a filha do diretor de três tipos de animais diferentes? - Sophia pergunta soltando uma risada e eu suspiro.

- Ela mereceu - Digo simplesmente e Jaden sorri.

- Você é foda - Ele diz soltando uma risada e eu o acompanho no ato.

- Apenas realista, irmão - Digo sorrindo, enquanto entrávamos no carro.

(...)

Dia seguinte...

Assim que chego no corredor principal da escola, eu vejo Vincent, o meu atual namorado, jogando os livros de um garoto no chão, eu nunca tinha visto o garoto antes, ele deve ser novato. Porém, deixo esses pensamentos de lado e ando até os dois em passos largos e furiosos pelo o que ele estava fazendo, Vincent nunca havia se mostrado ser tão agressivo. 

- Que merda você está fazendo, Vince? - Pergunto empurrando seus ombros fortemente e o afastando do garoto, que agora, estava jogado no chão, catando os seus livros e ajeitando os seus óculos  de grau.

- E o que você tem haver com isso? - Ele pergunta limpado sua testa com o dorso da mão e me olhando com raiva. Me assusto, esse não é o garoto por quem eu me apaixonei.

- O que há com você? Por que está fazendo isso com o garoto? Ele nem ao menos te fez mal! - Exclamo alto, recebendo a atenção de algumas pessoas que passavam na hora.

- Ele nasceu Samantha, foi isso que ele fez! - Ele diz raivoso e ameaçando ir pra cima do garoto novamente, mas me ponho na frente do novato, o protegendo e o mantendo fora do alcance do garoto que era o meu namorado, o garoto que eu acabo de perceber que eu mal conhecia.

- Para com isso, Vincent! - Exclamo novamente e ele trava seu maxilar.

- E você? Por que você o está defendendo? - Ele pergunta e eu fico sem palavras. Eu nem conheço o garoto, e ainda sim o estou defendendo. Por que? Oras, por que esse é o certo a se fazer!

- Por que o que você fez é errado! Atacar alguém que não lhe fez nada, não revidou e não te ofendeu! Seu idiota - Digo apontando o dedo no seu peito e ele me encara.

- Afinal! De que lado você está? - Ele pergunta e eu bufo.

- Não estou do lado de ninguém - Digo e ele revira os olhos - Meu Deus! O que está acontecendo com você? - Pergunto assustada e confusa e ele sorri sarcasticamente.

- Eu estou cansado de você, Samantha!Cansado! - Ele diz raivoso e eu dou um passo para trás - Estou cansado desse seu joguinho de que não pode transar comigo, de que não se sente preparada, que não é o melhor momento! Estou cansado dessa enrolação toda! - Ele diz e eu sinto meus olhos queimarem por lágrimas não derramadas. 

Por que ele está sendo tão cruel?

- Por que está me dizendo essas coisas? - Pergunto e pressiono meus lábios, eu não iria chorar.

- Você é tão mimada! Ou melhor, uma vadia! - Ele diz eu lhe dou um tapa no rosto.

- Nunca mais se dirija a mim desse jeito. Idiota! - Digo e ele coloca a mão sob o lugar que eu lhe havia acertado - Acabou - Digo e ele me olha perplexo - Nunca mais olhe na minha cara, nunca mais dirija a palavra à mim - Digo e ele arregala os olhos incrédulo.

- Ninguém me despensa! Todas as garotas me querem! - Ele exclama e eu sorrio irônica.

- Sinto lhe dizer que, eu não sou “Todas as garotas” - Digo cerrando meus dentes e ele sai dali bufando e pisando duro no chão - Idiota! - Digo em um sussurro e ouço um ruído. Me viro pra trás e vejo o garoto que eu havia defendido, ele não me olhava nos olhos, encarava o chão enquanto apertava seus livros contra o peito - Hey? Você está bem? - Pergunto segurando em seu ombro e ele me olha. Sinto meu interior queimar e meu coração palpitar fortemente, tiro minha mão de seu ombro ao sentir a palma de minha mão formigar.

- Estou sim, obrigado - Ele diz em um sussurro, olhando novamente para o chão. Estava tímido.

- Pode me olhar nos olhos se quiser ...- Digo descontraída e ele apenas ajeita seus óculos - Relaxa, eu não mordo - Digo soltando uma risada, ele sorri minimamente e ergue seu olhar ao meu novamente.

- Sinto muito pelo namoro - Ele diz e eu suspiro pesadamente.

- Ele me fez perceber que é um completo idiota, não faz mais diferença - Digo e ele dá de ombros - Qual seu nome? - Pergunto e ele morde o lábio inferior.

- Dylan. Dylan O’Bryan - Ele diz estendendo a mão timidamente. O tal Dylan é bem bonito, seus olhos escuros são intensos, debaixo de óculos de grau. Ele tem um sorriso bonito, é tímido, mas ainda sim bonito, suas bochechas coram com facilidade, isso eu pude perceber. Ele parece ser forte, mas a camisa de frio xadrez vermelha e branca, não me deixa perceber muito. 

- Eu me chamo Samantha Dobrev - Digo apertando sua mão, sinto uma corrente elétrica percorrer meu corpo, sinto Dylan enrijecer os ombros, parece que não fui só eu que senti uma eletricidade -Bom, eu fico feliz que você esteja bem - Digo puxando minha mão de volta.

- É...Obrigado de novo - Ele diz e um silêncio constrangedor se instala no local.

- Por nada - Digo olhando em meu relógio - Merda! - Digo e Dylan me encara confuso - De que sala você é? - Pergunto e ele olha algo em seu papel.

- 302 - Ele responde e eu suspiro.

- A mesma que eu - Digo e sorrio - Sinto muito, mas não poderemos entrar na sala. Já se passou vinte minutos de aula, o professor não vai nos deixar entrar - Digo e ele passa a mão na nuca.

- Você quer tomar um café, comigo? - Ele pergunta e eu o encaro completamente supresa com seu convite repentino, percebo que as suas bochechas ganham um tom de rosa e eu sorrio - Como forma de agradecimento - Ele diz acrescentando rapidamente e eu não deixo de sorrir. Fofo.

- Claro, por que não - Digo animada e ele sorri, ainda com suas bochechas coradas e sorriso tímido estampado nos lábios.

                       (Nina POV)

Oito anos haviam se passado desde que eu conheci Ian, desde que eu comecei a trabalhar pra ele, ainda sem saber que ele era o homem que eu havia dado uns amassos no elevador, e céus! Isso ainda me soa um pouco estranho, clichê, talvez. Não! Definitivamente clichê. Mas, contudo, foi o meu clichê, não foi perfeito , com certeza não, mas, realmente valeu à pena vivê-lo. Afinal, a vida é cheia de altos e baixos, nos surpreende e nos muda, amadurecemos com o tempo. E, eu definitivamente nunca imaginei que isso aconteceria comigo, até porque, quais as chances de algo assim acontecer? Depois de perder meus pais e meu irmão, a única coisa em que eu foquei principalmente, foi em meus estudos e em uma carreira que eu pudesse construir, afinal, eu precisava me sustentar e dar um jeito, havia ficado sozinha no mundo, não havia um botão de escape, eu perdi tudo o que eu tinha na época, minha família. Relacionamentos não eram o meu foco principal quando decidi vir para New York, não era mesmo. Tudo o que eu realmente queria era fazer meu futuro, um futuro de que eu me orgulhasse e de que meus pais ficassem orgulhosos de mim. Mas eu acho que eu sabia, no fundo eu sabia que algo faltava em mim, só não queria admitir. Eu tinha Candice e Joseph, mas ainda sim eu me sentia incompleta, a falta de alguém que pudesse me abraçar e me dizer que tudo iria ficar bem, uma pessoa que me reerguesse quando eu caísse no chão, no final, muitas pessoas sentem falta disso, mas não admitem, e eu era uma dessas pessoas. Isso mesmo, eu era, pois eu conheci o amor da minha vida, o homem que me deu o que faltava para que eu fosse verdadeiramente feliz. Eu ter entrado naquele elevador, mudou minha vida, em alguns momentos eu confesso, eu pensava que aquilo poderia ter sido o maior erro que eu tivesse cometido em minha vida inteira. Mas, nos enganamos, eu me enganei, talvez aquela fosse uma desculpa para não sentir o que eu mais temia, amar outra pessoa e correr o risco de perdê-la novamente, acontece. E, só eu sei o quanto eu temia perder Ian, e mesmo que eu tentasse me enganar, dizendo que aquilo era apenas uma atração corporal, eu não conseguia, já estava envolvida demais, no ser humano que ele era, quanto mais eu tinha dele, mais eu queria, seu olhar me deixava sem graça, seu sorriso me arrebatou sem dó e então, sem perceber como ou quando, eu me via apaixonada por alguém que pra mim, era inatingível. Eu sofria quando brigávamos, chorava quando pensava na possibilidade de não ser retribuída, me sentia culpada por estar me envolvendo com o meu chefe, e medo do que as pessoas iriam pensar ao meu respeito, pois, querendo ou não, a sociedade faz a nossa imagem, sendo ela boa ou ruim. É péssimo dizer isso? Sim, mas é a verdade. Mas, no final de tudo não é que nossa relação foi bem aceita, bom, no geral sim. Não consigo esquecer o incidente com Megan, incidente que quase pôs meu relacionamento com Ian à baixo, ou então, Nikki. Não que ela tivesse ameaçado meu relacionamento com Ian, mas, ela ameaçou a vida da minha filha, o que me levou a fazer uma coisa horrível, tirar a vida dela. Mas, como eu disse há anos atrás, era a vida dela ou a de Robin, e eu escolhi a vida da minha filha. Mas agora, tirando as lembranças ruins e as substituindo pelas boas, filhos, outra coisa que eu não fazia questão de pensar muito. Mas então, a vida, travessa como é, me deu quatro lindos filhos, que eu amo de paixão e que hoje, não sei se poderia viver sem eles, engraçado como até mesmo um acidente, pode nos mudar e muito, e isso eu posso afirmar. Acidentes podem tirar pessoas de nós, mas também pode nos dar pessoas novas, pessoas que irão mudar nossa vida para sempre, e vendo agora, eu não me arrependo de pisar no elevador ou até mesmo de ter tido minha filha, de ter me casado com Ian e ter escolhido viver ao seu lado, de adotar os nossos filhos, afinal, eu havia enfim escolhido ser verdadeiramente feliz. 

Eu definitivamente não me arrependo de todas minhas escolhas... 

- E então, como anda o seu namoro com Vincent? - Pergunto enquanto saindo de meus devaneios, enquanto fazia carinho nos cabelos loiros de Sam, que me contava como havia sido seu dia.

- Nós terminamos - Ela diz digitando algo em seu celular, um sorriso esboça em seus lábios e eu fico confusa.

- Como? Estou confusa, vocês não se amavam? - Pergunto e ela se senta na cama, de frente para mim. Bloqueia a tela do seu celular e me olha.

- Eu achava que sim, mas percebi que estava confusa, sabe, um primeiro amor, quem não sonha, não é mesmo? Eu estava errada, descobri isso hoje mais cedo - Ela diz e eu arqueio uma sobrancelha, Sam respira fundo, pega Bailey em seu colo, acariciando os pelos brancos do mesmo, antes continuar - Quando eu cheguei na escola hoje, ele estava agredindo um garoto - Ela diz e eu pisco os olhos em supresa - Eu sei, também fiquei estática, quando vi o que estava acontecendo - Ela diz e eu suspiro, esperando que ela continuasse - Eu defendi o garoto, e depois, Vincent me disse coisas horríveis, como por exemplo, você se faz muito difícil na hora do sexo, já estou cansado de te esperar, coisas desse tipo - Ela diz baixando o olhar e eu a abraço - Ele é um idiota - Ela diz e eu concordo.

- Mas e depois, o que aconteceu? - Pergunto e ela suspira pesadamente.

- Eu disse que o que ele estava dizendo e fazendo era horrível, e que tudo entre nós dois havia acabado. Eu definitivamente não poderia manter um relacionamento com um tipo de pessoa assim. Estava cega, mas agora não estou mais. Spencer sempre disse que ele não era o garoto certo para mim, e eu o vivia defendendo, um dos meus maiores erros - Ela diz e eu dou um beijo em sua testa.

- Eu sinto muito - Digo e ela faz que não com a cabeça.

- Não sinta, eu mesma não sinto, percebo que o que aconteceu foi essencial, me fez abrir os olhos - Ela diz e eu concordo com um sorriso.

- Você sempre foi muito madura, mas ainda sim, aproveitou bem sua infância, como uma criança normal - Digo fazendo uma careta e ela solta uma risada.

- Creio que isso seja um elogio - Ela diz sorrindo de lado e eu concordo com um sorriso.

- É sim...- Digo e o celular de Sam apita - Quem é? - Pergunto curiosa e ela lê algo na tela do seu celular.

- Dylan - Ela diz e eu fico confusa - O garoto que eu defendi hoje - Ela diz se explicando e eu sorrio de lado.

- Entendi...- Digo e ela me olha com um olhar interrogativo.

- O que foi? - Ela pergunta e eu solto uma risada.

- Nada! - Digo dando de ombros e me levantando da cama - Irei ver se Dianna precisa de ajuda para o jantar - Digo e ela acena com um sorriso, enquanto encarava a tela do seu celular.

- Está bem - Ela diz e eu saio em seguida, fechando a porta do quarto.

Já posso até ver onde isso vai dar...

(...)

Dia seguinte...

- Eu fiz um desenho pra você, mamãe -Robin diz vindo até mim e me entregando uma folha de papel. Onde havia sido desenhando pela mesma, nossa família inteira, com direito à Joseph, Candice e os trigêmeos, Claire e Paul e Dianna.

- Está lindo, filha - Digo sorrindo e ela bate palminhas animada -Onde aprendeu a desenhar tão bem assim? - Pergunto e ela se senta ao meu lado, na cama.

- Não sei - Ela diz dando de ombros - Mas, quando eu crescer, quero ser artista - Ela diz e eu pisco os olhos em surpresa.

- Você vai se sair muito bem - Digo e Robin me dá um beijinho na bochecha, em seguida pega o papel de minha mão e pula fora da cama - Onde vai? - Pergunto e ela se vira pra mim.

- Vou mostrar ao papai - Ela diz animada, e em seguida saindo correndo para fora do quarto.

                    (Robin POV)

- Já chega, Robin! - A professora grita comigo e eu bufo, revirando meus olhos.

- O que eu fiz agora? - Pergunto cruzando meus braços e ela passa a mãos pelos cabelos.

- Você furou a mão do garoto com o lápis e ainda me pergunta o que foi que você fez? - Ela indaga raivosa e eu dou de ombros. 

- Ele quebrou o brinquedo do meu amigo! De propósito! - Grito e ela vem até mim, segurando minha mão e me levantando - Está me machucando! - Digo me livrando de seu aperto.

- Vamos pra diretoria, junte suas coisas - Ela diz e eu coloco meu caderno dentro da minha mochila com raiva e a sigo. Mas, antes de sair, eu dou língua para o garoto malvado.

- A senhorita de novo? - A diretora pergunta cansada ao me ver entrando em sua sala.

- Sei que estava com saudades - Digo me sentando na cadeira e balançando minhas pernas, meu pés não tocavam no chão.

- Você é tão teimosa! - Ela diz fazendo sinal com a mão, para que a professora se retirasse.

- O menino mereceu! - Digo me defendendo e ela suspira - Bran tinha o melhor zoológico de brinquedos, e o bobo do Gabriel destruiu - Digo cruzando meus braços.

(...)

- Obrigado por assumir a culpa por mim - Bran diz vindo até mim sorridente.

- Tudo bem, eu sei como seus pais são, eles brigariam feio com você - Digo e ele segura minha mão enquanto saíamos para o intervalo.

- Sabe, eu gosto muito de você - Ele diz e eu sinto minhas bochechas esquentarem. Por que isso acontece?

Devo estar passando mal...

- Eu também, você é meu amigo - Digo me sentando em uma cadeira do refeitório e ele faz o mesmo. Bran abre sua lancheira e de lá tira dois anéis doces.

- Sabe...Robin...Eu vi em um filme, que quando a gente gosta muito de uma pessoa, nós damos um anel pra ela - Ele diz sorrindo de lado e me oferecendo um dos anéis, um vermelho - Pra você - Ele diz e eu sorrio, pegando o anel da palma de sua mão.

- Obrigada - Digo me inclinado e dando um beijo em sua bochecha. E agora, é a vez dele de ter as bochechas vermelhas.

Será que ele também está passando mal?

(...)

- Que anel é esse, Robin? - Papai pergunta curioso, enquanto jantávamos.

- Bran quem me deu - Digo simplesmente - Somos namorados agora - Digo e meu pai fica branco que nem papel - Já terminei, vou desenhar - Digo me levantando da cadeira.

- Você e Bran o quê? - Ele pergunta incrédulo e mamãe solta uma risada abafada.

- Estamos namorando, papai - Digo saindo saltitante de lá e subindo as escadas em seguida.

                     (Sophia POV)

Três meses depois...

Sinto as mãos de Finn percorrerem a lateral do meu corpo, sua boca explora a pele nua do meu ombro, suspiro pesadamente e ele volta sua atenção para a minha boca, me beijando com volúpia. Ouço uma batida na porta do quarto e tomo um baita susto. Finn sai de cima de mim e eu ajeito meus cabelos rapidamente.

- Pode entrar - Digo tentando controlar minha respiração e controlar meu coração acelerado. Jaden entra no quarto e nos olha desconfiado.
Bufo e lhe lanço um olhar mortal.

- Seu intrometido! - O acuso e jogo uma almofada em seu rosto. Ele solta uma risada escandalosa e pega seu moletom que estava encima da minha escrivaninha.

- Se você não pegasse minhas coisas, eu não interromperia seus beijos - Ele diz abanando a blusa no ar - E aliás, você teve sorte que não foi o papai que viu. Ele cortaria o brinquedo do Finn fora - Ele diz rindo histericamente. Sorrio.

- Idiota! - Finn diz e eu cruzo meus braços. Ouço um barulho de carro estacionando e Jaden vai até a janela.

- Falando no papai, ele acabou de chegar - Jaden diz e eu arregalo meus olhos.

- O quê? Mas que merda! - Digo levantando e empurrando Finn para fora da cama rapidamente.

- Hey! - Ele reclama e eu reviro meus olhos.

- Levanta logo! - Digo estressada e o empurrando em direção à janela.

- Não...- Ele diz incrédulo e eu afirmo com a cabeça.

- Sim! - Digo convicta.

- Você é foda, Sophia - Jaden diz rindo enquanto Finn pulava a janela para fora do meu quarto.

- Vai se foder, Jaden! - Digo lhe dando um tapa no ombro. Ouço um baque alto e arregalo meus olhos, meu irmão corre até mim e nós olhamos pela janela. Finn estava caído no chão, espatifado pra se falar a verdade.
 
- Ele nunca mais vai ficar com você - Jaden diz e eu concordo com um aceno.

- Concordo com você - Digo não me aguentando e soltando uma risada escandalosa.

                        (Ian POV)

Dois meses depois...

Hoje é um dos dias mais importantes da Somerhalder Corporation, para ser mais exato, é o dia que aproximadamente duzentos e cinquenta pessoas se disponibilizam e vêm até a empresa para  a contribuição com a Hemorio ( A empresa brasileira de coleta de sangue). O evento já havia acabado, sobraram apenas alguns poucos funcionários da empresa, que neste momento já estavam indo embora. Eu e Nina fomos os únicos que sobramos na empresa, no final. Já estava à noite, se passava das dez e meia, eu realmente não esperava que o evento fosse tão grande como realmente foi. 

- Hoje foi um dia e tanto, estou exausta - Ela diz passando seus braços atrás do meu pescoço e se aproximando ainda mais de mim.

- Não estou muito diferente, o evento durou muito mais tempo do que eu imaginava - Digo segurando em sua cintura, aproximando meus lábios dos seus e a beijando com intensidade. Ela solta um suspiro quando aperto seus quadris e eu sorrio entre o beijo.

- Vamos pra casa? Podemos terminar o que começamos lá - Ela diz mordendo o lábio inferior, sorrio de lado e a pego no colo.

- Seu pedido é uma ordem - Digo a carregando até o elevador e apertando o botão térreo rapidamente. Assim que as portas do elevador se fecham, eu encosto as costas de Nina nas paredes gélidas do elevador e ela sorri, suas pernas cruzadas em meu quadril me fazia suspirar e ansiar por mais de seu corpo. Pressiono meu corpo contra o seu e ela suspira pesadamente contra o meu ouvido. Mordo seu ombro e ela agarra em meus cabelos fortemente, me fazendo soltar um gemido rouco. Beijo Nina novamente e seguro em suas coxas fortemente. Depois de um tempo, nós nos separando ofegantes, com coração acelerado. Nina abraça minhas costas e eu a sua cintura.

- Parece que no final, nós sempre voltamos para onde tudo começou - Nina diz e um sorriso radiante se forma em seus lábios. Acaricio seus lábios inchados e avermelhados com o meu polegar e ela acaricia meus cabelos.

- Eu voltaria aqui quantas vezes fosse preciso, só para achar o meu caminho de volta pra você - Digo beijando sua testa e colocando uma mecha de seu cabelo atrás da orelha - Eu te amo, meu anjo - Digo e ela me dá um selinho.

- Eu também te amo, e eu faria tudo de novo, percorria o mesmo caminho, colheria as rosas e os espinhos. E bom...- Ela começa e então sorri abertamente, enquanto acariciava meu rosto - Eu entraria nesse elevador quantas vezes fosse preciso, bem naquela festa, naquela noite, eu esqueceria minha bolsa novamente, para apenas ter você, para sentir você...-Ela diz e beija meu queixo - Para amar você quantas vezes fosse preciso - Ela diz e abraça minhas costas fortemente, enquanto eu beijo o topo de sua cabeça e abraço sua cintura.

- Eu também entraria nesse elevador, quantas vezes fosse preciso, meu anjo...- Digo beijando seu ombro e fechando meus olhos, pensando que, eu vi o meu futuro ao lado de Nina desde a primeira vez que eu a vi, posso ter negado por um tempo. Mas foi inevitável, já estava predestinado. E eu agradeço por isso. Amar Nikolina foi a melhor decisão que eu tomei em minha vida inteira, e eu definitivamente não me arrependo disso.

Afinal...

Ela é o anjo que mudou a minha vida...

Fim.

 


Notas Finais


Capítulo não revisado, então me desculpem qualquer erro ortográfico.


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