História Something in the way - Capítulo 6


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Categorias Nirvana
Personagens Dave Grohl, Krist Novoselic, Kurt Cobain, Personagens Originais
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Palavras 1.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite meninas! Tudo bem?
Bora conhecer a Gina? Então bora \o.

Tenham uma boa leitura ^^

Capítulo 6 - Corte no dedo


Fanfic / Fanfiction Something in the way - Capítulo 6 - Corte no dedo

A noite caiu e junto dele veio a chuva. Os raios e os trovões cortavam o céu em meio de ventos fortes e Kurt ainda se encontrava febril na sala. Ele havia vomitado assim que nem Cassidy havia dito, mas Kurt ainda não estava totalmente bom. Foi aí então que ouviram em meio a chuva, três batidas de porta. Cassidy deixou Kurt com Krist e Dave, e correu em direção a porta para abri-la, e logo viu sua amiga, com seus cabelos ruivos até a metade da cintura e sardas no rosto sorrindo para Cassie naquele instante. Ela estava ensopada com os cabelos pingando da água.

-Isso tudo foi o intervalo de sair do carro até chegar aqui - Comentou Gina apontando pro próprio rosto - Cadê ele?

-Boa noite pra você tambem Gina. Ele está no sofá.

Gina ignorou a ironia da amiga, e tambem não deu o trabalho de se importar. As duas tinham esse hábito de chegar e não falar oi. È da natureza de uma longa amizade de infância.

A ruiva olhou para Kurt e parou no meio da sala olhando para os três novamente.

-Isso não pode ser real…

Gina se aproximou de Kurt e colocou sua mão na testa dele, sentindo arder de febre.

-Precisamos abaixar isso dai, se não ele vai começar a alucinar.

-Ele já está alucinando - Comentou Dave.

Gina viu Kurt tremendo muito e murmurando o nome da filha baixinho.

-Precisamos dar um banho nele de água morna pra ver se ajuda a abaixar a febre. Er… - Suspirou - Meu Deus… Eu não acredito que estou cuidando do Kurt. Isso parece um sonho! - Murmurou - Enfim… Vocês conseguem levá-lo até o banheiro e dar banho nele?

Krist e Dave se olharam e Gina cruzou o braço olhando para os dois seriamente.

-Não quer que eu ou a Cassidy faça isso né?

-Não, não - Disse Krist - Deixa que eu faço isso. Vai ser melhor do que ver meu amigo morrendo de febre. Vem Kurt!

Krist tirou o cobertor dele e lentamente foi o levantando.

-Eu pego a roupa dele - Disse Dave.

Gina colocou sua mochila no chão.

-Eu já vou preparar as coisas. Cassidy, descansa um pouco e deixa que agora eu tomo conta do Kurt.

-Mas… E os meninos?

-Deixa que eu dou um jeito! Só relaxa, ok?

-Mas…

-Tem aquela roupa minha que eu havia esquecido na sua antiga casa?

-Ah… Tem… Tem sim…

-A onde está?

-No meu guarda roupa.

-Ok! eu vou pegar uma toalha e colocar a roupa, tá?

-Ah… Tudo bem!

-Òtimo! Descansa!

Gina virou as costas em direção a escada deixando Cassidy sozinha na sala.

 

 

Duas horas se passaram e enquanto o pessoal cuidava do Kurt, Cassidy cuidava da casa, pois sabia que ouviria um monte de sua mãe caso deixasse a casa inteira desarrumada para a empregada. Recolheu os cobertores e deletou evidências para que sua mãe não chegasse no dia seguinte desconfiando de alguma coisa, e logo partiu pra cozinha para fazer a janta, quando ouviu alguem se aproximando dela.

-Eu te ajudo a lavar essa louça - Disse Dave pegando a bucha.

-Não precisa Dave! Deixa que eu faço!

-Estou morando aqui temporariamente. Eu preciso colaborar.

Dave pegou o detergente e despejou na bucha quando seu olhar virou para Cassie. Ela encarava Dave com uma certa concentração, talvez o admirando e pensando sobre o como ele era bonito na época dos seus 20 poucos anos de idade, e não se segurou em soltar um sorriso para ele.

-O que foi? - Perguntou sorrindo de volta.

-Nada, eu só.. Só agradeço pela gentileza de lavar a louça, só isso.

Cassidy virou seu olhar para a panela e continuou a mexer quando ouviu a voz de Dave novamente.

-Por nada - Respondeu a última frase da garota - Eu não sei se você sabe, mas teve uma época que eu morei com o Kurt. Tudo bem que foi pouco tempo, mas… Graças a Deus ele inventou de comprar essa casa.

-Eu não sabia disso - Disse Cassidy curiosa - Na verdade, eu nunca fui fã de Nirvana. Quem gosta do som de vocês mesmo é a minha mãe.

-È, pra ela comprar essa casa, tem que ser muito fã mesmo!

-Realmente…

-Mas você pelo menos gostava da gente como pessoa?

-Eu gostava de você e do Krist, mas o Kurt não me agradava, mas uma coisa é a gente não gostar de vista e outra coisa é a gente conviver e saber quem eles são.

-Como assim? Está dizendo que não vai mais pra minha cara e pra cara do Krist?

-Ahn?! Não! Não é isso!

Dave deu uma risadinha achando graça da expressão assustada de Cassidy que tentava corrigir a frase com gaguejo.

-Eu quis dizer que ver o Kurt passando mal me faz sentir mais empatia por ele do que um simples tédio ou algo do tipo. Entendeu?

-Ah, entendi… Mas o Kurt de início é assim mesmo. Existem pessoas que gostam dele logo de cara e outras que só passam a gostar quando conversam com ele. Na verdade, ele não é uma pessoa ruim! Ele só é sensível, entendeu? E se deixa levar muito pela emoção.

-È, ele parece ser assim mesmo. Isso é ruim, mas tambem é bom. Pessoas assim normalmente tem mais compaixão - Cassidy colocou o tempero na panela e mexeu - A Courtney deve ser assim tambem, não é?

-Ah… A Courtney? - Riu irônico - A Courtney FINGE ser assim, mas ela não é…

-Como assim?

-Digamos que ela é mais falsa do que nota de 200. Ela manipula o Kurt emocionalmente, fala palavras dóceis para ele tipo: “Nossa, você é muito bonito!” ou “Eu amo você” e quando vê uma oportunidade, está jogando o Kurt contra ela quiser. Sem contar o resto, né? Dramatica, lunatica, drogada, piranha…

-Meu Deus! Ela é tudo isso?! - Estranhou.

-Pra pior. Acredite… Ai caraleo! - Gritou puxando a mão esquerda.

-Que foi?

-Fui limpar a faca e cortei meu dedo.

-Meu Deus.. - Cassidy viu o sangue cair do dedo de Dave e fez careta - Nossa, e foi um corte grande pelo visto!

-E tá doendo…

Cassidy pegou um pano em cima do balcão e entregou para Dave.

-Segura o sangramento enquanto eu vou atrás de um band aid.

-Ok.

A garota abriu e fechou as gavetas uma por uma a procura de algo para passar no machucado do Dave, e logo encontrou uma pomada e o tal band aid.

-Achei - Disse ela pegando as coisas e fechando a gaveta logo depois - Estica o dedo.

Dave esticou o dedo já sujo de sangue e Cassidy despejou a pomada em cima, e em seguida, colocou o band aid, quando percebeu que o olhar de Dave estava sobre ela. A garota olhou para ele timidamente e franziu a testa.

-O que foi?

-Você seria uma mãe incrível, sabia?

-Ah, eu?!

-Sim. Nem faz 24 horas direito que estamos aqui e você já fez tanto pela gente.

Cassidy deu uma risadinha.

-Eu gosto de cuidar das pessoas, deve ser por isso que eu quero fazer medicina quando eu terminar o terceiro ano.

-Eu acho uma boa ideia, sabia? Você tem um jeito especial de cuidar das pessoas, e isso é bom!

-Ah… Obrigada… - Riu timidamente mais uma vez.

Seu olhar foi de encontro com o de Dave e aquele frio na barriga apareceu novamente. Dave soltou um gaguejo e olhou pro seu dedo soltando um leve riso tímido. Talvez ele tivesse sentido o mesmo que Cassie sentiu, mas não disse nada.

-Ainda bem que não tenho a obrigação de tocar hoje.

-È, verdade… - Sorriu.

Dave olhou para ela e depois olhou para atrás de Cassidy, fazendo com que seu sorriso se desmanchasse.

-A comida queimando!

-Ahn?! - Cassie olhou para trás e arregalou os olhos correndo em direção a panela - Meu Deus!

 



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