História Something There - Romione - Capítulo 10


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Arthur Weasley, Carlinhos Weasley, Córmaco Mclaggen, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Lilá Brown, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Parvati Patil, Remo Lupin, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape
Tags Enigma Do Principe, Harry Potter, Hermione Granger, Hinny, Hogwarts, Romance, Romione, Rony Weasley
Visualizações 283
Palavras 1.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Hogsmeade


Pov Hermione

Acordei no sábado de manhã ansiosa pelo dia que se seguia. Iríamos a Hogsmeade, ou seja, um dia inteiro com meus amigos e especialmente com Rony, sem aulas e sem deveres de monitor.

Quando chegamos ao Três Vassouras, me sentei ao lado de Rony, enquanto Harry sentava em nossa frente. Pedimos três cervejas amanteigadas e relaxamos. Fazia um belo dia e eu estava pronta para curti-lo.

Tomei um bom gole da minha cerveja amanteigada e Rony riu.

- O quê? - Perguntei.

- Sua boca está com espuma.

Ele passou seu polegar delicadamente em meu lábio superior. Quase sorri, quando lembrei que Harry estava na nossa frente.

Passamos um tempo conversando, quando Gina e Dino entraram e se sentaram em uma mesa afastada.

- Não acredito que ainda estão juntos. - Cochichou Rony.

- Já disse para parar de se incomodar com eles. - Disse, revirando os olhos.

- Vou tentar. - Rony abaixou os olhos para sua bebida.

- Porque não finge que eles não existem? - Harry tomou um gole de sua cerveja amanteigada.- Afinal, você está saindo com a garota da Corvinal, não se incomode tanto com isso.

- Garota da Corvinal, é? - Eu brinquei. Sabia que Rony estava me escondendo com esse codinome.

- Pois é. Porque não conta a gente como ela é Rony? - Harry insistiu. Algo no olhar dele estava interessado demais no que Rony ia dizer.

- Bem... Ela é loira, tem cabelos lisos... - Começou Rony, lentamente.

- Qual o seu nome?

- Clara. - Rony respondeu prontamente. Achei que tinha imaginado algumas características antes, caso Harry viesse a perguntar sobre.

- Ela está em que ano? - Interveio Harry.

- Quinto ano.

- Então Gina deve conhecê-la.

- Sim, acredito que sim. - Rony começou a parecer um pouco nervoso.

- Como se conheceram?

- Você sabe, essas tarefas de monitor. Me fazem interagir com mais pessoas do que o normal...

- Ela é bonita?

- O quê?

- Perguntei se ela é bonita. - Repetiu Harry.

- Ah... - Rony hesitou. - Sim... Muito. - Rony abaixou seus olhos para a cerveja amanteigada e corou.

Senti meu rosto esquentar também, sabia que Rony não me acharia feia, mas nunca escutei isso dele. Me forcei ao máximo para não esboçar um sorriso.

- Então, porque nunca nos apresentou a garota misteriosa da Corvinal? - Continuou Harry.

- Ela é um pouco tímida, não sei se é o momento certo para eu apresentá-la a meus amigos.

- Ela não veio a Hogsmeade? - Perguntou Harry, olhando para os lados, procurando alguém.

- Não sei, Harry. - Rony estava começando a se irritar com a quantidade de perguntas.

- Hermione. - Disse Harry, agora se virando para mim. - Você também é monitora. Nunca os viu juntos?

- Eu... Sim, já os vi. - Resolvi relaxar e entrar na brincadeira. Que mal teria?

- Onde?

- Nas rondas da monitoria. Rony aproveita o horário da noite. - Disse, rindo.

Harry também riu, mas Rony ficou mais vermelho e franziu a testa para mim, por me ver alimentando a conversa de Harry. Ele respirou fundo e resolveu relaxar. Sorriu e disse:

- Sim, ela também adora os horários da noite. Digamos que as sessões vazias da biblioteca também. - Ele rebateu.

- Sério? - Harry agora estava rindo bastante, muito interessado com o que estávamos dizendo.

- Sim! Ela deveria saber que é errado beijar na biblioteca, aquele lugar não é para isso. - Disse Rony.

- Você como monitor deveria barrá-la. - Eu soltei, desafiando-o.

- Não consigo, é mais forte que eu. Simplesmente não consigo resistir à ela. - Rony ficou muito vermelho e tomou um longo gole de sua cerveja amanteigada. Ele percebeu que eu estava muito mexida com o que ele tinha dito, por isso engoliu e acrescentou: - Além disso, não tenho muito tempo para barrá-la. Ela também não resiste a mim.

- Ah, é? Você acha mesmo? - Eu me ajeitei na cadeira, arqueando uma sobrancelha.

- Sim, acho bastante. - Ele riu.

- O que te faz pensar isso? - Perguntei.

- O jeito como ela me beija.

- Como é? - Semicerrei os olhos para Rony.

- Ela beija de forma doce e muito apaixonada.

Harry estava acompanhando nosso diálogo com extremo interesse, sorrindo e virando sua cabeça de mim para Rony como se estivesse vendo uma partida de tênis.

Corei muito ao ouvir Rony dizer aquilo, mas arrumei coragem e disse:

- Bem, talvez ela esteja.

Um silêncio se propagou com o que eu disse. Rony virou para mim, perplexo e corado. Harry, ainda sorrindo, tomou um gole de sua cerveja amanteigada.

- Bem, - Harry pigarreou. - Ela parece ser muito interessante, Rony. Mal posso esperar para conhecê-la, quando estiverem prontos.

Saímos do Três Vassouras e fomos dar uma volta pela vila. Entramos na Dedos de Mel e Harry se separou um pouco de nós, pegando alguns produtos das prateleiras.

- Encontre-se comigo naquele corredor hoje a noite, quero conversar com você. - Sussurrou Rony.

Mais tarde, já na Sala Comunal, estávamos rindo de piadas da avó de Neville, que o próprio estava contando. Eu e Rony estávamos sentados juntos no sofá, seu braço roçando no meu várias vezes. Já era tarde e a Sala Comunal da Grifinória estava se esvaziando aos poucos. Percebia Lilá e Parvati inquietas no canto da sala, cada vez mais olhando em nossa direção e cochichando. Aquilo me incomodou um pouco, mas tentei não prestar atenção.

Finalmente, quando Harry e Neville se recolheram, deixando eu e Rony sozinhos, Rony deu um aceno com a cabeça à saída, indicando para que o seguisse.

- Não podemos sair agora. - Anunciei, pelo canto da boca.

- O que houve? - Ele perguntou, preocupado.

- Lilá está olhando para cá a tempos. Melhor sairmos separados.

- Eu saio primeiro. - Disse ele e se levantou andando em direção ao buraco do retrato.

Antes de alcançar a porta, Lilá chegou até ele.

- Oi, Rony. - Ela se aproximou, sorridente e claramente nervosa.

- Ah, oi Lilá.

Eu estava prestando atenção, mesmo que olhasse para eles apenas pelo canto do olho.

- Posso conversar com você? - Ela perguntou, esperançosa.

- Na verdade, agora não é uma boa hora... Que tal amanhã?

- Ah, ok então. - Ela pareceu decepcionada, virou e se dirigiu ao dormitório das meninas com Parvati.

Rony saiu pelo buraco do retrato e eu o segui alguns minutos depois.

O encontrei no corredor vazio encostado na parede. Uma perna estava dobrada se apoiando na parede e ele estava com as mãos nos bolsos. Meu coração batia mais forte à cada passo que eu dava em sua direção.

Me aproximei e ele me tomou em seus braços.

- Quer dizer que você não consegue resistir a mim? - Perguntei, com um meio sorriso.

- Quer dizer que você está apaixonada por mim? - Disse ele, baixinho, com o mesmo meio sorriso no rosto.

- Bem, e se eu estiver? O quê aconteceria? - Sussurrei, estávamos quase encostando nossos narizes.

- Se você estiver, tudo muda, Mione. - Ele disse, sério, olhando para minha boca.

- Porque mudaria?

- Porque eu estou apaixonado por você também. - Sussurrou ele, me dando o beijo mais profundo e apaixonado que já me deu.
   



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