1. Spirit Fanfics >
  2. Somewhere Only We Know - Stony >
  3. Amor

História Somewhere Only We Know - Stony - Capítulo 19


Escrita por:


Notas do Autor


Espero que vcs tenham paciência pras notas S2

* Cap pra maiores de 18
* A imagem da capa eh pra contextualizar a posição do ato, ela não eh minha, achei no Google.
* Eu tenho IMENSAS dificuldades de escrever lemon, e essa aqui foi muito complicado, pq existem alguns artifícios pra descrever cenas de sexo que funcionam muito bem, mas que tem mais referência carnal, e considerando a carga dramática desses personagens eu queria muito fugir disso, então me desafiei escrever toda cena sem esses artifícios, ficou bom? Eu não faço a mínima ideia.
* Esse capítulo tem referência de um filme e duas músicas, uma delas é a do título. Vou deixar uns links sobre a música e o filme nas notas se vcs quiserem ouvir enquanto leem ou entender a letra.

Capítulo 19 - Amor


Fanfic / Fanfiction Somewhere Only We Know - Stony - Capítulo 19 - Amor

Cap 19

Tony ouviu o despertador tocar, achou estranho que Steve não levantasse para desliga-lo como de costume, mas logo sentiu a cama vazia e entendeu que ele já havia se levantado, bateu a mão no dispositivo já mal humorado de acordar sozinho. Levantou e se arrastou pra fora do quarto procurando vestígios do outro e de seu cachorro, não encontrou nada além de um bilhete em cima da mesa, dizendo que Steve e Frankie haviam saído para um passeio.

Tony voltou pro quarto, pegando as roupas ja separadas na noite anterior e indo tomar seu banho.

Quando a água quente caiu sobre o corpo despertando o estudante, ele ouviu a barulheira do cachorro correndo pela casa.

- Tony?

- To tomando banho!

Tony não tinha o hábito de fechar a porta do banheiro quando estava sozinho em casa, e não se sentiu constrangido quando Steve abriu a porta, já que o box de vidro fumê não permitia qualquer observação.

- Vou só lavar o rosto, Tony, Frankie tá uma pilha hoje, me fez correr loucamente, enquanto eu só tentava fumar em paz.

Tony abriu bem pouco a porta de vidro, só o suficiente pra colocar o rosto molhado pra fora.

- Pelo jeito não só ele tá agitado, você levantou super cedo pra fumar maconha?

Steve encarou Tony pelo reflexo do espelho, então puxou a toalha de rosto para se secar.

- Não consegui dormir.

Steve foi até e ele deixou um selinho, Tony encarou o outro por alguns segundos antes de responder.

- Você tá realmente bem? Eu não queria que ficasse tão ansioso. Eu juro que meus pais são bem tranquilos, e eles vão adorar você.

Steve se sentou sobre o vaso, com a tampa fechada, jogou o corpo pra trás e respirou fundo.

- Talvez eu nunca possa retribuir esse gesto, talvez eu nunca possa te apresentar meus pais, e você insistiu tanto pra que eu conhecesse os seus que eu imaginei o quanto isso seria importante pra você. Fiquei com isso na cabeça a noite toda.

Tony voltou pro chuveiro encostando novamente a porta.

- baby, não precisa se sobrecarregar tanto, eu gosto de você, tá tudo bem se eu conhecer seus pais, e tá tudo bem se eu não conhecê-los.

Steve fechou os olhos, e ficou em silêncio algum tempo.

- Eu só queria poder ter um relacionamento como qualquer outra pessoa, te levar pra almoçar em casa em alguns domingos, decidir com você em qual família passaríamos o ano novo e em qual o Natal. Só queria poder te levar pro aniversário da minha prima de terceiro grau, porque não conheço ninguém lá, por mais que minha mãe insista que uma mulher qualquer já me deu banho quando eu era criança. Eu só queria poder reclamar que o namorado da minha irmã é um folgado pra você, quando na verdade eu só to com ciúmes por ela dar mais atenção pra ele do que pra mim. Queria que minha mãe me constrangesse com histórias da minha infância pra você. Mas considerando meu pai, isso vai ser impossível.

Tony desligou o chuveiro, se enxugou e enrolou a toalha na cintura em silêncio. Saiu do box, e se abaixou na frente de Steve chamando sua atenção, o estudante de história inclinou o corpo pra frente e beijou a testa de Tony

- Esquece isso, Tony, eu só... bem, eu nem sei, acho que tive muito tempo de insônia pensando nisso.

Tony levantou o rosto e colou os lábios, foi um selinho mais demorado que normalmente, quando eles descolaram os lábios Tony continuou com o rosto muito próximo.

- Vamos dar um jeito, se não pudermos fazer essas coisas, outras coisas boas virão no lugar.

Ele deu um alguns beijos e cheiros sobre o pescoço de Steve, arrancando algumas risadas de cócegas dele.

- Ste, você é insuportavelmente lindo quando sorri. Tão lindo que se faz impossível eu não destinar todos os meus esforços em conquistar sua felicidade.

Steve encostou a testa sobre o ombro de Tony e suspirou

- Por que tá tão romântico hoje?

Tony respirou fundo e abraçou Steve.

- Vem, a gente ainda tem um tempinho, vou te dar um banho.

Steve gemeu preguiçoso.

- Eu acho que vou gostar, não dormi nada, to tão cansado.

Tony puxou Steve, tirou a camiseta dele por cima da cabeça com calma, então beijou a bochecha dele, desceu pro pescoço e continuou beijando o ombro.

Steve já sentia o corpo inteiro mudar de cor, sentindo o sangue se concentrar nas bochechas, dando a ele um ar tímido.

Tony deixou a língua deslizar do ombro de volta para o pescoço e então pra boca de Steve o beijando.

- Stee, amo esse tom vermelho de quando você está envergonhado.

Steve caminhou pra trás sentindo as pernas bambearem sem apoio, bateu as costas na parede dentro do box, Tony abriu o chuveiro e Steve sentiu sua temperatura subir ainda mais com a água quente.

- Tony, acho que posso me virar sozinho.

- Poder, você pode. Mas você quer?

Steve jogou o rosto pra cima, desviando do incômodo olhar de Tony sobre ele, a água batia no seu rosto e ele não conseguia respirar corretamente, esticou a mão e tocou a barra da toalha encharcada, que cobria a parte debaixo de Tony.

- A gente devia equilibrar as coisas.

Tony riu, e se aproximou de Steve o encurralando ainda mais contra parede.

- Isso significa que se você tirar a minha toalha, eu também terei que tirar sua calça e cueca, porque como você disse, a gente precisa equilibrar as coisas.

Steve desceu o rosto e encostou a boca no pescoço de Tony.

- O que exatamente vamos fazer aqui?

Tony sorriu.

- Deixar você completamente relaxado sobre a perspectiva de encontrar meus pais.

- Então significa que não vamos parar até  eu estar relaxado?

Tony revirou os olhos, enquanto o canto da boca repuxava num sorriso pervertido, se aproximou tanto de Steve, o encarando nos olhos que o garoto era capaz de diferenciar nitidamente o ar quente do vapor do chuveiro e ar quente que saia dos lábios de Tony.

- Nem começou e você já tá fazendo implícitas promessas?

Steve se sentiu constrangido demais pra responder no mesmo clima. Verdade fosse dita ele não era muito bom naquele jogo.

- Considerando que você, é você, tenho certeza que não posso prometer tanto tempo assim.

Tony sorriu, um tipo de sorriso bobo que só era capaz de surgir na presença de alguém que o fizesse se sentir verdadeiramente confortável, segurou o rosto de Steve, aos mãos acariciaram a bochecha com carinho, lembrou do quanto Steve aguçava sua curiosidade inicialmente, como ele se sentiu vivo quando foi beijado pela primeira vez no cânion, lembrou de cada palavra desferida sem cuidado, e cada noite de culpa que aconteceu após ela, lembrou como beijou bocas e bocas mas o gosto de Steve simplesmente não saia dele.

As memórias da dubiedade de sua personalidade, e a indecisão de permanecer seguro no jeito de não se envolver versus a perspectiva de cair feito um adolescente num relacionamento cheio de paixão e divergências.

Suspirou quando o sentimento de acolhimento que a presença de Steve causava nele, o fez lembrar a surpresa de ter sentido aquele gosto na primeira vez que os braços do jogador o rodearam.

Tony encarou os olhos tímidos de Steve e o corado das bochechas, ciente de como aquele jeito o tirava do eixo.

Depois de perceber todos aqueles detalhes, em tão pouco tempo, Tony sabia, que aquele sentimento, que aquele amor, era o tipo de coisa que nunca passaria, estava talhado em seus sentimentos e emoções, de forma tão forte e permanente, que ele por um instante achou que aquela revelação doeria. Mas como sempre, em tudo sobre ele e Steve, diferente do esperado, ele se sentia leve, quase flutuante, ele encarava o rosto de Steve certo do que queria que acontece nos próximos minutos entre eles, e não envolvia o tão costumeiro ato de morder, arranhar ou foder, Tony queria sentir com calma e amor cada pequeno pedaço daquilo que fazia parte do templo que eles vinham tão calmamente construindo.

A boca abriu lentamente mas sem duvidas, traçou três palavras que deixassem claro para o outro, todo caminho que seus pensamentos fizeram naqueles breves momentos.

- Eu amo você. 

Tão simples e verdadeira eram as palavras, que Steve se sentiu pular de um penhasco direto pro mar, aquele sentimento de vencer o medo, ao tirar a cabeça de dentro da água, encarando cheio de confiança os tremores se esvaírem ante o conquista de controlá-los.

Sorriu de volta as palavras.

- Te amo também. Obrigado por se permitir estar comigo, e viver tudo que estamos construindo.

Tony desligou o chuveiro atrás deles, puxou a mão de Steve em direção ao quarto, tirou a toalha de si sem medo, e a colocou sobre os ombros de Steve, enxugando seu rosto e cabelos.

Caminhou lentamente até o celular conectando streaming de música com a aparelhagem da casa.

Sorriu pra Steve enquanto o jogador tirava a própria roupa encharcada e também ficava nu.

Nenhum dos dois disse nada até então, parecia quase como sacrilégio falar levianamente depois da declaração feita a pouco no banheiro.

Tony escolheu Kiss Me, da década de 90, aquela música simplesmente combinava com todo amor simples e romântico que eles compartilhavam.

Steve riu lembrando do filme que acompanhava aquela trilha sonora, o que era o que ele e Tony estavam estrelando se não uma comédia romântica dos anos quase 2000?

Tony se aproximou novamente abraçando Steve, sentindo pela primeira vez o corpo deles se tocaram completamente, sem qualquer pedaço de pano que evitasse o contato de qualquer uma das partes.

O jogador respirou fundo, tentando se manter estável e são, por mais que olhar o corpo do outro garoto a sua frente insistisse em lhe puxar para um estado quase fora de si. Como se ele pudesse sair do próprio corpo e controlar cada pedaço daquela cena.

A voz saia baixa e Steve teve medo de não ser ouvido, ou medo de titubear naquele momento.

- Você tem certeza disso, Tony?

Tony beijou os lábios de Steve com calma, o empurrando sentado levemente sobre a cama, encarou o estudante de história de cima.

- Olha pra você, Stee, como eu poderia duvidar?

O tom vermelho escarlate tingindo o corpo todo de Steve, que encarava Tony acima dele, como se fosse um bendito Deus, dono de tudo que Steve era capaz de pensar ou sentir naquele momento.

Assentiu, porque era incapaz de responder.

Tocou lentamente a barriga de Tony, que naquele momento estava na altura de sua boca. Então se aproximou beijando o ossinho não tão proeminente da cintura.

Ouviu um pequeno gemido escapar da boca de Tony

Sentiu que aquele som fosse o validador de que estava no caminho certo, então desceu mais um pouco os selinhos fazendo todo o caminho até a ereção de Tony.

Steve tinha algumas poucas experiências, que foram suficiente pra ele ir de pouco em pouco se sentindo confortável, abriu a boca o máximo que conseguia acomodando Tony dentro dela, a cada gemido, suspiro ou a cada vez que Steve via o outro apertar os olhos tentando lidar com o prazer, ele sabia que estava indo pelo caminho certo.

Para Tony, tudo aquilo era inédito. Por mais que a sociedade insistisse em classificar Tony como sexualmente passivo, ele sabia que passividade era uma característica que passava longe do seu comportamento habitual na cama. Ele normalmente não sentia prazer pelo que recebia dos outros, ele normalmente sentia prazer em subjugar a tentativa de submissão feita pelos inúmeros machões prepotentes com quais ele tinha se relacionado.

Então, estar ali com alguém muito mais preocupado no prazer dele, do que no próprio, sem aquela guerra de poder a que Tony tão costumeiramente se imponha com seus parceiros, era incrível e muito excitante.

Tony podia apreciar o momento, sem precisar estabelecer qualquer estratégia mental, ele não precisava ficar medindo e mensurando o quanto Steve já estava cedendo ou não as suas investidas de controle. Aquilo não era nada sobre poder ou controle.

Então naquele momento, Tony era capaz de sentir a textura macia e carnuda da língua que deslizava por toda a extensão da sua ereção, podia também apreciar como a luz fazia os cabelos claros de Steve brilharem como algo quase mágico, pôde sustentar o cruzamento de olhares, enquanto meio desengonçado Steve se esforçava por manter todo o momento perfeito para Tony.

Como a boca dele ia e vinha cruzando barreiras e o fazendo tocar bem fundo em sua garganta, todas essas sensações deixavam o dançarino cada vez mais inerte, mais sensibilizado e excitado.

Esticou as mãos tocando o queixo de Steve o empurrando pra trás lentamente, e apreciou com desejo o corpo dele ir corando gradualmente a perspectiva do futuro.

Tocou o ombro bem devagar enquanto empurrava o corpo vermelho de timidez o deitando sobre a cama.

Se inclinou sobre Steve e beijou cada lado de sua bochecha com carinho. Encarou o outro nos olhos, sentindo o corpo aquecer enquanto se tocavam.

- Ativo ou passivo?

Steve engoliu em seco, não pela pergunta mas pela profundidade e intensidade do olhar de Tony sobre ele. Sentia as bochechas arderem.

- Humm...

Titubeou sem saber o que responder, ele só tinha estado na posição de ativo, mas com Tony essa pergunta parecia irrelevante.

Tony sorriu. Apoiou os cotovelos ao lado do rosto de Steve segurando suas bochechas, acariciou elas com calma, enquanto se permitia sentir o toque do corpo abaixo do seu.

Steve gemeu baixinho conforme a realidade do que tava acontecendo se fazia cada vez mais presente. Ergueu os braços, e cautelosamente os foi cruzando sobre a cintura do dançarino.

- A expressão tanto faz nunca coube tão bem numa resposta.

Tony assentiu com calma. Então esticou o braço alcançando a mesinha ao lado da cama, abrindo sua gaveta e tirando uma camisinha de lá.

Ele a abriu com calma, enquanto Steve ia levantando o tronco apoiando as costas sobre a cabeceira ficando sentado, Tony foi indo se atrás dele, e se sentou apoiando os joelhos ao lado das pernas fechadas de Steve.

Beijou sua boca depois a orelha de Steve, chamando seu nome com carinho, beijou o pescoço e a linha marcada do maxilar do jogador, escorregou a língua pelos mamilos, e depois pela barriga e linha da cintura.

O corpo de Tony tomando a posição de quatro apoios, conforme a boca foi descendo até chegar sobre a ereção de Steve já completamente entregue aquela situação.

O barulhinho que sai da garganta do jogador fazendo Tony se sentir ainda mais confortável naquele momento, percebendo o quanto Steve estava entregue aos seus carinhos.

Usou a boca pra descer a camisinha por toda a extensão necessária sem causar qualquer desconforto sobre Steve.

Voltou a sentar de frente pra ele, os joelhos sobre o lençol, as mãos voltaram a segurar o rosto do outro.

- Você é o amor da minha vida.

Aquilo pareceu tirar Steve daquela Áurea quase catatônica que a boca de Tony havia causado.

Puxou Tony para um beijo deixando a língua brincar dentro da boca, enquanto as mãos iam acariciando e conhecendo cada centímetro do corpo nu a sua frente, dedicou algum tempo subindo e descendo os dedos sobre a extensão da coluna quase sem tocar causando arrepios em Tony.

Apoiou uma mão na cintura marcada pela dança, acariciando, então subiu a mão pelo tórax, ombro e passou pelos braços até entrelaçar os dedos com os dele.

A outra mão continuou pela costas, descendo pelas nádegas, e fazendo calmamente seu caminho até o centro.

- Tony, tudo bem continuarmos?

Tony sorriu, sem pressa deu um selinho e rebolou sobre o dedo do outro garoto.

Os lábios colados sentiram as vibrações que os gemidos lhe causavam. O líder de torcidas continuou os movimentos por mais algum tempo.

- Eu to pronto.

Steve queria perguntar se ele tinha certeza mesmo, consentimento e conforto importavam mais que prazer pra ele, mas ele sabia, ele podia ver pelo sorriso de Tony, pelo jeito ansioso dele, que aquelas palavras tão esperadas pelo jogador eram reais, colocou as duas mãos envolta da cintura de Tony, enquanto o outro se se posicionava melhor.

Os braços do dançarino cruzaram o pescoço de Steve e ele deixou o rosto descansar sobre seu ombro, tendo a boca exatamente na altura da orelha de Steve, o deixando sensível pelos gemidos que ocorriam a cada vez que Tony relaxa as pernas, sentando mais profundamente em direção as coxas de Steve.

O jogador deixou a cabeça pender pra trás gemendo baixinho, e Tony foi aos poucos criando um ritmo confortável.

Entre gemidos e recentes ofegos, Steve abraçou Tony ainda mais apertado, também se movimentando tentando lidar com a urgência que surgia dentro de si.

- Tony...  amo você.

Eram, e ainda com dificuldade, as palavras que ele era capaz de expressar.

Eles continuarem se movimentando de encontro, os corpos abraçados apertados, compartilhando o calor, quase se fundindo, mesclando as diferentes tonalidades de suas peles.

Steve passou a mão pelo tórax de Tony e então pousou sobre a ereção do líder de torcidas o estimulando.

Eles continuaram se amando enquanto a playlist de comédias românticas tocava agora a trilha de “ele não está tão afim de você” e Somewhere only we know, explicitava que eles, assim como no filme, eram as exceções um do outro, que assim como na música, eles estavam amadurecendo, precisando de alguém pra confiar, precisando ser confiável e aberto para alguém.

Tão estabelecidos desses sentimentos, eles chegaram ápice abraçados, confortáveis, confiantes e certos de serem amados.


Notas Finais


Bem eh isso! Espero que vcs gostem! Eu queria explorar mais os outros casais da Fic, sobre quem vcs mais gostariam de ler além de Stony por aqui?

Link da referência do filme
https://youtu.be/HEYzlQnI30Y

Kiss me - (trilha do filme “Ela é Demais”)
https://youtu.be/fq4oZuhVQa8

Somewhere only we know - (trilha do filme “Ele Não Está tão Afim de Você”)
https://youtu.be/eSBXulAs68E


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...