História Somewhere Under The Storm - Capítulo 2


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Categorias Katekyo Hitman Reborn!
Personagens Gokudera Hayato, Haru Miura, Kyoko Sasagawa, Tsunayoshi "Tsuna" Sawada
Tags 5986, Bianchi, Gokudera, Gokuharu, Haru, Hayato, Hibari, Kyoko, Lambo, Máfia, Miura, Tsuna, Vongola, Yamamoto
Visualizações 20
Palavras 2.907
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiramente por uma questão de princípio, o roubo não é reconhecido como uma atividade legítima da yakuza. Isto está em linha com a ideia de que as atividades deles são semiabertas; o roubo, por definição, seria uma atividade covarde.Só para vocês saberem antes de ler !

Boa leitura.

Capítulo 2 - Desavenças


Fanfic / Fanfiction Somewhere Under The Storm - Capítulo 2 - Desavenças

Gokudera acordou com o despertador tocando no criado mudo. Voltaria a dormir se não fosse a reunião que o décimo havia marcado nessa manhã. Depois de um banho, se vestiu, tomou café da manhã no hotel e foi em direção ao local da reunião.

Ao chegar na sala reservada para ao compromisso, o auto proclamado braço direito se curva em forma respeitosa a seu chefe e se senta. Os guardiões estavam chegando aos poucos, até mesmo Hibari já estava no local, além dele, Kyoko e Hana também estavam presentes. Já era costume elas participarem das reuniões, Tsuna fazia questão de deixa-las a par de tudo.

- Haha, desculpe o atraso, Tsuna! – Yamamoto chega minutos depois do horário marcado.

- Tch, tinha que ser – Gokudera lhe lança um olhar desdenhoso enquanto este se senta.

- Bem, agora podemos começar – Tsuna se pronuncia organizando os papéis em suas mãos – Como sabem, a Momokyokai* opera aqui em Namimori. Segundo o último relatório de Hibari, ela vem agindo fora do habitual, envolvida roubos e chantagens de larga escala.

- Roubos?! Por fazer parte da Yakuza não é contra os princípios? – comenta Gokudera.

- Certo, mas porque todos nós estamos aqui? O Hibari e mais um guardião não conseguiriam investigar sozinhos? – Lambo questiona.

Tsuna suspira enquanto tem a atenção de seus guardiões e se levanta.

- Momokyokai é o menor dos nossos problemas, estamos sendo ameaçados por outra família, segundo nosso informante, uma família da máfia italiana chamada Ferretti está com planejando atos contra a Vongola – diz sem redeios.

- Parece que estamos voltando à era da Millefiore – Yamamoto ri nervoso.

- Isso de novo?! – Ryohei se exalta.

- Tem certeza que esse informante é confiável, Juudaime? Quem seria ele?

Tsuna tem uma breve troca de olhares com Yamamoto, que não passa despercebido pelo guardião da Tempestade.

Gokudera não gostara nem um pouco do que tinha percebido, havia algo que ele não estava sabendo?

- Infelizmente não posso dizer, prometi o anonimato, porém essa pessoa tem a minha total confiança – Responde com uma expressão séria fazendo com que ninguém mais tocasse no assunto – Não sabemos o que pretendem, nem há quanto tempo estão planejando algo, a maioria de nossos familiares estão aqui. Então, nós, reunidos em Namimori poderemos tanto protegê-los quanto investigar mais afundo.

Quando todos na sala parecem concordar, Tsuna prossegue.

- Irei designar algumas missões para cada um de vocês, mas primeiro preciso de um voluntário para uma tarefa impor...

-Pode deixar comigo, Juudaime! – Gokudera interrompe se levantando animado.

- Mas, Gokudera-Kun...

-Não precisa se preocupar, Juudaime, como seu braço direito estou totalmente preparado para o que vier!

- Okay então... – Tsuna volta os olhos para seus papéis pensando em como o guardião ainda tinha "seus momentos" onde tentava mostrar seu orgulho como braço direito, hoje em dia era raro, fazia quando se sentia "ameaçado" – Conto com você para proteger a Haru.

- Pera o que?! – Se senta perdendo toda a animação.

- Gokudera e Rhohei ficam com a parte da segurança durante o dia. Yamamoto e Hibari preciso que procurem informações sobre essa família, encontrem sobre seu histórico com a Vongola e o que estão fazendo no Japão nos últimos anos. E eu, cuidarei das relações da família no exterior. Qualquer situação suspeita me relatem imediatamente.

Todos concordam, até mesmo Gokudera meio atordoado com a função designada a si. Quando Tsuna iria dispensá-los, Haru aparecera na porta ofegante, havia subido 7 andares de escada no hotel onde ocorria a reunião de salto e com mochila nas costas.

- Não sabe bater na porta?! – Diz o Prateado.

- Me desculpem, não deu para chegar antes, a aula acabou tarde – fala com dificuldade apoiando suas mãos no joelho.

- Haru-Chan, você está bem? – Kyoko se aproxima com um copo de água.

Tsuna sorri observando Haru beber a água e se recuperar.

- Já acabamos, Haru – Ao ver que Hibari levanta e vai em direção à saída, Tsuna complementa – todos estão dispensados!

Os guardiões restantes levantam e se arrumam para sair. Tsuna se aproxima de Haru e lhe explica sobre Gokudera como guarda costas durante o dia.

- Está tudo bem para você?

- Está sim! – Haru não tinha muita escolha, sabia da situação atual e entendia que teria uma “escolta” por preocupação de Tsuna e Kyoko, então simplesmente concorda.

- Ótimo, vamos logo mulher – Gokudera surge arrastando Haru pelo braço em direção à saída ignorando totalmente o Hahi solto pela garota.

Assim que os dois saem da sala e Yamamoto sai correndo para acompanhar Hibari, o jovem Vongola se senta na cadeira mais próxima soltando um grande suspiro.

- Porque sinto que esses dois juntos não foi uma boa ideia?

- Não se preocupe com isso, Sawada. O Sr. Rabugento vai cuidar dela – Hana comenta.

- Isso, Tsu-kun – Kyoko abraça seus ombros por trás – Eles estão diferentes agora, acredito que irão se comportar bem!

Tsuna colocou a mão sobre o braço de Kyoko, fazendo uma leve carícia. Elas tinham razão, havia mais coisas para se preocupar, por agora poderia só confiar na maturidade “questionável” de seus amigos.

 

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Gokudera e Haru saem do elevador, até que a Miura para de andar ao chegar na saída do prédio levando Gokudera a fazer o mesmo.

- Gokudera-san.

- Hm? – Resmunga enquanto acende um cigarro.

- Vamos primeiro na minha confeitaria e depois iremos almoçar, tudo bem para você? – Já que agora Gokudera iria seguir Haru aonde fosse, decidiu que era importante lhe informar o horário que iriam comer.

- Para mim tanto faz.

“Grosso”, pensa haru por um momento, então segue em direção a confeitaria com Gokudera em seu encalce. Ao chegarem no destino, param e encaram a placa.

- Angolo di Caramelle Haru – Lê em voz alta – Você que escolheu o nome?

- Hahi! – Se assustou ao escutar a voz do rapaz, era a primeira vez que ele lhe dirigia a palavra em todo o percurso até a confeitaria – Na verdade foi a Kyoko-Chan que escolheu quando estava aprendendo italiano.

Concorda com a cabeça e a segue para dentro do estabelecimento.

- Haru-San! Achei que iria tirar o dia de folga – Kana, sua gerente cumprimenta assim que vê sua chefe entrando.

- Só quis dar uma passada para ver se está tudo bem – Olha ao redor.

- Ora, sabe que não é necessário – Sorri. Kana dirige sua atenção à pessoa estranha que entrou acompanhando sua chefe – Quem...

- Haru-San! – um senhor de meia idade os interrompe – Soube que vai abrir uma nova filial é verdade?

- Gohan-Sama! Vejo que está antenado nas novidades.

Senhor Gohan era um dos clientes fiéis da confeitaria, compartilhava o mesmo amor por bolos com Haru, fazia questão de sempre levar sua família para lanchar no local. Kana ao ver que a conversa entre os dois iria demorar chama a atenção de Gokudera para que o mesmo a seguisse até uma mesa para se sentar.

Após deixá-lo na mesa e oferecer o cardápio, Kana se junta a outra funcionária no balcão.

- Então, quem é o moço bonito? – Diz a funcionária.

- Não faço ideia, pela vestimenta aparenta ser um guarda costas.

- Que guarda-costas hein! Sinceramente, como Haru-sama conhece tanta gente bonita? Se bem que ela é bastante atraente – Coloca a mão no queixo ao observar sua chefe – Espero um dia ser como Haru-sama!

Kana sorri, não se lembrava  como e nem quando ficou próxima de Haru, só sabia que no momento em que foi aceita para trabalhar na confeitaria, sua chefe havia virado um anjo aos seus olhos, estava muito necessitada naquela época. Era muito grata a ela por lhe dar um emprego, também esperava ser como ela um dia.

- Mas sabia, dizem que ela é apaixonada por cosplay e que tem várias roupas estranhas – conta a outra funcionária.

- Como? – Olha desacreditada para a chefe bem vestida conversando com o cliente.

- Não dá pra acreditar,  não é? – A outra nega com a cabeça e então ambas riem e voltam ao trabalho.

 

Gokudera estava quase dormindo na mesa onde estava, já havia analisado se o senhor com quem Haru conversava era uma ameaça, assim como as funcionárias e clientes ali presentes. Sem ter o que fazer passou a observar Haru, percebeu que não aparentava mais ser infantil como antigamente e lidava muito bem com as pessoas.

- Licença – aparece uma garçonete, com sorriso bonito, deixando uma xicara café em sua frente – Por conta da casa.

O Prateado ergue uma sobrancelha, reconhecia muito bem um flerte, hoje em dia sabia lidar muito bem com essas situações, se estiver interessado já investe em uma conversa com a escolhida, se não, finge gentilmente não ter percebido os encantos da moça que tenta cantar o belo homem. Quando lembrara que antigamente era rude e detestava quando as garotas se jogavam nele, percebe o quanto amadureceu e solta uma risada baixa.

- Do que tanto ri? – Haru brota animada perto da mesa.

- Nada – Bebe de seu café.

Haru não prolonga a conversa e se senta para esperá-lo. Quando termina de tomar seu café, se levanta e chama a Miura para irem logo almoçar em direção a saída.

- Você pagou a conta?! – exclama ao alcança-lo.

- Não foi necessário – se virou e começou a andar.

Haru nada disse depois que o viu segurando papel na mão que aparentava ser um número de telefone, tentou não tirar conclusões precipitadas, talvez ele já havia pagado e estaria tentando lhe irritar.

Já em um restaurante qualquer, almoçaram com pequenas discussões aqui e ali. Apesar disso, Haru estava bastante empolgada ao descobrir que havia sobremesas como cortesia para os clientes, afinal degustação de bolos e doces no fim era a melhor coisa que poderia querer, até mesmo para comparar novos sabores e texturas.

Após terminarem de comer, a Miura vai para a mesa de sobremesas em uma velocidade surpreendente. Quando foi pesar a sobremesa, conversou sorridente com o gentil funcionário responsável pelos doces por um tempo relativamente grande, tempo o bastante para deixar Hayato irritado pela demora.

- Muito obrigada – Agradece indo em direção a Gokudera.

- Não acredito que esperei esse tempo todo para você ficar flertando com o homem dos doces – Revira os olhos seguindo a moça até a saída.

- Haru não estava flertando com o moço!

- Claro, você não tem inteligência o suficiente para perceber – Provoca – Aquele cara deu em cima da maioria das clientes daquele lugar, e sinceramente não sei o que viu de atrativo em você.

Haru faz expressão de chocada com o que acabara de ouvir. Como podia falar uma coisas dessas para uma dama? Que homem mais insensível! Decidiu ignorar, afinal beleza era relativa, por mais que tivesse ficado magoada, não queria dar ‘piti no meio da rua, iria mostrar que como uma mulher madura que era hoje, não se deixaria irritar fácil.

- Sem nada de charme feminino... Deve ser por isso que Juudaime não te escolheu – complementou.

Aquilo foi como um balde de água fria na Miura, levando embora toda sua empolgação e seu bom humor, dessa vez ele realmente tinha passado do limite, como ele que nunca havia se apaixonado tão profundamente como ela por Tsuna, tinha coragem de dizer uma coisa dessa.

Só ela sabia como foi difícil superar o líder Vongola, por muito tempo ficou se depreciando e procurando motivos pelo qual não era suficiente para o Sawada. Com o amadurecimento percebeu que não era culpa de nenhum dos dois, afinal não se escolhe quem ama, portanto, não tinha rancor pelo passado, mas não tinha como esquecer sua grande e primeira desilusão amorosa.

- Já chega! Irei falar com Tsuna-san para te trocar com Yamamoto-kun – A morena perde a paciência e começa a andar na direção oposta em rumo à casa dos Sawadas tentando não demonstrar seu desconforto.

Sabia que isso não ia dar certo, deveria ter recusado quando Tsuna havia lhe explicado mais cedo, foi uma idiota por só ter visto o lado da situação em que se metera, e não ter pensado sobre quem iria acompanhá-la.

Sua maior vontade ali era de bater no garoto e praguejá-lo. Imaginaria que o garoto seria amargo consigo por não querer estar ali naquele momento, mas o que custava evitar comentários grosseiros? Poderia até mesmo ficar calado se não tivesse o que falar, mas como adorava irritar a morena, sempre que pudera, o fazia.

Gokudera pensa rápido e a segura pelo braço. A deixaria ir se não tivesse seu orgulho ferido ao escutar o nome de Yamamoto, não gostaria que seu querido Juudaime pensasse que seu braço direito não dava conta da missão, principalmente quando havia se voluntariado por conta própria.

- Me solta!

- Tenho que te deixar em casa.

- Não preciso da sua escolta!

Haru realmente estava com a paciência esgotada, seus olhos demostravam que não iria ceder as palavras do guardião, percebendo que segurá-la era inútil, a solta e se curva para encarar seus olhos.

- Se não vai por bem, irá por mal – diz sério.

- Quero ver tentar – Miura sustenta o olhar.

Se sentindo desafiado, Gokudera pega as duas mãos da morena e as segura para impedir que fuja. Haru tenta se soltar mas sem sucesso, o guardião era mais forte que ela. Em seguida ele junta suas mãos amarrando com uma corda, que Haru não fazia ideia de onde havia surgido. Tudo havia sido muito rápido, nem havia percebido que no meio da situação sua mochila não estava mais em suas costas.

Após amarrá-la, o Prateado pega a mochila da moça e o final da corda para puxar como se estivesse levando um pet pra passear, mas acabou totalmente sem êxito, a morena fazia questão de não se mover do lugar.

- Fala sério! – Se vira em direção da Miura.

- Haru se recusa a ir com Gokudera-San – vira a cara com bico nos lábios.

O guardião bufa, Haru já estava com expressão de vitória ao ver que ele se aproximava, finalmente o senhor cabeça de polvo iria ceder.

Coloca as mãos à frente para facilitar, mas ao contrário do que esperava, Gokudera se curva encostando o ombro no ‘pé de sua barriga, a morena estranha por um momento até sentir o braço do homem juntando suas pernas e ser erguida do chão.

- HAHI?! Me larga! – esperneia.

Depois de colocar a pequena Haru em seu ombro, começa a andar e acende um novo cigarro com as chamas de seu anel.

- EU VOU GRITAR! – Vocifera vendo que ele simplesmente a ignora.

- Pode ficar à vontade – diz numa tranquilidade incomum que irrita Haru.

Passou a metade do caminho gritando, infelizmente aquela rua estava deserta. Estava prestes a desistir quando avistou alguém, pensou em gritar por socorro, até ver que era uma mãe tampando os olhos de seu filho ao ver a situação. Haru ficou vermelha, não sabia onde enfiar a cara, bem, pelo menos não estava de vestido aquele dia, poderia ter sido pior.

Gokudera interrompe seus pensamentos quando a coloca no chão perto de um parque, a mesma fica sem entender.

O rapaz respira fundo, e corta um pedaço de fita. Sinceramente, da onde ele tirava aquelas coisas?

Ainda com as mão atadas, a morena olha ao redor, havia um policial se aproximando.

Agora era a hora!

Iria fingir sequestro e enfim poderia ficar livre de Gokudera-San. Quando ia abrir a boca para falar, o rapaz cola a fita em sua boca.

- Pronto, isso deve resolver.

O policial passa e olha para os dois jovens de maneira curiosa.

- Esses jovens de hoje tem uns fetiches meio estranhos – Pensa alto enquanto anda.

“Hahi! Era esse o tipo de policial em que confiavam a segurança pública?”, pensa. Não podia acreditar que sua única esperança tinha ido por água abaixo, agora só restava chegar em casa para enfim resfriar a cabeça e fingir que isso nunca acontecera.

 

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Quando enfim chegara na casa de Haru, Gokudera a coloca no chão.

O de cabelos prateados olha ao redor e estranha ao ver um carro na garagem. Não sabia que a Miura dirigia.

- Não acredito que tem carro e me fez passar o dia te carregando a pé – olha para o rosto raivoso da morena que balbucia algo.

Finalmente tira a corda e a fita que “continham” Haru. Antes que que ela pudesse falar alguma coisa, Hayato entrega a mochila de Namahage dela e se vira para ir embora. Se despede rapidamente, não aguentaria mais escutar os surtos da moça.

Após escutar um barulho forte de porta se fechando, olha pra trás só para conferir se realmente havia entrado na casa, com a confirmação segue seu caminho ao hotel que estava hospedado.

O dia havia sido mais cansativo do que imaginava, achava que seria calmo, mas Haru simplesmente o tirava do sério, sem contar que nunca havia estado tão perto da mulher antes, foi inevitável perceber coisas novas, como quando tirou a fita de sua boca, aqueles lábios pareciam tão convidativos...

Balança a cabeça em negação para afastar os pensamentos mal intencionados, precisava voltar para realidade. Precisava na verdade esfriar a cabeça,  sair à noite para curtir, fazia um tempinho que não saía com alguma garota, levando em consideração sua vida sexual ativa.

É, era isso.

Tudo não passava de mera atração de segundos por conta de uma certa “carência” sua. Afinal não tinha outra maneira de explicar essa atração repentina pela companheira da família. Haru estava diferente, lógico, mas ainda era a mesma mulher estúpida que conhecera a muitos anos atrás.


Notas Finais


Obrigado por lerem até aqui <3
Momokyokai aparece no ep 8 e Reborn falou que pertence a yakuza.


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