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História Somos aqueles que defendemos - Capítulo 1


Escrita por: churuya

Notas do Autor


olá bb e bec ya

espero que gostem porque fiz de coração e tentei de tudo pra ser bem boiola
só sei que eu venho aqui pra esquecer do mundinho lá fora, mas não dá pra esquecer a bec sério, ela é tudo.

boa leitura, a capa foi feita por @saturnpunch 🛐🛐🛐 muito obrigada vc é um xuxu yaaaaa~

Capítulo 1 - Somos aqueles que amamos;


Junseo tinha problemas, um dos motivos para ele se considerar alguém normal. Ele xingava quando perdia o ônibus ou quando a fila da lanchonete estava grande demais e resultaria em algum atraso seu. Ele gostava de se sentar no banco da praça e observar a felicidade das pessoas que andavam por lá sorrindo e rindo como se o mundo não fosse tão ruim.

Foi lá que conheceu Harry. Aquele garoto bobo que sorria para os gansos ranzinzas que só amansavam depois de um pedaço de pão, mas que se juntavam ao redor do rapaz como se precisasse urgentemente da luz que ele emitia.

Junseo quis aquela luz também.

A princípio, com sua personalidade meio ácida e introvertida, ele apenas observava o rapaz de cabelos castanhos brincar toda santa quinta-feira naquela pracinha. Depois de quase três meses observando o belo rapaz angelical, o mais novo veio sentar ao seu lado, e sem demora lhe perguntou.

— Sabia que nunca estamos sozinhos? - indagou, olhando nos olhos castanhos do maior, que o encarou de volta. O mais novo tinha íris belas, Junseo se perguntou quantas pessoas já tinham chegado a esta conclusão.

— Por que acha isso? - devolveu a pergunta, desviando o olhar para o céu azul, quase sem nuvens.

— Somos uma companhia também. Não nos sentimos sozinhos porque não temos ninguém, e sim porque não nos contentamos apenas com nós mesmos.

— Está certo. Então se eu disser que minha companhia não é o bastante, ficaria por mais tempo? - perguntou, ouvindo a risada baixinha do outro soar. Depois de apenas imaginar como seria, ouvi-la pessoalmente era muito melhor.

— Acredito que sim. Você me observou por tempo demais para eu ir embora. - ditou, deixando o maior sem jeito. O mais novo estendeu a mão, e sorriu. — Harry-June.

Junseo. - completou, apertando de leve a mão gelada do outro. — June, assim como o mês que estamos. 

— Acha que falei com você por conta do mês? Ou é destino? - perguntou curioso, um ar de divertimento escapava de seus lábios finos. 

— Deixo muitas coisas na mão do destino, prefiro dizer que deveria ser assim. Minha companhia já não me servia e sua beleza me trouxe inspiração. - respondeu, não retrucando como antes. Harry sorriu, soltando as mãos para arrumar seus fios bagunçados pela brisa. 

— Para o quê, exatamente?

Sinto que meus quadros ficam mais bonitos, quando penso nos seus olhos

— E se pensasse nos meus como seu amigo, ficariam tão belos quanto diz? - tentou, e Junseo poderia ousar dizer que viu um vislumbre de preocupação pincelar os olhos castanhos. 

— Enquanto você for você, meus quadros serão os mais belos do mundo.

Depois daquela conversa singular, o Hwang mudou sua maneira de pensar.

 Ele não precisava tirar o fôlego do menor com beijos, ou então se tornar um com ele para se aquecer nas noites frias. Harry June lhe dava beijinhos na bochecha, caminhava com ele pela tarde e jogava conversa fora enquanto esperavam a fila do café. Por isso, a vida do maior se tornou muito mais peculiar, com noites de inverno sem cobertas e com verões quentes demais quando tinha sua companhia repleta de sorrisos gentis que Harry June distribuía sem mais nem menos.


Notas Finais


medo de dizer coisas e voce ir embora um dia, mas bec, você é um ser humano incrível. Obrigada por deixar minha vida mais ensolarada e sem tantas tardes nubladas pensando nos meus erros. Sua amizade me faz pensar nas coisas que eu posso mudar e não nas coisas que fiz.
Obrigada por estar aqui por mim, eu estou aqui para você também.


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