História Somos tão Jovens - Capítulo 5


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Hinata Hyuuga, Hizashi Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Inochi Yamanaka, Itachi Uchiha, Karin, Kiba Inuzuka, Kisame Hoshigaki, Mikoto Uchiha, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Orochimaru, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, TenTen Mitsashi
Tags Drama, Drift, Gaaino, Gangs, Naruhina, Naruto, Nejiten, Romance, Sasusaku, Universo Alternativo
Visualizações 330
Palavras 2.763
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tenham uma boa leitura!
Celly.

Capítulo 5 - Susto!


As aulas ocorreram normalmente e na hora do intervalo todos se dispersaram, já que as áreas pareciam ser demarcadas naquele lugar.

Em um canto do local Hinata, Sakura, Ino e Kiba — ou os nerds bolsistas, como eram conhecidos — estavam conversando quando Hyanna passou por eles e, com um imenso sorriso, cumprimentou Hinata deixando os outros embasbacados.

— Você disse que agora está trabalhando na EK, mas pra ela te cumprimentar assim, é de se assustar — Ino comentava.

— Hyanna é diferente! — Hinata respondeu convicta.

— Deve ser algum joguinho dela... Todos dessa laia são iguais — Sakura fazia seu velho discurso, sendo irredutível.

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Após passar por Hinata e os outros, Hyanna foi até a cantina pegar algo para comer, então uma jovem, também de cabelos ruivos, se aproximou dela e disse:

— Você deve ser Hyanna Konnyki... Muito prazer, sou Karin! — ela se apresentava com um sorriso que a Konnyki já conhecia muito bem — Você é prima do Naruto, não é? — Karin tinha um corpo até bonito, mas se via que aquilo era resultado de vários procedimentos estéticos, em outras palavras, tudo artificial.

Mas ela se achava... E como se achava.

— Sim, sou — Hyanna respondeu sem dar muita atenção, já que a garota à sua frente parecia ser totalmente fútil aos seus olhos.

— Sou filha do comandante do exército japonês — ela enchia a boca pra falar.

— Bom pra você... — respondeu seca.

— E também até, recentemente, Naruto e eu estávamos namorando... — continuou.

— Sei... — Hyanna já estava de saco cheio da tal garota. O que ela queria afinal?

— Nós temos muito em comum, sabia? Podemos ser grandes amigas... — Karin disse por fim.

Sim, claro... Ela queria “status”, além de obviamente ter alguém para reaproximá-la de Naruto.

— Não, obrigada, eu não ando com garotas como você — Hyanna falou diretamente, deixando todos boquiabertos e Karin de cara no chão.

— Como é que é? Quem você pensa que é pra falar comigo dessa maneira? — gritou pra não ficar por baixo, já que todos estavam olhando pra ela. E Karin adorava um bom escândalo.

— Você vem falar comigo e não sabe quem eu sou? — Hyanna ironizava. Sabia lidar com aquele tipo de garota.

— Não se ache tanto, garota... — A outra cuspia as palavras, já não tendo mais argumentos para manter a pose do começo.

— Olha, querida, vamos fazer o seguinte... Você não cruza o meu caminho e eu não cruzo o seu, ok? — A Konnyki finalizou, dando meia volta com seu lanche e indo embora. Deixando a outra sozinha, cercada de burburinhos e risadas por parte dos demais alunos que não perdiam a oportunidade.

Karin, então, puxou Hyanna violentamente pelo braço, fazendo-a derramar seu suco na roupa. Hyanna largou a bandeja e voltando-se para ela, disse:

— Você é louca, garota? Olha o que você fez! — ela tinha um olhar assustador, diferente de quando o mesmo ocorreu com Hinata outro dia, mas a diferença é que ela sabia que dessa vez foi proposital.

— O que você vai fazer, querida? — indagou sarcasticamente.

Hyanna deu uma bofetada no rosto da outra, fazendo-a se desequilibrar e cair sentada no chão. Depois prosseguiu:

— Fica longe de mim, ok? — ela alertou e foi saindo.

— O que foi? Isso é tudo o que você tem? Vai fugir igual a sua mãe fez? — Karin, já enfurecida por estar sendo tão humilhada por Hyanna, ainda que ela mesma que tivesse caçado aquilo, resolveu deixar qualquer princípio de lado e atacou a outra onde sabia que mais lhe doeria, pelo menos se fossem verdadeiros os boatos que rondavam aquele local em torno da imagem da Konnyki. Porém ela não mediu as consequências de seus atos e o clima apenas ficou mais tenso.

Nesse momento Hyanna perdeu o controle e foi pra cima dela, batendo pra valer e gritando sem pensar, perdendo toda compostura que ainda lhe restava. Não era adepta a violência, mas se tinha algo que lhe tirava do sério é quando mexiam no seu passado.

— Não me compare com aquela mulher! Não me compare com ela, ouviu? Eu não sou como ela! — Por fim, a Konnyki já se sentava sobre a barriga de Karin, imobilizando-a totalmente, enquanto lhe socava a face sem piedade, ignorando os gritos desesperados da garota que nem conseguia mais se defender daquela fúria.

Mais e mais pessoas se amontoavam para ver aquela briga, que tomou uma proporção gigantesca. Ninguém ousava separar as duas, muito pelo contrário, instigavam a briga e se divertiam à custa daquelas duas. Quando Hyanna já estava quase deixando Karin desmaiada, de tão forte que a estava agredindo, Sasuke e Naruto chegaram e separaram as duas, onde o Uzumaki puxou a prima de cima de Karin e a abraçou, tentando acalmá-la, afinal ele sabia exatamente como Hyanna se sentia e como ela ficava fora de si nessas situações.

— Calma, Hy! Calma... — repetiu essas palavras inutilmente para Hyanna, que estava encolerizada.  Depois se virou para a outra, meneando a cabeça — O que você tem na cabeça, Karin? Você é doida? Larga do meu pé e nunca mais se meta com Hyanna, ouviu? Ou da próxima vez, você vai se ver é comigo! — Naruto a olhava com desprezo.

— Mas você sabe que eu te amo Naruto... Te amo muito! Nós… Nós ainda podemos ser felizes juntos, eu prometo! — Karin dizia entre lágrimas — E eu sou a vítima aqui, essa louca da sua prima é que veio pra cima de mim. Só queria me socializar... — O choro se transformou em soluços e o Uzumaki revirava os olhos para a cena que Karin fazia e que ele conhecia muito bem.

— Não chame Hyanna de louca, sua infeliz... Coloque nessa sua cabeça que eu não te quero mais, ficamos duas noites e foi só. Não vai ter uma terceira vez, entendeu? Você pode chorar e me perseguir o quanto quiser que eu não vou mais ficar com você! Escutou, sua vadia! — Naruto gritava, não medindo palavras ofensivas naquele momento, só assim para que ela entendesse de uma vez por todas.

Karin colocou as duas mãos no rosto e começou a chorar de verdade. A essa altura quase todos os alunos já estavam ao redor deles. Nisso, o supervisor chegou.

— O que está acontecendo aqui? — O homem indagou, com sua expressão séria de sempre.

— Ela me agrediu, olha como eu estou... — Karin se apressou em se fazer de vítima, para não ser punida.

— O que vocês estão pensando? Que aqui é um ringue de luta? Ora, vocês não são mais adolescentes, por favor, não façam esse tipo de baixaria! — Kakashi, o supervisor, os repreendia — E você, Naruto, no primeiro dia de aula já está aprontando? — continuou — Karin vá para a enfermaria fazer uns curativos. Naruto e a outra me acompanhem até minha sala — concluiu.

Karin, então, foi pra enfermaria e Naruto com Hyanna foram para a sala de Kakashi. O comentário depois daquilo custou cessar, afinal, era o primeiro barraco do ano envolvendo Naruto e sua prima recém-chegada, que muitos ali conheciam o passado e todos os podres que o dinheiro dela encobriu com o tempo.

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Naruto ficou alguns minutos dentro da sala com o supervisor, enquanto Hyanna esperava do lado de fora. O sermão para o Uzumaki não foi prolongado. Kakashi já conhecia bem a peça e apenas fez as anotações de sempre, dispensando-o em seguida.

— Pode ir.

— Vou esperar Hyanna — Naruto respondeu naturalmente, ignorando a ordem do supervisor.

— Ela já é bem grandinha… Não precisa de você para levá-la à sala. Agora vai que o intervalo já acabou — Kakashi foi irredutível — Se insistir nisso, falarei com a diretora!

Naruto saiu meio que contrariado em ter que obedecer Kakashi, somente porque ele não queria que sua mãe interviesse. Kushina era assustadora quando ficava brava e ele não queria enfrentar sua fúria. Logo Hyanna entrou, fechando a porta atrás de si. A raiva tinha sumido do seu rosto e agora ela tinha a expressão impassível.

— Hyanna, né? — comentou Kakashi, olhando a ficha da Konnyki.

— Sim.

— Eu já estou acostumado com o Naruto e às vezes Sasuke por aqui, mas você? O que te deu pra agredir a outra aluna? — perguntou sério.

— Nada que eu diga vai justificar meus atos. Então faça o que tiver que fazer, que eu estou perdendo aula — Hyanna falou seca.

— Arrogante como o primo... — Kakashi meneava a cabeça — Você sai quando eu disser pra você sair, ok? — A olhava de modo intimidador.

— Você não me põe medo com esse olhar, Sr. Hatake. Já vi piores — Hyanna o desafiou.

— Você sabe que eu posso até te expulsar por falar comigo dessa maneira, não sabe? — falou sem paciência.

— Pode, mas não vai. Afinal eu sou Hyanna Konnyki, a diretora é minha tia e, é claro, pela alta mensalidade que meu pai paga aqui... — Revirou os olhos, aconchegando-se na cadeira — O pouco tempo que estou no Japão eu já vi como as coisas funcionam. Ou eu estou errada? — ela falava enquanto sorria sarcasticamente.

Kakashi ficou sem ter o que argumentar, afinal, Hyanna tinha razão. As coisas por ali funcionavam a base do dinheiro e do status.

Ela foi a primeira aluna nessa Instituição a me deixar sem ter o que dizer... — pensava ele, enquanto sorria interiormente da situação. Kakashi Hatake era o supervisor há três anos da DKU. Tinha a aparência jovem e sempre arrancava suspiros das alunas e, claro, das professoras daquele local. No entanto, era um profissional sério e competente e tinha total confiança da direção.

— Pode ir pra sua sala, mas não vá saindo batendo nas estudantes... Já não basta seu primo e o Sasuke, que sempre estão por aqui. Não quero ficar vendo sua cara todos os dias também — ele falou por fim.

— Sim, senhor — respondeu Hyanna ao sair.

Quando a Konnyki se levantou e foi caminhando até a porta, Kakashi pôde contemplar aquela rara beleza. Cabelos soltos, e aquele uniforme de camisa branca e saia preta com meias até os joelhos. Típico uniforme dos colégios japoneses, mas que no corpo dela ficava perfeito, quase como uma “fantasia de colegial” — No que eu estou pensando? — Kakashi repreendia a si mesmo por aqueles pensamentos obscenos. Apesar de Hyanna já estar na faculdade, todos os alunos da DKU eram obrigados a usarem uniforme, não importando a idade. Essa era uma norma da instituição que Kushina fazia questão em manter.

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Passou-se um mês desde o incidente do primeiro dia de aula... O famoso Trio agora tinha mais um membro, que era Hyanna e em pouco tempo ela fez sua reputação na DKU, contradizendo com o que as más línguas falavam sobre seu passado. As pessoas ainda não entendiam muito bem quem era a Konnyki, ela era milionária com certeza e tinha um nome muito influente na sociedade, mas ao contrário de Naruto, Sasuke e Gaara, a jovem não era metida e se dava bem com todos, até com os “nerds bolsistas”. Não foram poucas as vezes que ela se sentava com eles na cantina para conversar, isso garantiu para ela o respeito de muitos. Claro que os três rapazes achavam aquilo o cúmulo e ridículo, mas eles não se intrometiam no assunto, afinal, quando ela colocava algo na cabeça, ninguém mudava seu modo de pensar.

Nesse período, Hyanna e Karin não se cruzaram mais, mas todos sabiam que as duas haviam se tornado grandes inimigas.

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Hyanna já tinha arrumado seu quarto, ao seu próprio estilo, como ela queria, e comprado dois carros de luxo, sendo seu xodó a Toyota Supra roxa, a cor que ela mais gostava. Hinata havia passado no teste da empresa e agora era oficialmente secretária da mais velha. Ninguém podia negar que ela era muito competente e esforçada e, neste período, Hyanna começou a se entrosar melhor com a Hyuuga e as duas se tornaram grandes amigas. Mas foi naquela quarta-feira que ela descobriu algo muito sério sobre a mais nova.

Naquela manhã Hinata não estava nada bem, era tanta correria com a faculdade e o trabalho, que ela não estava cuidando, como deveria, da saúde. Mas mesmo assim ela foi trabalhar normalmente e aquele era realmente um péssimo dia para isso. Geralmente as quartas-feiras tinham muito trabalho, era dia de Hyanna checar as filiais da empresa e isso levava quase o dia todo e era bem corrido. E, claro, a Hyuuga tinha que acompanhá-la para fazer o relatório, que era entregue posteriormente para Nasu Konnyki.

Depois de quase seis horas andando pra lá e pra cá sem parar, finalmente elas pararam num restaurante para almoçar, nisso já eram quase três da tarde.

— Nossa! Como a hora voa, se nós não paramos aqui para almoçar, emendamos o dia todo — reclamava Hyanna — Bem que meu pai podia mandar um funcionário fazer isso — concluiu.

— Seu pai só confia em você para este tipo de serviço — respondeu Hinata, um pouco ofegante.

— Se bem que ele tem razão, hoje em dia não se pode confiar em quase ninguém, ainda bem que faltam só duas filiais para encerrar por hoje — comentou.

— Sim... — a Hyuuga falava com dificuldades, ainda mais ofegante.

Só então Hyanna percebeu que Hinata estava passando mal.

— Hina, o que foi? — perguntou já se levantando da cadeira onde estava.

— Não... É... Nada... — respondeu a Hyuuga antes de desmaiar.

Hyanna se assustou com tudo aquilo e logo chamou uma ambulância para Hinata e foi atrás com seu carro. A Hyuuga foi levada para um hospital particular e, depois de passar por vários exames, os médicos disseram para Hyanna sobre o problema dela e a gravidade que já estava. Quando esta acordou, se viu num luxuoso quarto e a mais velha ao seu lado, sentada numa poltrona.

— Onde eu estou? — perguntou Hinata sem entender muito bem a situação.

— Você está num hospital. Eu te trouxe pra cá depois que você passou mal no restaurante.

— Sinto muito... — ela estava visivelmente sem graça.

— Tudo bem — Hyanna pausou — Hina, você passou por vários exames e eu sei da sua doença cardíaca e também sei que você está muito mal. Por que você escondeu isso de mim?

— Desculpe, mas é que eu precisava desse emprego para ajudar minha família e também eu estou juntando dinheiro para uma cirurgia que pode me ajudar. Ela é muito cara e meus pais não podem pagar. Se eu dissesse a verdade, vocês não me contratariam... Mas agora isso não importa mais, né... — suspirou.

— A questão não é essa. Com a saúde não se brinca! E se eu soubesse disso antes, não teria exigido tanto de você — Hyanna falava com tom bravo, mas ao mesmo tempo preocupado.

— Você já contou pra alguém?

— Ainda não... Mas preciso comunicar isso para sua família.

— Por favor, não conte pra ninguém. Se eles souberem, vão me levar de volta para o interior e eu nunca realizarei meu sonho de formar uma faculdade — pediu Hinata.

Hyanna deu um longo suspiro.

— Tá... Tudo bem! Mas me prometa que nunca mais vai esconder nada de mim de novo, ok?

— Prometo! Muito obrigada — finalmente a Hyuuga abriu um sorriso — Mas como eu vou ficar agora?

— Ninguém precisa saber disso, não é mesmo? Nem meu pai... — Hyanna pausou, segurando a mão de Hinata e também sorrindo — Esse será nosso segredo e isso faz de nós melhores amigas!

— Obrigada... Obrigada mesmo! — Hinata não tinha palavras para agradecer aquilo.

— Eu sempre quis ter uma melhor amiga, mas as pessoas têm medo de chegar perto de mim, acham que eu mordo ou coisa do tipo. Nós duas temos muito em comum e sei que seremos grandes amigas — Hyanna dizia empolgada.

— Mas eu sou pobre e você... Bem, você é uma jovem milionária — Hinata falou sem jeito — É minha patroa e...

— E daí? Eu não ligo mais pra isso — Hyanna deu de ombros — Você não quer ser minha amiga?

— Claro que sim, você é a pessoa mais legal que eu já conheci — Ela foi sincera, arrancando um sorriso de satisfação da Konnyki.

Poucos instantes depois, o médico entrou e disse:

— Vejo que você já acordou e está tudo bem — pausou, examinando-a por alto — A medicação já fez o efeito esperado e agora pode ir.

— Sim, obrigada — A Hyuuga agradecia.

— Doutor, depois preciso falar com o senhor — pediu a Konnyki.

— Claro. Depois você passa na minha sala — O médico respondeu, saindo do quarto.

— Que hospital é esse? — Hinata acabou perguntando, enquanto se levantava. Só agora reparava nos detalhes do local.

— É o Hospital de Tokyo.

— Mas então aqui é um hospital particular... Ai, você deve ter gasto uma nota comigo! — Hinata estava ruborizada, de tão sem graça.

— Não se preocupe com isso. Agora, enquanto você se troca, eu vou falar com o doutor. Volto logo! — Hyanna foi saindo.

— Tudo bem.

Hyanna, então, foi até a sala do médico. Estava muito preocupada com a situação de Hinata. E com razão!


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Então, eu, particularmente, considero estes capítulos como "introdutórios" ainda, para que o leitor possa entrar no contexto da fic e conhecer os personagens neste contexto. Mas logo, logo, as coisas começarão a ficar interessantes e os personagens vão começar a se relacionar melhor. Ainda há muito por vir, este é somente o começo. Rsrs.
Agora nos veremos na terça. Bom fim de semana e até lá!
Bjs.
Celly.


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