História Song of our Love (Lukanette) - Capítulo 18


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrien, Chat Noir, Ladybug, Love, Luka, Luka Couffaine, Luka X Marinette, Lukabug, Lukanette, Marinette, Marinette X Luka
Visualizações 293
Palavras 3.542
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI GENTEEEEE ❣❣❣
Tudo bem com vocês? Espero que sim!!!
Essa semana foi uma loucura, estive super doente mas não podia deixar de trazer capítulo para vocês como é obvio então aqui está mesmo sendo um pouquinho mais pequeno que os últimos, o que conta é a intenção e que foi feito com carinho ❤❤
MAS É ISSO GENTEEE, segurem bem forte esses corações que esse capítulo promete... 😚❤

Capítulo 18 - Confiança


Fanfic / Fanfiction Song of our Love (Lukanette) - Capítulo 18 - Confiança

*Luka*

Acordava na manhã seguinte e quando olhei para o lado pude ver a Mari ainda dormindo. Parecia um anjo, os seus cabelos lisos caindo sobre o seu rosto, os seus lábios rosa entreabertos e quase pedindo para eu beijar... Sorri que nem um bobo com o rumo dos meus pensamentos e me levantei caminhando até o banheiro para lavar o meu rosto e fazer as minhas higienes.

Estava quase pronto para sair do banheiro quando de repente vejo uma pequena luzinha azul me encarando com uma cara séria como uma “namorada chateada” querendo tirar satisfação comigo... Mano que imagem estranha que veio na minha cabeça agora...

– Bom dia Katty... Tudo bem?

– Você falou que ia conversar com ela.

– E eu conversei, ontem durante todo o dia e hoje se tudo correr bem também...

– Não se faça de idiota, você sabe perfeitamente do que eu estou falando, ela está escondendo algo de você, eu já falei...

– Veja se entende uma coisa Katty, eu não posso simplesmente sair apontando um dedo na cara da Mari e falando um monte de coisa que eu nem sei se são verdade ou se são simplesmente fruto da sua imaginação...

– Por isso que eu falei para a confrontar com isso, ela pode estar escondendo algo bem sério Luka...

– Mas também pode não estar escondendo nada!! Poxa Katty, eu não posso julgar a minha namorada assim por uma suposição sua!!

– Mas você não consegue entender que eu estou preocupada com você? Como você é idiota, pare de confiar tão cegamente nela, pare de enxergá-la como uma garota perfeita porque ela não o é, ninguém o é seu idiota!!

– Ok já chega, eu não vou ficar discutindo mais com você e vou voltar para o quarto agora, se ela acordar e nos ouvir discutindo aí sim teremos um problema, então cale essa boca e faça de conta que não existe como sempre!! – eu saí do banheiro junto com a Katty que levou todo o meu bom humor junto consigo.

Me deitei na cama e olhei para a Mari que felizmente continuava dormindo como se nada tivesse passado. Ela era tão fofa dormindo mano!! Afastei uma mecha de cabelo do seu rosto e ela se moveu um pouquinho, eu sorri e de seguida depositei um beijo bem calmo e cheio de carinho nos seus lábios para acordá-la.

– Bom dia minha princesa – ela abriu os olhos devagar e sorriu ao me ver.

– Bom dia meu príncipe... – a voz dela estava ainda muito ensonada, ela parecia ainda estar dormindo com os olhos abertos e eu voltei a beijá-la, ela retribuiu e quando nos afastamos ela já estava um pouco mais desperta – amei esse jeito de acordar sabia?

– Hahaha fico feliz em saber, fica anotado para as próximas vezes então – ela se levantou e foi até o banheiro e eu aproveitei para me vestir. Havia trazido uma roupa a mais para cada um, a mãe da Mari havia ajudado com isso um pouco e, depois de ela sair do banheiro e se vestir também, nós descemos para tomar o café da manhã.

Aquele hotel era imenso e tinha uma variedade enorme de comida por onde escolher, nem eu sabia que tudo era tão luxuoso, a Mari parecia estar nas nuvens e eu fiquei feliz também que tudo aquilo tivesse surpreendido até a mim mesmo...

 

*Marinette*

Saímos do hotel depois do café da manhã e decidimos aproveitar o dia para conhecer aquela zona, era bem mais rural que Paris, tinha bastante campo para ser explorado e nós resolvemos aproveitar.

Caminhamos por bastante tempo juntos e acabamos tirando muitas fotos, eu queria lembrar daquele final de semana para sempre, queria imortalizar todos os momentos felizes que tivessemos juntos, ele parecia meio desconfortável e distraído algumas vezes mas eu achei melhor não perguntar, provavelmente tinha apenas dormido mal ou algo do tipo...

Eu estava apaixonadíssima por toda aquela paisagem, tão diferente da Paris que eu conheço, tudo super arrumadinho e organizado do jeito mais “perfeito” possível. Ali tudo era perfeito do jeito certo, era natural, era lindo e eu me sentia bem, me sentia em paz.

Nós paramos para almoçar em um pequeno restaurante com comida tradicional daquela zona e estava tudo excelente, nem parecia que eu continuava em França, parecia estar em um lugar completamente diferente e eu gostava disso, eu amava explorar e conhecer coisas novas então não tinha como tudo me agradar mais.

Decidimos voltar para Paris depois do almoço e foi assim que aconteceu. O caminho até Paris eram cerca de duas horas mas nós resolvemos conhecer várias coisas pelo caminho então acabamos demorando bem mais, mas não estavamos muito preocupados, tínhamos todo o tempo do mundo para voltar mas não tinha como a gente saber quando poderíamos voltar a fazer uma viagem dessas sem falir as nossas carteiras...

Mesmo no caminho de regresso dentro do carro a gente se divertia cantando que nem dois loucos as músicas que passavam no rádio e conversando sobre todo o tipo de bobagem que a gente se lembrasse.

Quando chegamos a Paris já estava anoitecendo e os meus pais convidaram o Luka para jantar, porém dessa vez ele não pôde recusar, os meus pais já tinham preparado o jantar para nós inclusive e eu fiquei super feliz de jantar com o Luka e os meus pais. Foi meio constrangedor no início não vou mentir, mas passado pouco tempo o ambiente ficou super leve e foi muito legal.

Enquanto comia pude sentir a mão do Luka sobre a minha coxa alisando suavemente a minha pele por baixo da mesa bem lentamente, eu sentia a minha pele se arrepiar com o toque da sua mão quente mas tentava de todo o jeito agir naturalmente... Eu o olhei e ele sorria de canto para mim me deixando bem sem graça. Acho que fiquei super vermelha nesse momento espero que os meus pais não tenham reparado em nada... Que vergonha...

Depois de jantar eu e o Luka subimos no meu quarto, com um pouco de resistência do meu pai como já era de esperar, felizmente a minha mãe estava lá também e aliviou um pouco a tensão, felizmente ela é bem mais liberal que ele em relação a garotos...

Chegando no meu quarto eu caminhei até à minha cama o puxando comigo e nos deitamos juntos, abraçados e ele fazia carinho nos meus cabelos. Eu encostei a cabeça no seu peito me aconchegando nele, podia sentir o seu perfume me envolvendo, aquele perfume que eu tanto amava, me sentia bem nos seus braços, era algo que eu nunca cansava de dizer, me sentia realmente bem, me sentia protegida, me sentia amada...

– Você é um idiota... – ele sorriu de canto e me olhou bem nos olhos daquele jeito tão intenso que apenas ele consegue e que me deixa sempre sem chão...

– Porque diz isso?

– B-bem p-por-q-que fica me provocando na frente dos meus p-pais...

– Eu? Não lembro de ter feito nada disso...

– Ai não? Então e de ter tocado na minha coxa bem de levinho, fez eu arrepiar toda, devia estar vermelha que nem um tomate, não lembra disso?

– Ué não vejo mal nenhum em fazer um carinho na minha namorada, aposto que os seus pais também fazem carinho um no outro.

– Claro que sim mas não na hora do jantar e com mais pessoas na frente...

– Eu acho que você está exagerando um pouco, eu só fiz carinho em você, nada demais.

– Eu sei... Mas eu não posso evitar, eu fico muito envergonhada só de imaginar os meus pais nos olhando... Desculpe... – ele sorriu e beijou a minha testa sem falar mais nada e voltou a me abraçar bem forte. Eu não sei porquê mas ele me parecia desconfortável com alguma coisa e não era a primeira vez que eu o via daquele jeito nesse dia. Desde cedo que ele parecia estranho, eu não sabia explicar porquê mas algo parecia errado... – Luka? Está tudo bem? Você parece meio...chateado...? Eu não sei mas não me parece muito bem...

– Na verdade não está tudo bem...eu estive pensando sobre um assunto e eu...

– Aconteceu alguma coisa? – ele pareceu hesitar antes de responder. O seu olhar parecia perdido em pensamentos e ele se afastou um pouco se sentando em seguida assim como eu logo depois dele.

– No outro dia quando você estava triste e eu falei sobre o meu  pai...você pareceu desviar da minha pergunta, me pediu desculpas, que sabia que eu não gosto que tenha pena de mim mas...porque pediu desculpa exatamente?

– E-eu... Você... Eu fiquei com pena de você... Você não gosta disso, eu falei nesse dia...

– Não está desviando da minha pergunta de novo...pois não? – ele se aproximou mais de mim e me olhou nos olhos como se sondasse a minha alma, eu estava em pânico, não sabia como esconder dele que havia falado com o Jagged, ele ia ficar puto quando soubesse eu precisava evitá-lo não importava o quanto custasse...

– Luka eu... N-não, eu não estou desviando... É a verdade...

– E você fez algo quando ficou com “pena de mim”?

– N-não... O-o q-que eu p-pod-der-ria t-ter feit-to...? – e foi nesse momento que eu me ferrei... PORQUE É QUE EU NÃO CONSIGO ME CONTROLAR E FALAR COMO UMA PESSOA NORMAL SOBRE PRESSÃO?!

– Você está me mentindo Mari, eu te conheço, o que pode ser tão grave assim para você me mentir?

– Nada, eu não fiz nada Luka, foi apenas porque eu me preocupo com você e...

– Então tem algo sim, você acabou de admitir! – ele parecia estar ficando nervoso e isso me assustava, eu não sabia o que era pior, esconder que havia me encontrado com o Jagged e ele ficar com raiva de mim por lhe mentir, ou eu falar a verdade e ele ficar com raiva de mim por ter agido nas suas costas... Qualquer uma delas resultaria em desastre... Porque eu sempre me coloco em situações assim?

– A verdade é que eu... – ele me olhou bem nos olhos e a sua expressão contrariada e com raiva mas ao mesmo tempo preocupada...eu não podia mais mentir, não era justo para ele que desde o início me apoiava em tudo... – eu me encontrei no outro dia com o Jagged Stone...

– Você fez o quê...? Eu não entendo... Porque fez isso Mari?

– Eu o encontrei depois de ter ficado a fazer o trabalho com a Lana e a Chloé, ele falou que queria conversar comigo sobre você e...bem eu acabei aceitando, nos encontramos no dia seguinte e conversamos por algum tempo, ele me contou o seu lado da história e...

– Você precisou de perguntar a ele também porque não acreditava em mim o suficiente? Achava que eu podia ter inventado tudo o que eu te contei foi? Eu pensava que confiava em mim Marinette, eu confiei em você, eu nunca contei nada disso para ninguém antes de você!!

– Não, Luka eu confio em você, é claro que eu confio em você, eu apenas queria entender...

– Queria entender o quê? Você não pode entender, é da minha vida de que estamos falando, eu nunca pedi que me entendesse, apenas que me apoiasse e que respeitasse o meu silencio e a minha história, mas ainda assim você agiu nas minhas costas e foi conversar amigavelmente com esse homem sobre a MINHA VIDA!!

– Mas eu quero apoiá-lo, como você quer que eu o apoie se não me deixa me aproximar? Sempre que esse assunto vem á tona você fica puto e se afasta, e esconde o que sente, eu não sei como te ajudar Luka!!

– Você já ajudou, muito obrigado – ele falou seco e de um jeito bem irônico se afastando de mim, levantando para sair, mas eu não deixei e me levantei também e me aproximei logo em seguida segurando na sua mão.

– Pare, por favor Luka, não me afaste de você, eu não...

– Eu não consigo, me deixe ir por favor...

– Luka me deixe explicar para você eu...

– EU NÃO QUERO OUVIR, ME DEIXE IR POR FAVOR!! – ele falou alto e o meu coração gelou nesse momento, as lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto e eu soltei a sua mão finalmente.

Nos olhamos por poucos segundos sem falar nada e em seguida ele saiu. Eu me deixei cair de joelhos no chão e chorei até não aguentar mais, durante um bom tempo mesmo. Eu me sentia horrível, eu queria sumir completamente e não voltar nunca mais. Ele tinha razão, eu agi errado, eu nunca deveria ter me metido na sua vida daquele jeito e ter falado com o seu pai.

– Marinette? Você está bem?

– Não Tikki, eu não estou bem, ele tem razão, eu nunca me devia ter metido assim na vida dele, ele tem toda a razão do mundo para estar chateado...

– Não pense assim, tudo o que você fez foi por amor, você o fez por se importar com ele e por querer o bem dele, ele está chateado agora mas ele vai entender, eu prometo Marinette...

– Eu tenho medo que ele não possa me perdoar...

– Não seja boba, ele vai te perdoar sim, ele te ama, o que vocês sentem é forte demais para vos afastar tanto assim um do outro.

– Tikki, eu preciso dele, eu preciso de o ver... Eu preciso de ver como ele está... – a Tikki me apoiou e eu me transformei tentando encontrá-lo pelo caminho até casa mas não o vi em lugar nenhum...

Cheguei no navio da mãe dele e olhei pela janela do seu quarto e novamente sem sucesso, ele não estava lá e parecia também não estar em lugar nenhum. Me afastei rapidamente e me destransformei em um lugar escondido tirando o meu celular da bolsinha onde escondia a Tikki e liguei para a Juleka.

– Alô?

– Oi Juleka, é a Marinette, o Luka já voltou para casa certo?

– O Luka? Não, eu não o vi ainda, mas porquê? Aconteceu alguma coisa com o meu irmão?

– Bom, mais ou menos, eu e ele brigamos e ele saíu de casa muito chateado, e eu estou preocupada... Pode me ligar assim que ele voltar por favor?

– Claro, pode ficar tranquila eu te aviso assim que souber dele.

– Obrigada Juleka, um beijo, até mais... – desliguei a chamada depois de ela se despedi também e voltei a me transformar, saindo a correr pelas ruas de Paris procurando desesperada pelo Luka mas parecia inútil, ele não estava em lugar nenhum...

Eu o procurei por todo o lado mas parecia impossível encontrá-lo, ele não estava em lugar nenhum. Subi ao alto da Torre Eiffel para ter uma vista mais ampla da cidade e tentei encontrá-lo com ajuda do meu iôiô mas nada. Era inútil, era como se ele tivesse desaparecido no ar...

– Que droga, onde você está?

– Oi Ladybug – de repente a voz atrás de mim me acordou dos meus pensamentos e eu me virei encontrando o Blue Wolf me encarando com um pequeno sorriso, que não parecia nada sincero...

– Blue Wolf, que susto, eu não o tinha visto... Está aí à muito tempo?

– Algum, eu às vezes gosto de vir para a Torre Eiffel, é um bom lugar para poder ver tudo o que se passa e é fácil ver se tem alguém precisando de ajuda, está à procura de alguém?

– Sim, eu estava patrulhando também e encontrei uma menina na rua desesperada procurando pelo namorado... Ela falou que eles brigaram mas que ele não tinha voltado para casa ainda e ela estava preocupada... Eu a mandei embora e pedi para que voltasse tranquila para casa que ia tentar achá-lo e o levaria eu mesma...

– Se quiser eu posso ajudá-la, eu sou o ser mais rápido dessa noite não deve ser tão difícil assim encontrar um garoto, como ele é? Como se chama?

– É um garoto de 19 anos, alto com olhos azuis e cabelos negros com as pontas em azul, se chama Luka Couffaine, você conhece?

– É...eu acho que já o vi sim, é aquele garoto que tocou na festa do perfeito né?

– Sim, ele mesmo!

– Ok, eu vejo por esse lado, se algum de nós o encontrar leva ele para casa.

– Está bem, a gente se encontra daqui a meia hora – ele concordou e nos separamos cada um para seu lado em busca do Luka.

 

*Luka*

Como assim a Mari estava me procurando? Provavelmente havia falado com a minha irmã e ela lhe falou que eu não estava em casa ainda... E que situação em que eu me meti, agora tenho que deixar que a Ladybug me encontre e me leve para casa para que não desconfie de nada...

Corri o mais rápido que podia e tentei de todo o jeito cruzar o meu caminho no seu e me destransformei quando vi que ela estava perto pelo pequeno radar que eu tenho no meu bastão e ela no iôiô.

Comecei a caminhar em direção à minha casa de cabeça baixa e passado poucos segundos a Ladybug apareceu na minha frente como eu havia planeado, felizmente ela não parecia desconfiar de nada...

– Ladybug?

– Finalmente, finalmente eu te encontrei, onde você estava?

– Você estava me procurando? Porquê?

– Onde você estava? Corri a cidade toda procurando que nem louca por você, tem noção do quanto eu estava preocupada? Pensei que alguma coisa tivesse acontecido com você!! – ela me olhava e realmente era bem notória toda a sua preocupação, e eu me senti um idiota...

– Desculpe...eu briguei com a minha namorada e...no caminho encontrei um amigo meu e acabamos entrando na casa dele jogando conversa fora, eu não fazia ideia que estava me procurando...

– Sim, você tem razão, me perdoe, é que eu...eu vi a sua namorada te procurando ela estava super preocupada também... Por favor a avise que está bem quando chegar em casa...

– É, eu vou pensar sobre isso... – eu não estava muito afim de conversar com a Marinette ainda como se nada tivesse passado, eu entendo a preocupação dela mas eu também não sou mais uma criança nem preciso que cuidem de mim...

– Bom, eu te acompanho até casa, tudo bem?

– Sim claro, mas eu também não estou muito longe, se estiver incomodando eu posso ir sozinho – ela insistiu que queria me acompanhar e eu não falei mais nada. Caminhamos em silencio por poucos minutos e era na verdade um pouco desconfortável, eu gostaria de conseguir conversar normalmente com a Ladybug como fazia em Blue Wolf mas não parecia tão fácil sem a mascara...

– Você falou que brigou com a sua namorada, foi muito grave? – ela falou baixo quebrando o silencio, eu acho que foi uma tentativa de quebrar o gelo mas não correu muito bem... Fiquei bem sem graça com a pergunta e ela pareceu entender na hora – M-me desculpe, eu não quis ser indiscreta ou metida mas...ela parecia bem triste e você não me parece muito animado também...

– É complicado...ela fez algo que me magoou muito...

– E você sabe o porquê de ela ter feito isso?

– Não é algo que seja justificável...

– Mas você a ama né? Eu falo isso porque vocês já apareceram juntos na TV cantando juntos na festa do perfeito e vocês parecem muito apaixonados...

– Às vezes amar não chega... – eu não acreditava nessas palavras nem um pouco mas eu me sentia tão magoado que acabava falando sem nem pensar.

– O quê?! Você está falando a sério? Amar chega sim, é o amor que nos move, que nos faz mais fortes, o amor é incrível e deve defendê-lo a todo o custo, se realmente ama...essa menina...você tem que acreditar no que sente, defender o que sente, o amor não é só para os bons momentos, é também nas dificuldades... – as palavras dela pareciam pesar no meu peito, eu estava com tanta raiva naquele momento, eu não queria descontar na Ladybug e no fundo sabia que ela estava certa...

– Eu não quero falar sobre isso...

– Me desculpe... Eu não quis te chatear... Já estamos chegando eu acho que vou embora...

– Ladybug espere!! – eu peguei a sua mão sem pensar antes que ela fosse embora e a puxei para mim a abraçando sem nem pensar.

– L-Luk-ka...?

– Desculpe... Me deixe ficar assim mais um pouco... – ela não se opôs e me abraçou também após poucos segundos. Eu fechei os meus olhos e por um segundo senti como se estivesse abraçando a Mari, elas não eram tão diferentes assim, tinham alturas parecidas, os mesmos cabelos curtos e...até mesmo o perfume das duas não era tão diferente assim... Abri os olhos assustado com aquela ideia e a afastei de mim a olhando nos olhos e os olhos da Ladybug eram também azuis como os da Mari... Seriam possíveis tantas coincidências...?

– Você está bem?

– S-sim...eu estou bem... Eu vou entrar, obrigado por me acompanhar... – eu me virei e entrei em casa o mais rápido que pude me jogando na minha cama sem fazer ideia do que pensar mais...

A Katty tentou falar comigo mas eu falei para ela que não queria falar com ninguém, eu me sentia perdido, eu não sei se havia alguma hipótese de eu esta certo ou se eu me sentir culpado por ter brigado com ela poderia me fazer imaginar coisas...

Fechei os olhos passado pouco tempo e acabei por adormecer com a cabeça cheia de pensamentos aleatórios, muitos não faziam o menor sentido enquanto outros faziam bastante... Eu não sabia mais direito o que pensar, eu estava ficando louco, sem dúvida...


Notas Finais


E É ISSO MEUS AMORES ❣❣❣❣
E então o que acharam?
Teve esse pequeno momento Lukabug para esquentar o coração depois da briga deles e eu não vou mentir achei fofo demais 💙💖
Espero que tenham gostado imenso e até para a semana 😚❤❤


Dêm uma olhada também na minha fic Lukadrien:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/hidden-desire-lukadrien-13489164


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