História Songs of Storm - Capítulo 60


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Categorias The Elder Scrolls
Tags Skyrim
Visualizações 33
Palavras 1.387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hmmmm, vocês acharam que os capítulos narrados pelo meu bebê Kristof iam acabar? VÃO NADA!
Espero que gostem!
(Imagem random de uma parte do grupo pq não achei nenhuma que se encaixasse. Lembrando que todas as artes que uso estão devidamente reblogadas no meu Tumblr, onde tem todas as informações dos criadores)

Capítulo 60 - The Archmage


Fanfic / Fanfiction Songs of Storm - Capítulo 60 - The Archmage

Eu e Bryana decidimos voltar para o colégio, já que não haveria casamento. A viagem foi longa e estávamos cansados, mas assim que entrei...

— Archmage! Archmage! Que bom que voltou! — Professor Tolfdir corria atrás de nós falando e acenando.

— Senhor Tolfdir. Tudo bem?

— Estou feliz que tenham voltado! Estamos pensando em abrir novamente a excursão para Saarthal! Para as novas turmas sabe?

— Ah... Legal. Façam isso. — Eu estava cansado, não queria pensar nisso agora. Bryana me olhou.

— Professor, você já mandou alguém examinar se aquele lugar agora é realmente seguro? Por exemplo limpando todos os Draugs restantes. — Ela disse.

— Ainda não, estávamos esperando para falar com o Archmage.

— Então façam isso. Mas com muito cuidado por favor. — Eu falei. — Agora precisamos descansar, estamos cansados da viagem.

Quando nos afastamos dele puxei Bryana pelo ombro, a abraçando e dando um beijo em sua cabeça.

— Obrigado, meu amor. Não sei o que faria sem você.

— Eu sei. — Ela disse com o nariz empinado. Eu ri e a soltei.

A caminho para o meu quarto, fomos interrompidos por duas novatas.

— O senhor é o Archmage?

— Sim, sou eu... Aconteceu alguma coisa?

— Não! Na verdade nada demais, eu só... Não imaginava que o Archmage era tão novo, e tão lindo... — Uma disse e as duas deram risadinhas.

— E tão compromissado. — Bryana disse de braços cruzados, claramente irritada.

Elas ficaram sérias e com vergonha.

— Então, nós queríamos saber se temos autorização para irmos até a estalagem.

— Esses assuntos quem cuida é Brelyna Marion, ou minha namorada, Bryana. — Eu disse pegando a mão dela.

— Quem é Brelyna?

— Uma veterana. Ela ajudará vocês com horários e essas questões. Vocês são de maior? — Bryana disse.

— Não... Temos 14 anos...

— Então não podem. Os portões não irão se abrir. Seus pais assinaram um termo de regras, e principalmente a parte em que menores de idade não podem sair sem autorização. A autorização tem que ser entregue a mim ou a Brelyna pelos pais de vocês, se responsabilizando totalmente por riscos. — Ela respondeu de forma rígida.

— Mas os professores não podem resolver isso para nós também?

— Os professores já tem suas responsabilidades aqui. O Archmage decidiu que nós seríamos suas assistentes, então é só comigo e com ela. Por favor, não o incomodem com esses assuntos.

Eu ergui a sobrancelha, ela saiu andando e eu a segui, nós fomos até o meu quarto e ela sentou na cadeira.

— Pareceu Mirabelle falando.

— Você pediu nossa ajuda e nos nomeou assistentes não foi? É o que estamos fazendo.

— Mas não precisava ser tão rígida, são só novatas.

— Você gostou que elas te chamaram de bonito que eu sei.

— Que?! Que bobagem.

— É Kristof, eu não sou idiota.

— Não falei que você era.

— Se você não está contente então ache outra pessoa, eu já estou cansada disso!

— Eu não falei nada disso, só achei que você foi rígida demais!

— Então se vire e ache outra pessoa.

— Bryana por que tudo tem que virar briga?! Eu não disse nada demais.

— Pense um pouco, Hœnir. Você não tem mais 15 anos.

— Nem você, está na hora de crescer um pouco. Você está agindo como a mesma menina que eu conheci.

— Não estou! E não preciso provar pra ninguém que mudei. Muito menos pra você! Quer saber? Eu vou dar o fora daqui, porque eu não mereço isso!

— Tudo tem que virar uma tempestade pra você! Mas que caralho.

— Tem uma multidão de mulheres por aí, encontre uma que faça tudo que eu faço por você se não está feliz.

Ouvimos uma batida na parede. Era Faralda.

— Que é? — Eu disse a olhando.

— Desculpe interromper outra discussão de vocês Archmage, mas tem uma carta urgente para Bryana.

Ela se levantou e pegou, virando de costas e abrindo. Eu agradeci Faralda já que a Bryana nem olhou na cara dela. Ela se retirou e quando eu ia responder minha namorada, pude ver a carta caindo sobre o chão.

— Lorhalien, o que foi?

Ela se virou, chorando.

— Minha vó...

— Ah não... Não pode ser.

Me aproximei dela, a abraçando com toda minha força e colocando sua cabeça no meu peito. Fiz carinho sobre seus cabelos e beijei sua testa.

— Eu... Eu nem estava lá... Foi essa noite.

— Calma meu amor... Você não tinha como saber. Ela estava estável.

— Nunca vou me perdoar por isso.

— Não é sua culpa, meu amor...

Ela chorava descontroladamente no meu ombro. E eu não a soltava. Tentando de alguma forma a acalmar.

— Meu avô... Ele deve estar arrasado. Eu preciso ir lá.

— Não vou deixar você sair assim, você está mal e cansada. Ainda mais sozinha. Eu vou com você, mas você precisa descansar. Vem, venha para cama.

Andei com ela e fiz ela se deitar, então pedi para me esperar. Estava saindo apressado do quarto quando vi o professor Tolfdir cruzando as escadas.

— Professor! Por favor!

— Sim, Archmage? Você precisa de alguma coisa?

— Mande alguém trazer um chá de camomila bem quente. Rápido, por favor. Não precisa nem bater ou chamar, só tragam.

Ele afirmou com a cabeça e não entendeu muito o pedido, eu fui até o lavatório e lancei uma magia para esquentar a água da banheira de madeira, segui para a cama novamente e me ajoelhei na ponta. Ela estava lá parada, chorando.

— Eu não vou conseguir descansar. Eu preciso ir, agora.

— Não vou deixar você ser teimosa dessa vez. Você só sairá daqui se estiver bem fisicamente. Pode ir amanhã de manhãzinha, ao amanhecer. Mas hoje você vai descansar.

O professor chegou com o chá e colocou na mesa de canto, ele perguntou o que houve e Bryana falou que sua avó havia falecido, ele deu os pêsames a ela e se retirou. Eu levei Bry para o banho, ela não parava de chorar, e eu tentava a acalmar da maneira que conseguia. A noite foi bem complicada, mas consegui fazer ela dormir, fiquei a noite inteira sem dormir, a abraçando e fazendo carinho.

Pela manhã deixei ela partir, ela disse que precisava fazer isso sozinha e eu respeitei sua decisão. Onmund, Brelyna e J'zargo nos acompanharam, e na hora de ela subir na carroça cada um deu um abraço forte nela. Claro que todos nós queríamos ir, mas ela insistiu que não precisava, e também disse que não sabia quando iria voltar. Da carroça ela acenou um adeus, e todos nós com dor no coração respondemos.

— Caramba... Primeiro os pais, agora a avó... — Onmund disse.

— Eu estou muito triste por ela. — Brely respondeu.

— Todos nós estamos... Todos nós. — J'zargo falou baixo.

Onmund passou o braço pelo meu ombro, e eu passei o braço pelas costas de Brely, que também passou o braço pelos ombros de J'zargo.

— Estou me sentindo incompleto. — Finalmente falei.

— Todos nós...

— Ela precisou fazer isso sozinha, rapazes. É uma forma de lidar com a dor... — Brely disse.

— Vamos, temos muita coisa para fazer hoje. Inclusive o Archmage. — Onmund falou.

Subimos para o colégio e fomos para o colégio novamente.

-*-

Dois meses se passaram, um mês e trinta dias para ser sincero. Eu me correspondia com Bry por cartas. Não sabia como havia ficado nossa situação, as cartas eram breves e eu focava exclusivamente nela. Amanhã seria meu aniversário, 21 anos. E eu estava completamente sobrecarregado com os assuntos de Archmage, claro que tinha a ajuda de Brelyna, a qual eu tive o prazer de ter como minha assistente. Claro que os meninos também me ajudavam, afinal eu não salvei o colégio sozinho, e se não fosse por eles, eu não teria conseguido.

Eu estava no pátio conhecendo os novatos, quando Faralda subiu a ponte acompanhada de homens estranhos. Segui até ela e encarei os mesmos.

— Senhor Archmage, eu não traria eles aqui se não fosse um assunto um tanto importante.

— Claro, do que se trata?

— Bom dia, nós estamos aqui recrutando magos e possíveis guerreiros.

— Vou deixar vocês a sós. — Faralda disse descendo a ponte.

— O senhor é o Archmage daqui? — Um deles disse.

— Sim, sou eu mesmo. Para que vocês estão recrutando?

— Bem, você já ouviu falar da Dawnguard


Notas Finais


Quem leu um dos capítulos do Kris em Winterhold pode começar a fazer certas teorias pelo que vem pela frente! Fica a dicaaaaa!

Capítulo mais curto... Mas necessário! Espero que gostem!


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