História Sonho - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Sasuke Uchiha
Tags Sasuhina
Visualizações 182
Palavras 965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Acho que ainda não esclareci, devo ter esquecido, aviso: as vezes eu mudo a perspectiva da história para outro personagem, por isso tem os nomes nos capítulos.
Boa leitura ~

Capítulo 3 - "Felicidade" - Hyuuga Hinata


Fanfic / Fanfiction Sonho - Capítulo 3 - "Felicidade" - Hyuuga Hinata

- Hajimemashite. Eu sou Uzumaki Naruto. Yoroshiku onegai shimasu. – ele se curvou diante da turma.

Eu apoiei o rosto numa mão, assistindo a apresentação do novato.

- Uzumaki-san, você pode se sentar no fundo, no acento ao lado da Hyuuga-san. – Yamato-sensei apontou.

O loiro sorriu quando nossos olhos se encontraram, mas eu desviei os meus por reflexo e fixei meu olhar na janela enquanto ele se sentava na carteira ao lado.

- Muito bem. – Yamato-sensei disse – Vamos prosseguir com a aula... – mas foi interrompido quando a porta de correr se abriu.

O som chamou minha atenção e eu olhei na direção da porta, me surpreendendo ao reconhecer o garoto parado na soleira.

- Uchiha-san... – Yamato-sensei suspirou – Está atrasado.

Sasuke jogou a mochila por sobre o ombro.

- Sitsurei shimassu. – resmungou enquanto entrava e ia se sentar no seu lugar, uma carteira na metade da fileira ao lado da parede das portas.

Meus olhos o seguiram e fixaram-se nele mesmo depois dele ter se sentado.

Como eu nunca o tinha notado antes? Como? A simples ideia de um garoto como ele passar despercebido soava estranhamente insana, mesmo que eu estivesse num nível de distração muito alto, seria difícil ignorá-lo. Sasuke era o tipo de garoto que se destacava, o tipo “delinquente” ou “rebelde”, com brincos nas orelhas, a postura desleixada, o cabelo preto caindo nos olhos e a pele extremamente clara com olheiras abaixo dos olhos... Ele era quase como um cantor de rock.

Ele apoiou a cabeça numa das mãos por um momento, então, deixou-se cair sobre a mesa, deitando a cabeça sobre os braços, pronto para uma boa soneca.

- Uchiha-san? – Yamato-sensei o chamou.

Sasuke ergueu a cabeça como se fosse um esforço colossal.

- Quê? – respondeu irritado.

Yamato-sensei trincou os dentes.

- O senhor mal vem às aulas e quando vem, passa todo o período dormindo. – reclamou – Como pretende passar de ano? – quis saber, muito aborrecido.

Sasuke suspirou.

- Tem algo que o senhor quer que eu faça? – perguntou.

Yamato-sensei alcançou seu limite.

- Resolva a equação no quadro! – decidiu.

Sasuke se levantou, lento e arrogante, passou pelo professor em direção ao quadro, pescou um giz branco e começou a rabiscar os números. Seu traço era horrível, quase ilegível, um reflexo da impressão desleixada e preguiçosa que ele passava.

Observei, entretida, enquanto a expressão de Yamato-sensei se distorcia na mais pura e inalterada incredulidade enquanto Sasuke resolvia a equação que ele ainda não tinha explicado.

Quando ele terminou, devolveu o giz e passou pelo professor de volta para o seu lugar com toda a confiança de quem sabe que fez algo certo enquanto o professor analisava as contas a procura de um erro para repreendê-lo.

- Muito bem! – disse, contendo sua irritação – Uchiha-san parece estar um pouco avançado em matemática... – admitiu – Veremos como se sai nas provas.

A ameaça implícita pairou sobre a classe afetando a todos, exceto Sasuke, que já tinha voltado a sua posição inicial. As pessoas murmuravam pragas e o culpavam por ter irritado o professor a ponto de fazê-lo aumentar o nível de dificuldade das provas.

- Ele é mesmo um grande idiota. – Naruto resmungou ao meu lado.

Eu olhei para ele.

- Ele respondeu corretamente. – dei de ombros.

- Ele nunca pensa no grupo. – Naruto bufou – Todos já o odeiam.

- O que as pessoas pensam não deveria importar tanto. – retruquei – Ele acertou a equação. – conclui e abri meu caderno.

- Parece que você é uma das fãs dele. – Naruto resmungou.

Parei o que estava fazendo e corei.

- Não diga coisas sobre mim que você não sabe! – ralhei baixinho – Você não me conhece.  

E voltei aos meus afazeres, irritada.

Naruto não disse mais nada e, quando o sinal tocou encerrando o primeiro período, ele se levantou e saiu da sala sem dizer uma palavra.

- Você conhece o novato? – Temari veio se juntar a mim, se sentando na carteira da frente, agora vazia.

- Falei com ele no rio ontem. – dei de ombros enquanto desembrulhava o bentou – Você já conhecia o Uchiha-san? – perguntei casualmente.

Temari não respondeu, então ergui os olhos para ela e me deparei com sua expressão incrédula.

- Hinata... – ela começou.

- Eu não o notei, ok? Só isso... – me irritei.

- Como você pôde? – ela estava pasma – Todas as garotas o adoram!

- Não faz muito tempo desde que o período letivo recomeçou. – me defendi.

- Ele estudava na mesma escola no ano passado, Hinata.

- Mas não na mesma classe. – retruquei.

Temari revirou os olhos.

- Tudo bem. – desistiu – E de onde vem seu interesse?

- Eu falei com ele ontem. – dei de ombros – É um garoto desagradável.

Temari uniu as sobrancelhas.

- O que diabos você fez ontem?

- Eu te disse... Eu fui até o rio...

- E por acaso trombou os dois garotos?

Dei de ombros.

- Que seja. – separei meus hashis – O fato é que ele me disse algo que me incomodou.

- O que ele disse?

- Disse que eu sou vazia... – olhei para ela – Você me acha vazia?

Temari hesitou.

- Bem... você é distraída, não tem interesse por quase nada além do seu próprio universo.

- Hm... – baixei os olhos – Entendi. – comecei a comer.

- Hinata...

- Tudo bem, Temari... Eu sei que passo essa impressão.

Ela pressionou os lábios numa linha reta.

- Hinata? – chamou baixo.

- Hm? – respondi.

- Você é feliz? – ela perguntou, realmente preocupada.

Eu parei.

Feliz?

- Feliz é um conceito muito abstrato... – respondi – Ninguém é feliz, simplesmente.

- Está errada, Hina. – Temari disse com paciência – Pode ser que não tenha como ser feliz o tempo todo, mas somando tudo, prós e contras... Você é feliz?

Eu suspirei e olhei para a janela, pensativa.

- Eu só não achei o lugar ao qual eu pertenço ainda. – expliquei como uma desculpa.


Notas Finais


D: paradona ainda, né


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