História Sonhos De Uma Nova Era - Capítulo 5


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, mais um capitulo!
Espero agradar!!!
Boa leitura!

Capítulo 5 - Real life, it's not fairy tale.


Fanfic / Fanfiction Sonhos De Uma Nova Era - Capítulo 5 - Real life, it's not fairy tale.

Shiryu estava sentado numa confortável poltrona enquanto folheava um livro, o jovem Grande Mestre esperava que Ikki retornasse de sua ronda, aliás, essa havia se tornado sua rotina diária, esperar por seus companheiros, Ikki havia saído em ronda, ele ficara encarregado de seguir Máscara da Morte, como o ex cavaleiro de Câncer parecia estar metido em encrenca, o libriano achou melhor ter um cuidado extra com ele. 

O moreno já pensava em se recolher, quando escutou um alvoroço que parecia vir da porta de seu apartamento, logo em seguida Ikki passa pela porta arrastando um irritado Máscara da Morte pelo braço. 

O Cavaleiro de Fênix entra porta adentro e joga o italiano de qualquer jeito no sofá, o jovem Mestre observa por um momento a cena a sua frente sem nada entender. Carlo tinha o braço com algumas escoriações que sangravam um pouco, sua roupa estava rasgada e em desalinho. Ikki estava em plena forma, apenas uma leve camada de poeira na roupa. O libriano não sabia o que pensar a respeito da peculiar cena, um novo alvoroço lhe avisou que os outros cavaleiros de bronze que antes se encontravam dormindo, haviam despertado com a bagunça.

- Mas o que diabos está acontecendo aqui? Não se  pode nem dormir mais nessa casa? - Perguntou um Seiya irritado.

- Ah! Seiya! Pelos deuses! Vá colocar uma roupa! Ninguém merece ver isso! - Queixou-se um irritado Hyoga, ao reparar que o amigo usava apenas uma box preta. 

- Que foi Hyoguinha? Tem medo de gostar do que vê? - Perguntou Seiya com um expressão maliciosa que irritou ainda mais o jovem russo. 

- Idiota! Cala essa boca, porque mesmo se eu fosse gay, não me interessaria por um magrelo como você! 

- Magrelo? Eu? Você tá é babando em mim isso sim! Pode confessar Hyoguinha! - Debochou o sagitariano. 

Shiryu levou os dedos a fronte e respirou fundo, pedia aos deuses que acabasse logo essa missão, pois não estava mais suportando a infantilidade dos amigos, ao chegarem aquela dimensão os bronzeados pareciam terem voltado a adolescência e pelo jeito eram adolescentes muito problemáticos, o jovem libriano se sentia um velho tentando colocar as crianças na linha. 

- Chega disso! Os três! 

- Mas eu nem disse nada Shiryu! - Queixou-se Shun. 

- Mas estava rindo também Shun e pensa que não sei que você anda ajudando o Seiya nas pirraças contra o Hyoga? 

Shun calou-se um pouco envergonhado, admitia que estava adorando pirraçar o amigo loiro, Hyoga era muito pavio curto e Seiya era muito palhaço, logo sempre se via ajudando o sagitariano a irritar o amigo. 

- Muito bem Ikki, pode nos explicar o que significa isso? E por que o Carlo está machucado? - Perguntou o Grande Mestre, lançando um olhar significativo para o Cavaleiro de Fênix. 

- Não precisa esconder nada Shiryu, pode me perguntar o que quiser, esse safado sabe tudo! Alias, ele lembra de tudo! - Disse Ikki lançando um olhar nervoso para Máscara da Morte que apenas o desafiava com o olhar. 

- Como é que é? Vocês nos fizeram de idiotas? Vocês se lembram e nos fizeram parecer babacas entrando num teatrinho barato de estudantes? - Indignou-se Seiya. 

- Seiya! Acalme-se. Pode nos explicar o que acontece aqui Ikki? Ou quem sabe você, Máscara da Morte? - Perguntou Shiryu, olhando friamente para o cavaleiro de Câncer, que se encolheu perante o olhar, desde que recuperara a memória, o cavaleiro ainda tinha pesadelos com o olhar daquele jovem, mesmo assim continuou com o olhar desafiador.

- Não quer nos contar agora Câncer? Não quer nos dizer tudo o que sabe? Ou será que terei de usar os mesmos métodos que você usava no passado? - Perguntou Ikki. 

- Por que vocês tinham que aparecer? Estava tudo bem antes de vocês chegarem! Estávamos vivendo em paz! Mas vocês tinham que vir ferrar com tudo! Já ferraram uma vez, mas não foi o suficiente! Tinham que vir ferrar com essa também? Bando de fedelhos idiotas! Minha vontade é de aplicar um Sekishiki em vocês! - Gritou Máscara enfurecido. 

Seiya, Shun e Hyoga arregalaram os olhos perante o desabafo do cavaleiro, Ikki estreitou os olhos irritado e Shiryu pediu paciência aos deuses. 

- Tudo bem, vamos por partes. Shun, traga a caixinha de primeiros socorros, Hyoga faça um chá para acalmarmos o Máscara, Ikki, acalme-se e Seiya, vá colocar uma roupa! 

Todos os cavaleiros de bronze correram para acatar as ordens, afinal, ali naquele momento, não era seu amigo de longa data, mas sim o Grande Mestre falando. 

Quando Shun chegou com a caixinha, Shiryu a pegou de suas mãos e se aproximou do Cavaleiro de Câncer. 

- Não preciso de ajuda! Sei fazer as coisas por mim mesmo fedelho! 

- Não estou perguntando se precisa de ajuda Máscara, eu vou limpar e fazer curativos em seus ferimentos você querendo ou não. Além disso, notei que tem suas lembranças, mas não sua força ou seu cosmo, logo, não tenho que me preocupar com você e mesmo que tivesse, o que poderia me fazer? Me mandar para o mundo dos mortos? Eu já sai de lá mais vezes do que posso me lembrar, achei que você já houvesse aprendido essa lição, um golpe não funciona duas vezes no mesmo cavaleiro. 

Máscara da Morte estendeu o braço a contra gosto enquanto observava os cavaleiros de bronze, eles não pareciam tão mais velhos assim, logo supôs que não havia se passado tanto tempo assim desde sua morte. 

- Quanto tempo? - Perguntou num muxoxo, enquanto Shiryu limpava suas feridas. 

- Como?  

- Quanto tempo se passou desde que morremos?  - Perguntou baixinho. 

Shiryu soltou um suspiro cansado, no fundo ele imaginava o que deveria ser para Máscara da Morte a presença deles ali, era sinal de que a paz que tanto buscaram, havia acabado, que a vida que tentavam viver iria acabar e uma vida de guerras outra vez os esperava, no fundo, não condenava a magoa e irritação que via nos olhos do antigo cavaleiro. 

- Dois anos, dois anos e nós ainda tentamos nos ajustar. 

- Você foi eleito como Grande Mestre pelo que vejo. - Foi uma afirmativa, o cavaleiro de ouro não precisava de muito para perceber isso. 

- E como você sabe que foi o Shiryu? Podia ter sido qualquer um de nós! - Disse Seiya que já voltava vestido. 

- Porque seu pangaré alado, Atena ficou sem muitas opções, todos nós, a elite tínhamos morrido, só sobraram vocês e os novatos, a única opção seria o Dragão. - Respondeu Máscara, enquanto pegava o chá que Hyoga o servia. 

Suspirou desanimado para o chá, na verdade queria alguma coisa mais forte, mas sabia que não encontraria nada do porte ali, chá o fazia se lembrar das misturas loucas que Shaka insistia em chamar de chá. 

- E por acaso não poderia ter sido eu? Quem Sabe Ikki ou Shun? 

- Ei! Por que me riscou da lista Hyoga?  - Queixou-se Seiya. 

- Porque você como Grande Mestre daria merda Seiya! 

- Qualquer um de vocês como Grande Mestre daria merda, são apenas fedelhos querendo ser homens e sinto em informar, mas estão falhando feio! Uma ave com fogo no rabo e que ainda por cima é antissocial, só apareceria no santuário quando estivesse de bom humor, o que seria nunca. Um menino chorão e delicado demais que nas horas da dificuldade gritaria pelo irmão, um marreco mimado que só sabe chorar pela mamãe e um pangaré que, sinceramente é meio ou completamente retardado! 

- Falou o cara que colecionava cabeças de crianças na parede do templo. - Respondeu Hyoga com desdém. 

- Moleque não me tenta, que a surra que Camus deixou de te dar eu dou! 

- Chega! Vamos nos sentar e conversar como gente civilizada! Máscara termine seu chá e nos diga tudo o que sabe por favor, não estamos aqui por brincadeira, a coisa é séria e ficarmos discutindo entre nós mesmo, não seria muito inteligente. 

- Viu o que eu disse? Melhor opção para substituir Shion. - Disse Câncer, com descaso. 
                                         

                                                              & & & 

- Espere aí, onde pensa que vai Áries? Essa batalha ainda não terminou! 

- Não se pode lutar contra alguém que já está morto. Você acha que Aldebaran morreria sem derrotar um inimigo? Que ilusão a sua! -

O espectro recuou ao ver o olhar de ira velada nas duas órbes esmeraldas.
Enquanto o espectro se desintegrava, Mu seguia seu caminho com lagrimas escorrendo pelo rosto, ao chegar a saída de Touro, o ariano solta de sua mão o ultimo vestígio do cosmo do amigo.

- Aldebaran, você salvou minha vida com sua mensagem silenciosa, muito obrigado meu amigo, eu prometo que seu sacrifício, não será em vão! Eu prometo seguir com nossa missão de proteger Atenas, vá e transforme-se em uma estrela e nos proteja aí de cima. 

Áries respira fundo e segue seu caminho rumo a próxima casa, sua missão era clara, precisava proteger sua tão amada deusa. 

Aldebaran acordou suado e se perguntando que tipo de sonho era esse, sonhar com um mundo louco, com poderes e ainda por cima seu tão estimado amigo estando nele, mas o que mais o chocou foi sonhar com sua morte, se sentia estranho, era como se algo lhe faltasse. 

Por mais louco que pudesse ser, ele sentia que realmente havia vivido esse sonho, mas aquilo era loucura, algo não estava certo, por mais que estivesse correndo o risco de parar num sanatório, o taurino decidiu que marcaria uma consulta com Asmita, pois já era a terceira vez que tinha aquele sonho e desde a primeira vez, a sensação de que algo lhe faltava, não lhe deixava. 
                           

                                               & & & 

- Muito bem Máscara, todos os cavaleiros sabem quem são? Tem suas memórias?  

- Na verdade Shiryu, apenas eu, pelo menos de minha geração apenas eu, alias acho que realmente só eu me lembro, se bem que as vezes eu desconfio que talvez o Asmita possa se lembrar, mas ele na maioria das vezes fala coisas que não entendo mesmo, então deve ser apenas as loucuras dele mesmo. Tem também o Shion, mas ele é tão fechado que fica difícil saber se ele realmente se lembra de algo e além disso ele já tem muito com o que se preocupar. ah! E claro o Dohko, aquele velho pilantra, se bem que eu prefiro acreditar que ele realmente não se lembra porque ser ele lembrar e mesmo assim ficar com a bunda sentada atrás daquela mesa, eu mesmo o mando um Sekishiki, mas se a gente parar pra pensar que aquele preguiçoso passou mais de duzentos anos sentado nos Cinco Picos enquanto a gente se lascava, não seria surpresa ele ficar sem fazer nada. 

- Ei! Mais respeito com meu Mestre! 

- Só digo a verdade! 

- Certo, o que não me sai da cabeça é, por que só você? Por que só você se lembra? 

- Isso eu não sei, mas as vezes penso que é para me retratar pelas vidas inocentes que tirei na outra vida. - Murmurou o Cavaleiro desconfortável. 

- O que passou passou Máscara, outra vida, uma nova chance, faça tudo certo agora. - Disse Shiryu sensato. 

- Estou tentando Dragão, acredite, estou tentando. Quando minhas lembranças começaram a aparecer, achei que estivesse enlouquecendo e eu não podia contar com ninguém. Quando consegui entender do que se tratava, eu pensei que havia ganhado uma nova chance de me redimir pelos meus pecados anteriores, peguei pra mim a responsabilidade proteger meus amigos, minha família, mesmo que nas sombras. 

- Que tipo de proteção? Você está metido com bandidos Máscara, sua vida não está tão diferente do que era antes. Você  deve para traficantes e precisa fazer servicinhos sujos pra pagar a conta- Acusou Ikki. 

Os cavaleiros de bronze levaram um susto ao ouvir a risada de Máscara da Morte, o cavaleiro de ouro chegava a se dobrar no meio de tanto rir. 

- Você acha que sou um bostinha mandado? Idiota, seja lá qual é o seu informante, ele não é muito bom, eu sou simplesmente o rei da zona toda! Eu mando naquela merda, nada acontece lá sem que eu saiba, eu toco o terro por lá! 

- Como?! Por que? - Perguntou um aturdido Shun. 

- Porque eu jurei proteger aqueles caras, eu devo isso a eles, sou o único que lembra de algo e na boa, não sou ingênuo, sei que os deuses são egoístas e que adoram brincar com nós, pobres mortais, eles não nos trariam de volta, se não quisessem algo em troca, o fato de eu lembrar é a mais pura prova disso. 

- Mas o que isso tem a ver com uma vida de crimes? - Perguntou Seiya confuso. 

- Vocês são lesados mesmo aff! Qual o melhor jeito de se saber as coisas? Eu como rei da zona toda tenho olhos e ouvidos em todos os cantos, são temido e por isso respeitado, acredito a melhor forma de respeito é quela em que se teme aqueles que estão acima de você e foi isso que fiz, entrei pra gangue e fui crescendo rapidamente lá dentro, até chegar o dia em que meu nome me fez jus, eles descobriram o porque de meu nome naquele lugar se chamar Máscara da Morte, alias a cabeça do antigo chefinho se encontra lá, entalhada como exemplo na ponta da minha mesa naquele muquifo. 

- Se você queria cuidar dos seus amigos, podia ser pelo lado da justiça! O próprio Kárdia é um exemplo, um policial respeitado! 

- Demoraria demais Shun, Máscara não tinha tempo não é? Uma carreira na polícia levaria anos pra se chegar em um patamar como o de Kárdia, ter ouvidos e olheiros por todos os lados. - Refletiu Shiryu. 

- Eu disse que ele não era atual papa atoa. Exatamente, não estava disposto a esperar e ser pego desprevenido. Além disso aquele luar ficou muito melhor com meu comando,  a ordem é que eles cuidam dos seus, ninguém machuca o povo da comunidade, não se rouba o pouco que eles tem, se querem roubar, que seja de quem tem. Estupros são permanentemente proibidos, eu mesmo capo os desgraçados que fazem esse tipo de coisa. Como eu disse, não posso radicalizar tudo, mas posso melhorar um pouquinho. 

Os cavaleiros de bronze estavam chocados com o que ouviam, chegaram ali achando que seria uma missão fácil, trazer os cavaleiros de ouro de volta para o santuário, porém a cada vez que aprendiam mais sobra a vida de cada um, mais sua missão se complicada, seria difícil tirar cada cavaleiro de seu mundinho sem abalar muito sua sanidade. A suposta vida sem preocupações, parecia agora uma longínqua ilusão, a suposta vida real, não era nada fácil, a realidade de Máscara não parecia fácil, dividido e perdido entre duas realidades.

- E quanto ao Mu, Máscara? Onde ele está?  - Perguntou Ikki, não aguentava mais esse suspense ao redor do Cavaleiro de Áries.

- Mu? Bem, isso vai ter que ficar para amanhã, posso ter minhas velhas lembranças, mas meu corpo é novinho e eu não tenho a mesma resistência, to cansado e sobre o Mu é algo que eu tenho que mostrar, falar não vai faze-los entender o que houve com o Cavaleiro de Áries. - Disse Máscara se ajeitando no sofá e fechando os olhos para dormir, deixando cinco jovens cavaleiros irritados, mas sem terem como retrucar. 
                                 

                                                             & & & 

Para muitos, podia parecer loucura o jovem loiro sentado no banco da praça, enquanto folheava um livro e vez ou outra lançava olhares para a pequena loirinha que saltitava para lá e pra cá toda sorridente enquanto colhia algumas flores. Podia até ser um quadro normal, se a dupla em questão não estivessem no parque as quatro da manhã num sábado. 

Shaka sempre tivera o habito de acordar cedo e sua pequena filha as vezes tinha crises de insonia, como a pequena era muito hiperativa, o loiro a agasalhava e saía com ela para o parque, para que pudesse gastar um pouco de sua energia, pois do contrário a pequena Sakura deixaria Asmita louco o dia inteiro.

Ao pensar em Asmita, Shaka se lembrou da conversa que tivera com Sísifo, o médico o ajudara a convencer Asmita a procurar ajuda profissional para seu problema de visão, porém a falta de fé do loiro mais velho que talvez pudesse recuperar sua visão, assombrava o virginiano. Asmita simplesmente contatara como um fato que iria ficar cego e falava de uma maneira tão simples que parecia estar falando sobre o tempo e não de algo que mudaria completamente sua vida. 

O loiro foi tirado de seus pensamentos ao ouvir o grito da filha, levantou-se rapidamente e jogou o livro de qualquer jeito, começando a procurar pela filha que havia se afastado e ele nem percebera, tão preso estava em suas divagações. 

- Sakura?  - Chamou pela filha. - Onde está? 

Ouviu um pequeno chorinho e seguiu até lá, encontrando a filha sentada entre os arbustos, chorando e segurando a cabeça com as pequenas mãozinhas.

- Meu amor o que foi? O que houve? - Perguntou já se aproximando e pegando apequena no colo. 

- Eles são maus papai, tira eu daqui! Eles vão machucar a gente! - Dizia a menina chorando e assustando o pai. 

- Eles quem meu amor? Eu to aqui, vou cuidar de você. - Disse carinhoso. 

- As sombras papai, elas querem fazer mal pra gente! -  Chorava a menina. 

Shaka ficou alarmado, sua pequena estava desesperada e ele não conseguia acalma-la, resolveu que era melhor voltar com ela para casa. Enquanto segui pelo parque até onde deixara seu carro, o loiro sentiu uma sensação estranha, como se estivesse sendo vigiado, um calafrio passou por sua nuca, olhou para os lados e logo chacoalhou a cabeça, estava se deixando impressionar pelas palavras da filha de cinco anos. 

Um clarão lhe chamou a atenção, pode-se ouvir um barulho alto de alguma coisa se chocando com o chão, o loiro quis chegar do que se tratava mais os braços amedrontados da filha lhe apertando o pescoço o fizeram voltar a raciocinar e ele achou melhor seguir para seu carro e tirar a filha dali, afinal podiam ser bandidos.

Quando encontrou o carro, percebeu que o clarão continuava e o barulho também, agora podia identificar que o som parecia o de lutar, como se estivesse acontecendo algum tipo de briga, talvez alguma briga de gangue, o loiro se apressou em colocar a filha na cadeirinha e entrar no carro, precisava sair logo dali, não arriscaria ficar com sua pequena em meio a um fogo cruzado. 

Porém antes que desce a partida e saísse dali, ainda pode ouvir uma voz que ele julgava ser conhecida, embora no momento não soubesse identificar a quem pertencia, grita algo em alto e bom som, algo o lhe deixou uma estranha sensação de saber  o que significava,porém por mais que esforçasse seu cérebro, não conseguia pegar aquela fagulha reconhecimento. 

- Cólera dos Cem Dragões! 



Notas Finais


Bom gente, foi isso, espero que tenham gostado!
Mais alguma revelações e no próximo eu prometo que teremos o Muzinho! Só não posso garantir em que condições ele estará! kkkkkkkkkk
bjsss


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