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História Sonhos no Gelo - Capítulo 17


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Notas do Autor


Boa noite meus amores!!!! Como estão??

Não farei comentários agora, mas nos vemos nas notas finais.

Boa Leitura!

Kiss Kiss 💋

Capítulo 17 - Capítulo 17


Fanfic / Fanfiction Sonhos no Gelo - Capítulo 17 - Capítulo 17

Às semanas passaram voando, meus treinos estavam cada dia mais pesados com a aproximação da regional, Regina não me dava tempo nem para respirar.

Finalmente sábado, meus dezoito anos, estava ansiosa para que a noite chegasse, e estranhei, nunca fiquei ansiosa com qualquer coisa que fosse ligada ao meu aniversário, mas hoje estava, talvez fosse porque Regina viria, é deveria ser isso.

Mamãe bateu em minha porta e eu disse para que ela entrasse, ela passou pela porta com uma bandeja cheia e um sorriso, um sorriso que a duas semanas eu não via dirigido a mim.

– Bom dia querida, feliz aniversário – ela disse se aproximando da cama e eu me sentei.

– Bom dia mamãe.

– Posso lhe dar um abraço? – ela perguntou e por instantes eu me senti culpada por tudo que estava acontecendo entre nós.

– Claro – abri meus braços e mamãe me abraçou, se eu sentia falta do seu sorriso dirigido a mim, eu não imaginava o quanto aquele abraço me fazia falta.

– Eu coloquei suas comidas preferidas aqui – ela disse após se afastar.

– Obrigada, eu senti falta disso – eu disse de cabeça baixa.

– Da comida?

– Não, da minha mãe.

– Não vamos falar disso hoje – ela disse e se eu pudesse me afundaria no colchão – Hoje é para ser um dia alegre, não vamos estragar isso.

– Tudo bem.

– Coma, se arrume e depois desça, Ruby passou cedo aqui e disse que viria para almoçar com você – mamãe disse indo em direção a porta.

– Ok, e mãe – ela me olhou – Eu te amo.

– Eu também querida.

Fiquei presa em meus pensamentos até que meu estômago se pronunciou e eu resolvi comer, assim como minha pediu eu me arrumei e desci indo em direção a cozinha, que para a minha surpresa estava uma completa bagunça.

– Feliz aniversário patinha – Ruby que já estava lá se jogou em meus braços.

– Obrigada loba.

– Juízo em – ela disse brincando e eu revirei os olhos fazendo com que sua risada aumentasse.

– Por que a cozinha está assim? – perguntei apontando para toda a bagunça.

– Esse ano você convidou mais pessoas, tive que alugar algumas coisas e já estou começando a preparar algumas comidas – mamãe disse virada para a pia.

– Entendi.

– Vou ficar aqui, já trouxe minha roupa e vou levar lá no seu quarto – Ruby disse e apontou para uma pequena mala no canto da cozinha.

– Tudo bem, eu vou com você, precisa de ajuda mamãe?

– Não querida, hoje é seu dia, aproveite – assenti e subi com Ruby indo ao meu quarto.

– E então patinha como é finalmente ter dezoito anos?

– Normal?

– Quanta animação – Ruby disse se jogando na minha cama.

– Você sabe que eu não me importo com aniversários.

– Esqueci que você é chata – lhe mostrei a língua – Mas me conte, está animada para ver sua morena de noite?

– Como o inferno Ruby, só estou preocupada que mamãe faça alguma coisa e a deixe constrangida.

– A Mills constrangida? – Ruby perguntou gargalhando.

– Você estendeu, não quero que ela se sinta mal.

– Não se preocupe patinha, sua mãe não irá fazer nada e bom, Regina consegue sair de qualquer situação.

– Você tem razão, vou tentar relaxar mais – eu disse vendo Ruby se levantar e ir em direção a sua mala.

– Olha eu não ganho muito dinheiro, mas é de coração – ela disse me estendendo um pacote.

– Não precisava loba – peguei o pacote de sua mão.

– Precisava, você é minha irmã sabe – lhe dei um sorriso, nesses últimos meses eu não estava conseguindo passar tanto tempo com Ruby, mas mesmo assim nossa relação não mudou nem um pouco.

– Meu Deus Ruby – eu disse erguendo um collant azul maravilhoso – É lindo, muito obrigada – a puxei para um abraço.

– Eu não sabia o que lhe dar, e pensei que logo é a regional e você ainda não tinha uma roupa.

– Ele é perfeito.

– Que bom que gostou patinha.

Continuei conversando aleatoriedades com Ruby, até mamãe bater na porta falando que o almoço estava pronto.

Depois de muita conversa, as horas se passaram, subi com Ruby para que pudéssemos nos arrumar para o jantar, que pelo que pude perceber iria acabar se tornando uma pequena festa, já que Ruby apareceu com umas luzes e som para colocar na sala. E não foi surpresa nenhuma encontrar bebidas na geladeira.

***

Já estava pronta, assim como Ruby, pela primeira vez eu me sentia verdadeiramente bonita. Estava em um vestido preto com algumas partes quase transparentes, ele era lindo. Ruby estava linda também em um vestido vermelho, vermelho combinava perfeitamente com ela.

Desci as escadas junto com Ruby e fomos em direção a o jardim que ficava no fundo da casa, eu paralisei, estava tudo perfeito, mamãe colocou algumas luzes penduradas o que deixava tudo mágico, a mesa do bolo foi o que mais me deixou surpresa, ela era maior do que eu imaginava, eu estava sem palavras.

– E então, o que achou querida? – mamãe perguntou se aproximando de mim.

– Está tudo tão lindo, obrigada mamãe.

– Tudo por você querida – nos abraçamos e assim que me separei dela vi minhas tias e minhas primas.

– Loirão tá maravilhosa – Elsa minha prima mais velha disse me abraçando.

– Obrigada gelinho.

– Emma parabéns – Anna irmã de Elsa também me abraçou, Anna era o oposto da irmã, tanto na personalidade quanto na aparência, Elsa e eu pareciamos mais irmãs do que Anna e Elsa.

– Obrigada Anna.

– Vem aqui dar um abraço na sua tia favorita.

– Você é minha única tia, tia Ingrid – Eu disse dando risada e logo fui interrompida por outra voz.

– Opa, e eu aqui? – tia Kristin esposa da tia Ingrid disse fingindo estar ofendida.

– Minhas duas tias favoritas, satisfeitas – todas caímos em uma alta risada.

– Assim está ótimo – tia Kristin disse e logo em seguida as abracei e depois fui em direção a minha mãe, e foi bem naquela hora que meu coração errou algumas batidas.

Ela estava linda, linda não, perfeita, maravilhosa, uma verdadeira deusa.

Estava em um vestido que deixava um decote generoso, um vestido que definia cada curva, um salto que ressaltava sua beleza.

Um batom vermelho nos lábios, que me fez perder o fôlego.

E quando olhei em seus olhos eles estavam em mim, ali foi o meu fim.

Regina lançou um sorriso em minha direção e andei até ela, tudo no automático.

– Parabéns minha linda – Regina disse assim que parei em sua frente, minha mãe já havia saído dali.

– O-obrigada – é claro que eu tive que gaguejar e ela riu.

– Vem aqui – dito, ela me puxou e me abraçou e quando achei que não poderia ficar mais rendida por aquela mulher seu perfume invadiu minhas narinas e me embriaguei com seu cheiro.

– Da para cortar a tensão com uma tesoura – Killian disse nos tirando do transe, e só então percebi que eu estava com a cara mais de boba possível, e que minha mãe do jeito que era logo perceberia algo estranho se eu não mudasse minha forma de agir.

– Está linda – ela disse e deu espaço para seus filhos me cumprimentarem.

– Parabéns loira – Killian disse e me abraçou – Juízo.

– Obrigada Kill.

– Parabéns Em – Aurora disse assim que Killian me soltou.

– Obrigada Aurora.

– Olha esse é o nosso presente para você – Killian disse arrancando um embrulho que agora estava nas mãos de Regina.

– Não precisava.

– Claro que precisava – Aurora disse – Agora vai e abre logo isso – ela estava toda animada.

Assim que abri o embrulho meus olhos praticamente saltaram do meu rosto.

Um par de patins novos estavam ali.

– Agora eu vou fazer direito – Regina disse quebrando o silêncio que se instalou ali – Vamos amaciar e você irá usar na regional.

– Eu, é, obrigada, de verdade, obrigada – abracei cada um deles e demorei mais em Regina – Você é incrível morena – deixei um beijo em seu rosto e me afastei.

Regina foi com Aurora e Killian para uma das mesas e eu fui em direção a minha mãe.

– Daqui a pouco eu já sirvo o jantar – ela disse quando parei ao seu lado.

– Tudo bem mãe.

– Patinha vem aqui – Ruby me chamou.

– Fale.

– O que foi aquilo ali – ela disse se referindo ao que aconteceu quando Regina chegou.

– Aquilo o que? – me fiz de desentendida.

– Sorte sua que dona Mary não estava olhando, porque ela iria matar na hora o que você tanto esconde dela.

– Nem brinca com isso loba, Killian que nos despertou, eu estava tão – não achei as palavras.

– Tão boba, rendida, completamente apaixonada?

– Sim, tudo isso loba.

Mamãe serviu o jantar e estava uma delícia, comi e repeti, assim como os outros.

– Emma vamos cantar parabéns – revirei os olhos, eu odiava toda a atenção que recebia nessa hora.

– Vamos – levantei contrariada e fui ficar atrás da mesa.

E meu momento de terror chegou, todos começaram a cantar, e senti minhas bochechas esquentando, finalmente o fim daquela canção, foi então que meu coração parou.

Claro que Killian e Ruby iram se juntar. E começar o “Com quem será” eu queria ir para baixo da mesa, mamãe arregalou os olhos já Regina e os outros gargalhavam da minha reação.

Quando chegou o “Vai depender”minha garganta secou, os olhos de Regina se fixaram em mim e os meus no dela, não sei o que e aqueles dois idiotas disseram mas todos riram, e eu? Bom eu estava perdida naqueles castanhos.

A seção de fotos começou, tirei com minha mãe, minhas tias, minhas primas, várias com Killian e com Ruby, eu estava começando a ficar com medo da nova amizade dos dois, tirei com Aurora, e chamei Regina.

Mamãe fechou a cara, e Regina veio em minha direção.

– Quero um sorriso em – eu disse quando ela ficou ao meu lado.

– Assim está bom? – ela perguntou abrindo um sorriso logo em seguida, e que sorriso.

– Está ótimo.

Ficamos uma ao lado da outra, seus braços me puxaram para perto, ela me abraçou de lado e as fotos começaram a ser tiradas.

Várias poses depois a sessão de fotos terminou e mamãe começou a cortar os pedaços de bolo.

– O primeiro vai para a senhora – eu disse para minha mãe – Apesar de tudo, eu te amo e você sempre será minha mãe, ninguém irá me roubar de você – vi uma lágrima solitária escorrer em seu rosto e a abracei.

Continuei distribuindo os pratinhos.

– Aqui – disse entregando o bolo a Regina.

– Obrigada, Emma?

– Eu?!

– Quero falar com você mais tarde, em um lugar reservado, tenho um presente para você – ela disse segurando minha mão.

– Tudo bem, assim que eu perceber que não estão prestando atenção em mim eu te levo até meu quarto.

– Vou esperar – assenti e fui terminar de entregar o bolo.

***

A sala já estava com Killian e Ruby dançando até o chão juntos, Anna mais contida no canto e Elsa indo em direção aos dois malucos que carinhosamente eu chamo de amigos.

Tia Ingrid e tia Kristin estavam com mamãe ainda lá fora.

E Regina.

Regina estava sentada no sofá com as pernas cruzadas me olhando de cima a baixo, um sorriso malicioso dançava em seus lábios fazendo minhas pernas tremerem.

Uma música lenta começou a tocar.

Anna foi com as mães lá fora e Elsa logo puxou Aurora para dançar, assim como Killian que puxou Ruby.

Vi Regina se levantando e vindo em minha direção.

– Me concede essa dança? – Regina perguntou com os lábios roçando o lóbulo da minha orelha me fazendo estremecer.

– Claro – não precisei dizer mais nada, Regina colou nossos corpos e começou a balançar no ritmo lento da música.

Meus braços envolviam seu pescoço e meus dedos faziam um leve carinho em sua nuca, vi seu corpo se arrepiando todo.

Já seus braços envolviam minha cintura, e em nenhum momento seus olhos desviaram dos meus, eu me perdia neles, ela me olhava como se pudesse me despir apenas com os olhos, e talvez, só talvez ela pudesse.

Nossas testas colaram uma na outra, sua respiração batia em meu rosto, seu cheiro invadindo minhas narinas, sua boca entreaberta, aquela boca que tanto me fazia perder o juízo.

Senti uma das mãos de Regina indo em direção a minha nuca, quando seus dedos chegaram lá, ela puxou minha cabeça em direção a sua.

Nossos lábios se tocaram, uma energia fluiu entre nós, eu queria aprofundar nosso beijo, eu precisava aprofundar, mas a música mudou e com ela a realidade voltou.

– Prometo fingir que não vi nada – Elsa disse e foi quando reparei as quatro pessoas nos encarando .

– Vem comigo – puxei Regina não me preocupando em falar nada com os outros, eu sabia que Elsa iria fingir que não viu assim como ela disse.

Subi as escadas praticamente arrastando Regina.

Assim que passei a porta do meu quarto com ela, fechei a porta e prendi o corpo de Regina nela, senti sua respiração falhar e ataquei seus lábios.

Pela primeira vez eu quis dominar, minha língua implorava por domínio.

Seus dedos puxavam meu cabelo, minha mão explorava sua coxa.

Busquei por ar e voltei a beijar aquela boca que me levava ao inferno.

– Emma espera – Regina disse com a respiração falha.

– Não morena – resmunguei.

– Eu quero lhe entregar seu presente – fiz um bico – Por favor.

– Tudo bem – vi Regina indo em direção a cômoda que ficava ao lado da minha cama – Como? – perguntei.

– Ruby colocou aqui enquanto você estava conversando com suas primas – ela me respondeu simples.

– Claro que tinha dedo da Ruby.

– Eu quero falar algumas coisas antes, ok? – balancei a cabeça positivamente – Emma você entrou na minha vida e mudou tudo, você me bagunçou toda, mas arrumou tudo depois, você acreditou em mim e mesmo depois de tudo não desistiu, Emma você não imagina o quanto você é especial para mim, não é um pedido de namoro, mas é um pedido de – ela respirou fundo e segurou mais firme a caixinha, meus olhos já estavam marejados assim como os dela – Aceita entrar na minha vida? Aceita ser minha mesmo que ainda não do jeito que esperamos? Aceita me salvar sempre que o chão se abrir sob meus pés? Aceita ser minha salvadora?

Ela perguntou e minha lágrimas caíram, na caixinha havia uma linda pulseira de prata com dois pingentes um patins e um cisne com uma coroa.

– Eu aceito majestade – disse com as lágrimas embaçando – Sei que não é um pedido de namoro, sei que ainda temos um certo caminho a percorrer, mas eu também sei que é você quem eu vejo no meu futuro, sempre que seu chão se abrir eu estenderei minha mão e irei te segurar, eu aceito ser sua salvadora.

Regina pegou meu pulso e colocou a pulseira, me estendeu uma segunda que também estava lá e eu coloquei em seu pulso, elas eram iguais, eram perfeitas.

– Eu te amo Emma.

– Eu te amo majestade – nossos lábios se encontram como velhos conhecidos.

Os beijos foram ficando cada vez mais urgentes. Eu já havia esquecido de tudo, da minha mãe e de nossas brigas, da festa que estava acontecendo no andar de baixo, eu só via aquela mulher em minha frente.

Nossos corpos caíram juntos na cama, nossos corpos se encaixavam, como se fossem um quebra-cabeça, o encaixe perfeito.

Eu estava embriagada por aquela mulher que preenchia meus pensamentos, meu coração e minha alma.

Mas na vida nem tudo são flores, um baque em minha porta fez eu me afastar de seu corpo.

A realidade caiu sobre mim.

E ali seria a prova.

***

Eu ainda estava estática olhando para a minha porta, Regina já tinha se arrumado.

Na minha frente minha mãe.

Nos seus olhos eu via toda fúria que a consumia.

– Mamãe eu – ela me interrompeu.

– Não venha me dizer que não é o que eu vi, porque eu sei o que vi e vi muito bem – ela respirou fundo – Essa falta de vergonha e bem na minha casa, como você pode Emma Swan? Como pode ficar se esfregando com essa mulher depois de tudo que ela te fez? – eu abaixei minha cabeça – Oh não, não me diga que isso começou antes da competição, é claro que começou.

Eu não conseguia dizer nada e ela continuou.

– Eu não quero você perto dessa mulher e eu não quero você perto da minha filha está entendendo? – ela apontou para Regina – Isso não irá mais para frente.

– Desculpa Mary, mas isso quem decide não é a senhora – Regina se pronunciou – Eu amo a sua filha e apenas ela pode me pedir para afastar.

– Ela é uma criança – Mamãe estava inconformada.

– Ela não é uma criança, ela acabou de fazer dezoito anos, mas sua maturidade é mostrada bem antes disso.

– Eu quero você fora da minha casa agora – mamãe avançou em Regina.

– Chega – eu praticamente gritei.

– Emma eu quero essa mulher fora daqui.

– Regina – ela me olhou – Por favor, vai – eu pedi e vi em seus olhos ela se quebrando, eu havia a machucado, ela não disse nada apenas se levantou se saiu.

– Eu faço questão de abrir a porta e você nem pense em sair daqui – mamãe correu para fora do quarto.

Minha cabeça estava uma confusão só, eu podia escutar os gritos da minha mãe misturado com os das minhas tias, eu tenho certeza que elas estavam me defendendo porque uma delas que não consegui identificar gritou que minha mãe estava louca fazendo aquilo.

Tudo ficou em silêncio do nada e escutei passos na escada e logo em seguida minha porta sendo aberta.

– Você vai se afastar dela, está entendendo?

Eu não disse nada.

– É bom estar Emma, você não vai ficar com essa mulher, e se ousar me desobedecer, pode ter certeza que você irá perder a mãe, morar aqui você pode continuar, mas vai ter que começar a fingir que eu não existo. Emma é ela ou eu.

Ela disse e saiu, eu desmoronei.

Eu via minha vida ruir.

Um dia que começou lindo, terminou em um completo desastre.

***

No domingo eu acordei, tudo estava em preto e branco, meu coração doía.

Me levantei, tomei um banho.

Desci e minha mãe já estava na cozinha.

– Vou sair.

– Espero que para resolver esse problema que você se meteu.

Nada disse segui em direção a casa de Regina.

Fui o caminho inteiro pensando.

Quando cheguei em sua porta eu já sabia.

Eu tinha tomado minha decisão.


Notas Finais


E então amores??? Não deixem de comentar e fazer esse ser humano aqui feliz!!!!

Eu prometo que tudo vai dar certo (ou não rsrs)

Amores eu queria falar, Emma evoluiu bastante, ela sabe o quer, Regina idem. Então se vocês acham que elas vão se separar parem um minutinho e pensem em tudo que já aconteceu na história até agora.

Se cuidem e fique em casa!

Até mais ❤

(Revisado)


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