História Sonic Firestorm - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Visualizações 13
Palavras 1.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sonic Firestorm= Tempestade sonora.

Capítulo 1 - Sonic Firestorm


Olá, meu nome é Naomi, estou com meus 18 anos, meu cabelo é preto e meus olhos são de cor verde. Moro junto de minha melhor amiga, a Momo, que tem a mesma idade, cabelo loiro e olhos azuis. Nós escrevemos mangá Shoujo, Echi e Hentai. Ela faz a história e eu desenho, normalmente, nós ficamos a manhã pensando no que fazer, a tarde, se tivermos, colocamos as ideias em prática, de noite tiramos uma pausa, vendo uma série, anime ou hentai mesmo...

De vez em quando saímos pra tomar sorvete, ir pro cinema a sós ou com mais amigos, comer fora ou dar um passeio no parque, é realmente divertido quando tiramos uma pausa pra sair de casa.

Um certo dia... de noite para ser exato, às 20:58 estava tendo uma tempestade muito forte, na previsão dizia que as pessoas deveriam evitar sair de casa, ou correriam risco de morte. Naquele momento eu estava no meu quarto, lendo um livro, creio que Momo também estava em seu quarto. Quase 2 minutos depois verifiquei as horas em meu celular: 20:59, quando deu 21:00, eu ouvi um trovão alto, desse trovão alto, ouvi um grito de desespero.

"Socorro!"

A voz certamente não era da Momo, era masculina e ecoante. De começo, achei que estava delirando, até que uns 10 segundos depois, eu ouvi novamente.

"Socorro! Alguém me ajude!"

Comecei a ficar assustada, então resolvi ir para o quarto de Momo, perguntar se a mesma havia ouvido os gritos. Surpreendentemente, acabamos nos encontrando na sala, ambas de nós com expressão de assustadas.

- Naomi...

- Momo...

- V-você primeiro...

- Não... você primeiro.

- Vai você logo...

- Tá... eu ouvi gritos... dos trovões...

- Sério?! Eu também!

- Como assim?! Então não estou louca?

- Talvez a gente que tá louca...

"Alguém, por favor!"

A dor e o desespero do grito foram maiores do que os anteriores, o que me assustou mais ainda.

- Momo, tô ficando com medo! - Abraço ela.

- E-eu também...

"Estou para morrer em minutos! Irei sinalizar onde estou com os trovões!"

- Naomi... não aguento mais ouvir tudo isso, vamos olhar pra janela.

- O-ok...

Nós duas fomos olhar pela janela, trovões caindo na mesma direção, umas 4 vezes.

"Estou sem forças... essa será minha última sinalização..."

Dessa vez não foi exatamente um grito, a pessoa quem pedia ajuda estava praticamente exausta, ao notar pelo tom de voz. Por uma última vez, avistamos o trovão cair no mesmo local...

- É no parque, não muito longe daqui...

- Sim mas a tempestade tá forte demais! Vamos morrer se a gente for pra fora, Naomi!

- Seja lá o que for... eu prefiro me arriscar para salvar uma vida.

- Você não tá entend--

- Não, você quem não entende... - Disse, pegando um guarda-chuva.

- Calma, você vai sair?!

- Sim, eu vou. E não ouse em tentar me impedir... você e eu ouvimos claramente os gritos, e não estamos doidas, há alguém pedindo ajuda lá fora, e alguém tem que corresponder à essa ajuda.

- Certo... *Abaixa a cabeça* vá correndo então... ainda dá pra fazer algo no meio da tempestade. - Disse ela, num tom desanimado.

- Voltarei o mais rápido que puder, eu prometo!

- Vá! Não perca tempo!

Saí de casa andando rápido, me segurando ao máximo da forte ventania, naquele momento, tive apenas uma intenção: Salvar uma vida, mesmo não sabendo por qual eu estava correndo atrás. Conforme o tempo, eu acelerava mais os passos, de fato, o parque não era tão longe, mas com toda a ventania, era difícil andar, até que certo momento, a tempestade piorou tanto que quase me levou, então tive que soltar meu guarda-chuva.

- Merda! - Gritei, bloqueando a chuva de cair em meus olhos com meu braço direito.

Agora eu estava ainda mais em perigo, por isso resolvi sair correndo, o mais rápido possível antes que a tal vida em perigo partisse para a morte... 

Ao chegar no local sinalizado, perto de um banco que estava do lado de um poste, encontrei a vida em perigo... não pude acreditar... era um... um Pikachu... ele estava cheio de feridas, e parecia inconsciente. Imediatamente fui checar seu coração, e por sorte, ele estava batendo, por enquanto...

Peguei-o nos braços e voltei para casa correndo, não tão rápido devido à corrida de antes, mas consegui chegar a tempo. De frente para a porta, gritei:

- Momo!

- *Abre a porta* Naom... *Fica surpresa antes de gritar meu nome*

- É eu sei, sem tempo pra se surpreender, temos que ajudá-lo urgentemente!

- T-tá, me dê ele, vá tirar essa roupa antes que se resfrie.

- Certo!

========

Acabou sendo assim, no meio da noite, Momo iria vigiar o Pikachu, que ainda inconsciente, até as 3:00, depois ela foi dormir e eu quem começou a vigiar, ele estava dormindo na minha cama aliás.

Na manhã seguinte eu estava mexendo no meu celular novamente, e o pequeno acordou.

- Hum?... Onde... estou?... Pika...

- Oh... então você acordou... lembra de algo ontem? - Fito o pequeno, me sentando na cama.

- Sim... calma, você foi quem me ajudou moça?

- É... fui eu.

- Então... alguém realmente veio me ajudar... me sinto tão feliz com isso... pika ^-^

- A tempestade era forte... por isso ninguém quis ajudar...

- Mas mesmo assim você veio me salvar, obrigado moça ^-^

- Não tem de quê... enfim... como você foi parar no meio da tempestade?

- Bem... eu era do mundo pokemon, estava vivendo uma vida normal, até que um pokemon não foi muito com a minha cara, começou a me bater, quando eu estava quase sem forças, quando ele deu o próximo golpe, desmaiei e acordei na tempestade... machucado, sem condições de me mexer, sentindo dor, então comecei a gritar por ajuda, por meio de trovões...

- Isso é... horrível... você ainda sente dor? - Perguntei, preocupada.

- Sim... - Ele faz uma expressão triste.

- Bem, agora você está a salvo, eu e minha amiga Momo vamos cuidar muito bem de você. *Sorrio*

- A... a... atchuuuu! >.< - Isso foi um espirro.

Ai meu deus, o espirro dele foi a coisa mais fofa que já ouvi na vida...

- Own *-*

- O que foi?...

- Seu espirro é muito fofo...

- N-não é... *Cora*

- Ooown! *-* Vou trocar sua toalha. - Tirei a toalha que estava em sua testa. - Volto já.

- Ok...

Voltei para meu quarto com outra toalha quente, colocando-a em sua testa.

- A propósito... você é um pokemon selvagem... o que quer dizer que não tem nome, correto?

- Uhum... - Respondeu ele, incomodado com a toalha.

- Deixa eu pensar... ah, já sei, que tal Chibi?

- "Pequeno" ?...

- Sim, você é pequeno e fofo, é o nome perfeito. *Dou uma risadinha*

- Hum... gostei ^-^

- Que bom que gostou... aliás, você está com febre... tem algum remédio daqui que serve pra pokemons?

- Não acho que tenha, mas basta eu descansar e ficar aquecido... 

- Perfeito! Vou lá em baixo preparar uma canja, ok?

- Ok, pika ^-^

Por fora eu estava normal, mas por dentro eu berrava muito, tipo, não é todo dia que escuto gritos de dor e desespero por meio de trovões, saio no meio de uma forte tempestade e salvo a vida de um Pikachu. Então por dentro eu só conseguia pensar "Que loucura".



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