História Sons of Chaos - Capítulo 35


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Categorias Bruno Mars
Personagens Bruno Mars, Dwayne Dugger, Eric Hernandez, Jamareo Artis, James King, John Fossit, Kameron Whalum, Personagens Originais, Philip Lawrence, Phredley Brown
Visualizações 19
Palavras 940
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 35 - Ohana


Fanfic / Fanfiction Sons of Chaos - Capítulo 35 - Ohana


   - Se a senhora não contar onde ele está eu vou chamar a polícia e este seu orfanato de merda estará em todas as capas de jornais e isto será o fim de vocês!!
   Ryan que até então estava somente ouvindo aquilo tudo, se enfureceu ao ver o amigo quase desmaiando de nervoso, ele pensou na dor que ele estava sentindo e então tomou a frente.
   - Vamos logo, onde está Michael??
   - Ele foi levado...
   - Levado pra onde porra??? A senhora é louca??? 
   - Ele foi adotado por um casal...eles não podem ter filhos...
   - Pare de enrolar filha da puta! Passe agora o endereço deles!!!
   A freira, totalmente assustada por aquele homem grande e cabeludo estar gritando com ela, logo se dirigiu ao arquivo e pegou uma pasta.
   - Todas as informações estão aqui...por favor não me machuquem...
   - Reze pela sua alma irmã, por que se não encontramos ele...
   Ela fez o sinal da cruz no mesmo instante e ficou no canto do escritório. Ryan começou a mexer nos papéis enquanto Phil sentava Bruno em uma poltrona. Ele nem chegou a ouvir a conversa, estava tão imerso nos seus pensamentos e no desespero ao sentir o cheirinho de seu filho.
   - Achei o endereço desses malditos!
   A freira novamente fez o sinal da cruz e disse blasfêmia bem baixinho. Ryan passou por ela e a fulminou com o olhar, chamou Phil que trouxe Bruno com ele.
   Saíram e logo partiram pro endereço que pelos cálculos de Ryan ficava bem perto dali.
   - Bruno nós vamos encontrar seu garoto irmão, pode ter certeza.
   - Eu...eu...só quero ele de volta!
   Antes mesmo de terminar a frase ele já estava chorando, apoiou a cabeça entre as mãos e chorou muito. Phil começou a chorar também, pensou em seus filhos e lembrou de sua esposa, fez uma oração breve e pediu a Deus ajuda para que aquela situação tivesse um final feliz, mesmo sem entender os por quês daquilo tudo. Ryan manteve o foco e pisou fundo no acelerador, chegando em 30 minutos na casa dos malditos que adotaram o Michael.
   - Chegamos, vamos logo Bruno!
   - Bruno, mude esta postura agora meu amigo. Levante esta cabeça, está na hora de você ser aquele babaca arrogante que só você sabe ser!
   Ryan soltou uma risadinha e concordou com o que Phil estava dizendo. Bruno suspirou fundo, encarou os amigos e guardou a toquinha no bolso da calça. Suspirou mais uma vez e fechou a cara.
   - Vamos entrar naquela merda de casa e levar meu moleque embora!
   Os três se dirigiram a entrada da casa e Bruno foi logo batendo na porta, fazendo um grande barulho, ainda mais por que já estava tarde e a rua completamente quieta. Depois de alguns segundos a porta se abriu e um homem de roupão apareceu e quando foi abrir a boca para questionar quem eles eram, tomou um belo soco no queixo que fez sua gengiva sangrar na hora.
   - Cadê meu filho seu babaca?
   - O quê... quem são vocês?
   - MEU NOME É BRUNO MARS E EU VIM BUSCAR MEU FILHO!
   As palavras saíram totalmente brutas dos lábios de Bruno, que puxou o homem pelo colarinho e o empurrou para a parede, levantando ele sem seguida ficando bem acima de sua altura. Ele levantou o olhar e continuou:
   - EU VOU ACABAR COM VOCÊ, ENTENDEU?
   Antes que ele respondesse, Bruno o jogou na beira da escada que este subiu engatinhando e chamando pela esposa.
   - Vanessa! Vanessa! Vanessa!
   - O que está acontecendo Max?  Meu Deus o que houve com seu rosto? 
   Ela deu um grito de susto quando viu aqueles três homens parados no hall de entrada de sua casa. 
   - Quem são vocês?
   - Eu sou o pai do garoto que vocês levaram hoje do orfanato e você irá entregar ele para mim!
   - Vanessa faça o que ele está mandando, FAÇA AGORA!
   A mulher saiu correndo em direção aos quartos e Ryan subiu correndo as escadas, passando por cima do homem ainda caído no meio dos degraus. 
   Bruno teve uma visão maravilhosa, Ryan estava descendo as escadas com Michael no colo, ele estava dormindo e vestindo roupas que não eram suas, mas o coração de Bruno explodiu de alegria e amor. Pegou a criança dos braços do amigo e beijou sua testa.
   - Nunca mais vamos nos separar garoto, nunca mais.
   Michael se remexeu no colo do pai e este o entregou para Phil, olhou de volta para o casal e falou:
   - Se procurarem o orfanato, eu mato vocês! Se falarem com a polícia, eu mato vocês! Se falarem com alguém, ou até mesmo entre si, eu mato vocês! ENTENDERAM?
   O casal consentiu com a cabeça totalmente apavorados e desejando que aquele pesadelo acabasse. Ryan foi o último a sair e bateu a porta com força, entraram no carro e partiram para a casa de Bruno no Havaí. Não falaram nada o caminho todo. Tudo aquilo tinha sido tenso ao extremo e eles na verdade nem sabiam o que dizer. 
   Ouvindo o barulho da porta, Sara que estava deitada no sofá da sala, levantou num pulo e correu em direção a porta. Encontrou Bruno com Michael no colo e chorou de felicidade chegando bem próximo aos dois.
   - Peter...
   - Agora está tudo bem, relaxe que está tudo bem.
   Ele deu um beijo em sua cabeça enquanto ela se abaixava para beijar Michael. Aquela cena fez Phil e Ryan sorrirem e se abraçarem e depois irem abraçar os três. Ali estava uma família, nem um pouco convencional, mas sim aquela que dá real sentido a esta palavra.
 



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