História Sons of Chaos - Capítulo 36


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Categorias Bruno Mars
Personagens Bruno Mars, Dwayne Dugger, Eric Hernandez, Jamareo Artis, James King, John Fossit, Kameron Whalum, Personagens Originais, Philip Lawrence, Phredley Brown
Visualizações 25
Palavras 987
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tava devendo um hot né meninas!!

Capítulo 36 - Garden


Fanfic / Fanfiction Sons of Chaos - Capítulo 36 - Garden


   Todos se sentiam aliviados e até os que nem souberam o que houve, também. Pete e as outras filhas nem foram informados sobre a merda toda, Bruno mentiu descaradamente dizendo que estavam lá a passeio. Passaram um bom tempo reunidos e de certa forma celebrando todo o sucesso da carreira musical e toda a saúde da família, inclusive de Tiara que já conseguia se movimentar, com um andador.
   - Vamos velhinha, vem até aqui me dar um beijo!
   Ryan ria fazendo mais um comentário maldoso e ela só respondia lhe mostrando o dedo do meio o que fazia todos gargalharem. Aproveitando o foco em sua irmã, Bruno pegou Sara pela mão e a arrastou pro quinta na parte da frente da casa.
   - Tá me levando pra onde Peter?
   - Shiii, fica quietinha, fica.
   Recebeu um belo tapa nos ombros e sorriu, apertou mais a mão dela e a levou para o pequeno jardim na entrada, a encostou na parede forrada de vasos de flores que sua falecida mãe cuidava.
   - Teller me escuta. Por alguns minutos eu quero falar tudo e você por favor fique somente ouvindo.
   Ele fez o gesto com as mãos para continuar a falar fazendo ela engolir o que já estava na ponta da língua. Sorrindo, ela fez    que sim com a cabeça e ele continuou.
   - Nunca acreditei em coincidências, você sabe bem disso. Nada do que houve em minha vida foi por acaso, claro que a sorte se fez presente em alguns casos, mas tudo que aconteceu foi através de minhas atitudes. Te conquistei quando éramos adolescentes e te perdi quando estávamos nos tornando adultos. Hoje sei que não queria que nosso relacionamento mudasse, entende? Fui para LA para ter mudanças, mas tinha medo de que a gente mudasse um com o outro e acabei sabotando tudo. Negligenciei tanto nosso namoro que você acabou enxergando além do amor e viu o cara babaca e burro que sou. Neste anos que você esteve longe eu nunca deixei de pensar um dia sequer, você sempre foi o amor da minha vida e desejo de coração sua felicidade, mesmo sendo longe de mim.
   - Eu não vou a lugar algum Peter!
   Ele apoiou as mãos na parede na altura do rosto de Sara, abaixou a cabeça e respirou fundo. Ela se aproximou, cheirou seus cachos e beijou sua cabeça. Ele levantou a cabeça e focou naqueles olhos verdes, Sara era tudo pra ele e isto estava deixando ele tão sufocado por que não conseguia de nenhuma forma expressar todo o amor que sentia por ela.
   - Eu amo você Teller!
   - Eu te amo mais Hernandez!
   Ele a beijou com tanta vontade que Sara não estava conseguindo respirar, mas mesmo assim era um beijo delicioso. Bruno sempre soube o que fazer com a língua tanto em sua boca como em sua buceta. Apesar de ser áspera, por causa do cigarro, para ela era totalmente deliciosa e o único gosto que prevalecia era o dele. Gosto de Peter Gene Hernandez, era o melhor gosto do mundo. 
   O beijo se intensificou e Bruno colou seu corpo no dela querendo que ela sentisse seu pau que já estava mais que duro e sem nem perceber, Sara já estava abrindo as pernas deixando que ele se encaixasse. Bruno desceu os beijos, foi do pescoço para os ombros e dos ombros para os seios por cima da regata dela. 
   Sara tirou a camiseta dele de qualquer jeito e começou a lamber seu pescoço e seu peito, ela amava fazer aquilo. Sua regata foi erguida até praticamente seu queixo e aquela língua deliciosa começou a trabalhar. A coisa que a deixava com mais tesão era ter o seios chupados e ela nunca precisou dizer ou pedir isto a ele, pois desde a primeira vez que conseguiu lamber o bico do seio dela quando tinham 17 anos no sofá da sala de sua tia, Bruno soube que fazer aquilo o levaria para onde realmente desejava estar: dentro de Sara. Ele lambeu, chupou e mordiscou os seios dela, os gemidos eram abafados pela mão esquerda dele que tampava sua boca que ela delicadamente mordia para tentar reprimir os gritos de tanto tesão que estava sentindo.
   De repente Bruno a virou de costas e sem falar nada desceu a calça dela até os joelhos levando junto a calcinha. Abriu o zíper de sua bermuda e colocou o pau para fora exibindo ele para Sara, que lambeu os lábios na hora. Ele manteve ela de costas com um mão e com a outras passou na buceta dela, sentiu o quanto estava lambuzado e enfiou os quatro dedos de uma vez nela enquanto o dedão se movia com maestria em seu clitóris. Sara acabou soltando um gemido alto e rouco, deixando Bruno com mais tesão. Ele tirou os dedos de dentro dela e lambuzou seu pau o deixando pronto para meter. Chegou bem perto do ouvido direito de Sara e disse:
   - Lembra? Quando queríamos de qualquer forma trepar e não tínhamos lugar...eu te arrastava pra cá, te deixava no ponto, quase gozando e então metia com tudo...
   - E a gente acabava gozando junto! 
   Ao ouvir aquilo ele não esperou mais e meteu fundo em Sara, que rebolou querendo se encaixar melhor e sentir todo o pau de Bruno. Ele sorriu e mordeu a orelha dela.
   - Gostosa!
   - Eu sei!
   Ele sorriu mais um vez, agarrou a cintura dela com as duas mãos e meteu sem dó fazendo o rosto de Sara ficar pressionado contra a parede. Cada estocada com força o fazia gemer rouco e ela a rebolar mais. Claro que isto não durou muito, Bruno gozou a enchendo de porra e arfando forte.
   - Eu nunca me canso disso.
   - Eu nunca me canso da gente.
  - Caralho Teller, gozei de novo dentro. 
  - Não tem problema.
  - Como assim não tem problema?
  - Tenho que te contar um coisa.
 



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